Decorar a casa

O que tenho feito na minha casa é mudar divisão a divisão, conforme as possibilidades.

Projeto feito na Interdesign por designer de interiores com os produtos da loja.

Até agora 5 estrelas, fora o preço.
 
A última compra que fiz, foi nas laskasas. Este sofá https://laskasas.com/pt/product/sofa-london/ , mas sem Chaise Lounge e com 315cm de largura. [:cool:] 1200€ já com campanha, nada caros para o tamanho e qualidade.

Uma mesa de centro destas de vidro https://laskasas.com/pt/decoracao/sala-de-estar-druzy/ , mas aqui fizemos "reciclagem" de uma que já tinhamos e que é o dobro do tamanho dessas e mandamos revestir em vidro. (Para quem tem canalha é um espetáculo, Ajax e paninho sempre à mão [8b] )

Agora estamos à espera que esta estante https://laskasas.com/pt/decoracao/sala-de-estar-henna/ vá também para campanha, mas está difícil...
 
Última edição:
O paris sete é meramente uma loja que vende das mais variadas marcas nacionais e internacionais.
Há peças que são de facto caras, mas custam o mesmo aqui ou em qualquer parte do mundo.
Muitas delas pagam roalyties de design já com muitos anos.

Eu pessoalmente não tenho problema nenhum em ter uma secretária de MDF, por exemplo se for para ser lacada, até prefiro, não é preciso madeira maciça para nada.
Tudo depende de muita muita coisa.
Estou ciente que sou eu que sou esquisito.
Adoro bons materiais, seja na casa, roupa, carro ou móveis e adoro a originalidade, prefiro poupar na quantidade que na qualidade. Nunca compraria uma cadeira nova com design antigo. Nem um móvel que não fosse de um material nobre. Vi no site uma cadeira lax do Charles e Ray eames, nunca compraria uma nova de 2018. Não compro serigrafias nem fotografias que não tenha 100% a certeza que é única. Mas como venho duma familia de antiquários tenho muitas manias e a tendência a criticar o presente.[:)][:)]
 
Estou ciente que sou eu que sou esquisito.
Adoro bons materiais, seja na casa, roupa, carro ou móveis e adoro a originalidade, prefiro poupar na quantidade que na qualidade. Nunca compraria uma cadeira nova com design antigo. Nem um móvel que não fosse de um material nobre. Vi no site uma cadeira lax do Charles e Ray eames, nunca compraria uma nova de 2018. Não compro serigrafias nem fotografias que não tenha 100% a certeza que é única. Mas como venho duma familia de antiquários tenho muitas manias e a tendência a criticar o presente.[:)][:)]
Eras bom para ser cliente do que me projectou a decoração da sala.
O projeto que ele nos fez tem peças originais desenhadas por ele e que manda fazer caso haja essa intenção.
Mas para nós os valores são demasiado altos.
 
Estou ciente que sou eu que sou esquisito.
Adoro bons materiais, seja na casa, roupa, carro ou móveis e adoro a originalidade, prefiro poupar na quantidade que na qualidade. Nunca compraria uma cadeira nova com design antigo. Nem um móvel que não fosse de um material nobre. Vi no site uma cadeira lax do Charles e Ray eames, nunca compraria uma nova de 2018. Não compro serigrafias nem fotografias que não tenha 100% a certeza que é única. Mas como venho duma familia de antiquários tenho muitas manias e a tendência a criticar o presente.[:)][:)]

Eu entendo o teu ponto de vista.
Também compreendo que é preferivel ter sofá Barcelona do Mies original, do que um feito agora. Mas também sei que para ser feito agora devia ser numa marca que detenha a patente e que faça de acordo com os desenhos originais, e não uma réplica feita na China.
Quantos aos móveis de materiais nobres, depende, como disse, um móvel com partes lacadas acho que tem toda a lógica ser em mdf, consegues resultados melhores assim.
 
