[Crime] Maddie-Qual a verdade?

Maddie-Qual a verdade?

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"Porreiro, pá!" não eu é que sou "Porreiro, pá!"

"Porreiro, pá!" não eu é que sou "Porreiro, pá!"

Mas a imprensa inglesa faz eco da estupefacção perante o ocorrido e como certamente saberá, por vezes a estratégia de assumir é uma forma de esvaziar as contestações politicas, neste caso porém pelo que é dado a ver é quase 50% dos dados da população inglesa que estão em parte incerta, o que é muito.

"Errozitos" todos nós cometemos e o governo até já pediu desculpas, vá lá...e depois o que são uns dadozitos de quase metade da população de sua majestade?!

Vão é começar a aparecer na "ilha" pessoal em duplicado de origem quiçá duvidosa...[s)]
 
Eu arriscaria dizer que é uma forma de fazer uma comparação entre os erros que os Ingleses - direi os meios de comunicação ingleses- fazem os possiveis por apontar aos outros, como chamar incompetentes, mas contudo têm um erro monumental em mão, que me parece resulta precisamente de alguma incompetência.


Os média Ingleses são como qualquer outros Média.

Eles chamam incompetentes a quem pensam que têm de chamar, por vezes com razão outras vezes sem ela! Isso não reflecte a imagem que o povo em si tem da situação... e é com isso que se repara quando se fala nestes assuntos. Nunca são "alguns jornalistas britânicos", mas sempre com a insinuação de "sacanas dos ingleses"!

Esquecem-se que os nossos jornalistas não são muito melhores ou mais isentos. Repare como eles se dedicaram ontem a anunciar o suposto "Suicídio Colectivo" que estava a ser planeado por jovens de 14 anos....

Alguns média britânicos chamaram incompetentes aos detectives portugueses... e então? O que estavam à espera? Que os média britânicos que por uma inspiração divina passassem a ser totalmente imparciais e apenas publicassem aquilo que alguns de nós gostariam de ouvir da boca de um estrangeiro? E isso legitima que se acusem os inglêses de uma maneira geral (e não os jornalistas em si) de serem snobs, egocêntricos e outras pérolas que se vão lendo?

E porque se há-de exigir mais imparcialidade, seriedade, honestidade a jornalistas britânicos, se por cá parece que isso não tem importância?

Todos sabemos que não gostamos que os outros falem mal de nós.... podemos ser nós a falar mal de nós próprios, mesmo que injustamente, mas qunado são os outros isso dói mais.... é normal! Mas é normal de ambas as partes, porque nós tambem falamos mal de outros e não temos mais ou menos direitos em criticar ou deixar de ser criticado.

Sempre denunciei este tipo de generalizações.... não gosto! Não me identifico quando se insinua que os Ingleses ou outro povo qualquer são snobs ou egocêntricos... sem perceber o contexto! Acho estúpido e ofensivo generalizar. Muito mais quando também nós temos jornalistas a publicar os maiores disparates que se podem ler.
 
Parece que é essa a interpretação, que algumas pessoas tem imprimido ao tópico.

Eu arriscaria dizer que é uma forma de fazer uma comparação entre os erros que os Ingleses - direi os meios de comunicação ingleses- fazem os possiveis por apontar aos outros, como chamar incompetentes, mas contudo têm um erro monumental em mão, que me parece resulta precisamente de alguma incompetência.

Nem mais ... mas teimam em levar o tópico para outro sentido e nem sei bem porquê :sh) :sh) :sh)
 
Os média Ingleses são como qualquer outros Média.

Eles chamam incompetentes a quem pensam que têm de chamar, por vezes com razão outras vezes sem ela! Isso não reflecte a imagem que o povo em si tem da situação... e é com isso que se repara quando se fala nestes assuntos. Nunca são "alguns jornalistas britânicos", mas sempre com a insinuação de "sacanas dos ingleses"!

Esquecem-se que os nossos jornalistas não são muito melhores ou mais isentos. Repare como eles se dedicaram ontem a anunciar o suposto "Suicídio Colectivo" que estava a ser planeado por jovens de 14 anos....

Alguns média britânicos chamaram incompetentes aos detectives portugueses... e então? O que estavam à espera? Que os média britânicos que por uma inspiração divina passassem a ser totalmente imparciais e apenas publicassem aquilo que alguns de nós gostariam de ouvir da boca de um estrangeiro? E isso legitima que se acusem os inglêses de uma maneira geral (e não os jornalistas em si) de serem snobs, egocêntricos e outras pérolas que se vão lendo?

