O texto refere coisas bastante interessantes relativas à MQB como isto
The new MQB is a colossal project. It spans and integrates every transverse-front-engined model from a Polo to a Passat, including all the brands and several crossovers. It includes components, systems, design processes and factories far more than ever before. So VW's engineering chief Ulrich Hackenberg says the parts cost will be 20 percent less than now, and the development and tooling cost for each model will be 30 percent less than now, and the manufacturing cost will be 30 percent less than now.
Simply put, this new GTI should be a whole lot better value.
Da CAR também retirei isto...
Why MQB is so flexible
Thanks to MQB, VW is envisaging three different wheelbase configurations: short (2630mm) for the hatchbacks, midsize (2680mm) for Jetta, Tiguan and Golf Variant, long (2790mm) for Touran and
Tiguan XL (USA and China only).
The luggage capacity increases accordingly, from 405 litres in the Golf to 455 litres in the Golf Plus to 505 litres in the Golf Variant estate.
This gradation also applies to other key dimensional elements like length, width, height, wheelbase, overhangs, wheel diameter, and the H-point which defines the seating position. Within the MQB architecture, there exist three different components sets tailormade for Polo, Golf and Passat.
Each components set is subdivided into five modules labelled drivetrain, chassis, electrics/electronics, body and interior. The Golf VII does not only offer more flexibility in style, more variation in size and more packaging options - thanks to the streamlining effects inherent to MQB, it is also going to be about 20% less expensive to produce than its predecessor.
Sounds like project VW370 is going to keep the cash tills ringing in Wolfsburg.
O sistema de módulos da VW é cada vez mais o benchmark para toda a indústria que procuram redução de custos, mas que permitam a flexibilização necessária a nivel de produto e a rentabilidade necessária.
Apesar de se se falar em redução de custos na linha de produção, dificilmente deveremos assistir a uma redução de preços no cliente final. Há que manter ou subir as margens...[

]
Os custos de produção têm caído um pouco por toda a indústria ao longo das últimas 2 décadas. Seja pela optimização dos processos, como o aparecimento de novas tecnologias associadas À produção, até recorrendo a processos alternativos para se chegar a resultados idênticos. Não é apenas deslocalização de fábricas para o Oriente que permite baixar os custos. Até porque maior parte dos Golf's e derivados serão produzidos na Europa.
Isto são boas notícias para a indústria. Contenção de custos sem sacrificar a qualidade do produto ou mantê-lo na "crista da onda".
Se calhar não tanto para a diversidade real de produto, pois apesar da flexibilidade permitida pelo sistema de módulos, a mesma foca-se sobretudo a um nivel dimensional e não tanto ao nivel de arquitecturas ou soluções optimizadas para determinada tipologia.
Nesse aspecto, a Lotus já está uns passinhos à frente, graças ao seu próprio sistema de módulos, que até permite diversificar a arquitectura, como por exemplo, ter a liberdade de colocar o motor à frente ou atrás.
Outras possibilidades interessantes caem na BMW, com o abandono da monocoque na gama i, e no sistema i-Stream do Gordon Murray, que foca mais nos sistemas de produção em si, conseguindo enormes poupanças na produção das mais variadas partes.
Com todos estes avanços, acredito que a médio prazo possamos abandonar a plataforma clássica, que é algo limitadora, para soluções bastante mais individualistas (até pela evolução das unidades motrizes, com o lenta disseminação de carros eléctricos), melhor adaptadas às tipologias e objectivos a que se propõem, e que deverá misturar uma série de soluções actuais, desde a construção por módulos a novos sistemas e tecnologias aplicados à linha de produção. Por exemplo, quando a impressão 3D sair do dominio da prototipagem e chegar em força à linha de produção, grande parte deste discurso será ... pré-histórico