O nosso ponto de partida começou aqui:

IMG_20180927_152131.png
 
A Louge Chair do Eames... 7.000€
E a cadeira Platner - 2.500€
[:)]

A estante de leitura 1000€
E a estante da TV com o modulo inferior 950€
A mesa de centro 350€
O quadro, Pintura a óleo de autor Pedro Guimarães que nem é bom dizer o preço [:)]

Mas resumindo, por 250€ foi uma excelente ajuda para definirmos o que queiramos e se calhar a estante de leitura e movel de TV com uma alteração ainda serão a opção [;)]
 
Depende da estante e da mesa de centro.
Mas esses preços não acho exagerados. [;)]

Estava a referir-me às que estão no projeto. Que ele manda fazer.

Mas a mesa de centro já reaproveitamos a que tinhamos. A estante e o móvel de TV é que se calhar vamos mesmo optar pelo que ele colocou no projeto e que manda fabricar.
 
Isso também é um problema cultural Português.
Guardar tralha! Guardamos tudo. Nunca há espaço para nada.

Claro que é preciso ter arrumação, e armários e afins. Mas a grande maioria das casas que conheço, estão cheias de tralha em que metade devia estar no lixo. [;)]

Estou a falar de roupa, sapatos, lençóis, cobertores, cobertas, toalhas, livros, peças de decoração, louças, o habitual do uso diário.
Claro que as mulheres abusam e ocupam quase tudo. A minha esposa tem um trauma em ver tudo sempre igual, então meia em meia volta anda a mudar as peças de sítio, guarda isto, tira aquilo... cobertas das camas igual.
Loiças... jantaradas com familiares são constantes portanto claro que há muito mais do que um jogo de copos e de pratos ou talheres, travessas e o habitual para essas alturas.
Da minha parte, um dos quartos do apartamento tem de ser usado sempre como escritório. Secretária, pc, portátil, piano, sintetizador, guitarra, livros, capas, mesa de mistura, colunas, um sofá... o meu escritório deve ter entre 14/15m2 e sinto que é pequeno. Muito pode ser considerado pela maioria como tralha... se dou uso ou preciso, não posso olhar para isso como "tralha". E depois, claro que todos temos uma coisa ou outra que está a mais. Deitamos fora? Damos? Nem sempre os olx funcionam.

Hoje, se calhar tinha outros cuidados. Tenho uns puff que servem para guardar algumas mantas que são bem confortáveis no inverno. Mas já se vêem muitos sofás com baú de arrumação por baixo, então se juntar a possibilidade de usar como sofá cama, perfeito. Uso o sofá para dormir muitas vezes e bem que me dava jeito um assim. (Não, não é a mulher que me põe a dormir no sofá). Não gosto de estar na cama quando estou doente, ou quando chego de algum concerto ou evento em que chegue bastante tarde a casa acabo por ficar a dormir no sofá.
Os sommiers com estrado elevatório ou gavetas também dão muito jeito. Ou seja, quando falo em espaços de arrumação é fazer de qualquer móvel algo que também tenha utilidade.
Claro que numa moradia, a forma de ver as coisas já serão diferentes. Vejo em casa dos meus pais... que ainda assim, sendo V4, tem os armários bem ocupados. :)
 
Eu entendo o teu ponto de vista.
Também compreendo que é preferivel ter sofá Barcelona do Mies original, do que um feito agora. Mas também sei que para ser feito agora devia ser numa marca que detenha a patente e que faça de acordo com os desenhos originais, e não uma réplica feita na China.
Quantos aos móveis de materiais nobres, depende, como disse, um móvel com partes lacadas acho que tem toda a lógica ser em mdf, consegues resultados melhores assim.
Não digo que só tenho que ter peças carissima, até porque nem tenho essa possibilidade. Mas prefiro por exemplo comprar uma cadeira do daciano da costa ou uma qualquer no olx com 50 anos, do que uma nova a imitar antiga . E tenho muita coisa moderna e do Ikea e da area que toda a gente tem, mas sinto que não estou a comprar gato por lebre, é esse o meu ponto e onde acho que a Paris Sete falha . Quanto ao mdf e esse género de materiais, são um mal necessário. Claro que tenho uma cozinha com esses armários, quartos dos miudos etc etc.
 