E porque se há-de exigir mais imparcialidade, seriedade, honestidade a jornalistas britânicos, se por cá parece que isso não tem importância?

Todos sabemos que não gostamos que os outros falem mal de nós.... podemos ser nós a falar mal de nós próprios, mesmo que injustamente, mas qunado são os outros isso dói mais.... é normal! Mas é normal de ambas as partes, porque nós tambem falamos mal de outros e não temos mais ou menos direitos em criticar ou deixar de ser criticado.

Sempre denunciei este tipo de generalizações.... não gosto! Não me identifico quando se insinua que os Ingleses ou outro povo qualquer são snobs ou egocêntricos... sem perceber o contexto! Acho estúpido e ofensivo generalizar. Muito mais quando também nós temos jornalistas a publicar os maiores disparates que se podem ler.

Ehhh pá ... eu tenho uma costela britânica ... não me chamem de snob :)

Entendo o teu ponto de vista ... mas o Excalibur não parece que esteja a fazer essa generalização, pelo menos não entendi dessa forma

Porque será que os dados estavam em Washington ? ... ainda vão dizer que a culpa é do Bush [:D] [:D] [:D] [:D]

Cumprimentos [;)]
 
Sempre denunciei este tipo de generalizações.... não gosto! Não me identifico quando se insinua que os Ingleses ou outro povo qualquer são snobs ou egocêntricos... sem perceber o contexto! Acho estúpido e ofensivo generalizar. Muito mais quando também nós temos jornalistas a publicar os maiores disparates que se podem ler.


Embora tenha havido generalização, acho que isso é comum quando se fala nos ingleses, a fleuma inglesa, pela sua pontualidade, o humor britânico e um certo snobismo, dito assim, e generalizando não me parece que seja com o intuito de ofender.
 
O autor do tópico e o Yamato têm muito em comum. [:D]

Dar corda a esses sapatos é uma manifesta perda de tempo.

Acho que o autor do tópico não precisará de advogado de defesa, e as palavras que proferi foram pelo que penso sobre o assunto.

Contudo noto que me guarda algum ressentimento ?

Terá certamente algo a ver com o que lhe disse num outro tópico, e se o disse as palavras foram inteiramente merecidas, a sua doentia perseguição e generalização sobre tudo o que é Funcionalismo Publico torna-se numa aberração, e agora pelo que vejo a aberração torna-se em perseguição ?

Faça-me um tremendo favor, ignore-me faça de conta que eu não existo, o sentimento será reciproco, e será assim que actuarei perante a sua pessoa, mas assim terei a certeza de estar ao abrigo dos seus insultos e insinuações, que me parecem, são seu apanágio.
 
Parece que, existe mais preocupação em criticar o autor do tópico, ao invés de comentar a noticia.
Perceba-se lá isto .:confused:

Há diversas formas de lançar um assunto para debate. De forma séria, divertida, estúpida ou maldosa. Basta ler o título para ver onde pode encaixar esta. O título continua lá, é porque o autor se sente feliz e realizado com o mesmo.
E agora, que outros títulos se vão suceder nas próximas semanas?

- O caso Maddie e a capacidade de liderança de José Mourinho
- Maddie e Nuno Gomes, os problemas do futebol e da investigação policial em Portugal. Causas e sintomas.
- Monty Python's e Gato Fedorento, dois estilos para o caso Maddie.
- Aquecimento global e pesca, respectivas implicações no caso Maddie
- O pequeno almoço inglês e a feijoada portuguesa, duas realidades do caso Maddie.
- A conexão escocesa. O Whisky no caso Maddie.
- ... <- inserir mais titulos idiotas aqui -> ...

A habitual arte, (quase que se poderia dizer estúpida, degradante e ofensiva) de criar conflitos nos tópicos quando os assuntos incomodam, nada de novo.

A vontade de que alguns se calem se calhar é muita. A mim não me calam no que se refere no que se refere a generalizações idiotas. O caso Maddie fez uma data de gente por aqui perder a cabeça. Já por diversas vezes denunciei a generalização e ainda a enorme contradição de se criticar os tabloides britânicos recorrendo na maior parte das vezes a outras notícias tambem tabloides, metendo pelo meio um patriotismo saloio. Faz-me lembrar aqueles gajos que passam a vida a dizer que abominam telenovelas e não perdem uma.



