Dúvidas na relação

Bem, não sei se o meu caso se aplica no que o user fala, mas é assim:

Quando eu e a minha mulher começamos a namorar, ganhavamos, +/- o mesmo. Ainda assim, ela mais que eu.

Entretanto, acabou o curso, começou a trabalhar por conta própria, e há cerca de 10 anos que ganha sensivelmente o dobro de mim. Tenho pena que não ganhe o triplo. [:D]

De qualquer forma, não colocamos a questão de quem ganha mais, as contas são conjuntas, e ambos colocamos todo o dinheiro nessas contas. Nas coisas menos essenciais (e até nas essenciais), acima de x valor, não compramos sem falar com o outro.

Relativamente a história da mulher ter o homem ao lado a cuidar dela, acaba por ser isso que acontece. Mas não da mesma forma. Não estou a espera dela para cozinhar a noite, ou para arrumar a casa, ou o que seja. Ela sabe que conta comigo para tudo, que se tiver de ir uma semana para Lisboa, quando chegar os putos não estão sub-nutridos.[:D] nem a loiça acumulada na banca.

Claro que cada caso é um caso, connosco as coisas foram acontecendo naturalmente, mas para o user, vai vivendo um dia de cada vez, vai conversando com ela, tenta ver a opinião dela relativamente as tuas (legitimas) preocupações. A relação pode acabar por milhentas razões, essa, quanto a mim, não devia ser uma delas.
 
O problema é quando casas em regime de bens adquiridos (que é o regime mais comum). Se o conjugue se endividar brutalmente (por exemplo através de cartões de crédito), as dividas não são só dela, mas dele também (e vice-versa).

Quantos e quantos casos não há em que a mulher endividou-se até ao tutano, sem contar nada ao marido e o marido só ao fim de uns anos é que descobriu que estava cheio de dividas à custa da mulher.
 
O problema é quando casas em regime de bens adquiridos (que é o regime mais comum). Se o conjugue se endividar brutalmente (por exemplo através de cartões de crédito), as dividas não são só dela, mas dele também (e vice-versa).

Quantos e quantos casos não há em que a mulher endividou-se até ao tutano, sem contar nada ao marido e o marido só ao fim de uns anos é que descobriu que estava cheio de dividas à custa da mulher.
Olha que eu conheço mais casos onde foi o homem que se endividou do que o contrário.

Aliás está bem estudado que globalmente as mulheres são mais responsáveis que os homens no que a dinheiro diz respeito.
 
Conheço mais casos ao contrário, do típico marido que até certa altura era bem comportando, mas depois mete-se na bebida, por vezes no jogo e desconsidera a vida profissional.

A mulher confia e quando acorda vão-lhe buscar o bmw comprado em ald.:sh)
 
O problema é quando casas em regime de bens adquiridos (que é o regime mais comum). Se o conjugue se endividar brutalmente (por exemplo através de cartões de crédito), as dividas não são só dela, mas dele também (e vice-versa).

Quantos e quantos casos não há em que a mulher endividou-se até ao tutano, sem contar nada ao marido e o marido só ao fim de uns anos é que descobriu que estava cheio de dividas à custa da mulher.

É por isso que confiança cega, dinheiro e bens materiais não são uma boa combinação.
 
A malta preocupa-se demasiado com dinheiro e as diferenças salariais. Por aqui estamos junto há 14 anos, desde uma altura em que ambos ganhávamos 0. Já ganhei mais que ela, hoje em dia ela ganha sensivelmente o dobro de mim e nunca me fez pruridos.

Num namoro encarado como um projecto a dois, e de futuro, devemos funcionar em equipa. Obviamente que com isso nunca devemos descurar as nossas ambições profissionais.
 
Casais e dinheiro, não é assunto fácil.

Passei um pouco por isso no meu último relacionamento, sendo eu o elemento com uma vida financeira mais desafogada (longe de grandes luxos). Mas efetivamente estávamos habituados a coisas diferentes, ela com um estilo de vida mais comedido a nível de gastos e eu com vontade de aproveitar mais a nível de jantares, escapadinhas, planos a dois no fundo...:(

Acabamos por nos afastar ao fim de uns meses e isso nem chegou a tornar-se um problema, mas com o decorrer do tempo admito que se viesse a tornar.
A nível profisisonal também havia uma diferença de "status" mas isso a mim não me diz nada.
 
A malta preocupa-se demasiado com dinheiro e as diferenças salariais. Por aqui estamos junto há 14 anos, desde uma altura em que ambos ganhávamos 0. Já ganhei mais que ela, hoje em dia ela ganha sensivelmente o dobro de mim e nunca me fez pruridos.

