Empresas vs Sentimentos

Isso que tu estas a fazer é o que toda a gente devia fazer!!

Investir em formação e dar o máximo no que exerces.

Se todos reagirem como tu, certamente que a empresa irá melhorar bastante o desempenho.
Tentando na valorização pessoal, tentando incutir outros saberes, o que posso beneficiar a empresa e do que ela pode esperar de mim e das minhas capacidades.

Considero essencial uma maior formação e conhecimento, que suporte uma forma de na prática fazer subsistir a empresa e todo o esforço envolvido.

Como certo e o que tenho desenvolvido neste tópico, será necessário também uma maior sensibilidade das pessoas com que me relaciono em reconhecer e fazer valer as minhas capacidades de forma em que num conjunto e uma união a empresa retire todo o potencial ás pessoas que a sustentam, e como sei que intrigas e desentendimentos só prejudicam o meio laboral como relacionamentos no seio da empresa, e é isto que tenho tentado sensibilizar e demonstrar que não é a forma mais correcta de de garantir a viabilidade da empresa.
 
Sociedades e essas coisas, dão sempre asneira. "Não sei se foi o caso".

Eu pessoalmente só aceitaria um desafio desses, caso tivesse uma maior cota, de outra maneira, estava logo fora de questão.

E já agora, amigos amigos, negócios a parte como já foi dito anteriormente.

Empresa familiar, actualmente no grupo cerca de 150 pessoas, mas quem manda sou eu. Ponto final parágrafo. Quando morrer façam o que quiserem.
 
Empresa familiar, actualmente no grupo cerca de 150 pessoas, mas quem manda sou eu. Ponto final parágrafo. Quando morrer façam o que quiserem.
Também tens de perspectivar e garantir que as gerações futuras possam garantir a viabilidade da empresa, com a incidêndia que estão sempre postos de trabalho em jogo, e para mim ver uma empresa cair na ruina, por situação que for, são sempre anos de trabalho,suor e muito investimento.

Por isso não quero pensar do modo que os outros façam o quiserem e destruam algo que nos é duro em suportar.[;)]
 
Empresa familiar, actualmente no grupo cerca de 150 pessoas, mas quem manda sou eu. Ponto final parágrafo. Quando morrer façam o que quiserem.

Num galinheiro só pode haver um galo. Cheguei a trabalhar numa empresa de um grupo familiar. O patrão é que manda, mas desde de cedo que incutiu nos filhos o gosto pelas empresas. Um deles já acabou o curso e o outro está a tirar o curso, ligado à área também.

É preciso é saber mostrar o trabalho que as coisas dão e transmitir o bichinho do empresário. Se assim for não vejo como as coisas podem dar mal.

Também era um grupo com 200/250 empregados e que o grupo factura À volta de 150 milhões por ano.
 
Muito bem, Nuno. É uma decisão importante e de coragem. :)
Obrigado ClioII, temos de nos aguentar com o temos ([:D])e fazer-nos valer por isso; com coragem que é essencial, e muito ânimo (estou a tentar se modesto face à minha situação [:D], mas é muito importante![;)]) para lutar e aguentar com uma coisa que achamos que faz parte de nós. :)
Sei e reconheço a vida que o meu pai teve, orgulho-me disso, sempre foi uma pessoa empreendedora, e conseguiu sempre lutar na vida, e o que deixou deverá e é algo que se deve estimar e fazê-la persistir, pelo meu ponto de vista vejo o suor do que ele nos deixou, e deixar isto ou ver desmoronar é sempre algo que nos magoa, pelo menos por mim, ainda mais que comecei a trabalhar aqui bem cedo na minha vida.[;)]
Ainda acho que tenho muito a alcançar e aprender... :)
 
Sociedades e essas coisas, dão sempre asneira. "Não sei se foi o caso".

Eu pessoalmente só aceitaria um desafio desses, caso tivesse uma maior cota, de outra maneira, estava logo fora de questão.

E já agora, amigos amigos, negócios a parte como já foi dito anteriormente.
pois é.

infelizmente um tipo nem sempre dá ouvidos ao que os outros nos dizem...


ld
 
O tópico é antigo mas o tema é actual.
Há um livro, também ele antigo, do sr. Fukuyama, que aborda a questão da confiança e da criação de prosperidade, e segundo ele os países que assentam essencialmente em empresas familiares tem dificuldades em crescer, as empresas em sobreviver a mais que duas ou três gerações e nestes países dificilmente aparecem empresas gigantes sem intervenção do estado, precisamente por causa de coisas como as que já foram relatadas neste tópico.

Cumprimentos
 
O tópico é antigo mas o tema é actual.
Há um livro, também ele antigo, do sr. Fukuyama, que aborda a questão da confiança e da criação de prosperidade, e segundo ele os países que assentam essencialmente em empresas familiares tem dificuldades em crescer, as empresas em sobreviver a mais que duas ou três gerações e nestes países dificilmente aparecem empresas gigantes sem intervenção do estado, precisamente por causa de coisas como as que já foram relatadas neste tópico.

Cumprimentos
Agradeço o teu contributo de leitura, que irei pesquisar, mas se me conseguires facultar o titulo do livro, agradeço do mesmo modo, pois é um tema que me interessa bastante e me toca particularmente.[;)]
 
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