Passou-me uma imagem mental....

Que estás a fazer?
-No fórum dos carros, caraças. Homem que é homem tem de falar de carros.
E de que estás a falar.
- De decoração querida. [:p]
 
Para mim o problema desta decoração é o tamanho dos móveis. Gosto da sensação de espaço e por isso ando sempre à procura de móveis mais pequenos. Essas duas cadeiras, ocupam imenso espaço, a mesa de centro também. Para a minha televisão mandei fazer uma mesinha de acrícilo em que apenas cabe a TV e a box. Muitos dos móveis de referência hoje em dia são feitos para as casas enormes de catálogo, quando ajustas aos nossos T2 e T3, ocupam logo a sala toda e é uma pena.


O nosso ponto de partida começou aqui:

IMG_20180927_152131.png
 
Para mim o problema desta decoração é o tamanho dos móveis. Gosto da sensação de espaço e por isso ando sempre à procura de móveis mais pequenos. Essas duas cadeiras, ocupam imenso espaço, a mesa de centro também. Para a minha televisão mandei fazer uma mesinha de acrícilo em que apenas cabe a TV e a box. Muitos dos móveis de referência hoje em dia são feitos para as casas enormes de catálogo, quando ajustas aos nossos T2 e T3, ocupam logo a sala toda e é uma pena.
Vá a sala tem 40m2 e faz uma espécie de L.
Ou seja, aquele "caminho" atrás do sofá fica entre as escadas que se vê no desenho da cadeira de leitura e o sofá. Dá acesso a um quarto a que lhe chamamos quarto dos brinquedos e uma casa de banho.
Do lado direito da lareira é todo um espaço onde está inserido o aparador e uma mesa de jantar com 160cmx160cm e ao lado da mesa está o espaço que ainda está vazio e que corresponde a esse espaço de leitura.
 
Não digo que só tenho que ter peças carissima, até porque nem tenho essa possibilidade. Mas prefiro por exemplo comprar uma cadeira do daciano da costa ou uma qualquer no olx com 50 anos, do que uma nova a imitar antiga . E tenho muita coisa moderna e do Ikea e da area que toda a gente tem, mas sinto que não estou a comprar gato por lebre, é esse o meu ponto e onde acho que a Paris Sete falha . Quanto ao mdf e esse género de materiais, são um mal necessário. Claro que tenho uma cozinha com esses armários, quartos dos miudos etc etc.

Concordo perfeitamente que se tenha umas boas peças e depois outras simpáticas, mas bem mais baratas. Aliás faço o mesmo.
Ainda há pouco tempo apaixonei-me por um candeeiro que admito que foi mais caro do que gostaria, faz fiz esse esforço e todos os dias gosto de o ver na minha sala.

Quanto ao facto do paris sete "vender gato por lebre", mais uma vez depende do ponto de vista. As peças podem não ser vintage, mas são "originais", a Vitra por exemplo detém as patentes da maior parte das cadeiras icónicas dos últimos anos e são feitas (na maior parte dos casos) da mesma maneira e com os mesmo materiais, isso faz delas menos originais?
É que assim também se torna complicado dizeres uma data específica a partir de quando deixam de ser "originais". Por exemplo a Lounge Chair do Eames, é de 1956, se arranjares uma de 1960 é fixe, e se for de 65? ou de 68? ou de 73? ou de 89? quando é que vais dizer "não, essa já não quero porque não é original!" Entendes?

Também é curioso que a cadeira do eames, original é de contraplacado folheado.
 
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