Chevrolet Corvette 2014

Não é estetica? Tambem não tem que ver com o desempenho.

O 430 tb tinha bypass e tinha 4 ponteiras.


Não tem a ver com o desempenho? A colocação dos escapes centrais permitiu reduzir peso no sistema de escape e retirar esse peso das extremidades do carro (como estava no 430).
Quanto ao escape do meio tem um papel importante para o desempenho sonoro. Quanto o carro está a baixas rotações só o central é usado mantendo o barulho do motor controlado para que e UE esteja feliz. Em rotações mais elevadas lá juntam-se os outros dois escapes à festa e aí sim ouve-se um Ferrari.

Ora eu adoro V8 por isso por mim o 458 podia "berrar" o tempo todo mas como a UE é que manda ainda bem que existe o escape do meio para que o 458 seja um carro de estrada.
O Challenge como não precisa de cumprir nenhuma regulação, já que não pode circular em estrada, não precisa dos 3 escapes.

Gostar ou não da estética dos 3 escapes é uma escolha pessoal. Eu até acho que esteticamente prefiro a solução do F430. Por isso se estás a falar de estética até estamos de acordo que 4 escapes (2 em cada lado) era melhor.
Agora não me venhas dizer que o escape central do 458 Italia é inútil porque ele não o é (a Ferrari não coloca escapes a mais só para o look, não estamos a falar do kit AMG de um A180). É que 80% do tempo o escape central é o único escape que é utilizado.
 
Calma. Eu nunca disse que era inutil. Disse que não fazia sentido a nivel de desempenho e que exemplo disso era o challenge não ter a ponteira central.
 
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Última edição:
[:D]

Quanto ao carro... A frente até está engraçada, mas aquela traseira :sh):sh)

Também não gosto muito da traseira, mas no geral considero isto um óptimo projecto, pelo simples de facto de finalmente inovarem a sério (refiro-me a nível visual). Principalmente na traseira, os Corvettes desde o C4 que são "quase a mesma coisa". Acho que terem feito esta sétima geração do Corvette tão diferente do que se esperava mostra ousadia (para ser sincero, contava que o C7 fosse um restyling do C6), ao enfretar uma altura em que os carros estão cada vez mais iguais
 
Não está mal mas tenho pena de desaparecer o já icónico vidro traseiro do Corvette.

O meu Vette favorito continua a ser o C4 ZR-1.
O único com motor Quad-Cam de 32 valvulas.

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Mas só tem um cabeça. Portanto com uma saida, é uma saida por cabeça. Num V isso daria 2 saidas.

Tem que ver que estas a cruzar linhas de escape.

Isso só diz que precisa de 1 ou 2 conjuntos de colectores de saída, não iz quantas saidas de escape tem que ter.:sh)

E o Bugati Atlantic que tem um inline 8 e tem 6 saídas?
Onde anda a lógica?

O número de saídas são irrelevantes...
 
Após algum tempo a meditar no design do carro finalmente cheguei a uma conclusão. Gosto muito, a frente é uma boa evolução face ao do actual com promenores bastante interessante como a zona mais alta sobre a cava das rodas, os faróis e todas as proporções da frente. Mesmo assim a frente faz-me lembrar o novo Viper. A traseira também está muito bem conseguida, penso que a do anterior já estava a ficar algo envelhecida, e esta apresenta uma forma arredondada muito interessante e gosto bastante da traseira subida e aquele spliter também fica muito bem. Mesmo a aplicação dos faróis do Camaro também resultou bem na minha opinião. O interior também está bom com uma subida na qualidade dos interiores e uma configuração focada no condutor como se quer num sports car. É pena é que a parte do passageiro fique um pouco posta de lado.

Em termos mecânicos está muito bom. Os números de menos de 1400kg de peso e a acelaração dos 0-100 em menos de 4 segundos levam este carro a um novo nível em termos da versão base do Corvette. Acredito que com todo o tipo de inovações deste carro ele consiga estar bem ao nível do novo Porsche 911 em termos de eficácia e comportamento no geral. Também em termos de conforto este carro deve estar melhor bem com uma condução mais confiante que permita a um maior número de condutores desfrutar de todas as potencialidades do carro.

