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Os Hummers pouco ou nada tinham de TT. Na verdade, mais não passavam de SUVs e Pick-Ups Chevrolet (Tahoe e Colorado) aos quais foram acrescentados apêndices de puro mau gosto e saloiice.
Não se perdeu nada com este encerramento da Hummer.
Só para fechar as portas das dúvidas sobre as origens do H2 e H3, esta imagem é esclarecedora.
Linha de montagem do H3
Ver anexo 71857
Na mesma linha, Hummers e Chevrolets
O problema não é a Hummer derivar de Chevrolets. O problema é que é lixo (automobilisticamente falando) que deriva de Chevrolets.Isso quer dizer que acham bem que possa desaparecer a SEAT e a SKODA... por exemplo.
Afinal não passam de um VW mascarado de outra coisa qualquer.
Que tal acabar com a Citroen... ou será melhor acabar com a Peugeot?
Qual a razão da existência da Lancia... afinal não passa de um FIAT com traje de gala de gosto discutivel.
Enfim... acho que não se ganha nada em "perder" a Hummer... nem outra qualquer.
O veiculo que era realmente revolucionário e bom era o humvee e não estas versões civis, comparar com o que um Veyron representa não faz sentido
Isso quer dizer que acham bem que possa desaparecer a SEAT e a SKODA... por exemplo.
Afinal não passam de um VW mascarado de outra coisa qualquer.
Que tal acabar com a Citroen... ou será melhor acabar com a Peugeot?
Qual a razão da existência da Lancia... afinal não passa de um FIAT com traje de gala de gosto discutivel.
Enfim... acho que não se ganha nada em "perder" a Hummer... nem outra qualquer.
O problema não é a Hummer derivar de Chevrolets. O problema é que é lixo (automobilisticamente falando) que deriva de Chevrolets.
Disseste que era uma grande perda para o TT, e eu simplesmente expliquei que não era perda nenhuma. Os Hummers nada têm a ver com TT. O único Hummer derivado do militar Humvee já não se fabrica há muito.
Os Hummers actuais eram apenas carros gigantescos, incrivelmente pesados, estupidamente gastadores, totalmente incapazes, quer em TT, quer em estrada, e o único motivo porque vendiam era pela imagem "militar" que a Hummer desenvolveu. Mas, como já disse, os Hummers já nada tinham de militar. Eram apenas Chevrolets, aos quais foi adicionado (muito) mau-gosto.
Tenho pena que a Hummer feche porque isso acarreta despedimentos, e porque é mau para a economia. Agora, automobilisticamente falando, não se perdeu nada.
Há sempre problemas de ordem social quando uma f´brica fecha, mas também reflecte o modo como se faz negocio, nunca se pensando a longo prazo, tendo que lidar depois com problemas como os que estão a acontecer na indústria automóvel.
Excesso de capacidade de produção, fábricas sub-aproveitadas, etc...
Mas isso são discussões para reflectir sobre o estado da indústria automóvel no geral, incindindo no porquê é que não tentam outros modelos de negócio, de modo a atenuar os efeitos negativos, quando surgem estes períodos de crise. Nota-se claramente, que o perpetuar do "modus operandi" que a industria automóvel tem adoptado ao longo das décadas, não é claramente o melhor adaptado a estes tempos mais voláteis, necessitando de processos novos, mais sustentáveis a diversos niveis.
Mas isso são outros 500...
EM relação ao fim da marca, é daquelas coisas que não aquecem e arrefecem.
Cada vez mais, as marcas não são mais que simbolos a adornarem carroçarias, numa época de cada vez maior promiscuidade entre construtores.
Pouco interessa que elas acabem ou não.
O que me interessa são os automóveis.
E para isso, haverá sempre alguém que os fará. Não interessa a proveniência ou o simbolo, desde que o que entreguem seja um bom produto.
Podiam acabar com a Seat, Skoda, Lancia, Citroen, whatever...
Lancia, Citroen, Saab ou outras históricas, apenas realmente interessaram quando eram independentes ou ainda tinham o cunho dos seus fundadores.
Homens com visão, ou ideias fixas, depende do ponto de vista. O que temos agora, são pálidos reflexos do que foram, e apenas os simbolos e alguma pele as distinguem de outras marcas e modelos com os quais partilham praticamente tudo.
Deixa de haver individualidade e diversidade. Hoje em dia contentamo-nos com muito pouco, bastando por vezes uns plásticos extra para modelo Y de marca X ganhar a nossa aprovação, comparando com modelo virtualmente idêntico Z de marca W.
A Hummer foi um bom exercicio de brand-ing, baseado no impacto de um veículo de origem militar. No entanto, como se só preocuparam posteriormente ao H1, em viver da embalagem e da imagem, tornou-se um balão de ar quente.
Nunca se preocuparam com o produto, apenas a imagem.
