F1 - 2017

Belo brinquedo do Adriano...

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Seria engraçado de se ver um mano a mano F1 vs Indicar nos dois habitat naturais.

Cada um seria líder no seu ambiente. Talvez a F1 conseguisse ficar mais próxima no ambiente da indy do que o inverso. Penso eu seria mais fácil mexer no mapa do motor para as altas velocidades mas se calhar perdia na vida útil devido à alta rotação. A indy teria dificuldades em termos de meter potência no chão ou nas travagens, as suspensões teriam de ser todas mudadas.
 
Cada um seria líder no seu ambiente. Talvez a F1 conseguisse ficar mais próxima no ambiente da indy do que o inverso. Penso eu seria mais fácil mexer no mapa do motor para as altas velocidades mas se calhar perdia na vida útil devido à alta rotação. A indy teria dificuldades em termos de meter potência no chão ou nas travagens, as suspensões teriam de ser todas mudadas.

Também penso assim, ovais não é claramente o habitat natural dos F1, mas apesar dos Indy andarem também durante a sua época em circuitos normais ou citadinos não terão o potencial de um F1, vejo perderem principalmente na travagem e nas curvas com muito apoio aerodinâmico.
Gostaria que um dia fizessem um comparativo, melhor dos F1 contra o melhor dos Indycar.
 
Fernando Alonso quer chegar à edição deste ano das 500 Milhas de Indianápolis totalmente preparado e, como tal, já levou a cabo o seu primeiro teste naquela mítica oval norte-americana, acabando por ser uma estreia emotiva ao volante de um dos carros inscritos pela Andretti Autosport com as cores da McLaren. No total, foram 110 voltas, a mais rápida das quais cumprida à velocidade de 222.548 mph (358.156 km/h).

Alonso cumpriu com sucesso as três fases obrigatórias de ensaios para os estreantes na Indy 500 (10 voltas num intervalo entre as 205-210 mph, 15 voltas entre as 210 mph e 215 mph e 15 voltas a mais de 215 mph), tendo Marco Andretti, que será seu companheiro de equipa, a fazer a verificação de todos os sistemas do carro número 29 antes de Alonso entrar em ação.

Para a sua estreia nesta oval, Alonso contou ainda com a ajuda e aconselhamento das três gerações da família Andretti, desde o campeão Mario ao mais jovem Marco, passando por Michael, além de ter ainda a ajuda igualmente de Alexander Rossi (vencedor do ano passado) e de Gil de Ferran, com o piloto da McLaren a considerar que “a equipa foi de um ajuda extraordinária. Competir sozinho é bom, mas vamos ver nas próximas semanas. Até aqui tem sido uma boa experiência, agora começa a sério”, é citado Alonso no site oficial da IndyCar.

A corrida terá lugar no dia 28 de maio, com a McLaren a fazer o seu regresso à IndyCar pela primeira vez em 38 anos.
 
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