Google Chrome Operating System

Isto é uma piada? Até tens uma intervenções com piada, sempre tendenciosas, e já se percebeu para que lado.
No entanto o que referes não é mais de que uma compilação do que tens instalado e das tuas contas, not a big deal.
Dados REALMENTE importantes como os psicográficos, como por exemplo, o que andas a pesquisar (local, hora, tema), onde andas a navegar, quanto tempo passas em determinado site e que tipo de informação vês, histórico do typing no browser, documentos (e o que contém) que guardas no google apps, locais pesquisados no Earth, scan dos emails (ou achas que a publicidade contextual no Gmail é feita como, sem fazerem scans aos emails) etc... Por isso meu caro nem sonhas a informação que está guardada e ninguém te diz.


Antes de mais, as minhas opiniões não são, nem têm que ser isentas, por isso se chamam opiniões. Se só agora percebeste isso, oh pá.. Não sei que te diga.. Mas pensei que era assumido que aqui cada um vinha colocar a sua opinião pessoal..


Quanto ao resto, não digo que não tenhas razão, mas já que dizes que eu sou tendencioso para um lado, mostra-me lá do outro lado uma empresa mais aberta do que a Google.. É que eu continuo na minha, dentro das grandes nesta área de negocio, a Google é para mim a mais transparente.

E quanto às aplicações da Google ultimamente é tudo open source. Tudo o que é enviado ou não para a Web pode ser estudado. Aliás, eles não fazem segredo disso, toda a informação que o Chrome envia para a Google está documentada. Já no OS X alguém me consegue dizer o que é que o sistema envia para a Web sobre mim? E no Windows? E já agora, que dados meus são usados das conversas no MSN? Etc.. Etc... Etc...


Enfim.. É triste, mas é uma realidade que a sociedade da informação actual nos trouxe. A privacidade total e absoluta acabou. Todos nós de uma forma ou de outra estamos catalogados em várias bases de dados, desde o estado, operadoras de telemóvel, actividades na Internet, etc.. etc... Dados todos colectam... Eu prefiro encarar isso com naturalidade e aproveitar o resto das vantagens que essas tecnologias nos vão trazendo. Tento conhecer o sistema e perceber os riscos, e sei que há partes da minha vida que tanto me faz que cataloguem ou não, há outras que não ponho online e pronto..
 
Antes de mais, as minhas opiniões não são, nem têm que ser isentas, por isso se chamam opiniões. Se só agora percebeste isso, oh pá.. Não sei que te diga.. Mas pensei que era assumido que aqui cada um vinha colocar a sua opinião pessoal..


Quanto ao resto, não digo que não tenhas razão, mas já que dizes que eu sou tendencioso para um lado, mostra-me lá do outro lado uma empresa mais aberta do que a Google.. É que eu continuo na minha, dentro das grandes nesta área de negocio, a Google é para mim a mais transparente.

E quanto às aplicações da Google ultimamente é tudo open source. Tudo o que é enviado ou não para a Web pode ser estudado. Aliás, eles não fazem segredo disso, toda a informação que o Chrome envia para a Google está documentada. Já no OS X alguém me consegue dizer o que é que o sistema envia para a Web sobre mim? E no Windows? E já agora, que dados meus são usados das conversas no MSN? Etc.. Etc... Etc...


Enfim.. É triste, mas é uma realidade que a sociedade da informação actual nos trouxe. A privacidade total e absoluta acabou. Todos nós de uma forma ou de outra estamos catalogados em várias bases de dados, desde o estado, operadoras de telemóvel, actividades na Internet, etc.. etc... Dados todos colectam... Eu prefiro encarar isso com naturalidade e aproveitar o resto das vantagens que essas tecnologias nos vão trazendo. Tento conhecer o sistema e perceber os riscos, e sei que há partes da minha vida que tanto me faz que cataloguem ou não, há outras que não ponho online e pronto..

Que perdemos a privacidade isso ninguém discute e quem acha que não, é pq anda a dormir.

