Crianças Índigo...

citação:Originalmente colocada por Avant

Hoje há uma desresponsabilização quase total por parte dos pais como educadores.
Concordo contigo e é nossa responsabilidade (sim de todos nós) combater essa ideia.


citação:Originalmente colocada por Avant

E se há um problema qualquer, não é culpa deles, é da escola, dos professores, das companhias, do sistema, e agora passou a haver mais uma desculpa - são indigo.
Mas não estamos a falar de crianças mal educadas em casa, filhas de idiotas, estamos a falar de crianças que sabem mais que o professor, que tem uma intuição semelhante a dos adultos e que em presença de discriminações e injustiças reagem de acordo com a idade que tem.

É por haver tanto professor que nem para plantar batatas serve ou por o sistema estar mal gerido, que quando determinados alunos tem um comportamento fora do comum as limitações e a incapacidade são reveladas, o que acaba por ser um problema para quem é mais limitado, seja encarregado de educação, seja professor, seja o sistema de ensino.

Não podemos é generalizar, há uns anos todos os meninos eram sobredotados só pq respondiam sem educação e partiam tudo a sua volta numa tentativa de chamar a atenção para pais demasiado ocupados nas conversas de café ou na programação idiota da tv (novelas e futebois), essa incompetência para a paternidade descambou nas agressões aos professores e na ideia de que a escola é que deve dar educação.

A escola dá educação académica, não dá educação cívica nem social (especialmente a crianças que nunca aprenderam em casa a comportarem-se).
 
Quase que aposto que quase todos os pais deste tópico (ou forum?) pensam que têm filhos índigos...

Para mim o conceito "índigo" carece de uma base ciêntífica... E gostava de saber se este conceito é tema de curso de psicologia...

Não estarão a facilitar e aplicar a Defice de Atenção, disléxia, hiperactividade com um nome todo pomposo?

Gostava de ouvir o que técnicos da área teriam para dizer... o Miguel Melo de Carvalho por exemplo...
 
Quase que aposto que quase todos os pais deste tópico (ou forum?) pensam que têm filhos índigos...

Para mim o conceito "índigo" carece de uma base ciêntífica... E gostava de saber se este conceito é tema de curso de psicologia...

Não estarão a facilitar e aplicar a Defice de Atenção, disléxia, hiperactividade com um nome todo pomposo?

Gostava de ouvir o que técnicos da área teriam para dizer... o Miguel Melo de Carvalho por exemplo...
Concordo! Já agora, pedindo desculpa pela "escavadela" mas porque o tema regressou à discussão (crianças irrequietas, défice de atenção, etc...), deixava aqui mais um texto de uma análise mais, digamos, "espiritual", pode ser que a base científica surja, entretanto:

Hoje eu quis abordar um tema que é pra mim muito peculiar, algo que está no nosso meio, em muitas famílias, em todas as etnias, por todo o mundo. Ao mesmo tempo, algo tão desconhecido.

São as chamadas Crianças Indigo, ou Crianças de Luz, como a parapsicologia também gosta de denotar. São chamadas assim por sua aura ser desta cor, ou seja, azul-indigo.
São crianças que estão nascendo em grande massa desde meados de 1990, para efetivamente trazer a mudança necessária e quebra de todos os paradigmas de nossa sociedade e de todo nosso planeta.

São geralmente crianças muito sensíveis, inteligentes ao extremo, amam animais e tem uma inclinação fortíssima ao que se diz sobre compaixão e amor ao próximo.

Estas crianças vem com toda sua força nos colocar devidamente alinhados com nossas missões, vem nos trazer conhecimento e iniciação á evolução espiritual e psíquica, quebrando muitos tabus e eliminando a hipocrisia que nos cerca. São seres imensamente evoluídos, Mestres natos, tem plena consciência do que realmente vieram fazer neste plano.

