[Crime] Maddie-Qual a verdade?

Maddie-Qual a verdade?

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  • - Não tenho opinião formada

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Vejam esta noticia de fevereiro de 2008...

Já passaram quase dez meses, mas só agora um taxista de Vila Real de Santo António decidiu tornar público algo que afirma ter contado à Polícia Judiciária dois dias depois de Maddie ter desaparecido.

«O que tenho a dizer não é muito, mas posso dizê-lo com certeza. Às 20h10 daquele dia 3 de Maio, entraram no meu táxi na Praça de Monte Gordo três homens, uma mulher e uma menina. Ao meu lado sentou-se um senhor, que por acaso é muito parecido com aquele que se tem falado, o [Robert] Murat, e atrás a senhora sentou-se no meio, com a menina a ser levada por um dos homens, todos eles já não muito novos, entre os 40 e os 50 anos de idade», contou António Castela ao PortugalDiário.
Maddie: «Processo não foi afectado»
Maddie: fim à vista
«A menina estava vestida com um pijama cor de rosa e tinha um casaquinho pelas costas. A senhora parecia mesmo a sua mãe, Kate, vestindo um casaco amarelo e levando o cabelo apanhado atrás, como um rabo de cavalo. Pedira-me para me dirigir ao Hotel Apolo, em Vila Real de Santo António. É um percurso de cerca de 5 quilómetros, que leva cinco a dez minutos a percorrer. Pelo caminho, reparei que a menina tinha uma manchinha no olho e fazia um tique com o queixo. Isso chamou-me a à atenção porque o meu filho quando era pequeno também tinha o mesmo tique», frisou.
Habituado a fixar caras e rotinas, o senhor Castela, de 67 anos e taxista há 17, explica o porquê de tanta certeza no relato: «Sei que entraram no meu táxi àquela hora porque tenho o hábito de ver o noticiário a essa hora, já num momento em que pensava ir para casa. É o meu trabalho, por isso fixo estas coisas. Também me lembro que cheguei a casa por volta das 20h30 e continuei a ver o noticiário».
A história termina no Hotel Apolo, ainda na noite quente de 3 de Maio: «Deixei-os junto ao hotel, perguntaram quanto era, sempre em inglês, disse-lhes que era três euros e meio. O senhor que estava ao meu lado deu-me cinco euros e saíram. Não foram para o hotel, dirigindo-se antes para um jeep, uma grande máquina, de cor escura, que me parecia ser um BMW, mas não posso precisar. Reparei que tinha matrícula amarela, mas não sei se era inglês, holandês ou francês».
Explicação à Polícia Judiciária
António Castelo viria a aperceber-se da importância destes clientes dois dias depois, quando todos os meios de comunicação social passaram a relatar o desaparecimento de Madeleine McCann.
«Disse logo ao meu filho, que é militar da GNR, e ele decidiu ligar de imediato à Polícia Judiciária. Relatei precisamente esta história e o inspector perguntou-me se sabia de o hotel tinha câmaras de vigilância. Disse-lhe que, em princípio teria. Dois dias depois, por curiosidade, fui ao hotel e perguntei se a PJ os tinha contactado. Disseram que não. Aproveitei por tentar saber se as câmaras de vigilância funcionavam, mas informaram-me que estavam estragadas há dois anos», frisou, explicando que só agora torna pública esta versão porque conhecia um jornalista do «Jornal do Algarve». «Ao longo destes meses, para além de ter contado a história à PJ, disse sempre aos meus clientes que tinha transportado a menina».
O senhor Castela também alimenta as suas teorias, pelo que considera ser «possível viajar entre a Praia da Luz e Vila Real de Santo António no espaço de uma hora, o que poderá servir para explicar aquelas duas horas que dizem estar por explicar na noite em que a menina desapareceu».
Dúvidas
A Polícia Judiciária já confirmou ter sido contactada pelo taxista naqueles dias seguintes ao desaparecimento de Maddie, mas, tal como noutras denúncias, assegura ter afastado esta pista após investigação. Quem não gostou desta teoria foi o porta-voz da família McCann, que já reagiu oficialmente, dizendo que se tratam de «declarações falsas».
 
