O homem é tal e qual um papagaio de todas as novas modas "nutri-naturo-bio", sendo um excelente importador das coisas que estão "in" lá fora.
O problema é que, se o mesmo se dá a conhecer como médico (apesar de nunca ter tirado uma especialidade e o doutoramento ser em ciências da educação) quando lhe é pedido para defender o que diz, tem de o fazer com base na fisiologia humana e na medicina baseada na evidência, coisa que não faz, recusando-se mesmo a responder a perguntas diretas o objetivas quando mais lhe é conveniente.
Como se isso não bastasse expressões como:
"O sal faz bem à hipertensão, tem é de ser sal marinho" ; "o colesterol não tem nada com a aterosclerose, o problema é o açúcar que faz inflamação e produz umas substâncias que se infiltram na íntima das artérias" ; "a caseína e o glúten provocam buracos no intestino" ; "As células da retina renovam-se totalmente em 10 dias"; "O café atrapalha a fixação de cálcio na placa de ateroma... previne Esclerose Múltipla e Parkinson... 3 a 4 chávenas por dia fazem bem a tudo"; "O abacate parece um testículo e promove a formação de testosterona e estradiol..."
são usadas sem qualquer critério e como se de verdades absolutas se tratassem.... sendo que em algumas situações o cumprimento cego das mesmas pode ter consequências deletérias para a saúde.
Quanto à alimentação "paleolítica".... embora os fundamentos sejam bons e não fuja assim tanto a dieta mediterrânica, o radicalismo das correntes que defendem, que juntaram doença celíaca, os mitos do leite, e tudo e mais alguma coisa no mesmo saco, com a defesa da quase total supressão de hidratos e o "abuso" de fontes de proteína só poderá ir dar mau resultado, tal como há uns anos deu a Atkins.
O problema é que, se o mesmo se dá a conhecer como médico (apesar de nunca ter tirado uma especialidade e o doutoramento ser em ciências da educação) quando lhe é pedido para defender o que diz, tem de o fazer com base na fisiologia humana e na medicina baseada na evidência, coisa que não faz, recusando-se mesmo a responder a perguntas diretas o objetivas quando mais lhe é conveniente.
Como se isso não bastasse expressões como:
"O sal faz bem à hipertensão, tem é de ser sal marinho" ; "o colesterol não tem nada com a aterosclerose, o problema é o açúcar que faz inflamação e produz umas substâncias que se infiltram na íntima das artérias" ; "a caseína e o glúten provocam buracos no intestino" ; "As células da retina renovam-se totalmente em 10 dias"; "O café atrapalha a fixação de cálcio na placa de ateroma... previne Esclerose Múltipla e Parkinson... 3 a 4 chávenas por dia fazem bem a tudo"; "O abacate parece um testículo e promove a formação de testosterona e estradiol..."
são usadas sem qualquer critério e como se de verdades absolutas se tratassem.... sendo que em algumas situações o cumprimento cego das mesmas pode ter consequências deletérias para a saúde.
Quanto à alimentação "paleolítica".... embora os fundamentos sejam bons e não fuja assim tanto a dieta mediterrânica, o radicalismo das correntes que defendem, que juntaram doença celíaca, os mitos do leite, e tudo e mais alguma coisa no mesmo saco, com a defesa da quase total supressão de hidratos e o "abuso" de fontes de proteína só poderá ir dar mau resultado, tal como há uns anos deu a Atkins.