Curso de Engenharia Informática

Vá malta, dica do dia ao escolher entre universidades:

Ler o curriculo de todas e fazer uma escolha baseada no que acham mais interessante.

Dica da noite:
- Fazer os cursos todos da área.

Faz-se um, depois pede-se equivalência para outro, depois para outro, e assim
sucessivamente. Quando todos estiverem feitos, muda-se de área, ou segue-se
para os mestrados todos.
 
No secundário fiz o curso de Ciências e Tecnologias, fiz o exame de Matemática A e Física e Química, acabei tudo com média de 14,4 valores. Estas duas instituições porque são as que têm pós-laboral.

Primeiro, tens de te mentalizar que a trabalhar ao mesmo tempo dificilmente fazes o curso em 3 anos. Entre as tuas opções aposto que a diferença não é substancial, escolhe o que ficar mais próximo do teu local de trabalho / casa assim a motivação para ir às aulas é maior. Em todo o caso, é preciso muita força de vontade. Mesmo em full-time vi poucos colegas acabar em 3 anos.
 
A católica é ensino público não estatal, Decreto-Lei 128/90, de 17 de Abril. Não faz parte da associação de ensino privado.

Estatutos UCP

[:)] [:)] [:)] [:)]

Apre... Gostas mesmo de insistir no erro, não gostas?
Masoquismo?
Prazer em que o pessoal do fórum te veja a cometer erros e a insistir neles?
Dificuldade em assumir os erros?
Teimosia?

Algo me diz que vais ter muitas dificuldades na universidade, e na vida
profissional, a continuares assim...


Ora cita lá aí onde é que isso diz que a Católica é uma universidade pública,
para o pessoal daqui se rir um bocado.

A Católica é privada.
Lê lá bem isso, com atenção, que percebes.

Toma lá mais leitura adicional, porque já deu para ver que nem informática,
nem direito são a tua praia:

http://www.infopedia.pt/$direito-privado-e-direito-publico;jsessionid=d3Ry-A+fuzynJ7lpx2I5GA__
(...)
Segundo este critério, o Direito Público distingue-se do Direito Privado pelo facto de, no Direito Público, serem reguladas relações entre dois sujeitos, em que um deles (a entidade pública) está numa posição de supremacia perante o outro, em virtude de se encontrar no exercício de poderes públicos (ius imperii).
De forma diferente ocorre no caso do Direito Privado, enquanto categoria do Direito, e que disciplina um conjunto de relações entre sujeitos em igualdade de posição, ou seja, enquanto simples particulares.
(...)

Parece incrível que, nem vendo os links que coloquei, OFICIAIS da tutela do
ensino superior, tenhas ficado convencido.

[8b] [8b] [8b]
 
Já agora, fica algo de quem percebe de direito (PGR):

Parecer da Procuradoria Geral da República - Ministério da Justiça

(...)
8. Face ao exposto, extraem-se as seguintes conclusões:
1ª. O Decreto-Lei nº 109/93, de 7 de Abril, aplica- se ao pessoal docente, em tempo inteiro e com contrato de trabalho, dos estabelecimentos de ensino superior, privado ou cooperativo, autorizados nos termos da lei e a cujos cursos seja concedido reconhecimento oficial pleno;
2ª. A Universidade Católica Portuguesa rege-se pelo artigo XX da Concordata entre Portugal e a Santa Sé e por regulamentação específica daí decorrente;
3ª. A sua especialidade concordatária é essencial e exclusivamente caracterizada pelo princípio da liberdade de criação e de manutenção de escolas superiores paralelas às do Estado;
4ª. Fora deste âmbito, a Universidade Católica Portuguesa é uma pessoa colectiva de utilidade pública e, como tal, é uma universidade privada, cuja entidade instituidora é a Igreja Católica, distinta e diferente do Estado Português e sujeita ao direito comum;
5ª. Na medida em que a Universidade Católica Portuguesa é uma universidade privada, é-lhe aplicável o Decreto-Lei nº 109/93, de 7 de Abril;
6ª. Assim, também o pessoal docente, a tempo inteiro e com contrato individual de trabalho, da Universidade Católica Portuguesa está sujeito ao regime de protecção social previsto no Decreto-Lei nº 109/93.

Este parecer é de 1995, pelo que sucede a esse diploma que referiste.