Quanto à perca de dados, é obviamente muito grave o que se passou, e é um tema que eu gostaria de ver debatido de forma séria, embora haja quem queira transformar o assunto numa discussão sobre o tamanho das pilas britânicas vs. as nacionais.

Casos destes começam a acontecer demasiadas vezes um pouco por todo o lado, na maior parte das vezes na forma de portáteis, discos, pen's, DVD's, etc roubados ou perdidos. Este ano já houve vários casos de perca de dados pessoais ou bancários. Neste caso é mais grave ainda porque se trata do Estado.

Na minha opinião este tipo de situação é incompreensível, e muito para além da perca da informação. O meu espanto começa antes. Para que era necessária tanta informação circular de um local para outro? Quais os objectivos ? Não bastava um subset dos dados ? Apenas alguns registos, ou apenas alguns campos de muitos registos? Conforme os fins, os dados tinham que estar relacionados com o seu ID ? A terem que ser mesmo transferidos, porque não iam encriptados ? Há muitas perguntas que se podem e devem fazer e enquanto não houver respostas concretas nem dá para perceber até onde foi a irresponsabilidade disto.

Numa altura que também em Portugal já está muita informação em formato digital e em que se agilizam mecanismos de cruzamento de informação na administração pública, numa altura em que cada vez mais pessoas insistem no acesso facilitado do Estado a mais informação como a bancária, numa altura em que avançam iniciativas como o cartão único, as perguntas que eu coloco são:

Como está a nossa informação ? Está bem resguardada ? Quem tem acesso a ela ? O acesso é indiscriminado, ou seja, por exemplo um funcionário de uma repartição de Finanças X pode aceder a toda a informação de um contribuinte Y que mora na outra ponta do país e que em nada diz respeito à repartição inicial ? A mesma coisa da segurança social e de outros departamentos do estado, não só intra mas também inter-departamentos.

Existem ao menos mecanismos de logging para posterior auditoria de acessos, traduzindo, existem esquemas de auditoria de acessos para detectar eventuais acessos a informação que em nada interessava a um determinado funcionário ?

Eu estou a falar da administração pública, mas a mesma pergunta se pode fazer a muitos sectores privados. Por exemplo o bancário. Sempre me fez um pouco de confusão determinado fornecedor que liga ao amigo bem colocado que tem num determinado balcão para este lhe dar umas dicas sobre o cliente X ou Y.
Outro exemplo seria os das telecomunicações. Nas grandes empresas de comunicações que niveis de protecção existem para aceder a dados quer pessoais, quer do próprio tráfego, telefonico ou Net por exemplo ?

Estas questões dos nossos dados são cada vez mais importantes na sociedade digitalizada em que vivemos, e espero que quem tem responsabilidades nesta matéria esteja a salvaguardar a nossa privacidade, um dos pilares da nossa liberdade.
 
Embora tenha havido generalização, acho que isso é comum quando se fala nos ingleses, a fleuma inglesa, pela sua pontualidade, o humor britânico e um certo snobismo, dito assim, e generalizando não me parece que seja com o intuito de ofender.

Concordo, mas este tópico não tem o tom inocente de que falas.

É bem mais explícito e uma resposta provocatória e directa generalizando os Ingleses por estes terem alguns jornalistas que se atrevem a publicar artigos difamatórios da nossa polícia no caso Maddie.

Toda a gente sabe que só nós podemos falar mal da nossa polícia! Mais ninguém. [:D] [;)]
 

Isto só mostra que a qualidade das noticias no Brasil é igual á de alguns jornais ingleses![8b] [8b] Continuem a acreditar no Pai Natal que por acaso no Brasil chama-se Papai Noel, por influência do que os brasileiros mais adoram que é tudo quanto é estrangeiro e em inglês é bom![8b]
Engraçado como acusam nas entrelinhas a policia portuguesa e defendem os ingleses que só por acaso assassinaram um cidadão brasileiro por engano!! Ups?? Não era para lembrar este caso? Se calhar não!!
 
Isto só mostra que a qualidade das noticias no Brasil é igual á de alguns jornais ingleses![8b] [8b] Continuem a acreditar no Pai Natal que por acaso no Brasil chama-se Papai Noel, por influência do que os brasileiros mais adoram que é tudo quanto é estrangeiro e em inglês é bom![8b]
Engraçado como acusam nas entrelinhas a policia portuguesa e defendem os ingleses que só por acaso assassinaram um cidadão brasileiro por engano!! Ups?? Não era para lembrar este caso? Se calhar não!!
Pá, calma lá.

