Infidelidade

Eu só me casarei no dia tão próximo da minha morte e poder dizer a quem me acompanhou na vida, se lhe fui comprovadamente fiel, (e merecerá honra em eu ser seu esposo, mesmo que seja demasiado fugaz e divorcio, não será tão certo [:D]) que não andar a fazer aí juramentos antecipados... (ideias!!!) mas estes são os meus princípios e prefiro ir tranquilo assim desta para melhor...
 
As mulheres não são nenhumas santas, Mas é tudo pela calada.... .... Uma rapariga andava a trair o namorado comigo e quando dei por ela soube que só em duas ou 3 semanas "rodou" por mais 4 amigos meus, enquanto isto o namorado andava de aliança e com planos para um futuro, uma familia :sh)

Pá, para ela infidelidade é uma cena que não lhe assiste!!! [:D]
 
Eu só me casarei no dia tão próximo da minha morte e poder dizer a quem me acompanhou na vida, se lhe fui comprovadamente fiel, (e merecerá honra em eu ser seu esposo, mesmo que seja demasiado fugaz e divorcio, não será tão certo [:D]) que não andar a fazer aí juramentos antecipados... (ideias!!!) mas estes são os meus princípios e prefiro ir tranquilo assim desta para melhor...

Sem bem percebo o teor da tua observação, parece-me que foi completamente ao lado.
Não é o casamento, nem o juramento formal que ele implica, que deve determinar a "obrigação" de fidelidade. É, isso sim, o compromisso feito livre e conscientemente entre 2 pessoas, haja papel escrito ou não. É portanto tão grave ser infiel quer se seja casado, quer não.

Na minha forma de ver as coisas, a infidelidade é em simultâneo uma falta de respeito e um acto de cobardia. Uma falta de respeito, porque se esconde do outro um acto que fere os seus sentimentos. Uma cobardia porque quem é infiel não tem tomates para assumir perante o outro o que está a fazer, e cosnequentemente não tem a coragem de aceitar as consequências disso como um homem/mulher íntegro.

Eu tenho uma visão muito liberal das coisas (demasiado liberal para muita gente), mas sempre baseada no respeito mútuo. Acho perfeitamente aceitável que um casal acorde entre eles poder "dar umas voltas por fora", desde que isso seja aceite por ambos, e seja recíproco, obviamente. Se houver vontade de o fazer, mas não houver acordo, então acho que só resta à parte interessada pedir a separação, e ir à sua vida.
 
Sem bem percebo o teor da tua observação, parece-me que foi completamente ao lado.
Não é o casamento, nem o juramento formal que ele implica, que deve determinar a "obrigação" de fidelidade. É, isso sim, o compromisso feito livre e conscientemente entre 2 pessoas, haja papel escrito ou não. É portanto tão grave ser infiel quer se seja casado, quer não.

Na minha forma de ver as coisas, a infidelidade é em simultâneo uma falta de respeito e um acto de cobardia. Uma falta de respeito, porque se esconde do outro um acto que fere os seus sentimentos. Uma cobardia porque quem é infiel não tem tomates para assumir perante o outro o que está a fazer, e cosnequentemente não tem a coragem de aceitar as consequências disso como um homem/mulher íntegro.

Eu tenho uma visão muito liberal das coisas (demasiado liberal para muita gente), mas sempre baseada no respeito mútuo. Acho perfeitamente aceitável que um casal acorde entre eles poder "dar umas voltas por fora", desde que isso seja aceite por ambos, e seja recíproco, obviamente. Se houver vontade de o fazer, mas não houver acordo, então acho que só resta à parte interessada pedir a separação, e ir à sua vida.


apr:) Concordo a 100%
 
Sem bem percebo o teor da tua observação, parece-me que foi completamente ao lado.
Não é o casamento, nem o juramento formal que ele implica, que deve determinar a "obrigação" de fidelidade. É, isso sim, o compromisso feito livre e conscientemente entre 2 pessoas, haja papel escrito ou não. É portanto tão grave ser infiel quer se seja casado, quer não.