Só é pública se fores cidadão de pleno direito do Vaticano.
Desse prisma, é pública. Para o resto do planeta, Portugal, e arredores,
a Universidade Católica é privada, e é tratada como tal pelo Estado
português.
 
Eu também estou a pensar ingressar nesta área , mas no entanto sou jovem e quero emigrar logo acabe o curso (EUA era um sonho , a minha namorada está lá). Programação pura e dura é o que gosto e parece ser a sub-área com mais oportunidades (ex: Ser developer em C++). Por isso até estou na dúvida entre Eng.Informática no técnico ou Ciência de computadores na faculdade de ciências no Porto ( Ênfase na programação e matemática ) . Acho que deves seguir essa área independentemente da idade, após o curso o mundo é teu :D
 
Eu também estou a pensar ingressar nesta área , mas no entanto sou jovem e quero emigrar logo acabe o curso (EUA era um sonho , a minha namorada está lá). Programação pura e dura é o que gosto e parece ser a sub-área com mais oportunidades (ex: Ser developer em C++). Por isso até estou na dúvida entre Eng.Informática no técnico ou Ciência de computadores na faculdade de ciências no Porto ( Ênfase na programação e matemática ) . Acho que deves seguir essa área independentemente da idade, após o curso o mundo é teu :D

C++, a linguagem mais mal concebida do planeta e arredores...

The Problem With C++
C makes it easy to shoot yourself in the foot; C++ makes it harder, but when you do it blows your whole leg off.

Why C++ Is Bad | William Astle's General Clutter

C++ is Good for the Economy, It Creates Jobs!
Being really good at C++ is like being really good at using rocks to sharpen sticks. — Thant TessmanArguing that Java is better than C++ is like arguing that grasshoppers taste better than tree bark. — Thant Tessman
There are only two things wrong with C++: The initial concept and the implementation. — Bertrand Meyer
C++ has its place in the history of programming languages. Just as Caligula has his place in the history of the Roman Empire. — Robert Firth
C++ is history repeated as tragedy. Java is history repeated as farce. — Scott McKay
C++ is like jamming a helicopter inside a Miata and expecting some sort of improvement. — Drew Olbrich
C++ is the only current language making COBOL look good. — Bertrand Meyer
C makes it easy to shoot yourself in the foot; C++ makes it harder, but when you do, it blows away your whole leg. — Bjarne Stroustrup
C++: Simula in wolf’s clothing. — Bjarne Stroustrup
C++ will do for C what Algol-68 did for Algol. — David L Jones
Historically, languages designed for other people to use have been bad: Cobol, PL/I, Pascal, Ada, C++. The good languages have been those that were designed for their own creators: C, Perl, Smalltalk, Lisp. — Paul Graham
I consider C++ the most significant technical hazard to the survival of your project and do so without apologies. — Alistair Cockburn
If C++ has taught me one thing, it’s this: Just because the system is consistent doesn’t mean it’s not the work of Satan. — Andrew Plotkin
If you think C++ is not overly complicated, just what is a protected abstract virtual base pure virtual private destructor and when was the last time you needed one? — Tom Cargill
I invented the term Object-Oriented, and I can tell you I did not have C++ in mind. — Alan Kay
It has been discovered that C++ provides a remarkable facility for concealing the trival details of a program — such as where its bugs are. — David Keppel
Java is, in many ways, C++—. — Michael Feldman
Java, the best argument for Smalltalk since C++. — Frank Winkler
PL/I and Ada started out with all the bloat, were very daunting languages, and got bad reputations (deservedly). C++ has shown that if you slowly bloat up a language over a period of years, people don’t seem to mind as much. — James Hague
The last good thing written in C++ was the Pachelbel Canon. — Jerry Olson
To me C++ seems to be a language that has sacrificed orthogonality and elegance for random expediency. — Meilir Page-Jones
Whenever the C++ language designers had two competing ideas as to how they should solve some problem, they said, “OK, we’ll do them both”. So the language is too baroque for my taste. — Donald E Knuth
Within C++, there is a much smaller and cleaner language struggling to get out. — Bjarne Stroustrup
{Major-Willard** C++ damages the brain … — EWD
C++ is the best example of second-system effect since OS/360. — Henry Spencer
C++ is an insult to the human brain — Niklaus Wirth
All new features added to C++ are intended to fix previously new features added to C++ — David Jameson
C++: glacial compiles, insane complexity, impenetrable errors, laughable cross-platform compat, basically useless tools. — Aaron Boodman
Life is too long to know C++ well. — Erik Naggum
If you like C++, you don’t know C++. There’s a mutual exclusion going on here, and I’ve yet to see a counter-example other than possibly a few of the members of the standards committee. — ssylvan in reddit.
*Oh, definitely. C++ may not be the worst programming language ever created, but without a doubt it’s the worst ever to be taken seriously. — Mason Wheeler
C++ is to C as Lung Cancer is to Lung.
I think maybe the guy who invented C++ doesn’t know the difference between increment and excrement. — smcameron
C++ is more of a rube-goldberg type thing full of high-voltages, large chain-driven gears, sharp edges, exploding widgets, and spots to get your fingers crushed. And because of it’s complexity many (if not most) of it’s users don’t know how it works, and can’t tell ahead of time what’s going to cause them to loose an arm. — Grant Edwards
C++: an octopus made by nailing extra legs onto a dog. — Steve Taylor
I believe C++ instills fear in programmers, fear that the interaction of some details causes unpredictable results. Its unmanageable complexity has spawned more fear-preventing tools than any other language, but the solution should have been to create and use a language that does not overload the whole goddamn human. — Erik Naggum
I may be biased, but I tend to find a much lower tendency among female programmers to be dishonest about their skills, and thus do not say they know C++ when they are smart enough to realize that that would be a lie for all but perhaps 5 people on this planet. — Erik Naggum
C++ is a language strongly optimized for liars and people who go by guesswork and ignorance. — Erik Naggum
c++ is a pile of crap. — Theo de Raadt
With C++, it’s possible to make code that isn’t understandable by anyone, with C, this is very hard. — Mike Abrash
Whenever I solve a difficult problem with C++, I feel like I’ve won a bar fight. — Michael Fogus
C is C++ without the BS. — SocialPhatology
[keeping somebody] from using C++ makes me feel like I saved a life — aiju
C++ is probably the only language where the error [message] can be longer than the program — aiju
 