Eles vêm para refazer, reconstruir a estrutura social materialista que temos construído a 2.000 anos. Eles vêm trazer o amor, a cooperação, a honestidade, a verdade, a essência que esquecemos em nós.

Infelizmente muitas famílias, pais e educadores, não têm conhecimento ou preparo para lidar com estas crianças e muitas, por motivos de falta de apoio e estrutura, acabam se perdendo em suas missões, desviando-se de seus caminhos, pelo tipo de comportamento, pensamento emoções e atitudes.

Características:

Sensibilidade, podem ter amigos invisíveis, falam sozinhos, podem ter visões ou intuições espirituais. Podem ter medo da morte ou medo da perda dos amados. São afetivas, gostam do toque, do abraço, do carinho. Porém, são crianças extremamente agitadas, com dificuldades em manter a atenção, concentração ou calma.

Não conseguem seguir regras ou disciplina severa, não aceitam “não”. Nunca. Querem ter escolhas, querem negociar. Tem muita energia, distraem-se facilmente. Discutem. Resistem a autoridade. São popularmente e infelizmente chamadas de “terríveis”, “pestinhas”, “criança problema”.

Podem ser diagnosticados comumente com TDA (transtorno de déficit de atenção) ou alguma outra forma de hiperatividade.

Geralmente os pais acabam levando para a psicologia comum, ou até psiquiatria, inserindo medicamentos e tendo baixíssimo retorno de melhora, nenhum resultado ou até piora de comportamento pois, não é este o caso.

Vejo muitas mães se desesperarem pois já não sabem mais o que fazer, não entendem, e não tem nenhum tipo de apoio neste sentido, sei que realmente alguma mãe ou pai irá se encaixar neste texto, porque realmente, não existe consciência de abertura e interação a estes tipos de temas sobre seus filhos.

Os educadores têm também muita dificuldade e pelos meios tradicionais, acabam sofrendo com estas crianças em idade escolar, o início da alfabetização é onde as características começam a se acentuar. Acabam piorando na adolescência pois não conseguem ser compreendidos.

E o que fazer? Como podemos lidar? Como devemos nos comportar com estas crianças?

Eles só precisam de amor. Eles vêm despertar em nós algo que nós mesmos não teríamos condições de fazer se não fossem eles, nos trazendo á tona. Nos trazendo a consciência maior, o amor maior, o Eu maior. Eles vêm nos lembrar o real motivo de estarmos aqui.

Se você tem uma criança assim, com algumas destas características, busque, pesquise, e procure saber mais sobre seu mundo. Some com ele, ajude-o em sua jornada. Você faz parte dela. Não tente apenas educar ou criar… AME!

Lembrem-se: nossos filhos nos escolhem como pais pois temos plenas condições de ajudá-los a evoluir e mais, evoluirmos lado a lado, mudarmos o mundo, sermos melhores, juntos, como um Todo, como é e deve ser.

Como Deus, Pai, Mãe, Filho em Um.

Não nos esqueçamos disso.
SEU FILHO É DIFERENTE? - CRIANÇAS ÍNDIGO



Já agora: Casa Indigo: Perguntas Frequentes
 
Outra reflexão sobre este tema...:

Crianças Índigos e Cristal. O que nos diz a ciência a respeito delas?

Ana Lúcia Hennemann/ Maio 2012
Muito se tem falado sobre crianças Índigos e Cristais, mas quem são elas? Onde vivem? Como surgiram estas denominações?

A denominação Criança Índigo se originou com a parapsicóloga, sinesteta e psíquica Nancy Ann Tappe, por volta dos anos 70. Em 1982 Tappe publicou o livro “ Entendendo Sua Vida Através da Cor”, onde ela descreveu este conceito, afirmando que por volta dos anos 60 ela começou a perceber que muitas crianças nasciam com suas auras “índigas”(aura com predominância da cor azul índigo). Em 1998, a ideia foi popularizada e foi lançado o livro “ As Crianças índigo: As novas crianças chegaram”, escrito por Lee Carroll e Jan Tober. Em 2002, no Havaí, ocorreu uma conferência internacional sobre crianças índigos, com 600 participantes. Nos anos subsequentes, estas conferências ocorreram na Flórida e em Oregon. Os anos passaram e vários filmes e documentários foram produzidos sobre o assunto.

