Se o teu carro não tiver ponteiro de temperatura nem computador de bordo, só lá chegas pelo barulho, e mesmo assim é preciso estar um pouco atento. É que a frio o gajo mama mais, portanto faz ligeiramente mais barulho.
Em relação ao tópico em si, vou dar a minha achega.
Como o amigo Cahib disse, às 4 ou 5 rpm não faz mal, porque a essa rotação o gajo já se calou[

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Fora de brincadeiras...
Se o esticares na temperatura de serviço e muito de vez em quando, o gajo até agradece, para não ganhar "calo" nas rotações intermédias.
Posso dizer que, de vez em quando, também estico quer o meu (Seat Ibiza 1.0 gasosa, ano 1997; por acaso o conta-voltinhas acaba às 5500) quer a carrinha da mãe (Opel Astra 1.7 CDTI, ano 2008, o conta acaba às 5000). Curiosidade: a Opel não tem ponteiro da temperatura, mas como tem CB, é fácil saber se o gajo tá frio ou não (vejo o gasto ao ralenti).
Nos dois, quando estão frios, passo de relação sempre em rotações acima daquelas em que mudaria a quente. Por exemplo, no Ibiza mudo às
3000 a frio e às 2500 a quente. Na Opel mudo às 2500 a frio e às 2000 a quente. E porquê? Porque assim, quer num quer no outro, o catalizador e filtro de partículas, respectivamente, atingem a temperatura ideal mais cedo, ou seja, é menos tempo que estão a "curar" mal os gases, bem como mais cedo o motor atinge a temperatura de serviço.
Passei a fazer isto porque vi, no manual de instruções da Opel, que a gaja, se tivesse Caixa Easytronic ou automática, procedia da mesma maneira. Ora, pensei eu, se com automática a gaja faz isto, é porque não estraga, portanto, com manual também não. E pumba.
É melhor ficar por aqui que o texto já vai longo...:sh)