[h=1]O que valem as perícias forenses 9 anos depois?[/h]Mas a alegada vítima já fez saber que esses exames ainda existem. No entanto, é preciso ter algum cuidado nessa análise. Poderia eventualmente haver DNA de Cristiano Ronaldo presente na vítima, mas isso não prova que ele a tenha obrigado a ter relações sexuais.
Há imagens recolhidas na discoteca que mostram que ambos dançaram juntos e se tocaram. E isso é suficiente para confirmar a presença de DNA do jogador na então modelo. Quanto às provas das feridas rectais que a vítima apresentava, também poderiam ser necessárias provas complementares para fazerem a ligação ao suspeito. E como a vítima não indicou logo quem ele era, Ronaldo não foi sujeito na altura a qualquer exame médico. Porque não era suspeito. O que pode comprometer a prova. A vítima pode não conseguir provar que foi ele que causou aqueles ferimentos. Ainda mais quando o próprio Ronaldo informou, na altura da negociação do acordo, que não houve penetração anal, mas vaginal. E que esses ferimentos terão sido provocados por outro homem.