Vamos começar do início. Porque é eu penso que existiu um fenómeno Fátima?
Atenção, que eu ao afirmar que o fenómeno existiu não estou a fazer qualquer juízo acerca da origem do mesmo.
Vou citar o que Avelino de Almeida e Professor José de Almeida Garrett descreveram do fenómeno:
"E assiste-se então a um espectáculo unico e inacreditavel para quem não foi testemunha d"ele. Do cimo da estrada, onde se aglomeram os carros e se conservam muitas centenas de pessoas, a quem escasseou valor para se meter à terra barrenta, vê-se toda a imensa multidão voltar-se para o sol, que se mostra liberto de nuvens, no zenit. O astro lembra uma placa de prata fosca e é possivel fitar-lhe o disco sem o minimo esforço. Não queima, não cega. Dir-se-hia estar-se realisando um eclipse. Mas eis que um alarido colossal se levanta, e aos espectadores que se encontram mais perto se ouve gritar:
- Milagre, milagre! Maravilha, maravilha!" Avelino de Almeida
"Sùbitamente ouvi o alvoroço de milhares de vozes e vi toda a multitude espalhada nesse espaço vasto aos meus pés… virar as costas ao sítio onde, até então, todas as suas espetativas estavam focadas, e olhar para o sol no outro lado. Eu também me virei para o ponto que comandava o seu olhar e pude ver o sol, como um disco muito claro com uma margem muito aguda, que vislumbrava sem ferir a vista. Não se podia confundir com o sol visto através de um nevoeiro (não havia nevoeiro nesse momento), pois nem estava velado nem turvo. Em Fátima, mantinha a sua luz e o seu calor, e sobressaia nìtidamente no céu, com uma margem aguda, como uma grande mesa de jogo. A coisa mais espantosa era poder olhar para o disco solar por muito tempo, brilhando com luz e calor, sem ferir os olhos ou prejudicar a retina. " Professor Almeida Garrett
Ou seja, PortuguesAoVolante, a tua explicação está errada pois vai contra a descrição realizada por quem esteve no local e presenciou o fenómeno, como podes ler nos sublinhados. Dito isto a pergunta que se impõe é: o que estará correto a tua explicação, que também é a de muitos, de que quem estava em Fátima foi encadeado/sofreu os efeitos nefastos de olhar diretamente o sol ou será a descrição de quem lá esteve e que assegura que o objeto luminoso, o "Sol", não lhes causou qualquer dano?
Aqui ficam as referências:
[1] Kosta de Alhabaite: Ainda Fátima: Jornal "O Século", de Outubro de 1917...
[2] FATIMA NETWORK: Um relado de testemunha do Dr. Jos Maria de Almeida Garrett, professor da Faculdade de Cincias em Coimbra, Portugal
[3] http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1218726389B6wUN4av8Kk06UC7.pdf Página 7 do ficheiro, página 255 do documento.
- Elevado número de pessoas que terão visualizado o fenómeno. Ou seja, não o foi o Professor Não-Sei-Das-Quantas, o mais médium de Africa, com 30 anos de experiência.
- Descrição do fenómeno realizado por um conjunto de personalidades, pelo que teve um cobertura ampla na impressa da época. Dessas personalidades destaco:
- Avelino de Almeida, que descreveu o fenómeno numa notícia do Jornal "O Século". [1]
- Professor José de Almeida Garrett, professor da Universidade de Coimbra, e que mais uma vez nos deixa a descrição do que se passou.[2]
- Dr. Domingos Pinto Coelho, bastonário da Ordem dos Advogados, que observa o fenómeno e atribui causas naturais. [3]
Atenção, que eu ao afirmar que o fenómeno existiu não estou a fazer qualquer juízo acerca da origem do mesmo.
Olhar para o Sol é má ideia, a íris não aguenta tanta luz, e o que se vê/interpreta é a íris a reagir mal ao excesso de luz. Quando era miúdo, tentei ver um eclipse parcial do sol com um papel e uma fenda. Após alguns segundos a olhar para o sol, é assim que a íris reage -- com manchas pretas a andar à volta da parte afectada da íris.Quando fechas os olhos, consegues ver claramente a área da íris ainda a recompor-se.
Vou citar o que Avelino de Almeida e Professor José de Almeida Garrett descreveram do fenómeno:
"E assiste-se então a um espectáculo unico e inacreditavel para quem não foi testemunha d"ele. Do cimo da estrada, onde se aglomeram os carros e se conservam muitas centenas de pessoas, a quem escasseou valor para se meter à terra barrenta, vê-se toda a imensa multidão voltar-se para o sol, que se mostra liberto de nuvens, no zenit. O astro lembra uma placa de prata fosca e é possivel fitar-lhe o disco sem o minimo esforço. Não queima, não cega. Dir-se-hia estar-se realisando um eclipse. Mas eis que um alarido colossal se levanta, e aos espectadores que se encontram mais perto se ouve gritar:
- Milagre, milagre! Maravilha, maravilha!" Avelino de Almeida
"Sùbitamente ouvi o alvoroço de milhares de vozes e vi toda a multitude espalhada nesse espaço vasto aos meus pés… virar as costas ao sítio onde, até então, todas as suas espetativas estavam focadas, e olhar para o sol no outro lado. Eu também me virei para o ponto que comandava o seu olhar e pude ver o sol, como um disco muito claro com uma margem muito aguda, que vislumbrava sem ferir a vista. Não se podia confundir com o sol visto através de um nevoeiro (não havia nevoeiro nesse momento), pois nem estava velado nem turvo. Em Fátima, mantinha a sua luz e o seu calor, e sobressaia nìtidamente no céu, com uma margem aguda, como uma grande mesa de jogo. A coisa mais espantosa era poder olhar para o disco solar por muito tempo, brilhando com luz e calor, sem ferir os olhos ou prejudicar a retina. " Professor Almeida Garrett
Ou seja, PortuguesAoVolante, a tua explicação está errada pois vai contra a descrição realizada por quem esteve no local e presenciou o fenómeno, como podes ler nos sublinhados. Dito isto a pergunta que se impõe é: o que estará correto a tua explicação, que também é a de muitos, de que quem estava em Fátima foi encadeado/sofreu os efeitos nefastos de olhar diretamente o sol ou será a descrição de quem lá esteve e que assegura que o objeto luminoso, o "Sol", não lhes causou qualquer dano?
Aqui ficam as referências:
[1] Kosta de Alhabaite: Ainda Fátima: Jornal "O Século", de Outubro de 1917...
[2] FATIMA NETWORK: Um relado de testemunha do Dr. Jos Maria de Almeida Garrett, professor da Faculdade de Cincias em Coimbra, Portugal
[3] http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1218726389B6wUN4av8Kk06UC7.pdf Página 7 do ficheiro, página 255 do documento.
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