O táxista diz ter reparado na criança devido à mancha no olho e ao tique que fazia com o queixo, logo estava bem viva.
não percebo é como é que o raio do homem vê, à noite, a mancha no olho da miúda e não consegue identificar com precisão a cara das pessoas......
'parece x.....é parecido com y....'

vá-se lá perceber....[:)]


ld
 
E o «cheiro» a cadaver, como se explica?

A ser verdade este relato, será que a menina já ía morta?:confused:

Era cheiro a peixe podre...

O casal McCann levantava-se cedo para ir ao mercado comprar peixinho e assar no grelhador, com o desaparecimento da menina esqueceram uma canastra de sardinhas na mala da Scenic e o peixe apodreceu todo deixando um cheiro nauseabundo. A mala aberta era para ventilarem o habitáculo que, de acordo com o McCann - was stinking like a fuckin' old shoe.

Os cães pisteiros ficaram com fome ao sentirem o odor - todos sabemos como os cães adoram comer porcaria - e começaram a ladrar furiosamente.

Entretanto os testes de ADN foram entregues num laboratório de uns paquistaneses residentes em Londres os quais se esqueceram onde estavam as amostras - por isso o atraso na entrega das mesmas.

A coincidência das amostras de sangue serem iguais ao ADN dos McCann deve-se apenas a arranhões que estes fizeram quando andavam nas rochas da praia a apanhar berbigão.
 
Era cheiro a peixe podre...

O casal McCann levantava-se cedo para ir ao mercado comprar peixinho e assar no grelhador, com o desaparecimento da menina esqueceram uma canastra de sardinhas na mala da Scenic e o peixe apodreceu todo deixando um cheiro nauseabundo. A mala aberta era para ventilarem o habitáculo que, de acordo com o McCann - was stinking like a fuckin' old shoe.

Os cães pisteiros ficaram com fome ao sentirem o odor - todos sabemos como os cães adoram comer porcaria - e começaram a ladrar furiosamente.

Entretanto os testes de ADN foram entregues num laboratório de uns paquistaneses residentes em Londres os quais se esqueceram onde estavam as amostras - por isso o atraso na entrega das mesmas.

A coincidência das amostras de sangue serem iguais ao ADN dos McCann deve-se apenas a arranhões que estes fizeram quando andavam nas rochas da praia a apanhar berbigão.


acreditas no que dizes?
 
Era cheiro a peixe podre...

O casal McCann levantava-se cedo para ir ao mercado comprar peixinho e assar no grelhador, com o desaparecimento da menina esqueceram uma canastra de sardinhas na mala da Scenic e o peixe apodreceu todo deixando um cheiro nauseabundo. A mala aberta era para ventilarem o habitáculo que, de acordo com o McCann - was stinking like a fuckin' old shoe.

Os cães pisteiros ficaram com fome ao sentirem o odor - todos sabemos como os cães adoram comer porcaria - e começaram a ladrar furiosamente.

Entretanto os testes de ADN foram entregues num laboratório de uns paquistaneses residentes em Londres os quais se esqueceram onde estavam as amostras - por isso o atraso na entrega das mesmas.

A coincidência das amostras de sangue serem iguais ao ADN dos McCann deve-se apenas a arranhões que estes fizeram quando andavam nas rochas da praia a apanhar berbigão.

Exacto. Acrescento apenas que esta combinação de acontecimentos só foi possível pela rara combinação astral verificada na altura (a lua orbitava a terra enquanto, simultaneamente, esta orbitava o sol)...
 
Era cheiro a peixe podre...

O casal McCann levantava-se cedo para ir ao mercado comprar peixinho e assar no grelhador, com o desaparecimento da menina esqueceram uma canastra de sardinhas na mala da Scenic e o peixe apodreceu todo deixando um cheiro nauseabundo. A mala aberta era para ventilarem o habitáculo que, de acordo com o McCann - was stinking like a fuckin' old shoe.

