Agradeço desde já todas as informações que me têm dado.
De facto , a antiga advogada disse -me que estava tudo liquidado à data da nossa última conversa no seu escritorio.
Resumindo: O caso tratou-se de um despedimento por "alegada" justa causa. O que fiz com a antiga advogada foi entregar-lhe copia da nota de culpa que a minha entidade patronal me deu. perante isto e perante lhe ter exposto o sucedido, o que ela fez foi fazer uma carta de resposta.
Como apresentei logo testemunhas nessa carta de resposta, as mesmas foram solicitadas pelo advogado da minha entidade patronal a prestarem declarações no escritorio do advogado ( da entidade patronal) e a minha advogada apenas esteve presente. Não interviu, até porque não era para o fazer, nem sequer tinha falado com as minhas testemunhas anteriormente. Eu é que transmiti tudo.
Adiante.
Depois disto aguardou-se então que a entidade patronal decidisse se avançava com o despedimento ou não.
Avançaram e recebi a carta de despedimento. Fui ao escritorio da advogada informar do sucedido.
Foi aí que questionei o que fazer e ela disse que eu teria que decidir se impugnava o despedimento, ao que disse logo que sim.
Nessa altura ela disse-me que como eram as férias judiciais depois em setembro trataríamos disso.
Questionei se lhe devia alguma coisa até à data e ela disse que não.
Que se depois fosse para impugnar o despedimento, logo haveria mais honorarios a pagar dependendo até do trabalho que aquilo desse 8 se ia ou não a julgamento, etc.
A partir daqui e após 2 tentativas de contacto da minha parte, nunca mais soube nada da advogada. Até me lembrar de lhe pedir o recibo daquilo que lhe tinha pago
O novo advogado, sabe da situação, pois entreguei-lhe toda a documentação, inclusive a carta inicialmete feita pela advogada inicial