Nao existe nenhuma linguagem consensual. [:D]

Mesmo assim existem várias aplicacoes que ainda o usam: MySQL, MongoDB, OpenOffice, etc. Se era coisa que eu queria fazer? LIVRA! [:D]
 
Eu também estou a pensar ingressar nesta área , mas no entanto sou jovem e quero emigrar logo acabe o curso (EUA era um sonho , a minha namorada está lá). Programação pura e dura é o que gosto e parece ser a sub-área com mais oportunidades (ex: Ser developer em C++). Por isso até estou na dúvida entre Eng.Informática no técnico ou Ciência de computadores na faculdade de ciências no Porto ( Ênfase na programação e matemática ) . Acho que deves seguir essa área independentemente da idade, após o curso o mundo é teu :D
acrescenta, já agora, a Licenciatura em Ciências da Computação, na UMinho [;)]
 
C++, a linguagem mais mal concebida do planeta e arredores...

não pode ser assim tão mal, já que o java e o c# foram buscar inspiração ao c++

o maior problema do C++, na minha opinião é ser C/C++, é uma coisa hibrida em que podemos misturar o paradigma orientado a objectos (C++) com o paradigma procedimental (C).

como as pessoas apreendem primeiro C e depois como não percebem à primeira o paradigma orientado a objectos acabam por fazer código confuso e que misturam coisas dos dois paradigmas.

Tenho que reconhecer que apesar da minha linguagem principal ser o Java, sinto por vezes falta de algumas coisas que o C++ tinha, como por exemplo a definição de operadores, de macros ou a existência de destrutores, coisa que no java não se consegue fazer da mesma forma com o finalize.


Em relação ao tópico em si o que faz um bom engenheiro informático não é a faculdade, conheço grandes engenheiros informáticos que tiram o curso em escolas de pouco nome que colocam a um canto muitos engenheiros do técnico. A principal característica que torna uma pessoa num bom engenheiro informático é a sua capacidade de auto-didacta.

Existe tanta coisa nesta área que se torna complexo apreende-las todas na faculdade, ainda por cima quando alguns professores tendem a estagnar tecnologicamente não sendo capazes de leccionar as novas tecnologias.