Contrapondo-se a isso, Sarah Whedon W., em 2009 escreve um artigo onde alega que os pais rotulam seus filhos como ‘índigo” para fornecer uma explicação alternativa para o comportamento indevido de seus filhos, decorrentes do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

Russell Barkley, psicólogo, comenta que essas terminologias “Índigo e Cristal, que surgiram no movimento Nova Era, ainda não produziram evidências empíricas da existência de tais crianças, pois para ele, as características descritas são muito vagas. Especialistas em saúde mental estão preocupados por rotular uma criança como “índigo ou Cristal”, pois muitas vezes, pode se retardar o diagnóstico e tratamento adequado que poderia ajudar a criança. Nick Colangelo, professor especialização na educação de crianças com altas habilidades, faz questionamentos de quem está lucrando com estas terminologias, uma vez que muitos livros, apresentações e vídeos estão sendo comercializados com esse assunto.

Dentro desta mesma linha, Lorie Anderson, em seu artigo “Índigo: A cor do dinheiro”, argumenta que a crença em crianças índigos tem um valor comercial significativo, devido às vendas de livro, vídeo, sessões de aconselhamento para crianças, filmes, acampamentos de verão e conferências que visam que os pais acreditem que seus filhos são “Índigos”.

Crianças índigo são crianças que possuem dons especiais, às vezes sobrenaturais ou altas habilidades. Grande crença de que eles são curiosos, de temperamento forte, independentes e muitas vezes visto pelos amigos e familiares como “estranhos”. Apresentam uma forte espiritualidade inata, mas que necessariamente não implicam num interesse direto em áreas espirituais e religiosas. Também possuem um alto quociente de inteligência, grande capacidade de intuição e resistência a regras rígidas, controles baseados em paradigmas de autoridade.

Segundo Tober e Caroll, as crianças Índigo nem sempre apresentam bons resultados em escolas convencionais, devido à sua rejeição a autoridade rígida, pois muitas vezes são mais inteligentes (ou maduros espiritualmente) que seus professores. Também, os mesmos autores, fazem uma crítica ao uso de medicações para estas crianças, vistas por eles como índigas, e pela comunidade escolar com crianças com TDAH, sendo que segundo eles, muitas dessas crianças são ou foram educadas em casa.
Conforme Doreen Virtue, estas crianças são criativas apresentado dom musical, facilidade para poesia, criatividade na confecção de objetos...), são propensos a vícios, com um histórico de depressão, ou até mesmo pensamentos suicidas, tem grande oscilação na auto estima (por vezes muito alta, em outras muito baixa), possuem um grande desejo de ajudar o mundo e grandes laços com plantas ou animais.

Crianças Cristal são crianças que tem uma consciência universal, não são individualistas, preocupam-se com o próximo. Apresentam o dom da telepatia ou então iniciam a falar numa fase posterior a outras crianças ou muito antes. Conforme Doreen Virtue, devido à sua capacidade de comunicação telepática podem ser rotuladas como “lentas” ou “autistas”, embora não seja o caso. Estas crianças têm uma aura de cristal colorido, campo um teórico de radiação em torno do corpo que alguns afirmam ser capazes de ver. São altamente carinhosas, interessam-se por cristais e pedras. Por muitas pessoas são denominadas crianças arco-íris.

Acredita-se que as primeiras Crianças Cristal tenham nascido por volta do ano 2000.

Cientificamente nenhum estudo comprova a existência de tais crianças e os mais céticos acreditam que estes traços podem ser encontrados na maioria das crianças, porém a psicóloga Lídia de Noronha apresenta detalhes em comum entre estas crianças:

[TABLE="align: center"]
[TR]
[TD][/TD]
[/TR]
[TR]
[TD][/TD]
[/TR]
[/TABLE]
Fonte.

