turboyoda
Banido
Não deixa de ser matar a pedido por mais voltas que sejam dadas.
Estamos a falar de ser humano e ter compaixão por alguém que está em sofrimento, que não pode sair desse sofrimento e quer acabar com ele.
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Não deixa de ser matar a pedido por mais voltas que sejam dadas.
Para deixar morrer já tens a ortotanásia.Matar ou deixar morrer? São coisas distintas.
Vai dizer isso às milhares de pessoas que têm saído da Holanda com receio da eutanásia.E dá-me uma razão válida para querer fugir de um país porque a eutanásia lá é permitida?
Estamos a falar de algo que não és obrigado a fazer, é uma liberdade tua.
Vai dizer isso às milhares de pessoas que têm saído da Holanda com receio da eutanásia.
Para deixar morrer já tens a ortotanásia.
Para matar tens a eutanásia.
Ah bom! Um doente terminal que consiga sair da cama, pode deitar-se abaixo de um prédio; um doente terminal que não se consiga mover, tem de aguentar... Isto tem toda a lógica.
Existe um problema; existe na solução. Existe dignidade e falta dela. Primeiro deixem que toda a gente, de forma justa, possa decidir como quer abandonar este mundo. E só depois se pode definir como se vai lidar com os outros casos.
Assassínio....[]
Sim, porque estar a sofrer é uma vida do c@r@lh0.
Estamos a falar de ser humano e ter compaixão por alguém que está em sofrimento, que não pode sair desse sofrimento e quer acabar com ele.
Procura um post atrás. Muitas têm ido para a Alemanha.Se as regras são que foram elas a pedir, porque razão haveriam elas de ter medo?
Se são aos milhares, podes mostrar exemplos concretos? Ou estamos a falar de pessoas parvas que na verdade nunca deveriam de ter nascido sequer?
E depois lá começam a vir as excepções, em que a família é que decide a sorte da pessoa...Por acaso a lei a ser aprovada é em grande parte isso que dizes por absurdo que te possa parecer. O gajo que está lúcido e consciente pode pedir eutanásia, o gajo que está mais morto que vivo, que não se mexe, que sofre e nunca mais na vida vai ficar consciente ou simplesmente lúcido esse tem que continuar a sofrer o que acaba por ser uma ironia na aplicação da lei. Por exemplo tens um acidente ficas em coma durante anos... mesmo com lesões irreversíveis, não consegues comunicar, não tens direito a morrer nem que fiques 10 ou 20 anos se o corpo aguentar.
Procura um post atrás. Muitas têm ido para a Alemanha.
Elas não pediram nada. A questão é que podes ter um referendo com meia dúzia de votantes a decidirem a vida de todos. E a minoria que diz claramente não vê-se obrigada a lidar com a situação.
Como já disse atrás, isto não é uma questão meramente individual, mas sim de como queremos que a nossa sociedade evolua. Se queremos que a eutanásia faça parte da nossa cultura.
Agora imagina uma sociedade cujo texto mais importante da sua organização foi decidido por meia dúzia de pessoas...Uma sociedade a decidir como quer que a sociedade funcione... onde é que já se viu uma pouca vergonha dessas?
Agora imagina uma sociedade cujo texto mais importante da sua organização foi decidido por meia dúzia de pessoas...
Agora imagina uma sociedade cujo texto mais importante da sua organização foi decidido por meia dúzia de pessoas...
Pode estar-e a abrir a porta para muito mais do que isso....é isso que me preocupa:
https://www.dn.pt/mundo/holanda-pre...-sintam-que-a-vida-chegou-ao-fim-5439938.html
Não sei se a legislação chegou a avançar na Holanda.
É uma situação difícil de opinar. Um parente por exemplo que vai viver como um vegetal e nunca mais acordar. Vivendo eternamente por aparelhos. Eu não teria coragem de permitir. Acho que perguntaria aos parentes em vida a opinião deles. Caso virasse um vegetal você autorizaria? Se sim eu também. Podia fazer igual a doação de órgãos perguntar a opinião. Caso um dia acontecesse algo.
Se fosse uma liberdade meramente individual seria suicídio.Agora descomplica e imagina a liberdade individual de uma opção racional, lógica, pensada e repensada ser passada ou não pela população....aconselho a visualização da entrevista da rpt1 à hora de almoço.
Foi. Ninguém votou directamente em nenhum texto constituinte, ou intenções constituintes. Quem realmente decidiu foram meia dúzia de pessoas.
Se fosse uma liberdade meramente individual seria suicídio.