Desde quando eu disse que o que está dito na notícia é verdade absoluta e que a PJ deve queimar no fogo do inferno? Desde quando por mim foi dito que a Scotland Yard ou o raio que o valha vai descobrir até a cura da SIDA?

A notícia tem base no que diz o the Sun e a ANSA. Só coloquei o link pois é algo que tem a ver com o caso e a notícia está a correr o mundo, a partir do momento em que se vê que a Internet é global.

Agora, vir com o 38 armado e meter o pai natal na história, além de generalismos os quais tanto odeio, é que já é demais.

Uma segunda análise antes do apertar dos gatilhos é que era...
 
Por favor ... que filmes ... :eek:


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Mais 1 tópico estúpido, degradante e ofensivo!

Bom começámos bem, antes de teres colocado esta preciosa afirmação, podias antes de tudo, tendo em consideração que nunca me furtei ao dialogo, tentado saber as razões pela qual o havia colocado.

Mas OK, eu compreendo que te tenhas precipitado - espero é que por favor o não repitas - na apreciação dos motivos pela qual abri o tópico e que adiante mostrarei

E o que é irónico é que ontem, logo de manha se colocou uma notícia sem qualquer tipo de reserva ou pudor, de que havia uns jovens portugueses que se queriam suicidar motivados por um site na net.

Essa notícia não vinha nos média britânicos, vinha nas rádios e páginas de internet Portugueses!

E o que é mais uma vez irónico é que ainda não vi ninguém, e muito menos quem colocou a "notícia" em primeira mão aqui no fórum como se tratasse de algo que "deveria ser profundamente analisado por iluminados, para se tirarem conclusões" a ir ao respectivo tópico e dizer que afinal até temos alguns jornalistas portugueses que são umas bestas.... não são só os bifes que têm esses direitos!...
Respondi e esclareci no respectivo tópico, por favor faz o obséquio de conferires no mesmo.

E que temos outros tipos, igualmente bestas e estúpidos ou de má fé, que acreditam em tudo o que ouvem destes mesmos jornalistas com a diferença que quando são jornalistas portugueses, engolem e calam... qdo são os britânicos.... nesse caso acusa-se, não alguns jornalistas britânicos, mas toda a população de ser snob e egocêntrica!.... irónico no mínimo...
Sobre isto e dando também provimento a uma resposta à anterior observação do Liberal, lembro o que diz a nossa lingua (tal como com o bué, também snob figura, é snobe em português) sobre "snob".

snobe
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do Ing. snob

s. 2 gén., pessoa servil por tudo o que está em voga;
pessoa que afecta de entendida e de fidalga.
Fidalgos, subditos de uma majestade, por exemplo, ingleses.

Ou ainda na wikipedia que tantas vezes é citada e agora não será excepção:

Snob

From Wikipedia, the free encyclopedia



For the 1960s British Rock band, see The Snobs.
A snob, guilty of snobbery, is a person who adopts the world-view that some people are inherently inferior to others for any one of a variety of reasons including real or supposed intellect, wealth, education, ancestry, etc
Tem sido, presumo, de forma sobranceira e altiva que alguns círculos por terras de sua Majestade Isabel II, se têm referido a Portugal, aos métodos usados pela sua policia e autoridades, considerando o sistema judicial arcaico, e isto com tenues declarações e desmentidos da policia e autoridades do reino unido que deixaram que os Media Ingleses empolassem e manobrassem a opinião publica do reino unido.

Dai que:
infalível
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do Lat. infallibile

adj. 2 gén., que não pode falhar;
que não pode errar em matéria de fé (o papa);
que nunca se engana;
inevitável;
certo;
exacto;
seguro.
Tendo em consideração que é assim que eles vêem os seus métodos, os seus recursos e a sua autoridade jurídica, porque se apontam dedos aos métodos e organização portuguesa têm de fazer melhor inevitavelmente.

Contudo não foi isso que se viu com este caso, dai que no titulo eu tenha feito a analogia ao Caso Maddie que tem sobretudo servido para um "bota abaixo" sistemático nalguns circulos Ingleses.

Tal como o disse ontem, fiz a analogia, mas não o fiz com termos ou formas insultuosas ou genéricas para um povo, porque isso cabe na consciência ou inconsciência de cada um que profere tais impropérios.


