contas comuns em casais

contas comuns em casais

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Mas eu sou bem mais poupado do que ela isso disso não tenho duvidas...

Eu a ganhar ela a derreter...

Consiga poupar mais se fossem contas separadas.

Se bem que ela já me disse que depois dispensaria determinados luxos em prol da economia do casal...

Enfim n sei n...
 
Também queria isso e parecia o mais sensato e normal mas levei muito na cabeça da parte dela...

Uma conta para NÒS, porque somos só um ... e isso tudo...


N sei como vai ser.


Pessoal casado ou a viver apenas com outra pessoa como fazem?
Resposta: Azar!

Agora a piada porca... se um casal fosse só um, o sexo era masturbação
:sh)
 
Mas eu sou bem mais poupado do que ela isso disso não tenho duvidas...

Eu a ganhar ela a derreter...

Consiga poupar mais se fossem contas separadas.

Se bem que ela já me disse que depois dispensaria determinados luxos em prol da economia do casal...

Enfim n sei n...

Pois, assim é mais complicado e compreendo a tua apreensão.

No meu caso por vezes tenho que quase "obrigar" a minha mulher a gastar dinheiro.[:D] É do tipo, "tenho que comprar uns sapatos", e eu, "então compra", ela, "ah, mas não queria estar a gastar dinheiro".[:D][;)]
 
Não sou muito de acordo com contas conjuntas. Um bocado de independencia também é saudavel num relacionamento, quanto mais num relacionamento longo. Dividir as contas tudo bem, agora conta conjunta não.

Concordo com esta opinião. Não sou ao ponto de colocar os 2 ordenados todos juntos. Mas definir quem é que paga o quê lá em casa é um bom metodo e pode ser justo se cada um pagar as contas em percentagem consoante o que ganha. Acho perfeitamente saudavel...não é uma questao de desoconfiança. Toda gente gosta de ter mão no dinheiro que sai do seu suor, não quer dizer que depois não pense destiná-lo ao bem comum [;)]
 
quando os ordenados são equivalentes o melhor é ter uma conta conjunta onde depois de se fazer um orçamento para as despesas mensais, cada um coloca lá metade do valor e o resto fica em contas separadas. e como faço com a minha mulher, apesar de cada um ter acesso e poder movimentar as contas separadas de cada um. Depois fazemos concursos a ver quem consegue poupar mais [:D]

quando os ordenados não são equivalentes, ai muda um pouco a situação, porque mesmo que se faça uma proporção do respectivo ordenado para o orçamento familiar, ira sempre existir um membro com mais dinheiro do que o outro é sempre chato um andar a comprar roupa e sapatos todos os meses e o outro não ter dinheiro para o fazer, aí deve haver uma maior entreajuda entre o casal. Se calhar nestes situações o melhor é não haver contas separadas.
 
quando os ordenados são equivalentes o melhor é ter uma conta conjunta onde depois de se fazer um orçamento para as despesas mensais, cada um coloca lá metade do valor e o resto fica em contas separadas. e como faço com a minha mulher, apesar de cada um ter acesso e poder movimentar as contas separadas de cada um. Depois fazemos concursos a ver quem consegue poupar mais [:D]

quando os ordenados não são equivalentes, ai muda um pouco a situação, porque mesmo que se faça uma proporção do respectivo ordenado para o orçamento familiar, ira sempre existir um membro com mais dinheiro do que o outro é sempre chato um andar a comprar roupa e sapatos todos os meses e o outro não ter dinheiro para o fazer, aí deve haver uma maior entreajuda entre o casal. Se calhar nestes situações o melhor é não haver contas separadas.

Mesmo com ordenados diferentes consegue-se ter contas em separado. Eu vejo pelo meu caso lá em casa. O meu marido ganha sensivelmente o dobro de mim. Temos 4 contas. Uma minha, outra dele, uma conjunta e uma para as poupanças. O objectivo é mensalmente colocar na conta conjunta um valor proporcional ao ordenado de cada um que cubra as depesas gerais da casa e da vida em comum. Vai ser colocado também de imediato um proporcional na conta poupança e por fim cada um fica com um determinado valor para si, para outras compras que queira fazer (mesmo que seja para a casa) e o que sobrar pode ser para poupança pessoal ou para somar à conta poupança.

Ainda não estamos a pôr isto em prática a 100% uma vez que ainda estamos no processo de compra de casa e pagamento de despesas avultadas que ora saem de uma conta ora saem de outra. Mas a partir do momento em que a coisa estabilizar e houver rendas para pagar vai ser esse o esquema.
 
Última edição:
No meu caso.

Contas separadas (as de solteiro) para o dia-a-dia e uma conta conjunta para a poupança.

Colocamos todos os meses na conta da poupança um valor proporcional ao ordenado de cada um.
 
No meu caso.

Contas separadas (as de solteiro) para o dia-a-dia e uma conta conjunta para a poupança.

