F1 - 2014

Por mim acabava-se com o limite de vagas para equipas. Quem tivesse capacidade para por um Fórmula 1 a correr, corria. As equipas poderiam utilizar 1, 2 ou 3 carros, conforme preferissem (ou tivessem capacidade) e pontuavam os dois melhores para o Mundial de Construtores. Para as equipas não oficiais ou que não tivessem nenhum apoio directo de construtores haveria um troféu "privados" para lhes dar alguma coisa para lutar. Servia também para aumentar o interesse nestas equipas para potenciais patrocinadores. Regresso dos monolugares-cliente. Equipas com monolugar-cliente não pontuariam para o Mundial de construtores.

Aproveitando a onda, criação de uma taça juventude (como no ciclismo) para pilotos até aos 26 anos e eventual criação de uma campeonato de construtores de motores. A malta mete lá dinheiro, não é só por carros em pista, é preciso terem algo por que lutar, criar outros focos de atenção.

- 1, 2 ou 3 carros;
- pontuação de, no máximo, os 2 melhores para o mundial de construtores/equipas;
- monolugares-cliente, a pontuar também para o mundial de construtores/equipas;
- jovens até aos 26 anos ? Ok. E abaixo dos 20 ? Prémio teenager ? E acima dos 30 ? Prémio avôzinho ? Daqui a uns tempos na F1 26 anos é cota...
 
Analisando a coisa ...


Mercedes - Di Resta ...
Williams - Nasr, Alonso, Pastor (pagando mais € 18.000.000,00 para voltar) ...
Ferrari - Kamui, Hulkenberg, Pastor, ...
Red Bull - Kvyat, Vergne, Alonso, ...
Mclaren - Alonso, Vandoorne, Grosjean...
Toro Rosso - AFC, Sainz, Verstappen, ...
Sauber - Van der Garde, Di Silvestro, Sutil, Guttierrez, Perez...


Force India (?)
Lotus(?)

[:cool:]
O Vergne nunca mais calça na família RB...
 
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Por mim acabava-se com o limite de vagas para equipas. Quem tivesse capacidade para por um Fórmula 1 a correr, corria. As equipas poderiam utilizar 1, 2 ou 3 carros, conforme preferissem (ou tivessem capacidade) e pontuavam os dois melhores para o Mundial de Construtores. Para as equipas não oficiais ou que não tivessem nenhum apoio directo de construtores haveria um troféu "privados" para lhes dar alguma coisa para lutar. Servia também para aumentar o interesse nestas equipas para potenciais patrocinadores. Regresso dos monolugares-cliente. Equipas com monolugar-cliente não pontuariam para o Mundial de construtores.

Aproveitando a onda, criação de uma taça juventude (como no ciclismo) para pilotos até aos 26 anos e eventual criação de uma campeonato de construtores de motores. A malta mete lá dinheiro, não é só por carros em pista, é preciso terem algo por que lutar, criar outros focos de atenção.
Faz lembrar os ralis...e os grupos N. Mudaria a questão de pontuar os dois melhores por uma nomeação prévia a corrida dos 2 pilotos a pontuar...como os ralis.

Equipas de 2 ou 3 monolugares. Apenas 2 pilotos nomeados por corrida. Equipas categorizadas por equipas oficiais e privadas. Mesmo fornecedor de pneus. Motores cliente a terem de ser iguais aos de fabrica.

Quali: 1 volta...com cheirinho de gasolina e pneus novos à escolha. Pontos para a pole.

Corrida: Sem poupanças de combustível...sem limite de pneus mas com pelo menos 1 paragem obrigatória.
Pontos para a volta mais rapida entre os primeiros 10 classificados.
 
Um P.S. muito tardio....é que no meio de uma grande corrida esqueci de dar uma palavrinha sobre aquela mega piloto...

Mad Max...que seria a F1 sem esta nódoa? Vendo bem...se a Europcar, Márussa e pseudo-Lotus ficassem de fora...acho que só dava para sentir saudades do Bianchi e o Grosjean...o resto...
 
Não se chama Nelson, nem isto é um Brabham F1 de 1982:
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Chama-se Pedro e o carro é um F3 (não sei a marca nem o motor). O apelido, claro é Piquet e o piloto de 16 anos (pronto a entrar na F1 portanto ...) é o novo campeão brasileiro de F3!
 
Já agora: este foi o 1º abandono de Alonso desde que está na Ferrari devido a falha mecânica. O anterior por esse motivo foi na Hungria em 2009, num Renault!
 
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