Mazda Mx5

Percebo! Menos peso mais velocidade! [:p][:D]

Mas os suportes colocados entre os 2 bancos não estorvam em nada, ou estou enganado?

Entre os bancos pode estorvar um pouco o braço. Também dá para colocar na zona das pernas do passageiro.. Mas aí quem se lixa é o mexilhão. [;)] Como não tenciono usá-los, estão encostados em algum lado. Curiosamente, da última vez que visitei os EUA aluguei uma banheira e percebi o porquê de darem tanta importância ao suporte de copos.
 
3ª pastilhas e pinças dos travões de trás.
Quais os sintomas?

pelo que vi no VIN é de fabrico muito mais "velho" que o teu...
Consegues saber o mês de montagem através do vin? Se sim, como?

Mas os suportes colocados entre os 2 bancos não estorvam em nada, ou estou enganado?
Pouco ou nada estorvam... e sim, dá para colocar lá coisas (que depois interferem com a abertura do "porta luvas").
Só não coloco o telm lá pq depois anda a navegar... com um porta moedas a calçar até podia.
Os suportes são leves (mas consistentes), por acaso ainda não retirei os meus... 100% stock. [:D]
 
Última edição:
Pouco ou nada estorvam... e sim, dá para colocar lá coisas (que depois interferem com a abertura do "porta luvas").
Só não coloco o telm lá pq depois anda a navegar... com um porta moedas a calçar até podia.
Os suportes são leves (mas consistentes), por acaso ainda não retirei os meus... 100% stock. [:D]
Eu fui outro que desapareceu com isso... Weight reduction bro!
 
Consegues saber o mês de montagem através do vin? Se sim, como?


Não sei...mas pelo que já vi o meu é dos primeiros...data / mês não sei... até porque quando existem problemas... é diagnosticado pelo Vin...do Vin x em adiante ou até o Vin x...ou pelo menos é assim que tenho visto até agora...

Tive o carro no mesmo mês que o do JRodrigues mas o meu VIN é muito anterior ao dele...
 
Mais umas décimas talvez.. 5,7/5,8..

Mesmo assim não são maus consumos, a gasolina é que está cara! [:D]

:D

Olha aqui as "velocidades" máximas "só" se conseguem dentro dos túneis.

O problema é quando os meninos de azul ficam nas docas escondidos....

Pois, aí há uns túneis compridos onde dá para "esticar as pernas", esses gajos gostam muito de se esconderem em todo o lado!
 
Recentemente, num período de 2 semanas, realizei três testes ao MX-5 ND: 1.5 soft top, 2.0 soft top (MT) e 2.0 RF (AT), por esta ordem.

Teste ao 1.5 soft top:

Sei que o ND foi desenhado e desenvolvido à volta do 1.5 e que os próprios engenheiros da Mazda confessam que este é o motor que melhor se adequa ao carácter do MX-5. Com ideias pré-concebidas ou não, a verdade é que se nota como tudo no 1.5 está tão bem integrado, desde o motor, à transmissão e suspensão (soft). É um motor leve, rotativo, com alma. E absolutamente viciante. O percurso que fiz não incluiu AE, mas a verdade é que nunca senti falta de potência ou de disponibilidade do motor. Gostei mesmo muito, é uma grande experiência.

Teste ao 2.0 soft top (MT):

Depois de conduzir o 2.0 deixei de perceber aqueles que argumentam que o MX-5 não é um carro rápido ou entusiasmante, a menos que se esteja habituado a conduzir um 911, um Mustang V8 ou um A45 AMG (ou qualquer hot hatch com mais de 300 cv). Para estes, imagino que falte potência ou velocidade em linha recta ao ND 2.0. Para todos os outros, os comuns mortais, não. O 2.0 é muito rápido a subir de rotação e, embora mais pesado, é ágil como o 1.5. A caixa de velocidades é brilhante, tão directa e precisa como no motor mais pequeno. Entre os dois motores, mais do que a potência, a maior diferença nota-se na disponibilidade de binário do 2.0 acima das 2.500 rpm. O 2.0 esgota-se mais rápido, não tem nada para dar acima das 6.500 rpm, mas é uma experiência de condução fabulosa. Adorei.

Onde vivo, a diferença entre o preço do 1.5 e o 2.0 para o mesmo nível de equipamento é de 1.600 Euros. E há uma série de equipamento que não está disponível no 1.5, nomeadamente, LSD, Bilstein, bancos Recaro, etc..

Teste ao 2.0 RF (AT):

Esteticamente, acho o RF ainda mais interessante que a versão soft top e, ao contrário de alguns, acho o design brilhante esteja o tecto retráctil aberto ou fechado.
Ao volante do RF tudo parece mais fechado. Não acho que chegue a ser claustrofóbico, como alguns defendem, mas definitivamente não se tem a experiência de roadster como no soft top. Lá está, talvez porque não seja um roadster. A visibilidade lateral/ traseira é comprometida pelos paineis/ capota e o tecto parece mais próximo da cabeça.

Dinamicamente, a experiência ao volante do RF ficou completamente comprometida por ser a versão com caixa automática. A caixa é rápida (sobretudo em modo sport), mas bem menos suave que a 7G-tronic que conduzo diariamente. Para os que se preocupam com o peso da estrutura RF, não me parece que se sintam os 45 kgs a mais face à versão soft top, o RF continua super competente. Mas a verdade é que não me entusiasmou como os outros 2.
 