Os cães pisteiros ficaram com fome ao sentirem o odor - todos sabemos como os cães adoram comer porcaria - e começaram a ladrar furiosamente.

Entretanto os testes de ADN foram entregues num laboratório de uns paquistaneses residentes em Londres os quais se esqueceram onde estavam as amostras - por isso o atraso na entrega das mesmas.

A coincidência das amostras de sangue serem iguais ao ADN dos McCann deve-se apenas a arranhões que estes fizeram quando andavam nas rochas da praia a apanhar berbigão.

[:)][:)][:)][:)][:)][:)]
 
Vejam esta noticia de fevereiro de 2008...

Já passaram quase dez meses, mas só agora um taxista de Vila Real de Santo António decidiu tornar público algo que afirma ter contado à Polícia Judiciária dois dias depois de Maddie ter desaparecido.

«O que tenho a dizer não é muito, mas posso dizê-lo com certeza. Às 20h10 daquele dia 3 de Maio, entraram no meu táxi na Praça de Monte Gordo três homens, uma mulher e uma menina. Ao meu lado sentou-se um senhor, que por acaso é muito parecido com aquele que se tem falado, o [Robert] Murat, e atrás a senhora sentou-se no meio, com a menina a ser levada por um dos homens, todos eles já não muito novos, entre os 40 e os 50 anos de idade», contou António Castela ao PortugalDiário.
Maddie: «Processo não foi afectado»
Maddie: fim à vista
«A menina estava vestida com um pijama cor de rosa e tinha um casaquinho pelas costas. A senhora parecia mesmo a sua mãe, Kate, vestindo um casaco amarelo e levando o cabelo apanhado atrás, como um rabo de cavalo. Pedira-me para me dirigir ao Hotel Apolo, em Vila Real de Santo António. É um percurso de cerca de 5 quilómetros, que leva cinco a dez minutos a percorrer. Pelo caminho, reparei que a menina tinha uma manchinha no olho e fazia um tique com o queixo. Isso chamou-me a à atenção porque o meu filho quando era pequeno também tinha o mesmo tique», frisou.
Habituado a fixar caras e rotinas, o senhor Castela, de 67 anos e taxista há 17, explica o porquê de tanta certeza no relato: «Sei que entraram no meu táxi àquela hora porque tenho o hábito de ver o noticiário a essa hora, já num momento em que pensava ir para casa. É o meu trabalho, por isso fixo estas coisas. Também me lembro que cheguei a casa por volta das 20h30 e continuei a ver o noticiário».
A história termina no Hotel Apolo, ainda na noite quente de 3 de Maio: «Deixei-os junto ao hotel, perguntaram quanto era, sempre em inglês, disse-lhes que era três euros e meio. O senhor que estava ao meu lado deu-me cinco euros e saíram. Não foram para o hotel, dirigindo-se antes para um jeep, uma grande máquina, de cor escura, que me parecia ser um BMW, mas não posso precisar. Reparei que tinha matrícula amarela, mas não sei se era inglês, holandês ou francês».
Explicação à Polícia Judiciária
António Castelo viria a aperceber-se da importância destes clientes dois dias depois, quando todos os meios de comunicação social passaram a relatar o desaparecimento de Madeleine McCann.
«Disse logo ao meu filho, que é militar da GNR, e ele decidiu ligar de imediato à Polícia Judiciária. Relatei precisamente esta história e o inspector perguntou-me se sabia de o hotel tinha câmaras de vigilância. Disse-lhe que, em princípio teria. Dois dias depois, por curiosidade, fui ao hotel e perguntei se a PJ os tinha contactado. Disseram que não. Aproveitei por tentar saber se as câmaras de vigilância funcionavam, mas informaram-me que estavam estragadas há dois anos», frisou, explicando que só agora torna pública esta versão porque conhecia um jornalista do «Jornal do Algarve». «Ao longo destes meses, para além de ter contado a história à PJ, disse sempre aos meus clientes que tinha transportado a menina».
O senhor Castela também alimenta as suas teorias, pelo que considera ser «possível viajar entre a Praia da Luz e Vila Real de Santo António no espaço de uma hora, o que poderá servir para explicar aquelas duas horas que dizem estar por explicar na noite em que a menina desapareceu».
Dúvidas
A Polícia Judiciária já confirmou ter sido contactada pelo taxista naqueles dias seguintes ao desaparecimento de Maddie, mas, tal como noutras denúncias, assegura ter afastado esta pista após investigação. Quem não gostou desta teoria foi o porta-voz da família McCann, que já reagiu oficialmente, dizendo que se tratam de «declarações falsas».