Site especial deste novo Corvette Stingray: 2014 Chevy Corvette Stingray | Corvette C7 | Chevrolet
 
Uma criatura que me deixa ainda algo ambíguo.
Merece claramente o título de estrela de salão, como toda a imprensa o evidenciou.
É um carro referencial na cena americana, e o caminho agora é elevá-lo aos standards que encontramos em criaturas semelhantes europeias, focando claramente no interior e vivência a bordo, um habitual ponto fraco no Corvette.

Focando no estilo, o c7 caracteriza-se como uma viragem bastante mais carregada e vincada do que é habitual na longa hsitória do Corvette.
Sou fã do desenho do antecessor. Muito mais "light" nos elementos, superfícies e volumes.
As proporções e volumes é que "falavam", sem cair nos excessos visuais, muitas vezes gratuitos, que caracterizam os últimos anos da indústria.

O c7, inspirado pelo Stingray e sobretudo o arrojado retro-futurista concept homónimo de 2009 que vimos nos Transformers, acentua e de que maneira traços, volumetrias, elementos e transições entre superfícies.
Quase roça o caricatural.
Temos um capot extremamente esculpido, assim como uma "costela" lateral, que não serve apenas de "light-catcher", como serve de suporte à saída de ar que se encontra cima desta.
É uma área bastante dinâmica, com a orientação das linhas e limite das superfícies a gerarem uma temática à volta de linhas como que em ZigZag.

A traseira é de uma agressividade acutilante.
Os nichos onde se encontram as ópticas traseiras, conjugadas com saídas de ar, são esculpidos na traseira, não estando à superfície desse plano.
Na maior parte dos automóveis que vemos, as traseiras são bastante planas e bidimensionais, quando comparadas com as mais escultóricas frentes.
Até as ópticas são tridimensionais e não apenas uma "cobertura" plana para uma série de elementos gráficos como acontece na maior parte dos automóveis que vemos na rua.
Este Corvette consegue animar a traseira, recorrendo aos mesmos truques que normalmente se usa na frente.
A acompanhar temos 4 bazookas centrais, e no topo, um evidente spoiler.
Vai levar tempo até habituar a este "rabo". Não temos soluções "cliché".

Curiosamente, fica a ser bastante mais agressiva que a frente, que parece algo tímida.
Culpo as ópticas de desenvolvimento vertical. Também mataram a face do Viper com o mesmo tipo de solução. E tal como no Viper, ao termos uma entrada de ar inferior bastante simples nos seus contornos, a contrastar com as soluções encontradas para definir a restante carroçaria, ficamos com uma frente algo fraca e sem força, apesar do dramatismo dos montes e vales do capot.
Mais uma criatura para ver ao vivo, pois o que pode não resultar na foto, pode ser que funcione melhor ao vivo.

Andei alguns dias a olhar para as imagens, e havia algo que não encaixava.
É certo que o desenho agressivo distrai bastante.
Apesar do salto estilistico ser grande relativamente ao C6, quando observado de perfil, os contornos e proporções são 100% Corvette.
Tal como o C6 temos um carro relativamente compacto com distância entre-eixos longa. E continuamos a ter longo capot com habitáculo recuado.
Algumas imagens de comparação e acabei por perceber o que perturbava os meus olhinhos:
Chevrolet-Corvette_C7_Stingray_2014_1024x768_wallpaper_07.jpg

Chevrolet-Corvette_Z06_2006_1024x768_wallpaper_19.jpg


O C7 tem um pilar C completamente distinto do C6 (tecnicamente o C6 só tem mesmo pilar B, mas faz de conta...)
O C7 segue uma solução mais convencional. com a linha de tejadilho a fluir para a traseira e a "fundir-se" com os contornos do pilar C. Ganhou, inclusivamente, uma janelinha extra.
O C6, seguia a tradição Corvette, ao apresentar um pilar B vertical, e o que está para trás deste era apenas um óculo traseiro a "envolver" a secção transversal definida pelos 2 pilares B mais o tecto. Uma solução algo antiga, tendo já sido usada pela Porsche no 944, e em criaturas mais convencionais como os Renault 11 ou 25 ou ainda o Fuego.
Não deixa de ser uma solução ainda interessante, e o Corvette tem feito muito bom uso dela.

