[Crime] Maddie-Qual a verdade?

Maddie-Qual a verdade?

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O mais revoltante neste caso foi malta que se aproveitou disto para amealhar um bom dinheiro, desde ajudas de custo á PJ até o proprio casal... Tanto dinheiro gasto para ...NADA[:blush:]
 
esse gajo nao é um dos irmaos gallagher dos oásis lolol

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Cada vez estou mais confuso... Então os cães são credíveis ou não na sinalização de sangue de cadáver? http://www.correiomanha.pt/Noticia....ontentid=1927CC62-D478-40BF-BB91-D661A6ED2A11

Pelos vistos não.....
Como é que se podia incriminar aquela gente, tão bem relacionada junto do governo britânico(vide o "porta-voz":confused: escolhido...), depois de todo o circo montado(aqui os nossos media serviram-lhes às mil maravilhas...), depois de serem recebidos pelo Papa, Ministros, empresários influentes a injectarem dinheiro na "causa"....

Cães?? Aquilo eram gatos.....[;)]
 
Carta aberta: Mulher de Gonçalo Amaral reage com ironia ao ataque de Kate

“O meu marido é uma vergonha...”

Kate McCann acusa Gonçalo Amaral de "como pessoa e profissional" o seu comportamento ser "uma vergonha" – e a mulher do ex-coordenador da PJ, num estilo irónico e por carta aberta a que o CM teve acesso, agradece à mãe de Maddie "por um sentimento" que as une "às duas".

Profissionalmente, começa por expor Sofia Leal, "enquanto coordenador de investigação criminal, o meu esposo sempre se recusou a estar sentado das 09h00 às 17h00 na confortável cadeira do seu gabinete, como aliás é inerente àquela categoria. Em vez disso, passava o dia (e muitas vezes a noite) com os investigadores no terreno, coordenando ‘in loco’ buscas, vigilâncias, apreensões. Uma vergonha!"


A título de exemplo, "um episódio" ligado ao caso. "Em Maio de 2007, iniciámos o processo de mudança da nossa família para Portimão. Era suposto o meu esposo entrar em gozo de férias no dia a seguir ao desaparecimento da sua filha. Por ‘motivos óbvios’, assim não aconteceu. Iniciei novo emprego, procurei casa, fiz mudanças e tentei integrar as nossas filhas em novas escolas e rotinas. Tudo isto sozinha, sem qualquer apoio do meu esposo, que, por ‘motivos óbvios’, procurava a filha da Srª Kate..."


"Em Outubro, no dia do aniversário, apenas uma semana depois de as nossas filhas terem começado o ano lectivo, o Gonçalo Amaral é demitido e volta a Faro. Era suposto ser o tempo de reencontro da família e, afinal, foi o de mais uma separação. Então, isto não é uma vergonha?", pergunta Sofia Leal a Kate.


"As nossas filhas nunca compreenderam – e nós nunca conseguimos explicar-lhes que ‘motivos tão óbvios’ seriam esses que assim [com um afastamento imediato da investigação do caso Maddie] premiavam um pai que deixava as suas filhas para procurar uma criança que nem sequer conhecia e cujos pais a tinham negligenciado. Pena foi que a minha cara amiga Srª Dª Kate, já cá não estivesse à data, porque até poderia ter-nos sido de grande utilidade na tentativa de explicação dos ‘motivos óbvios’ da demissão do pai às nossas filhas..."



"A BOCA FOGE PARA A VERDADE. NÃO PARE!"

Depois de agradecer a Kate por exprimir o seu sentimento de "vergonha" para com o comportamento do marido, Sofia Leal pede à sua "boa amiga" que lhe perdoe "os desabafos de esposa e mãe". "Termino a missiva pedindo-lhe que remeta à senhora sua mãe os meus mais sinceros elogios. Pareceu-me tão sincera quando, em entrevista, referiu que tinha vontade de arrear uns bofetões a quem deixou os netos sozinhos. Falou tão abertamente que até parecia uma genuína avó portuguesa..." E fecha com um pedido à "cara amiga" Kate McCann: "Agora que a boca lhe começou a fugir para a verdade não pare. Continue. E diga lá a verdade de que o Mundo inteiro tem estado à espera..."



