Morreu o actor Robin Williams

Apenas duas referências rápidas.
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Grande actor, lamentável perda! [s)]
 
Estou em choque. Gostava muito do actor. Os filmes dele acompanharam-me na minha juventude. Era mesmo divertido e versátil. Nem sempre (ou quase) ter dinheiro é sinal de felicidade. Há fobias, traumas e problemas mais complicados do foro psicológico que não há dinheiro que trate. E como sabem a vida dele era muito de altos e baixos a esse nível. Ontem não houve altos nem baixos, foi mesmo game over. Que descanse em paz. Deixou uma obra cinematográfica fantástica!
Ás vezes ponho-me a pensar se determinados artistas ou figuras públicas que quase venero se forem. Como reagirei? Tipo, morreu Eddie Vedder... nem sei...:sh)
 
fiquei parvo... 63 anos e suicídio... a situação já se devia vir a arrastar há anos e pelo que disseram em cima, drogas e álcool metidos ao barulho não dão resultado. [s)]

De quem por vezes como eu esbarra em Estatisticas de Suicidio na Terceira Idade (ou aproximar), não me surpreende. É um grupo de risco. E se mais, se esses "factores" se colocam.
 
Tirei isto do facebook "Quando é que sabes que um ator é mesmo o melhor do mundo? Quando ele é super engraçado, faz papéis cheios de vida que te fazem acreditar que ele é assim na realidade, mas depois suicida-se..."
 
Vi várias entrevistas dele naqueles talk shows "maricanos" da TVcabo.
Parecia sempre que andava a duracell e eram entrevistas que eram sempre interessantes de ver

talvez n seja dos filmes mais citados dele, mas gosto mto do cage aux folies que ele fez
 
não enumerei só o factor dinheiro , mas sim tambem, saude , boa situação profissional e o mais importante gajas .

è por isso que não gosto do forum em época de ferias escolares.

Já devias estar a estudar em vez de andares por aqui, pelo menos a estupidez era compensada por algum conhecimento[;)]
 
O Sorriso é a máscara que esconde a Tristeza.

Basicamente foi isto que eu escrevi la para cima.

O que ele demonstrava em publico era um nivel de euforia tipica de bi polar, maniaco depressivo.

Seguramente que apos estes periflodos de euforia passaria por algum de depressao, este ultimo, pelos vistos levou o ao suicidio.

Eu, curiosamente, apreciei smp mais os seus trabalhos em papeis serios do que nas comedias e/ou mas fantasistas.
 
Infelizmente foi-se um dos melhores actores que conheci. Era um dos meus actores preferidos.
Além da sua versatilidade, era conhecido pela sua intensidade e capacidade de improviso.
Não é de estranhar que mesmo nos piores filmes dele, poucas criticas haviam às suas interpretações.
Muitos desses filmes não estavam à altura do seu génio, e praticamente dependiam do seu talento.
Será recordado para sempre com as suas magníficas interpretações em O clube dos poetas mortos, Bom dia Vietname e o Bom rebelde.
Até sempre e descansa em paz.
 
Um filme dele que eu acho brutal, mas de que quase nunca se fala (talvez tenha sido um grande flop, não sei):



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"What Dreams May Come" ou em português "Para além do horizonte", é um filme protagonizado por Robin Williams e Annabella Sciorra em 1998 que tinha passado despercebido por mim até há poucos dias!
Trata-se de uma história de amor de um casal, mais...de uma família, cujo destino tratou de separar "numa vida" mas fez questão de juntar num outro plano, ou se quisermos no que está "para além do horizonte", embora de forma efémera.
É um filme visualmente bastante bom, com imagens e paisagens muito apelativas à nossa visão, onde o real e o imaginário se fundem, onde o sentimento e a emoção podem ser vividos de forma intensa ao longo do filme (não fosse este um filme com Robin Williams).
Chris Nielsen, Annie e os seus dois filhos formam uma família feliz. A determinada altura, essa felicidade é fortemente abalada pela morte dos dois filhos num acidente de viação. O casal sofre a perda, dentro do possível erguem-se, e continuam as suas vidas, vivendo o amor que os une. A família é de novo abalada, desta vez com a morte de Chris que ao tentar ajudar um ferido num acidente, acaba por ser ele também vitima desse acidente. Após a morte, Chris apercebe-se que "tudo não acaba ali" mas que uma nova vida, bastante diferente o espera. Dividido entre as saudades da mulher e os sentimentos de elegria que "aquele novo mundo" lhe provoca, descobre que foi enviado para o paraíso e parte à procura do desconhecido e do maravilhoso. A certa altura a sua felicidade é de novo abalada pela noticia trazida pelo seu anjo (que em vida foi o seu filho), a sua esposa não teria aguentado o sofrimento da sua ausência e cometera o suicídio. Chris ainda chega a pensar que dessa forma poderão ficar juntos, no entanto o seu filho informa-o que quem comete suicídio vai para outro plano e que os dois não se poderão voltar a ver. Chris quer provar a si e aos outros que não é verdade, e vai tentar fazer tudo o que estiver ao seu alcance para reencontrar o seu amor mesmo estando esse reencontro à partida condenado a breves minutos. Após uma viagem atribulada, Chris consegue finalmente concretizar o seu maior desejo, e reencontra o seu amor.

Este filme remete-nos para a importância da família, do amor, da reacção perante as perdas, da continuação da vida para além "da vida" e sobretudo aborda o amor em si como um sentimento eterno, ou seja, que perdura para além da vida e não cessa com a morte física de uma das partes. No filme podemos deparar-nos com este facto quando Chris decide tentar encontrar a sua esposa. (não vou aqui dissertar sobre a temática - amor, cuja explicação está do meu ponto de vista bem feita no blogue "Só me apetece é cobrir!").

Um filme que vale a pena ver.

Nas Entre Vistas: Janeiro 2011
 
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