Na minha forma de ver as coisas, a infidelidade é em simultâneo uma falta de respeito e um acto de cobardia. Uma falta de respeito, porque se esconde do outro um acto que fere os seus sentimentos. Uma cobardia porque quem é infiel não tem tomates para assumir perante o outro o que está a fazer, e cosnequentemente não tem a coragem de aceitar as consequências disso como um homem/mulher íntegro.

Eu tenho uma visão muito liberal das coisas (demasiado liberal para muita gente), mas sempre baseada no respeito mútuo. Acho perfeitamente aceitável que um casal acorde entre eles poder "dar umas voltas por fora", desde que isso seja aceite por ambos, e seja recíproco, obviamente. Se houver vontade de o fazer, mas não houver acordo, então acho que só resta à parte interessada pedir a separação, e ir à sua vida.

É apenas a minha visão irónica da fidelidade, quando todos juram perante o outro sê-lo e se verifica o contrário, eu prefiro fazer o meu caminho e depois jurar o que concretizei de forma verdadeira. Eu não afirmo que o sou, vou tentar fazer para que o seja que é completamente diferente. E não é preciso haver papel ou não.
 
Quando o assunto é traição, a culpa geralmente cai sobre os homens. No entanto, um novo estudo mostrou que, na verdade, as mulheres têm mais probabilidade de infidelidade do que eles.​

As informações são do site Female First. Segundo a pesquisa, quatro em 10 mulheres tiveram casos paralelos a uma relação séria, comparado a apenas 12% dos homens. Já 3/4 deles confessaram que já consideraram a traição, mas não consumaram o fato, contra 85% delas.

E as mulheres não ficam atrás nem mesmo em relação aos affairs de longo prazo: 14% delas admitiram que mantiveram um relacionamento clandestino, enquanto apena 4% deles assumiram o “crime”. Ainda, o estudo concluiu que os indivíduos na faixa etária de 18 a 24 anos são mais propensos a trair por apenas uma noite, enquanto os mais velhos tendem a manter o caso.

No entanto, embora a pesquisa mostre que as mulheres são mais propensas a trair, Anthony Wright, do site de namoro Casuals, que conduziu o estudo, acredita que elas apenas são mais honestas sobre suas intenções. “Esses resultados são totalmente o oposto do que imaginamos. Mas pode apenas significar que as mulheres são mais honestas sobre sua desonestidade”, disse.

Pesquisa revela que mulheres são mais propensas a trair do que homens - Mundo DSE | Digital Magazine
 
O Female First. A seguir "estudos" feitos pela revista "Ana +atrevida". :confused:

Eu sou fiel. Não faço aquilo que não gostaria que me fizessem.
Pelo que tenho lido genericamente os homens são mais infieis que as mulheres, sendo que eles temem mais a infidelidade física e elas a emocional.
O que aliás é compreensível se pensarmos numa sociedade primitiva em que uma infidelidade física de uma mulher levava um homem a criar um filho de outro, enquanto o inverso não se verificava e uma infidelidade emocional de um homem levaria ao menosprezo de uma mulher (e seus filhos) em troca de outra (e seus filhos).
Alguns não sabem amar, daí as argumentações acrobáticas para justificar o injustificável. Diria que são pessoas com desenvolvimento emocional deficiente, muito egocêntricas, que irão dar muitas cabeçadas na vida até, talvez um dia, espero que não tarde demais, perceberem o quanto estavam errados. Andarão de ruptura em ruptura, alguns de divórcio em divórcio, sempre a colocar a culpa no outro, e sempre infelizes. É uma pena.
 
Tenho um colega meu que tem a seguinte teoria: segundo ele o mundo vai acabar à cornada e quem não tiver cornos estará realmente f*dido nessa altura.
 
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