Estarei sempre disposto a esclarecimentos, haja é acima de tudo respeito.

Obrigado
 
Última edição:
Já sabemos quem é o autor do tópico, o que o move e não será surpresa nenhuma, ao aceder ao mesmo, encontrar as alarvidades do costume.

E é preciso ter uma imaginação muito fértil (ou noutro estado paranormal...) estabelecer uma ligação entre o desaparecimento dos dados e o caso Maddie.


Ohhh Carlos ... em publico !!!

Por favor és demasiado instruído, inteligente mas sobretudo superiormente formado para caíres nestas coisas publicamente.

O que dirão pelo teu constante "atirar-te" a mim !?

Vê lá que isso pode levantar suspeitas infundadas e nós não queremos isso pois não !!

Cuidado, tens a tua superior imagem a defender, não sejas demasiado óbvio.

Mas deixa-me que te diga ...

Tu estragas-me com mimos !!
carneiroskissno6.gif


Obrigado
[:cool:]
 
Por ultimo uma referência que considero importante, as noticias pelas quais por norma baseio os meus tópicos, são legitimas e podem ser conferidas no links que por norma disponibilizo, e não foi a excepção neste caso.


Ficam links do que se disse sobre o caso em Inglaterra

They've got your number: State's hunger for personal data raises security fears

By Robert Verkaik, Law Editor

Published: 22 November 2007



There are increasing fears that Britain could suffer a repeat of the HM Revenue & Customs data loss as the scale and breadth of personal information held by government bodies continues to grow inexorably.
As the police step up their search for the two missing Inland Revenue computer discs containing the banking and personal details of 25 million people, ministers have been warned that the potential exposure to theft and identify fraud could be present for many years to come.
And in the most chilling assessment since the Government admitted the security blunder, the man in charge of setting up the country's biggest medical records database has said he does not believe it is possible to make such systems foolproof.
Richard Jeavons, the director of IT implementation for the NHS, where there are plans to put 50 million patients' details on the database, told the Commons Home Affairs Committee that, when it came to protecting information, "you cannot stop the wicked doing wicked things".
Yesterday, as he faced a barrage of criticism over the Government's handling of the crisis, the Prime Minister performed a swift policy U-turn by announcing that Richard Thomas, the Information Commissioner, would be given new powers to carry out spot checks on the databases held by public sector organisations.
As recently as 25 October, the Government rejected Mr Thomas's request for such a power in response to a Lords committee. It said then that "the current enforcement regime for data protection is fit for purpose". But yesterday an embattled Mr Brown appeared to relent, adding that he would also consider the commissioner's plea for the creation of a new criminal offence of "reckless disregard of data protection principles". He insisted: "We will do everything in our power to ensure data is safe."
Mr Thomas welcomed the move, but said more would have to be done. "The law needs to be changed urgently so that people's personal details are properly protected," he said. "Privacy matters more than ever. It is not just about the law. It is about retaining the trust and confidence of the population where so much information is entrusted to government."
The Government now holds more personal information on individual members of the public than ever before. And in the next five years there are plans to add hundreds of millions more personal records to new or expanded databases. The UK's DNA database is the biggest in the world, holding four million profiles and growing by 30,000 every month. It includes records for 900,000 children, 108 of whom are under 10, raising concerns about the threat posed to children from the unchecked growth in personal information registers.
Ministers are also planning to set up another database listing the personal details of all children in England, including their age and where they live. ContactPoint, previously known as the "information sharing index", is supposed to be used by social workers, but children have expressed fears that the information could attract paedophiles and others who should not have access to their personal details.
While the thrust of the criticism over the HMRC data scandal has been directed at the Government, there is growing anxiety about the exponential growth of databases belonging to private companies. These include organisations handling details about finances such as banks, building societies, loan companies and credit checking agencies. But there are also worries about the role of marketing and sales companies that have grown their own private databases which they use to sell personal information.
The arrival of internet shopping has brought new exposure to identity fraud. Millions of people surrender personal and financial information when conducting transactions on the internet or join social networking websites.
In an echo of events that foreshadowed the security blunder at the Revenue, the Government has announced plans for the General Register Office in England and Wales to be merged with the Identity and Passport Service from next April. The change will mean that the responsibility for overseeing the recording of births, marriages, civil partnerships and deaths in England and Wales will transfer from the Office for National Statistics (ONS), which is to become independent of ministers, to the Identity and Passport Service, an executive agency of the Home Office. The blunder at the HM Customs and Revenue followed a merger of Customs and Inland Revenue.
Helen Lord, the compliance director at the credit reference agency Experian, said yesterday: "The children whose names, addresses and dates of birth have been lost are also at risk, especially those who are between 15 and 17 years old now. The fraudsters will wait until they turn 18 and start applying for loans, credit cards, mobile phone contracts and other credit products in their names. That could have a catastrophic effect on their ability to get on the housing ladder, rent a flat, obtain their first credit card, obtain a loan for their first car, even open a bank account."
Last night lawyers who had been contacted by members of the public said they were investigating claims for damages and distress against Inland Revenue.