Recentemente, num período de 2 semanas, realizei três testes ao MX-5 ND: 1.5 soft top, 2.0 soft top (MT) e 2.0 RF (AT), por esta ordem.

Teste ao 1.5 soft top:

Sei que o ND foi desenhado e desenvolvido à volta do 1.5 e que os próprios engenheiros da Mazda confessam que este é o motor que melhor se adequa ao carácter do MX-5. Com ideias pré-concebidas ou não, a verdade é que se nota como tudo no 1.5 está tão bem integrado, desde o motor, à transmissão e suspensão (soft). É um motor leve, rotativo, com alma. E absolutamente viciante. O percurso que fiz não incluiu AE, mas a verdade é que nunca senti falta de potência ou de disponibilidade do motor. Gostei mesmo muito, é uma grande experiência.

Teste ao 2.0 soft top (MT):

Depois de conduzir o 2.0 deixei de perceber aqueles que argumentam que o MX-5 não é um carro rápido ou entusiasmante, a menos que se esteja habituado a conduzir um 911, um Mustang V8 ou um A45 AMG (ou qualquer hot hatch com mais de 300 cv). Para estes, imagino que falte potência ou velocidade em linha recta ao ND 2.0. Para todos os outros, os comuns mortais, não. O 2.0 é muito rápido a subir de rotação e, embora mais pesado, é ágil como o 1.5. A caixa de velocidades é brilhante, tão directa e precisa como no motor mais pequeno. Entre os dois motores, mais do que a potência, a maior diferença nota-se na disponibilidade de binário do 2.0 acima das 2.500 rpm. O 2.0 esgota-se mais rápido, não tem nada para dar acima das 6.500 rpm, mas é uma experiência de condução fabulosa. Adorei.

Onde vivo, a diferença entre o preço do 1.5 e o 2.0 para o mesmo nível de equipamento é de 1.600 Euros. E há uma série de equipamento que não está disponível no 1.5, nomeadamente, LSD, Bilstein, bancos Recaro, etc..

Teste ao 2.0 RF (AT):

Esteticamente, acho o RF ainda mais interessante que a versão soft top e, ao contrário de alguns, acho o design brilhante esteja o tecto retráctil aberto ou fechado.
Ao volante do RF tudo parece mais fechado. Não acho que chegue a ser claustrofóbico, como alguns defendem, mas definitivamente não se tem a experiência de roadster como no soft top. Lá está, talvez porque não seja um roadster. A visibilidade lateral/ traseira é comprometida pelos paineis/ capota e o tecto parece mais próximo da cabeça.

Dinamicamente, a experiência ao volante do RF ficou completamente comprometida por ser a versão com caixa automática. A caixa é rápida (sobretudo em modo sport), mas bem menos suave que a 7G-tronic que conduzo diariamente. Para os que se preocupam com o peso da estrutura RF, não me parece que se sintam os 45 kgs a mais face à versão soft top, o RF continua super competente. Mas a verdade é que não me entusiasmou como os outros 2.
Boa review...embora nunca tendo testado o 2 litros acredito que tenhas razão no que dizes...e se bem estou muito satisfeito com o 1.5...por 1600 euros é ir para o 2 litros sem duvidar. Em Portugal é que com diferenças que chegam a ser de mais de 10.000 euros é que dá muito que pensar o salto entre o 1.5 e o 2 litros...

Já a caixa automática...nem pensar... é como andar de casaco de pele em Agosto na praia...
 
Também gostei de ler o relato do CPA.

1600€ de diferença realmente é capaz de deixar as pessoas a pensar em ir para o 2.0, se bem que os consumos deste já não devem ser muito meigos...
Entretanto a pouca vontade das concessões da Mazda em vender continua, não mandam proposta, não dão valor de retoma, etc...e eu não tenho muita paciência para correr atrás de pessoas que pelos vistos não querem o meu dinheiro. [:D]
O único concessionário que merece nota positiva é a que esteve presente no salão automóvel da FIL que me deu o valor de retoma do meu Mini no dia seguinte e que me ligou mais do que uma vez para ver se fechava um negócio que me parecia bom, um MX-5 HS Navi de serviço com menos de um ano e cerca de 10.000km por pouco mais de 25.000€, não fosse o valor de retoma do meu Mini ter sido tão ridícula e podia ter fechado negócio.
Entretanto como me falaram numa hipótese profissional que pode implicar elevar as minhas deslocações para 2.000-2.5000km por mês e é um dado quase adquirido que não vou ter carro de serviço pago pela empresa pois a proposta financeiramente é mais vantajosa se eu andar com o meu carro, vou deixar em standby a vontade de por as mãos num MX-5.
 
Depende do motor, entre 145 a 155......160 são irrealistas e com muita água benta no teclado e/ou no banco de potência (excepto com mistura com etanol)

Há uns tempos perguntei o mesmo e andavam aí a falar em ganhos de 30 e 40 cv num atmosférico [:D]

Eu vou mais longe, digo que original deve andar pelos 140 ou 140 e picos e com reprogramação ganha uns 10cv, se tanto.
 
Há uns tempos perguntei o mesmo e andavam aí a falar em ganhos de 30 e 40 cv num atmosférico [:D]

Eu vou mais longe, digo que original deve andar pelos 140 ou 140 e picos e com reprogramação ganha uns 10cv, se tanto.

Segundo já disseram aqui, o 1.5 original com gasolina 98 tem cerca de 140cv.
 
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