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E a Honda também, desde 2008 tem o Clarity.Não se aperceberam demasiado tarde.
Os regulamentos é que os obrigaram a entrar no mercado dos BEV. Os regulamentos continuam a ser a principal razão para as mudanças da indústria automóvel.
A opinião do CEO da Toyota ainda é a mesma de sempre sobre os eléctricos: ainda é demasiado cedo.
Este caminho está a ser forçado, não significa que seja o melhor caminho.
Toyota não é a única a apostar nas baterias de estado sólido. BMW e Renault também já estão em cima do assunto, mas esse será um tópico quente para a próxima década, não para esta.
A questão do hidrogénio é mesmo por aqui.
Não é à toa que sejam a Toyota e o Hyundai Motor Group os principais a apostar nesta tecnologia: têm o forte apoio dos seus governos, que também estão a apostar fortíssimo no hidrogénio e têm planos para construir uma "sociedade do hidrogénio".
Mas duvido que o hidrogénio se torne numa opção viável nos automóveis ligeiros fora de alguns mercados específicos.
Acredito que tenha melhores probabilidades de sucesso no transporte rodoviário e marítimo de mercadorias.
E pode ser que até leve um "boost" caso a aposta nos combustíveis sintéticos se concretize.
O mais curioso é que os japoneses não têm sequer um EV de raiz, apesar de terem sido pioneiros nos híbridos, o que pode significar forte pressão do governo.
Relativamente a valorização em bolsa, significa pouco. Mas neste caso, o facto de a Tesla valer tanto como as restantes 9 marcas do top10, mostra a vontade de uma quantidade massiva de investidores. As marcas tradicionais precisam urgentemente recuperar a credibilidade dos investidores.