Who holds your details?

Child Benefit database
The database, at the centre of the latest crisis, holds information on all child benefit recipients, details of 25 million individuals and 7.25 million families

National Identity Register
Linked to the introduction of ID cards, it holds data on your name, address, gender, date and place of birth and biometric information such as iris patterns

Criminal Records Bureau
Contains name, address and details of any convictions for criminal offences

Passport database
Has your address, date and place of birth and your travel history

Driver and Vehicle Licensing Agency
Details of any penalty points will show up alongside your name, address and date of birth

Proposed EU-wide census
Facts and figures on population and housing across EU would go further than any national census

NHS electronic patients record system
Part of the Government's £12.4bn National Programme for IT, aims to put all patient records online

UK DNA Database
Biggest DNA list in the world covers 5.2 per cent of population. 30,000 additions every month

Inland Revenue
Has on record the name, address and financial details of everyone who pays tax in Britain


ContactPoint
Part of the Government's Every Child Matters programme, it holds details on every child in England, including name, address, gender, date of birth and an ID number

Vejam a importância destes últimos dados, se estiverem em mãos erradas.


E por ultimo

 
(...)

A habitual arte, (quase que se poderia dizer estúpida, degradante e ofensiva) de criar conflitos nos tópicos quando os assuntos incomodam, nada de novo.

(...)

A vontade de que alguns se calem se calhar é muita. A mim não me calam no que se refere no que se refere a generalizações idiotas. O caso Maddie fez uma data de gente por aqui perder a cabeça. Já por diversas vezes denunciei a generalização e ainda a enorme contradição de se criticar os tabloides britânicos recorrendo na maior parte das vezes a outras notícias tambem tabloides, metendo pelo meio um patriotismo saloio. Faz-me lembrar aqueles gajos que passam a vida a dizer que abominam telenovelas e não perdem uma.(...)
Não sei o que queres dizer nem o que a citação de parte de um post meu tem a ver com "esta" tua conversa.

Criar conflitos nos tópicos onde se fala de um determinado tema, só porque o tema não agrada, é pratica comum por aqui.

No tópico da Maddie devo ter feito no máximo dois posts, como não é a minha área de trabalho não gosto muito de fazer figuras tristes e comentar de forma inconsciente sobre o que não sei, como é tb habitual a varios users, eu só participo em tópicos onde se fala de assuntos que domino, ou sobre os quais possa ter duvidas.

Já cheguei tb à conclusão que não vale a pena estar a dar resposta a um tipo qql que acha que o leu num jornal desportivo ou ouviu numa conversa de café, tem mais valor do que formação académica, apesar de as vezes ainda ficar tentado a corrigir os absurdos que leio por aqui.

Não generalizes, lê com atenção.


Desculpem o off topic.
 
Acho que o autor do tópico não precisará de advogado de defesa, e as palavras que proferi foram pelo que penso sobre o assunto.

Contudo noto que me guarda algum ressentimento ?

Terá certamente algo a ver com o que lhe disse num outro tópico, e se o disse as palavras foram inteiramente merecidas, a sua doentia perseguição e generalização sobre tudo o que é Funcionalismo Publico torna-se numa aberração, e agora pelo que vejo a aberração torna-se em perseguição ?

Faça-me um tremendo favor, ignore-me faça de conta que eu não existo, o sentimento será reciproco, e será assim que actuarei perante a sua pessoa, mas assim terei a certeza de estar ao abrigo dos seus insultos e insinuações, que me parecem, são seu apanágio.
Olha-me este a fazer-se de desentendido. [:D] [:D]

Eu ressentido contigo? Deves estar a abanar demais a cabeça e os pensamentos misturaram-se. [:p]
 
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