Dakar 2016

O chassis é preparado pela SMG e não provem da X-Raid e têm por base o usado no X5, sendo uma evolução dele. Agora o motor é o BMW 3.0 bi-turbo, com preparação diferente dos Mini e dos X3 (que ainda correm e podem ser alugados à X-Raid).

Team SMG

Continua a haver alguma confusão. Os chassis são efectivamente X-Raid de 2º geração. Em 2011 a Great Wall adquiriu 2 chassis completos, incluíndo os motores, entregando-os á Smg para os prepararar e assistir, situação essa que se mantém até ao presente. Aliás na época surgiu a informação (não confirmada) que os chassis adquiridos pelos Chineses eram os que tinham sido utilizados pela Yser, a qual tinha entretanto trocado o X3 pelo Mini. No Dakar 2012 a única alteração verificada passou por mudanças efectuadas na carroçaria de modo a poder identificar a mesma com um dos modelos comercializados pela marca.
Para 2013 o carro sofreu um dowgrade por motivos regulamentares, substituindo o motor protótipo por um motor derivado de série, mantendo-se a origem do mesmo, no caso Bmw. Desconheço qual o preparador, se o mesmo da X-Raid ou se enveredarão por uma solução diferente.
Na preparação para o Dakar 2014, a Great Wall e a Smg resolveram mudar o fornecedor dos amortecedores (Bos no lugar da Reiger) e da centralina. Não houve nenhuma alteração/actualização do chassi.
Todas estas informações foram transmitidas por Carlos Sousa nas diversas entrevistas e intervensões que tem tido desde o momento em que iniciou a colaboração com a Great Wall até ao presente momento. E foi Carlos Sousa que referiu que o projecto inicial deste carro é de 2005, sendo que estes 2 carros em concreto foram construídos em 2009.
 
Porque é que não precisa de navegar? Esta marcado o percurso?

Depois de 40 ou 50 motas passarem, duvido que ele não consiga ver o rasto deixado por elas... e se for campo aberto, dá para ver o pó no ar... é claro que convêm olhar para o roadbook, para saber os sitios marcados como perigosos, mas torna mais facil a etapa partindo de trás...

É normal quem luta pela geral, em dias de muita navegação fazer um resultado mais modesto no dia anterior, para não ser ele a abrir a estrada/deserto.
 
O patrão no WP3 está com o 21º
Bianchi prata 32º

WP4 com Paulo Gonçalves em 8º a 5min

O Helder Rodrigues apenas surge na partida, assim como um dos Oliveiras.
 
O Leitor está mesmo avariado ou foi só a falha de bateria de ontem que o impediu de o usar normalmente? :)

Como ontem foi etapa maratona(sem manutenção), penso que ele não deve ter arranjado uma bateria nova... mas ele melhor que ninguém, percebe Muitoooo de mecânica, por isso deve safar-se bem...
 
WP6 - Paulo Gonçalves cai para 10º, Prata e Oliveira 31º e 33º

Patrão ficou no WP3, e não surge em mais nenhum

o 2º Oliviera surge agora no WP1 com 3h de atraso

Do Helder Rodrigues não há qualquer informação, não chegou ao WP1.

Nos carros é Sainz quem parece vir mais forte, foi sempre a subir na etapa e no WP9 passou para 1º, neste ritmo ainda chega hoje a 1º na geral.
 
Última edição:
Que será que se passou com o mario? Será que se perdeu?
Ele ontem acho que ficou sem navegação ou lá que foi.
Será que voltou a ter o mesmo problema?


FB do Mário Patrão
Mário Patrão “traído” pela navegação

Mário Patrão foi mais um dos pilotos azarados ao terceiro dia de prova no Dakar 2014, depois de uma passagem pela montanha puxar as elevadas dificuldades da maior prova de Todo-o-Terreno do mundo.

A terceira etapa, que terminou sem assistência por ser uma etapa “maratona”, ligou as localidades argentinas de San Rafael a San Juan, por entre mais de 500 quilómetros e com particular altitude a rondar os 4.500 metros.

Inicialmente a integrar o “Top 20”, Mário Patrão acabou por ser vítima de uma armadilha na montanha e descer ao 36.º lugar da classificação geral.

“Foi uma etapa verdadeiramente difícil. A mota ficou sem bateria e tive de controlar o road-book à mão, o que não foi de todo fácil. Acabei por seguir um percurso na lateral de uma montanha que quanto mais tentava seguir mais descia até ao vale. Sair de lá não foi nada fácil, acabei sozinho no meio do percurso e sem instrumentos de navegação para chegar ao fim”, justificou o piloto da RR Motos, Suzuki e Crédito Agrícola.

O Dakar 2014 ruma a Chilecito, ainda na Argentina, para mais 563 quilómetros de etapa, dos quais 353 serão cronometrados.

Mário Patrão terá de fazer mais uma etapa difícil até chegar à zona de assistência, sem road-book, e só depois de reparar os estragos poderá retomar a corrida em perfeitas condições até ao Chile.

“Amanhã vai ser um dia extremamente difícil, não temos assistência hoje e terei de poupar a mota até chegar a Chilecito. Só penso em chegar ao final. Depois disso quero cumprir o objetivo de chegar ao fim e, se possível for, chegar aos bons resultados nas restantes etapas”, disse.

Mário Patrão é o terceiro melhor português em prova.
 
Muito bom o Dakar, etapas extraordinária.

Mas a correr muito mal para os Portuguese, talvez agora comecem a perceber qual o ritmo mais indicado para eles.
 
Muito duro este ano com carradas de pilotos e equipas boas em grandes dificuldades. E ainda nem saíram a Argentina.

Pena o azar estar também a bater à nossa porta.
 
Mário Patrão

COMUNICADO DE IMPRENSA
Mário Patrão continua a progredir no “assalto” do Dakar 2014 à Argentina
Mário Patrão continua a sua “saga” no Rali Dakar de 2014, prova que decorre entre a Argentina, Bolívia e o Chile até ao próximo dia 18 de janeiro.
O Campeão Nacional de Todo-o-Terreno está a aguentar a sua continuidade numa das mais difíceis edições de sempre do Dakar, que já levou ao abandono cerca de 40 dos 174 pilotos que partiram nas motos.
Ao quarto dia de prova, numa etapa-maratona, sem qualquer tipo de assistência mecânica após a “azarada” etapa anterior, Mário Patrão acabou por terminar com o 49.º melhor tempo os 353 quilómetros da “especial” cronometrada, mesmo depois de ter estado envolvido na luta pelo “Top 10” nos momentos iniciais da tirada.
O piloto da RR Motos, Suzuki e Crédito Agrícola vai agora enfrentar uma longa etapa com mais de 500 quilómetros ao cronómetro, rumo a Tucuman, estando cada vez mais próximo o final da primeira metade da prova. Na classificação geral provisória, Mário Patrão ocupa o 35.º posto.
 
O Paulo Gonçalves e o Hélder rodrigues estão a ganhar confiança e aos poucos vão subindo na classificação. As motas da Honda tem se mostrado as mais fiáveis.
 
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