O que referes como empresa aberta, não fez mais que compilar os dados da tua conta e os emails ( se fores aos detalhes da tua Live tens informação idêntica, mas menos completa), mas isto não é ser aberta, no fundo é a parte visível.

Não falo da questão do open source e do pouco claro financiamento por trás (ou não), são modelos diferentes e a discussão é outra.

Apenas rebati o que disseste que achavas a Google a empresa mais aberta do ponto de vista de dados recolhidos. [:)]
Pareceu-me uma piada e completamente ao lado, ou seja é tão aberta como qualquer outra. A diferença é que tem muito mais dados psicográficos do que qualquer outra.

Mas claro cada um tem a sua opinião e parece que as nossas são um bocadinho diferentes [;)]
 
Transparência num sentido que não via a empresa com 2ªs intenções para o world domination (tal como é conotada a microsoft). Parecia até que por oferecer todos os serviços de forma gratuita nem se preocupavam com lucros e era uma empresa que tinha uma imagem de cool, onde era uma diversão trabalhar tal como se fosse um hobbie. Mas olha, enganei-me.

A Google não preocupada com os lucros? [:D]
Uma empresa que factura $20b, estes 20b não vem do ar...

A imagem de cool, grátis, etc que passa para o grande público é uma, a maneira como se relaciona no mundo dos negócios é outra e a Google é tão o mais feroz como outra empresa qualquer.

Não acho que esteja em causa o world domination, nem por parte da MS nem por parte da Google, ou outra qualquer, mas a luta em todos os domínios entre estes 2 gigantes americanos vai ser feroz nos próximos anos e quem vaticina o fim da MS, acho que está a fazer conclusões percipitadas. Aguardemos pelos próximos capítulos, até porque a Apple, as Telcos e o próprio Facebook terá uma palavra dizer na digitalização total nos próximos anos.
Por outros lado os mecanismos e controlo de monopólios ou políticas ant-trust funcionam ou deveriam funcionar, veja-se os exemplos recentes das multas aplicadas à MS. Vamos a ver é se os senhores de Bruxelas não andam a dormir... face ao outro monstro.

Deixo aqui um pequeno vídeo que ilustra um cenário possível de world domination (remember The Matrix?) [:D][;)]:

YouTube - The Future of communication
(@Youtube wherelse? [:p])
 
Última edição:
Este sistema não tem gerado muito interesse... Com o advento dos Tablets perdeu ainda mais do interesse que vinha a gerar... Mas lembrei-me de desenterrar porque hoje no Publico saiu uma tradução de um artigo bastante favoravel ao conceito e em especial ao novo Chromebook de 250 USD:

Quem estiver a pensar comprar um portátil deve dar uma olhadela ao Chromebook


  • favicon.ico
    publico.pt
  • December 26th, 2012
  • view original


Nos dias que correm, parece haver milhões de possibilidades nos tablets/computadores portáteis. Existem os portáteis com teclados que deslizam, com ecrãs que se viram, com articulações que se dobram para trás. Tenho um forte pressentimento de que a maioria destes vai acabar nos caixotes do lixo da História.

Mas um deles apresenta todas as condições para ter sucesso, e não está a receber a atenção que merece: o novo Chromebook do Google.

O conceito do portátil Chromebook anda por aí há vários anos – emprestados a passageiros durante voos da Virgin, protótipos enviados para serem analisados por críticos –, mas a versão de 2012 deverá por fim bater muito certo com muita gente. É simples: é um excelente segundo computador por apenas 250 dólares.


O exterior do portátil é de plástico, mas consegue uma excelente imitação de alumínio prateado polido. Transmite uma sensação muito, muito boa. O logótipo da Samsung é a única coisa que aparece na parte de cima. O Chromebook é muito leve – 900 gramas – e o seu teclado, extremamente simples e bem conseguido, foi cuidadosamente desenhado segundo as linhas do Macbook Air. As teclas são pretas com as letras em branco, e surgem através de buracos no “tabuleiro”. O “trackpad” funciona na perfeição.


