Ora então cá vai a minha posta de pescada[

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Não queria estar na pele dele pois imagino que deve ser aterrador o momento que passa.
Jovem, cheio de dinheiro e não só, pensando que o mundo está a seus pés, avança destemidamente para um coito anal quando a parceira, não se sentido confortável, lhe diz que não, talvez porque se sentisse estropiada ou porque em vez de prazer sentia dor. Mas não o cavaleiro andante enterra ainda mais a sua espada sem qualquer misericórdia provocando na vítima dor dilacerante (estão a “ver” aquele machão heterossexual em que a mulher diz não! e o palhaço ainda sente mais prazer?).
Isto para mim é violação!
E aqui o cavaleiro, quando acabou, sentiu que não deveria ter feito aquilo certamente pelo resultado visual da coisa e prontificou-se a redimir a situação com não-sei-quantos-euros, pois que ia assinar um novo contrato blá blá e era uma figura do mundo do futebol e blá blá. Mas a acompanhante dorida e quiçá assustada resolveu ir a um hospital para se tratar.
Coito anal…não será como ir ao Cu (isto é o símbolo do cobre) a um gajo qualquer? Não é o que fazem os homossexuais entre eles?
Qual o gozo de enfiar um instrumento num buraco do qual só sai mer#%da, sem lubrificação e que não se compara a uma vagina quente e lubrificada qb para um acto de prazer?
Os erros do passado e a impetuosidade pagam-se.