"PASSOU O NATAL NA CADEIA"

"Como pessoa", responde a mulher de Gonçalo Amaral a Kate, "o comportamento dele também tem sido uma vergonha, mais que não seja porque nunca foi possível distinguir nem ter vida pessoal com esta forma de encarar a profissão que abraçou". E dá o exemplo do caso Joana, há cinco anos, também investigado pelo marido. "A mãe, tal como a Srª Dª Kate, tentou projectar o caso para a comunicação social. [...] Depois vieram as confissões e provas: no decurso de um acto incestuoso da mãe e do tio, a criança foi espancada, retalhada e o corpo depositado sabe-se lá onde." No Natal, Gonçalo Amaral pediu à mulher que preparasse "um saco com comida e roupas e, num acto de contrição e penitência", foi para a cadeia "repartir a sua ceia de Natal com o tio de Joana, assassino confesso e psicopata declarado".
http://www.correiomanha.pt/Noticia....ontentid=77725BED-02D5-45FD-810C-5E0C877A9BF2
 
Tou a ver que a mulher do Gonçalo Amaral tem tanto jeito para a escrita como para assobiar a Marselhesa ao pé coxinho.

E aquela referência à Joana vem mesmo a propósito.

Esqueceu-se de acrescentar que amparou a mãe (Leonor Cipriano) quando ela deu aquela aparatosa queda nas escadas e que o MP está maldosamente a associar a espancamento pela equipa de investigação.

Mas não foi só o MP. A Directora da Prisão e o pessoal do Hospital...
 
Maddie e Joana: Caminhos Cruzados

Detectives contratados pelos McCann quiseram tramar Gonçalo Amaral

A Método 3, a agência espanhola de detectives contratada pelo casal McCann, tentou seduzir o advogado de Leonor Cipriano a mudar o rumo da defesa. Os operacionais da agência quiseram fazer de Gonçalo Amaral – o ex-coordenador da PJ de Portimão e responsável pela investigação do desaparecimento de Madeleine e de Joana, filha de Leonor Cipriano - o principal alvo, através do cruzamento de ambos os casos.

O contacto foi feito, ainda durante o período em que os detectives espanhóis investigavam o caso de Madeleine McCann, 3 anos, desaparecida na Praia da Luz , no Algarve, a 3 de Maio de 2007. Os operacionais da agência contactaram o advogado algarvio, João Grade dos Santos, pedindo-lhe apoio nas investigações. “Disseram-me que me contactaram por eu estar a trabalhar num assunto que, segundo eles, tinha semelhanças”, esclarece o advogado.

João Grade dos Santos despertou o interesse da Método 3 por estar a defender oficiosamente Leonor Cipriano num processo onde era arguido Gonçalo Amaral, acusado, pelo Ministério Público, de omissão de denúncia de actos de tortura, concretizados por outros 3 inspectores da PJ, durante o interrogatório à mãe de Joana Cipriano. O processo, ainda em curso, envolve 5 elementos da Judiciária e foi aberto na sequência de uma queixa apresentada pela directora da cadeia de Odemira.

Em Fevereiro de 2005, o Expresso publicou um conjunto de fotografias de Leonor Cipriano, onde a reclusa aparece marcada nos olhos e no rosto. As marcas denunciaram ter existido uma agressão.

A mãe de Joana, a menina de 8 anos que desaparecera em 2004 na aldeia de Figueira, no Algarve, tinha sido condenada a 16 anos de cadeia, pela morte e ocultação do cadáver da filha.

No contacto que fizeram com João Grade dos Santos, os detectives da Método 3 falaram especificamente de Gonçalo Amaral: “é óbvio que tinham de falar: era o inspector mais badalado do momento - ironiza o advogado – afinal esteve na investigação aos dois casos”, conclui. Na abordagem, os detectives realçaram as vantagens da proposta: “referiram-me que dinheiro para despesas não era problema”, sublinha o advogado.

Leonor Cipriano foi defendida por João Grade dos Santos durante toda a fase de inquérito mas, nas vésperas do arranque do julgamento, a cliente prescindiu dos serviços do advogado.

Meses depois de ter recusado a proposta de colaboração com a Método 3, João Grade dos Santos foi trocado por Marcos Aragão Correia, um jovem advogado com escritório na Madeira. Era-lhe conhecida uma fugaz, mas simbólica, passagem pelo continente: Aragão Correia participara nas buscas de Madeleine , como médium. O advogado tivera visões do cadáver da menina na barragem do rio Arade, em Silves. “A Polícia Judiciária - reconhece - desvalorizou completamente essas pistas, apesar de eu ser advogado; já a Método 3 mostrou-se muito interessada”, acrescenta.

Mas o interesse da agência assentaria raízes noutro objectivo: os detectives precisavam de um advogado que assumisse o cruzamento dos casos Maddie e Joana.