Tendo em conta a viragem da GM para algo mais "limpo", um bom exercicio poderia ser a aplicação do hardware do Volt numa viatura todo-o-terreno.
Um motor eléctrico por roda, livrando-se das pesadas transmissões, diferenciais, caixas, etc; adicionar um motor de combustão interna muito mais compacto como gerador, e mantendo as linhas marcantes e icónicas, e a Hummer poderia automaticamente tornar-se num tubo de ensaio muito interessante para esta tecnologia plug-in, já que o preço do carro poderia ser mais alto do que um mais modesto carro familiar, o que poderia compensar o avultado investimento que a GM anda a ter com esta tecnologia.
Mas a Hummer sempre foi sinónimo de pouco investimento e máximo lucro, e essa aventura, como se viu, nem chegou aos 20 anos de duração. Temos gestores com falta de visão, accionistas que exigem lucros rápidos, e é claro, que as coisas mais dia, menos dia acabam por descambar.
Por isso, mais uma vez. Que se danem as marcas.
Exercicios de brand-ing é apenas cosmética.
Deviam-se preocupar mais com o produto, e com a sustentabilidade do negócio, estudando ou explorando novos modelos do mesmo, que permitam que o impacto de crises como esta que passámos possam ser atenuados.
Não interessa o simbolo que o faça. Interessa é que o façam.
Comparar o Hummer com o Veyron é uma barbaridade, a Hummer (este fim da marca não incluem o que é fornecido para o exercito americano) que estamos a falar não é melhor em nada, zero! que os outros todo-terreno.Serve pra quê?
O que é que esse carro faz melhor que outros super-desportivos?
Velocidade de ponta e arranque?
Representa muito por ser muito caro, luxuoso e ter performances no papel que muitos donos nunca irão usar... de resto enquanto carro e super-desportivo não acrescenta nada ao que já havia... qualquer 911 é mais eficaz, mais barato, mais utilizavel e mais ecológico.
É por isso que a Bugatti deveria deixar de existir? Claro que não!
Não estou a ser imparcial na minha análise; sempre odiei a Hummer, bem como o seu perfil de clientela. Acho que eram péssimos carros, e acho que a sua imagem era incrivelmente bimba e saloia.Acho que estás a ser demasiado radical nessas observações... não é tanto assim.
Mesmo que fosse... nem que fosse só pela diferença estética não deveriam acabar... tudo tem o seu lugar.
Pk se é para limpar o "lixo" que "não serve para nada" e não acrescenta nada... a Hummer até seria um mal menor pk tem vendas residuais... há por aí muito "lixo" que vende muito mais e também não acrescenta nada ao que já existia.
Achas mesmo isso???
Eu não sou dessa opinião.
A Hummer tinha o seu lugar no mundo do TT, mas não era referência em lado nenhum. (...)
Escalade, Audi Q7, (...)
Embora não fosse assim grande adepto da marca, gostava de os ver. É sempre diferente quando vimos um Hummer, nem que seja pelo seu tamanho. []
o hummer é bom e do melhor que existe no TT, se fore o H1, o H2 e H3 ja sao TT camuflados de outras marcas com aparencia hummer com os seus prós e contras.
Quanto a parte ambiental, é a mesma coisa que comprar um super desportivo, se para a saúde do nosso meio ambiente fore bom acabar com o Hummer, acabem também com as marcas dos cavalinhos e touros, pois vendem em media o mesmo que o hummer ou então talvez mais.
O Hummer ainda podia existir entre nós se tivessem metido umas faps e uns motores mais eficientes![]
Serve pra quê?
O que é que esse carro faz melhor que outros super-desportivos?
Velocidade de ponta e arranque?
Representa muito por ser muito caro, luxuoso e ter performances no papel que muitos donos nunca irão usar... de resto enquanto carro e super-desportivo não acrescenta nada ao que já havia... qualquer 911 é mais eficaz, mais barato, mais utilizavel e mais ecológico.
É por isso que a Bugatti deveria deixar de existir? Claro que não!
O problema não é a Hummer derivar de Chevrolets. O problema é que é lixo (automobilisticamente falando) que deriva de Chevrolets.
Disseste que era uma grande perda para o TT, e eu simplesmente expliquei que não era perda nenhuma. Os Hummers nada têm a ver com TT. O único Hummer derivado do militar Humvee já não se fabrica há muito.
Os Hummers actuais eram apenas carros gigantescos, incrivelmente pesados, estupidamente gastadores, totalmente incapazes, quer em TT, quer em estrada, e o único motivo porque vendiam era pela imagem "militar" que a Hummer desenvolveu. Mas, como já disse, os Hummers já nada tinham de militar. Eram apenas Chevrolets, aos quais foi adicionado (muito) mau-gosto.
Tenho pena que a Hummer feche porque isso acarreta despedimentos, e porque é mau para a economia. Agora, automobilisticamente falando, não se perdeu nada.