Colocamos todos os meses na conta da poupança um valor proporcional ao ordenado de cada um.

Claro! A independencia tb é necessaria, a meu ver, dá controle e saúde financeira a ambos assim como privacidade para gastar mais ou menos em algo que se goste seja desperdicio ou não para outros.
Agora há que poupar e para isso sim, conta conjunta para planos futuros, sonhos a dois, etc...
 
Cá em casa são 2 contas conjuntas.

Uma para as despesas da casa, e o que sobra no fim do mês é para poupança.
A outra para os gastos mensais.

E até agora temo-nos dado bem assim. Já lá vão 12 anos
 
Cá por casa, no início ficou logo decidido o seguinte:

- Conta conjunta para as despesas da casa (prestação, água, luz, gás, internet, condominio, e comida)

- Cada um com as suas contas individuais, sendo um montante transferido todos os meses para a conta conjunta. Não temos que dar qualquer satisfação dos gastos destas contas individuais. Trabalhou, ganhou o seu próprio dinheiro, gasta como bem entender...

- Qualquer despesa extra mais avultada (aquisição de móveis, obras, etc...) é acordada entre os 2. Caso seja necessário, é transferido um montante extra para a conta conjunta.

- Se por algum imprevisto (baixa, desemprego, etc...) um de nós não puder contribuir para a conta conjunta, o outro tenta compensar...


Tem corrido lindamente até agora. Eu dificilmente admitia outra forma...
 
Eu estou "junto".

Cada um mete o salário na sua respectiva conta.
Temos uma conta conjunta para a prestação da casa e restantes contas e despesas, para a qual transferimos no inicio do mês um montante pré-determinado no orçamento.

Não é por falta de confiança, assim cada um controla os seus cobres. Eu só me sei orientar assim.
 
Cá por casa, no início ficou logo decidido o seguinte:

- Conta conjunta para as despesas da casa (prestação, água, luz, gás, internet, condominio, e comida)

- Cada um com as suas contas individuais, sendo um montante transferido todos os meses para a conta conjunta. Não temos que dar qualquer satisfação dos gastos destas contas individuais. Trabalhou, ganhou o seu próprio dinheiro, gasta como bem entender...

- Qualquer despesa extra mais avultada (aquisição de móveis, obras, etc...) é acordada entre os 2. Caso seja necessário, é transferido um montante extra para a conta conjunta.

- Se por algum imprevisto (baixa, desemprego, etc...) um de nós não puder contribuir para a conta conjunta, o outro tenta compensar...


Tem corrido lindamente até agora. Eu dificilmente admitia outra forma...

Parece-me uma decisão sensata e equilibrada, comigo o sistema é o mesmo...
 
cada cabeça sua sentença,

mesmo na fase de namoro já aplicavamos a conta conjunta,
vai tudo para o mesmo saco,
gastos individuais e conjuntos do dia a dia,, são "livres",, gastos "extras" e/ou "Supérfluos" são conversados.

já lá vão 10 anos.

contas separadas, tenho assistido a algumas situações caricatas com alguns colegas meus, desde "estourarem" tudo os dois ou um ser mais poupado do que o outro,, e quando chegam as férias ficam em casa, não há orçamento.

separação de bens, aconselho, quando exista grande diferença entre o "patrimonio" de cada um.
 
Sou casado e ganho mais do dobro da minha mulher.


Cada um recebe na sua conta e existe outra conta a "meias" de onde são pagas todas as contas da casa e onde fica alguma poupança. Assim ela controla os gastos dela e eu durmo melhor! [:)]
 
Eu e a minha namorada estamos a ponderar a hipótese de irmos viver para minha casa, e depois casarmos. Como até agora eu tenho pago tudo da casa, acho que não faz sentido ela vir pagar as despesas de lá, porque eu mesmo não estando lá a viver (vivo com os meus pais), tenho de as pagar e tem sido sozinho. O máximo que poderá vir acontecer é ela pagar talvez alimentação uma vez ou outra quando for sozinha as compras. A opinião dela é que queria contribuir para as despesas gerais da casa, mas eu não quero isso. Quanto à conta conjunta, em principio iremos fazer uma, para cada um ir lá metendo algumas quantias para que sirva mais que não seja para sabermos que temos ali aquele dinheiro de parte, ou quando tivermos filhos, para as despesas que teremos com eles. Acima de tudo sou a favor que cada um tenha a sua conta, porque assim gasta-se o que se quer e não há "chatisses"...
 
Última edição:
cada um ganha o seu dinheiro e cada um tem a sua conta!

Temos apenas uma conta conjunta para despesas da casa e cada um mete lá o acordado por mês.

De resto cada um faz o que quer ao seu dinheiro!

Em compras grandes (casa, carro) as decisões são em conjunto! Tudo o resto deve imperar o bom senso e a liberdade de cada um!
 
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