Capot longo e habitáculo recuado, acabam por criar bastante peso visual na traseira, e o C6, ao recorrer áquele óculo traseiro, aligeirava bastante o peso do volume traseiro, conseguindo melhor equilibrio com a longa e esguia frente.
O C7 mantém as proporções típicas Corvette, mas ao fazer uso de um volume traseiro mais convencional, com o óculo traseiro a ser mais uma "cortina" entre os pilares C, ganhamos peso extra no volume traseiro.
Em muitos ângulos é perceptivel este peso extra.

Juntando um desenho bastante dinâmico, tendencialmente rectilineo de arestas acutilantes e a ênfase na escultura, em alguns aspectos, até bastante exagerado, esta nova solução não contribui muito para a apreciação global. Com algo assim tão "bold", a solução do c6 para o volume traseiro, poderia ajudar a aligeirar visualmente o desenho do c7.

O concept Stingray de 2009 era ainda mais exagerado do ponto de vista escultórico, e apresentava já os traços gerais do C7. Mas o volume do habitáculo mantinha-se fiel ao que era habitual. Um pequeno pilar B vertical e um óculo traseiro "3d" a completar o volume em falta.

Tal como o Viper, esta nova geração de Corvette não me convence na totalidade do ponto de vista visual. O C6 resulta em criatura mais coesa e equilibrada, servindo-se das proporções para criar o drama necessário. Não era perfeito, mas era mais assertivo.
Este C7 é um pouco como a transição Murcielago-Aventador. Mantém as proporções icónicas, mas preenche a carroçaria com aparato desnecessário. E tal como o Aventador, o C7 não deixa de ser criatura visualmente apelativa, apesar de ambos "gritarem" em demasia.
Comparando com o Viper, ambos sofrem de uma frente algo anémica (pelo menos é o que transparece nas fotos que tenho visto. Gostaria de vê-los ao vivo, óbvio, só para tirar as dúvidas[:cool:]), mas é mais fácil criar empatia com o Viper. Convence mais depressa na restante carroçaria, dado os músculos que o definem. O Corvette funciona melhor quando analisamos algumas das partes em isolamento. Mas o todo deixa algo a desejar.
 
Há certas tendencias estilisticas que nascem como tendencias gerais, pelo que me parece.

As opticas dianteiras do SLS, F-Type, Viper, e este Corvette tem algo em comum, como tambem se repararmos, os farolins traseiros de serie 1 e Mercedes classe A, muito melhor conseguido no segundo...

Entre outras.
 
Corvette Stingray descapotável confirmado para Genebra

Hot on the heels of the 2014 Corvette Stingray coupe’s show-stealing debut in Detroit, Chevrolet has confirmed to Car and Driver that the Stingray convertible will make its first appearance at the 2013 Geneva auto show. Rumors of the droptop C7 have been swirling ever since Autoweek first reported the Vette convertible’s Swiss reveal, and although not unexpected, many figured Chevy would give the fixed-roof Stingray a little more time under the spotlight before being asked to share.

The Stingray convertible—which Chevrolet claims is not represented by these renderings that surfaced on the web, despite our thinking otherwise—is set to go on sale as a 2014 model, with production beginning as early as November and cars arriving in showrooms before the end of the year. As Chevrolet works to increase its global recognition, it makes sense that it would choose to reveal the softtop variant of its most-recognizable nameplate in front of an international audience. It’ll be interesting to see how the all-American Corvette convertible holds it own in the presence of all that European hardware.
 
Nova imagem do Corvette

Nova imagem do Corvette

2014-Corvette-Crash-14.jpg


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[:p]

É o mesmo já visto neste vídeo:
[video=youtube;bXHIqrN-oeY]http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=bXHIqrN-oeY[/video]
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