Aragão Correia aceitou aquilo que Grade dos Santos rejeitara: “Os detectives vieram ter comigo e disseram-me – nós estamos muito preocupados porque há um elemento comum aos dois casos, Gonçalo Amaral, que não está interessado em procurar as crianças, só está interessado em incriminar os pais. Aconteceu no caso Maddie e também no caso Joana – A Método 3 pediu-me para me envolver no caso, não me pediu para ser advogado da Leonor, pediu-me para fazer algumas investigações enquanto advogado”. Marcos Aragão Correia aceitou o desafio e quando consultou o caso Joana identificou-se, de imediato, com a tese dos detectives espanhóis. “Fiquei indignado – recorda – achei que o Sr. Gonçalo Amaral tinha um interesse oculto em incriminar sistematicamente as mães, sem ter provas contra elas”.

Dando sequência ao interesse que manifestara pelo caso, Marcos Aragão Correia visita Leonor Cipriano na cadeia de Odemira e acaba por sair da visita muito perto de se tornar o substituto de João Grade dos Santos: “Foi a Leonor que me pediu. Disse-me que nunca ninguém a tinha defendido assim. Depois de muito reflectir decidi aceitar, e comuniquei ao Dr. João Grade dos Santos a decisão da Leonor”.

Assim que Marcos Aragão Correia assumiu a defesa de Leonor, o processo, relativo ao julgamento de Faro contra os 5 inspectores da PJ, muda de rumo. É o próprio quem assume essa inversão: “O grande pesadelo do Gonçalo Amaral foi eu ter entrado no caso”, alerta.

Paulo Pereira Cristóvão, ex-inspector da PJ e um dos 5 arguidos de Faro, acusa Marcos Aragão Correia de ter tentado fazer “um negócio” com os arguidos. “E esse negócio era: acusem todos o Gonçalo Amaral que eu faço com que a Leonor Cipriano diga que os senhores nada têm a ver com isto – ora acordos desses, só em Hollywood!” ironiza Pereira Cristovão.

Marcos Aragão Correia não desmente a existência do acordo, mas alega que o mesmo está relacionado com “um desabafo de um dos arguidos” que lhe chegara aos ouvidos. “Esse arguido fez chegar um mail a um amigo meu onde apontava as culpas para Gonçalo Amaral”, denuncia o advogado.

Marcos Aragão Correia confessa que a opinião negativa, sobre a forma como Gonçalo Amaral investigou os casos Maddie e Joana, não a partilha, apenas, com a Método 3, contratada pelo casal Mcccan. O advogado alimenta o enigma: “Se estou a tomar partido por uma das partes, é óbvio que essa parte me está a dar apoio moral”. Aragão Correia só não esclarece quem, realmente, estará por detrás deste puzzle: “o contrato de sigilo que me liga à Método 3 impede-me de divulgar pormenores relativamente à investigação privada”, conclui.

Contactada pela SIC, a Método 3 entendeu não se pronunciar. Já o porta-voz do casal McCann, alega que a família não comenta ângulos que considera negativos.
21:00 Grande Reportagem SIC

http://sic.aeiou.pt/online/noticias/programas/reportagem+sic/Artigos/Maddie+e+Joana.htm
 
Não sei porque ainda não levaram os pais da Maddie é máquina da verdade.... tenho a certeza que se resolveria tudo em 1 hora[:vm)][:vm)][:vm)][:vm)][:vm)][:vm)][8b] Assim continuam apenas a brincar ás escondidas e a serem simplesmente nojentos. Falo não só dos pais da Maddie mas toda a gente que tem poder para fazer alguma coisa realmente, e preferem andar de cú sentados.
 
no fundo fazer algo é uma solução estupida, afinal comem todos do mesmo

vejam o 1º ministro, só nas coisas que ele esteve envolvido

em todos os casos ha sempre 2 nomes em comum

socrates e o nome do gaijo da universidade independente que só por azar estava no caso da cova de beira e tambem por alguma coincidencia deu 4 cadeiras ao socrates, ao domingo
 
Não sei porque ainda não levaram os pais da Maddie é máquina da verdade.... tenho a certeza que se resolveria tudo em 1 hora[:vm)][:vm)][:vm)][:vm)][:vm)][:vm)][8b] Assim continuam apenas a brincar ás escondidas e a serem simplesmente nojentos. Falo não só dos pais da Maddie mas toda a gente que tem poder para fazer alguma coisa realmente, e preferem andar de cú sentados.
Não é admissível cá como meio de prova...
 
no fundo fazer algo é uma solução estupida, afinal comem todos do mesmo

vejam o 1º ministro, só nas coisas que ele esteve envolvido

em todos os casos ha sempre 2 nomes em comum

socrates e o nome do gaijo da universidade independente que só por azar estava no caso da cova de beira e tambem por alguma coincidencia deu 4 cadeiras ao socrates, ao domingo

Olha..... mais "filmes".....[:D]

Se calhar, até foi o Socrates que raptou a Maddie, não?!:sh)

Anyway; the show must go on!
 
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