A aceitação deste, ou de qualquer outro conceito, não depende, diria, das intuições, convicções e crenças. Em vez disso, a abordagem deve ser, na minha opinião, algo mais crítica e a rejeição pela simples e liminar rejeição (o habitual "porque sim"...) não se me afigura uma posição correcta. "Não acredito"... Mas porquê? "Acredito, sim"... Pois, mas qual a base para se acreditar?

Estas abordagens são interessantes, muitas vezes até transcendendo o tema, mais pela abordagem livre de preconceito e do seu debate do que pela ideia pré concebida sobre o assunto, ou até pela possível verosimilhança respectiva!
 
Só uma curiosidade recente, com desenvolvimento em livro:

11348729_10205878197467406_107985704_o.jpg
 
Engraçado, os pais têm uma tendência para achar os seus filhos os mais inteligentes, os mais bonitos etc, etc... Sempre que oiço isto, ou discuto isto, digo: "Deixa chegar a adulto"! Engraçado que a maioria, hoje, são pessoas perfeitamente normais. Engraçado que os pais tendem a querer ver nos filhos aquilo que eles não foram, e têm que arranjar sempre uma razão para justificar comportamentos!
 
Engraçado, os pais têm uma tendência para achar os seus filhos os mais inteligentes, os mais bonitos etc, etc... Sempre que oiço isto, ou discuto isto, digo: "Deixa chegar a adulto"! Engraçado que a maioria, hoje, são pessoas perfeitamente normais. Engraçado que os pais tendem a querer ver nos filhos aquilo que eles não foram, e têm que arranjar sempre uma razão para justificar comportamentos!
O que é um bom sinal da evidenciação feita em crianças!

Mas o "perfeitamente normais" pode ter algo mais que se lhe diga! Por exemplo, há artistas entre nós e nem suspeitamos. Gente que descobre aptidões para a escultura, a pintura, a música, as invenções, etc, tardiamente, ou as desenrolam ao longo das suas vidas sem que ninguém saiba, é mais do que muita! [;)]
 
O conceito de crianças índigo apareceu nos anos 70 do século XX, associado ao movimento New Age.
Nessa altura as Crianças Índigo eram crianças realmente especiais: crianças brilhantes, bem comportadas, moralmente perfeitas e com bons princípios espirituais`... e em muitos casos tinham poderes paranormais[:D]. Estas crianças seriam brancas, louras e quase sempre com olhos azuis. Havia ainda a parte de terem nascido com um véu... isto é: ao nascerem vinham ainda enroladas na placenta, o que para o espiritualismo do movimento New Age, tinha um significado mágico.

Estas eram as VERDADEIRAS CRIANÇAS ÍNDIGO de acordo com os criadores da próprio conceito: Acredite-se, não se acredite... estas eram as verdadeiras crianças indigo.

Entretanto, vinte anos passaram e o movimento New Age foi sendo esquecido e só era seguido por uma pequena minoria...
Mas então surgiu uma ideia maravilhosa:
- VAMOS FAZER DINHEIRO COM ISTO!!! VAMOS REINVENTAR O CONCEITO DE CRIANÇAS ÍNDIGO PARA INCLUIR AS CRIANÇAS PROBLEMÁTICAS E VAMOS EXPLORAR OS COITADOS DOS PAIS!!! E SE FIZERMOS UNS MILHÕEZINHOS PELO CAMINHO... AINDA MELHOR.

E como resultado temos:
- Uma industria mundial que vive à custa desses pobres pais.
- Pais iludidos que em vez de ajudarem os filhos ainda agravam mais os seus problemas.
- Educadores que querem ajudar as crianças mas que são bloqueados pelas crenças místicas dos pais.
 
Última edição:
Voltar
Superior