Num namoro encarado como um projecto a dois, e de futuro, devemos funcionar em equipa. Obviamente que com isso nunca devemos descurar as nossas ambições profissionais.

Muito parecido aqui...

Começamos a ganhar 0€, depois ela foi ganhar xxx€ e eu continuei no 0€ uns tempos (paitrocínios). Quando comecei a trabalhar, começamos a sério a vida juntos, e agora os salários são equivalentes.

A questão passa por saber o que se tem e o que se quer/pode partilhar. Há quem lide bem com isso, há quem não lide. Há quem aceite contas conjuntas, há quem queira tudo muito bem separado.

No final, cada um (ou cada dois) é que se deve sentar e falar sobre isso, e se for depois do sexo, melhor ainda [:D]
 
Acham possível amar alguém numa relação de cerca de 3 meses? Na minha opinião, não. Acho que requer mais tempo e vivências, mas fico na dúvida, uma vez que se banaliza o Amor.
 
Acham possível amar alguém numa relação de cerca de 3 meses? Na minha opinião, não. Acho que requer mais tempo e vivências, mas fico na dúvida, uma vez que se banaliza o Amor.
Aos 3 meses é aquela paixão tórrida onde não se aguenta 1 segundo sem olhar o parceiro nos olhos!

Agora vou deixar-me de lamechices...
 
Pois... No meu caso, não estava apaixonado até porque as coisas começaram duma maneira complicada e eu, por estar com uma série de problemas, muitas vezes estava absorto por eles. Contudo, quis dar-nos uma chance.

Pelas experiências que tive, o que me faz amar alguém é a personalidade. Acho que nunca estive apaixonado. Já estive deslumbrado e já amei.

A pessoa em questão tinha ciúmes de tudo e de todas as pessoas com quem conversava. Se estava no Facebook (onde tenho uma dezena de amigos e que estão à mostra) ou aqui era para haver discussão. Entretanto, hoje perguntou-me o que sentia ao que respondi que "gosto, mas não amo. Que o amor vem com o tempo". Foi motivo para ruptura e atirar tudo à cara. Como disse no tópico, sentia-me melindrado por a pessoa ter mais posses do que eu e acho que se a pessoa estivesse ao meu nível tudo teria sido mais simples.
 
Última edição:
Pois... No meu caso, não estava apaixonado até porque as coisas começaram duma maneira complicada e eu, por estar com uma série de problemas, muitas vezes estava absorto por eles. Contudo, quis dar-nos uma chance. Pelas experiências que tive, o que me faz amar alguém é a personalidade.

Acho que nunca estive apaixonado por ninguém. Já estive deslumbrado e já amei.

A pessoa em questão tinha ciúmes de tudo e de todas as pessoas com quem conversava. Se estava no Facebook (onde tenho uma dezena de amigos e que estão à mostra) ou aqui era para haver discussão. Entretanto, hoje perguntou-me o que sentia ao que respondi que "gosto, mas não amo. Que o amor vem com o tempo". Foi motivo para ruptura e atirar tudo à cara. Como disse no tópico, sentia-me melindrado por a pessoa ter mais posses do que eu e acho que se a pessoa estivesse ao meu nível tudo teria sido mais simples.


Se isso era assim com 3 meses mais vale mesmo acabar a não ser que tenhas perfil para esse perfil... é bom haver um bocado de ciume na relação mas quando entra ai...

Espero é que tenhas dado a ultima pinada antes da discussão caso contrario és um amador.
 
Um homem junta se a uma mulher com a esperança que ela não mude mas ela muda!
Uma mulher junta se a um homem com a esperança que ele mude mas ele não muda!
 
A pessoa em questão tinha ciúmes de tudo e de todas as pessoas com quem conversava. Se estava no Facebook (onde tenho uma dezena de amigos e que estão à mostra) ou aqui era para haver discussão.

Sendo assim, meu amigo, posso-te dizer com toda a certeza: 'you dodged a bullet'. :)

Para além de quem não sabe confiar não ser de confiança, não há nada pior que passar a vida a pisar ovos, sem nunca saber se a outra pessoa nos vai rebentar na cara devido a coisas normalissímas.
 
Em seguimento e sendo mais específico, isto pode parecer ridículo, mas a relação está a funcionar bem e da minha parte foi crescendo um sentimento mais forte. No entanto, a pessoa de quem gosto passa o tempo a falar nas viagens que fez por alguns países da Europa com antigos namorados. Estou desempregado há algum tempo e já me sinto deprimido. Ao ouvir as histórias que conta, sinto alguma "inveja" e ao mesmo tempo ciúmes. Acho que é o único motivo - a situação financeira também, mas já teve um peso maior - que me faz cada vez mais reconsiderar a relação. Agradeço opiniões sérias e que não brinquem com a situação. Obrigado.
 
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