Diamante Humano

Diamante Humano

  • È uma homenagem de bom gosto

    Votos: 9 22,5%
  • dependendo do gosto da pessoa até aceito a existência

    Votos: 25 62,5%
  • Deveria ser banido

    Votos: 6 15,0%

  • Total de eleitores
    40

Foliv

Well-known member
Sonho de consumo final: virar um 'diamante humano' depois da morte
Seg, 30 Jun, 11h25

COIRE, Suíça (AFP) - Por que passar o sono eterno debaixo da terra ou então espalhar as cinzas da cremação? Ao custo de alguns milhares de euros e graças a uma sofisticada transformação química, uma empresa suíça agora garante ao falecido reservar seu lugar na eternidade sob a forma de um 'diamante humano'.


Na pequena cidade de Coire, na Suíça, a empresa Algordanza recebe a cada mês entre 40 e 50 urnas funerárias procedentes de todo o mundo. Seu conteúdo será pacientemente transformado em pedra preciosa.
"Quinhentos gramas de cinzas bastam para fazer um diamante, enquanto o corpo humano deixa uma média de 2,5 a 3 kg depois da cremação", explica Rinaldo Willy, um dos co-fundadores do laboratório onde as máquinas funcionam sem interrupção 24 horas por dia.
Os restos humanos são submetidos a várias etapas de transformação. Primeiro, viram carbono, depois grafite. Expostos a temperaturas de 1.700 graus, finalmente se transformam em diamantes artificiais num prazo de quatro a seis semanas. Na natureza, o mesmo processo leva milênios.
"Cada diamante é único. A cor varia do azul escuro até quase branco. É um reflexo da personalidade", comenta Willy.
Uma vez obtido, o diamante bruto é polido e talhado na forma desejada pelos familiares do falecido para depois ser usado num anel ou num cordão.
O preço desta alma translúcida oscila entre 2.800 e 10.600 euros, segundo o peso da pedra (de 0,25 a um quilate), o que, segundo Willy, vale a pena, já que um enterro completo custa, por exemplo, 12.000 euros na Alemanha.
A indústria do 'diamante humano' está em plena expansão, com empresas instaladas na Espanha, Rússia, Ucrânia e Estados Unidos.
A mobilidade da vida moderna é propícia para o setor, explica Willy, que destaca a dificuldade de se deslocar com uma urna funerária ou o melindre provocado por guardar as cinzas de um falecido na própria casa.

O que acham da ideia?

È uma homenagem de bom gosto
É macabro, mas dependendo do gosto da pessoa até aceito a existência
Deveria ser banido
 
Penso que seja uma ideia muito interessante!

Agora eu não conseguiria andar com esse diamante num anel, como foi sugerido no texto...talvez em casa num local apropriado.

Votei na primeira.
 
Na nossa cultura, a relação com os mortos é um pouco mais para evitar o contacto físico...

Qualquer dia começam a congelar os corpos e ficam na cozinha, com uma porta transparente...
 
Independentemente de qualquer julgamento, parece ser um bom negócio. Para os clientes, é que há coisas que não batem certo. Pelo que li, os diamantes seriam feitos a partir das cinzas dos corpos. Ora, as cinzas são os restos (pressupõe uma cremação prévia). Portanto, não são combustíveis (ou teriam sido consumidas no processo de cremação). Logo, são tudo, menos Carbono (este, obviamente, é combustível; caso contrário, ninguém se preocupava com as emissões de CO2 dos carros). Por último, o comentário sobre a cor ser "um reflexo da personalidade", é, no mínimo, ridículo![:p]
 
O projecto não é novo. Há uma empresa de serviços funebres, cá em Portugal, que já tem esse serviço. A jóia é feita através do cabelo do falecido.

Parte das opções e carteiras de cada um. Desrespeito não é pois o diamanete só é feito sob pedido. [;)]
 
epá........seja lá o que for desde que não chulem guito aos que ficam quero lá saber no que me transformo.............já estarei morto, lol
 
Abstenho-me... não me aquece nem arrefece, quem quiser até pode ser transformado em adubo para a agricultura...

Não vão faltar mulheres a fazer a folha aos maridos para terem diamantes...

- Que linda gargantilha tens Josefina! É diamante?

- São de marido... O António, o Rafael, o Bernardo, o Francisco, o Carlos, o Zé Manel e o Rogério!
 
Voltar
Superior