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É irrelevante para ti, para alguém que tenha intolerancia ao Gluten é relevante.
Essas coisas que estás a falar, estao na tua cabeca, porque consideras um produto sem Gluten mais saudável que outro com Gluten ou outra situacao qualquer.
Percebo o que queres dizer mas realmente é marketing e eles não estão a mentir, as pessoas é que se deixam ludibriar. Grave foi as análises e posterior estudo que fizeram no Reino Unido em comida "enfrascada" e de pacote para crianças com menos de 2 anos, de marcas bem conhecidas, em que na maioria dos casos tinham até mais 50% de açúcar do que o previsto na lei. :sh)
Há uns tempos atrás, num restaurante de um hotel com quem trabalho, durante um almoço, um dos funcionários serviu uma sobremesa numa mesa. Uma senhora que estava sozinha numa outra mesa chamou o empregado de mesa e disse que queria uma sobremesa igual à que ele tinha acabado de servir, ao que ele retorquiu: "então mas a senhora não é intolerante a lactose? É que aquela sobremesa contém lactose" (a senhora já estava alojada há uns dias no hotel e desde o início solicitou alimentos sem lactose, uma vez que é intolerante). Resposta da senhora: "não deve ter muita..." []
Depois do "Dieselgate"... "Sugargate" []
[] Mas isto até tem lógica porque há diferentes graus de intolerância. A minha mãe por exemplo tem intolerância, se beber leite fica mal disposta e com a barriga "inchada" o dia todo, mas se comer qualquer coisa que tenha lactose em pequena quantidade, já não.
Para quando o "cagate"?
Eu percebo a tua ideia, e concordo com o mesmo.
Um bom exemplo é o rotulo da Nutela !
Quem olha para aquilo, parece super saudável.
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O que podiam fazer era a tabela ser por cores. Com corres vermelhas quando as quantidades de algumas coisas fossem más e verdes quando fossem boas.
Desgraçado do gajo que ficou num quarto com ela! [Na realidade, as pessoas que são intolerantes ou alérgicas a algo, sabem que é legalmente obrigatório que os ingredientes que possam provocar alergias ou intolerâncias alimentares (a união europeia definiu 14 ingredientes como sendo os mais comuns a causar esses problemas) venham de alguma forma realçados (negrito, maiúsculas, etc) na listagem de ingredientes do produto. O resto é puro marketing.
Há uns tempos atrás, num restaurante de um hotel com quem trabalho, durante um almoço, um dos funcionários serviu uma sobremesa numa mesa. Uma senhora que estava sozinha numa outra mesa chamou o empregado de mesa e disse que queria uma sobremesa igual à que ele tinha acabado de servir, ao que ele retorquiu: "então mas a senhora não é intolerante a lactose? É que aquela sobremesa contém lactose" (a senhora já estava alojada há uns dias no hotel e desde o início solicitou alimentos sem lactose, uma vez que é intolerante). Resposta da senhora: "não deve ter muita..." []
À primeira vista pode parecer que é obvio que um determinado artigo não tem glúten ou lactose, contudo não é linear, os produtores que têm esta menção nas suas embalagens têm de garantir que assim acontece - pode ter consequências graves se o produto for consumido por.uma pessoa intolerante.Vocês já repararam que anda uma moda cada vez maior dos fabricantes tentarem enganar os consumidores com rótulos pseudo-saudáveis contendo informação óbvia, mas totalmente irrelevante?
Por exemplo, pode ser um queijo que diz Sem gluten ou um café que diz sem lactose, ou uma caixa de ovo que diz "apto para vegetarianos" ou muitas outras coisas ridículas do mesmo género.
Há não muito tempo deparei-me com uma embalagem de pipocas doces que dizia "Sem Gluten - Sem lactose - Apto para vegetarianos - Vegan" [][
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Ou seja, as pessoas mais influenciáveis comem aquelas pipocas que na realidade são uma verdadeira bomba calórica e de gorduras, mas pensam que estão a comer algo saudável.
Não deveria haver algum controle na informação que é passada nos rótulos? Quem é que fiscaliza isto?
modas... nada como uma peça de fruta.
Para quando o "cagate"?