Primeiro é preciso ver que área da eng. informática se pretende seguir, a eng. informática é mais do que desenvolver software, mas se o objectivo foi vir a desenvolver software então torna-se obrigatório:
1)saber programar muito bem numa linguagem procedimental e numa orientada a objectos
2)saber desenvolver interfaces gráficas e apreender uma ferramenta de geração de relatórios
3)na area web, aprender uma linguagem de servidor, porque do lado do cliente o javascript é rei com todas as suas frameworks, jquery, bootstrap, angular, etc
4)na area móvel, apreender pelo menos a programar para android, uma vez que para IOS é mais dispendioso a aprendizagem
5)saber frameworks de teste unitários, testes de integração, etc
6)dominar o UML
7)é tambem uma mais valia as certificações da Sun ou da Microsoft

por isso é ver o que o curso ensina e tentar apreender por nossa conta os restantes, porque duvido se aprofunde a serio todos estes temas nas faculdades.
 
Ser auto-didata é importante sim, mas eu ainda sou ingénuo nesta área e pessoas como eu têm dificuldade a iniciar o estudo. As coisas para aprender são muitas e uma pessoa fica confusa
 
Ser auto-didata é importante sim, mas eu ainda sou ingénuo nesta área e pessoas como eu têm dificuldade a iniciar o estudo. As coisas para aprender são muitas e uma pessoa fica confusa

por vezes tens que estudar tecnologias obsoletas para compreender as modernas. Por exemplo, hoje em dia já ninguem em java script usam o DOM para aceder aos elementos de uma página HTML. Já niguem faz um document.getElementById('nome').value = 'zé das couves'; hoje todos usa jQuery e fazem logo $('#nome').val('zé das couves'); Mas sem estudar e compreender o DOM torna-se mais dificel apreender jQuery e os que de novo estas tecnologia trouxe.
 
não pode ser assim tão mal, já que o java e o c# foram buscar inspiração ao c++
(...)

Nopes.
C++ é apenas uma inspiração de como NÃO se fazer.

Java Was Strongly Influenced by Objective-C
As it turns out, Sean and Tom are both absolutely correct. Usually, this
kind of urban legend stuff turns out to be completely inaccurate, but in
this case, they are right on. When I left Sun to go to NeXT, I thought
Objective-C was the coolest thing since sliced bread, and I hated C++.
So, naturally when I stayed to start the (eventually) Java project, Obj-C
had a big influence. James Gosling, being much older than I was, he had
lots of experience with SmallTalk and Simula68, which we also borrowed
from liberally.

Já o C# foi baseado em Java.
A única razão pela qual os gajos dizem que é baseado tanto em Java como
em C++ é por questões de rivalidade. Fica-lhes mal dizerem que basearam
o C# no seu maior concorrente (JAVA).
 
Eu sou quase leigo na matéria de programação. Digo isto mesmo tendo já programado milhares de horas em Clipper, algumas em VBasic e um pouco de C (alguns módulos para encaixar no Clipper). Já desenvolvi algumas aplicações comerciais e muitas delas ainda hoje estão em pleno funcionamento.

Mas como tudo o que aprendi foi em modo "auto-didata", entendo que não me devo auto-intitular de "programador", mais ainda porque há já algum tempo que não escrevo nenhuma rotina, fazendo "apenas" ajustes ao software entretanto desenvolvido, e diga-se, obrigado pelo SAFT e outras condicionantes legais...

Eu tinha a linguagem C como estando muito perto do baixo nível e como tal das mais próximas da máquina a seguir ao Assembler. Confesso-me estranhamento deslocado quando ouço contestar desta forma esta linguagem...

Os meus parcos conhecimentos na matéria dizem-se algumas coisas fundamentais sobre as linguagens de programação, ou pelo menos aquelas que, pela minha prática no terreno, considero importantes:

-Possibilidade de compilação por forma a tornar o software autónomo sem ter que recorrer a aplicações externas e sem interpretadores;
-Ferramentas de programação que permitam gerir os recursos da máquina e que sejam práticos de usar;
-Velocidade de processamento e acesso às bases de dados;
-Compatibilidade.

Na altura o C tinha isto tudo, mas confesso-me desactualizado face à actualidade. Será que estou a ver as coisas de forma errada?
 
Tirar um curso para ser programador hardcore...hum...

No meu curso todos os gajos mais barras a programar eram ao mesmo tempo os que tinham piores notas a tudo o resto.

Todos os barras na programação só 1 é que acabou o curso no tempo normal ...fiquei com uma impressão que para se ser grande programador a universidade não vai ajudar muito.

Fiquei com esse pensamento não sei se erradamente.
 
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