Existem entradas HDMI, USB 2.0 e USB 3.0 – infelizmente, situadas na parte de trás – e uma entrada para cartão de memória na parte lateral para transferência de imagens de câmaras. E uma entrada para auscultadores. (Por 330 dólares, consegue-se uma versão que se liga “online” através das redes de telemóveis.) O ecrã de 11,6 polegadas não apresenta muito brilho, o que é positivo, mas parece um pouco antiquado. Tem Bluetooth e Wi-Fi. A Google afirma que a bateria tem uma autonomia de 6 horas e meia, e parece-me que deverá ser efectivamente algures por aí.


Demoramos algum tempo a habituar-nos ao conceito do Chromebook: serve exclusivamente para actividades online. Internet, correio electrónico, YouTube, e aplicações como o Google Drive (processador de texto, folhas de cálculo e “slide show”, todos “online” e grátis). O portátil não tem partes móveis: nada de ventoinhas, nem drive para DVD, nem sequer uma entrada parapen. É silencioso e rápido, desde que não se tente fazer duas coisas ao mesmo tempo (ouvir música e ver um vídeo, por exemplo).


E vem com muito pouca memória: espera-se que mantenhamos os nossos ficheiros “online”. De início, a Google oferece 100 gigabytes de memória durante dois anos; depois, temos que pagar se quisermos mais memória (apesar de podermos guardar o que já utilizámos, sem nos cobrarem por isso).


Esta abordagem permite uma série de vantagens. O portátil liga-se imediatamente. O sistema operativo é automaticamente actualizado mais ou menos de seis em seis semanas. Tem “inacreditáveis níveis” de segurança, segundo declara a Google.


O Google também oferece 12 convites grátis para o Gogo, o serviço que permite acesso a Wi-Fi em viagens de avião, de forma a podermos continuar a trabalhar no ar. Se usarmos o Chrome no nosso computador principal, e entrarmos com a nossa conta Google, os nossos “bookmarks” e ficheiros “online” sincronizam-se em todos os nossos aparelhos.


O Chromebook corre uma coisa a que o Google chama Chrome OS – não é Mac, nem é Windows. Não permite activar software “verdadeiro” como Photoshop, iTunes, Spotify, Skype, e por aí fora. Basicamente, é apenas um browser de Internet, apesar de oferecer contas para ajudar a manter separadas as coisas de cada elemento da família.


Agora, se este portátil custasse 450 dólares (como custava o ultimo Chromebook), pareceria ridiculamente limitado. Faríamos troça do ecrã e da velocidade (tem lá dentro um processador ARM, não um Intel). Riríamos do plástico levezinho.


Mas os 250 dólares alteram tudo. Um preço de 250 dólares significa que não temos que passar horas online a comparar modelos. Um preço de 250 dólares significa metade do preço de um iPad, até menos do que um iPad Mini ou um iPod Touch. E ficamos com um portátil.

(Existe um Chromebook ainda mais barato, da Acer – por 200 dólares –, mas parece que alguns críticos que o analisaram o consideraram um bocadinho rasca.)

Para muitas das coisas que as pessoas fazem actualmente com os seus computadores (e “tablets”), o Chromebook faz imenso sentido. Passa vídeos com Flash. Abre documentos do Office. Por outras palavras, a Google está certa quando afirma que o Chromebook é perfeito para escolas, como segundo computador em casas, ou em empresas que utilizam centenas de máquinas.

É também um computador perfeito para os tecnofóbicos. É muito difícil alguém se perder num sistema operativo que basicamente não tem programas.

O Google tem percorrido um caminho longo e lento até chegar a este ponto, mas depois de anos de cuidadosas alterações e melhoramentos – e um impressionante preço de 250 dólares –, o Chromebook parece estar finalmente preparado para receber as luzes da ribalta.

Tradução: Eurico Monchique

©2012 The New York Times. Distributed by The New York Times Syndicate.
 
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