Qual é ideia?!
Isso deu n de vezes na tv...
Achas que há alguém que ainda não sabia dessa noticia?!
Só quem andar a dormir....
 
Exacto. Acrescento apenas que esta combinação de acontecimentos só foi possível pela rara combinação astral verificada na altura (a lua orbitava a terra enquanto, simultaneamente, esta orbitava o sol)...

Cheira-me a fim do mundo...isso é uma combinação raríssima [:)]
 
Qual é ideia?!
Isso deu n de vezes na tv...
Achas que há alguém que ainda não sabia dessa noticia?!
Só quem andar a dormir....

tu realmente sabes tudo sobre todas as coisas, mas nem toda a gente sabe... eu nao sabia, e nao ando a dormir...

tu é que deves andar acordado 24h...

mas pronto
 
tu realmente sabes tudo sobre todas as coisas, mas nem toda a gente sabe... eu nao sabia, e nao ando a dormir...

tu é que deves andar acordado 24h...

mas pronto

Ok! Não te zangues...
Mas acho estranho que haja alguém que ainda não conhecesse essa noticia, pois veio nos jornais de deu na tv!
E, todos sabemos que o caso Maddie passou na tv (e nos media em geral) até à exaustão....[;)]
 
Soa a Falso !

Soa a Falso !

"Soa a falso !"

A pose de Kate McCann no programa de Oprah Winfrey.

O esposo a quase um metro e um esforço visível para manter a mão pousada na sua perna pretendendo dar um ar de união e proximidade.

Claramente uma pose estudada para angariar simpatia, mas o problema é que se vê que não é executada com naturalidade.

Mais alguém acha ou nota isso !?


Show Off !
 
"Soa a falso !"

A pose de Kate McCann no programa de Oprah Winfrey.

O esposo a quase um metro e um esforço visível para manter a mão pousada na sua perna pretendendo dar um ar de união e proximidade.

Claramente uma pose estudada para angariar simpatia, mas o problema é que se vê que não é executada com naturalidade.

Mais alguém acha ou nota isso !?


Show Off !

Ainda há dúvidas?
 
Originalmente Colocado por Excalibur
"Soa a falso !"

A pose de Kate McCann no programa de Oprah Winfrey.

O esposo a quase um metro e um esforço visível para manter a mão pousada na sua perna pretendendo dar um ar de união e proximidade.

Claramente uma pose estudada para angariar simpatia, mas o problema é que se vê que não é executada com naturalidade.

Mais alguém acha ou nota isso !?


Show Off !
Ainda há dúvidas?

Para retirar duvidas a SIC emite HOJE às 00.00 a entrevista da Oprah.
[;)]
 
Até o sotaque lá das berças do UK me irrita nestes dois... O moço ficou surpreendido por a polícia portuguesa lhes ter dado as conclusões do proceso, imagine-se, em português! :sh) Esses sacanas da PJ que teimam em falar aquela língua esquesita parecida com espanhol... [8b]
Não há paciência para estes dois e só tenho pena que ninguém tenha coragem para lhes dizer isso na cara. A Oprah ainda andou lá perto... [:D] insistiu bastante na tese de que foram eles os responsáveis do desaparecimento...
Têm "falso" escrito em tudo o que dizem e fazem.
 
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