Digam-me a vossa opinião. Prof. e faculdade.

fapoc

Membro participativo
Na minha faculdade aconteceu uma coisa engraçada (que não tem mesmo graça nenhuma) a uma cadeira do meu curso (Eng. Mecânica).

A cadeira tem a duração de 1 semestre, chama-se Electrotecnia Geral e damos desde a mais básica associação de resistências até à parte de corrente alternada, com motores mono e trifásicos, sendo que pelo meio ainda temos electromagnetismo, condensadores, etc, etc.

Ora até este semestre a cadeira sempre teve dois testes durante o semestre e no fim os habituais 2 exames. Desta vez eles decidiram que bastava um teste estilo exame para resolver a coisa e por lá aquela matéria toda. Até aqui nada de anormal, o problema foi o seguinte, em cerca de 100 alunos (são uns poucos mais) houveram 3 positivas, um 11 e dois 10. :eek: E dos cerca de 100 que foram ao teste 85 desistiram.... :sh)

Digam-me uma coisa, isto pode apenas atribuir-se aos alunos ou a maneira como estes são avaliados é a principal responsável por um descalabro destes???
Há cadeiras bem mais complicada no curso e nenhuma nunca teve uma taxa de insucesso tão alta como esta desta vez!!!

Opinem sff...


Cumps.
 
Isso pode ter acontecido pelos mais variados motivos:

A dificuldade do teste;
A má preparação dos alunos;
O agendamento da prova não ter permitido um estudo profundo;

etc etc etc

Na maior parte dos casos, a culpa não é dos Professores...
 
Vai haver algum exame/teste especial de recurso?


Vai haver o normal. Exame de 1ª e 2ª época. O descalabro foi no teste que está inserido na avaliação continua.

Já agora uma outra info, a parte teórica da cadeira é toda dada pelo mesmo professor. Que deve ter sinusite ou lá o que é, porque passa as aulas a fungar e ainda por cima fica com espuma nos cantos da boca e limpa nas calças.... :sh)
 
Isso pode ter acontecido pelos mais variados motivos:

A dificuldade do teste;
A má preparação dos alunos;
O agendamento da prova não ter permitido um estudo profundo;

etc etc etc

Na maior parte dos casos, a culpa não é dos Professores...

A maior do pessoal com quem falei disse-me que o teste era completamente desproporcionado em relação ao nível de ensino que foi dado nas aulas. Por exemplo a parte de motores trifásicos vale cerca de dez valores e foi dada a correr em 15 dias no fim do semestre....
 
Se bem me lembro se houver menos de uma percentagem de aprovação é obrigatório haver época especial.

O problema é que muita gente não entrega o exame, logo não conta para a estatística, pois não foram avaliados!
 
Quando andava a estudar também fui a um exame de recurso em que apenas passou uma pessoa em bastantes alunos, não me lembro quantos mas era uma cadeira do segundo ano. O regente foi substituído...
 
A maior do pessoal com quem falei disse-me que o teste era completamente desproporcionado em relação ao nível de ensino que foi dado nas aulas. Por exemplo a parte de motores trifásicos vale cerca de dez valores e foi dada a correr em 15 dias no fim do semestre....

Isso é normal.
Geralmente as últimas matérias são de complexidade superior e para resolver um exercício da última matéria é preciso ter conhecimentos sólidos das matérias básicas dadas desde o início do semestre.
Ou seja, neste caso é normal só teres as últimas matérias avaliadas nos testes, porque certamente que os circuitos que tiveste de projectar ou analisar englobam componentes como resistências, condensadores, bobines, amplificadores, etc. que foram dados ao longo do semestre.
O prof. ao avaliar a última matéria está de forma indirecta a avaliar os conhecimentos das primeiras matérias.

De resto, em Engenharia, é comum haver cadeiras com 100% de reprovação.
Aliás, devem ser raras as cadeiras com taxa de aprovação superiores a... vá lá... 50/60%.

Cumprimentos
 
Vocês devem ter um representante (aluno) no conselho pedagógico. Porque não lhe expõem a situação ?

O conselho pedagógico existe para tratar destes casos... usem-o!
 
3? Tantos? Na minha faculdade, em cadeiras com 500 alunos, chegou a haver 100% de reprovações.
Não terás exagerado um bocado??? Em 500 gajos duvido que não houvesse um cromo ou dois.

Deves estar a falar de alguma Fisica ou Análise Matemática? E mesmo assim duvido que no final de dois exames ninguém tenha passado!
 
3? Tantos? Na minha faculdade, em cadeiras com 500 alunos, chegou a haver 100% de reprovações.

Achas que é mau? Na minha cadeira de Electrotecnia estão retidos do ano passado 700 alunos. Pelo andar da coisa, este ano serão mais 700!


A culpa não é dos professores, mas sim da enorme quantidade de matéria e desadequação da cadeira aos cursos (faz sentido existir Electrotecnia num curso de Eng. Ambiente?).
 
Isso é normal.
Geralmente as últimas matérias são de complexidade superior e para resolver um exercício da última matéria é preciso ter conhecimentos sólidos das matérias básicas dadas desde o início do semestre.
Ou seja, neste caso é normal só teres as últimas matérias avaliadas nos testes, porque certamente que os circuitos que tiveste de projectar ou analisar englobam componentes como resistências, condensadores, bobines, amplificadores, etc. que foram dados ao longo do semestre.
O prof. ao avaliar a última matéria está de forma indirecta a avaliar os conhecimentos das primeiras matérias.

De resto, em Engenharia, é comum haver cadeiras com 100% de reprovação.
Aliás, devem ser raras as cadeiras com taxa de aprovação superiores a... vá lá... 50/60%.

Cumprimentos


Pelo que tenho visto no ISEL e no meu curso isso não é assim tão raro e normalmente as cadeiras mais complicadas são sempres as matemáticas e também a física.

As cadeiras mais específicas do curso, tipo Ciências dos Materiais, Tecnologia Mecânica I e II, Desenho de Construção Mecânica I e II, etc, têm todas taxas de aprovação que eu diria satisfatórias. Até esta cadeira EG, costuma ser assim, este semestre a catástrofe foi a que se viu...
 
Mas que bela faculdade!!!:sh) dass, mas onde é que andas?

Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de Ciências e Tecnologia. A cadeira penso que era Análisa Matemática II (nem o pessoal de engenharia biomédica se safou).

Melhor do que isto era um casal de professores catedráticos que andava pelo departamento de matemática, e segundo reza a lenda, faziam competição entre eles para ver quem era o que passava menos alunos. Alguns exames eram sem tempo limite, e mesmo assim a probabilidade de passar à cadeira era semelhante à probabilidade de ganhar o totobola.
 
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