Road66
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Também vi o Prós e Contras e tenho algumas coisas a dizer:
O DUX mais valia assumir que vive para aquilo. Ao tentar passar a ideia de que não acaba o curso porque trabalha, acho um pouco idiota. Não tem mal nenhum assumir.
Em relação à jornalista, que ser mais irritantezinho... Pessoa rude e bastante mal educada e ainda por cima num debate que ela também apregoou ser sério, não largava o telemovel.
O Reitor (ao lado da jornalista) teve alguns bons argumentos mas achei-o um hipócrita de meia tigela e por causa da sua hipocrisia ainda levou uma boa resposta do Presidente da AE de Coimbra.
O Alentejano era castiço mas penso que ele foi a pessoa mais clara no meio daquela gente toda.
Quanto ao rapaz da AEC, safou-se melhor do que estava à espera, sinceramente, e acho que conseguiu transmitir o seu ponto de vista.
Quanto à Fátima Campos Ferreira, mais do mesmo infelizmente. Chateia-me profudamente ela "ter um lado" e quase fazer questão de o demonstrar. Um moderador como deve ser não tem lado.
Quanto à minha opinião, apesar de já a ter dito, acho que o ponto não é proibir a Praxe nem é proibir certas praxes. Já o disse várias vezes, os limites são diferentes entre todos nós. O reitor disse que há pessoas que é humilhante andar com um penico na cabeça pois eu não acho. Vamos proibir as pessoas de andarem com penicos na cabeça?
O ponto é um e só um na minha opinião: É respeitar o limite de cada pessoa. Mostrar que cada um pode, a qualquer momento, rejeitar algo porque acha inadequado.
Acho importante, talvez, em cada ano lectivo, os intervenientes de ambas as partes (veteranos, reitor e os professores interessados pela temática) reunirem-se e debaterem o tema. Talvez assim os veteranos sintam a reponsabilidade do que estão a planear fazer e serem eles mesmo policias de outros que efectuem alguns abusos.
Muitas vezes o problema não está em quem organiza, está naqueles veteranos que aparecem do nada, estão ali uma horita a praxar e vão-se embora. Muitos, são pessoas que não percebem puto do que ali se passa e talvez descarreguem ali um bocado de algumas frustrações.
O DUX mais valia assumir que vive para aquilo. Ao tentar passar a ideia de que não acaba o curso porque trabalha, acho um pouco idiota. Não tem mal nenhum assumir.
Em relação à jornalista, que ser mais irritantezinho... Pessoa rude e bastante mal educada e ainda por cima num debate que ela também apregoou ser sério, não largava o telemovel.
O Reitor (ao lado da jornalista) teve alguns bons argumentos mas achei-o um hipócrita de meia tigela e por causa da sua hipocrisia ainda levou uma boa resposta do Presidente da AE de Coimbra.
O Alentejano era castiço mas penso que ele foi a pessoa mais clara no meio daquela gente toda.
Quanto ao rapaz da AEC, safou-se melhor do que estava à espera, sinceramente, e acho que conseguiu transmitir o seu ponto de vista.
Quanto à Fátima Campos Ferreira, mais do mesmo infelizmente. Chateia-me profudamente ela "ter um lado" e quase fazer questão de o demonstrar. Um moderador como deve ser não tem lado.
Quanto à minha opinião, apesar de já a ter dito, acho que o ponto não é proibir a Praxe nem é proibir certas praxes. Já o disse várias vezes, os limites são diferentes entre todos nós. O reitor disse que há pessoas que é humilhante andar com um penico na cabeça pois eu não acho. Vamos proibir as pessoas de andarem com penicos na cabeça?
O ponto é um e só um na minha opinião: É respeitar o limite de cada pessoa. Mostrar que cada um pode, a qualquer momento, rejeitar algo porque acha inadequado.
Acho importante, talvez, em cada ano lectivo, os intervenientes de ambas as partes (veteranos, reitor e os professores interessados pela temática) reunirem-se e debaterem o tema. Talvez assim os veteranos sintam a reponsabilidade do que estão a planear fazer e serem eles mesmo policias de outros que efectuem alguns abusos.
Muitas vezes o problema não está em quem organiza, está naqueles veteranos que aparecem do nada, estão ali uma horita a praxar e vão-se embora. Muitos, são pessoas que não percebem puto do que ali se passa e talvez descarreguem ali um bocado de algumas frustrações.