CDS-PP - Programa de (extrema) direita

Porquê? "Credibilidade" e "professor" são sinónimos?


Concordo com a parte da nódoa, mas para mim, "credibilidade" está bem mais para "professor" do que para Nuno156.

Estranho, mesmo estranho, é alguém que se diz "professora" dar tantos erros... E NÃO TER
UM DICIONÁRIO EM CASA!!!


Nunca, em tempo algum, me disse professora. Tantos erros? LOL E dou erros, sim, nunca disse o contrário.

E há-de ter muito que ver com o que eu tenho em minha casa ou deixo de ter, era o que faltava... [:D]

Ainda assim... é necessário? O da PRIBERAM não é credível, querem ver?...

(Com certeza que o da PRIBERAM é credível. O que eu referi é muito conceituado, daí ter "pena" em tê-lo deixado na casa dos meus pais, e não poder consultá-lo agora, é um belo "mostrengo".)

Fez a interpretação que melhor lhe conveio, tudo para não ser "corrigido". Eu não tenho problemas em aprender, se me quiser mostrar com uma definição clara da palavra, estou cá para admitir que estava errada.
 
Concordo com a parte da nódoa, mas para mim, "credibilidade" está bem mais para "professor" do que para Nuno156.




Nunca, em tempo algum, me disse professora. Tantos erros? LOL E dou erros, sim, nunca disse o contrário.

E há-de ter muito que ver com o que eu tenho em minha casa ou deixo de ter, era o que faltava... [:D]

(Com certeza que o da PRIBERAM é credível. O que eu referi é muito conceituado, daí ter "pena" em tê-lo deixado na casa dos meus pais, e não poder consultá-lo agora, é um belo "mostrengo".)

Fez a interpretação que melhor lhe conveio, tudo para não ser "corrigido". Eu não tenho problemas em aprender, se me quiser mostrar com uma definição clara da palavra, estou cá para admitir que estava errada.

[:)] [:)] [:)]
Whatever...
Plonk!

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Estás a idealizar um utilizador e uma conversa que nunca existiu apenas porque partilham ideais semelhantes, se calhar já te disseram o mesmo, mas terias uma ideia muito mais clara se lesses o resto do tópico.

K2000, não pretendo voltar à conversa até porque não sou advogado de ninguém, agora posso-te certamente garantir que não idealizei coisa nenhum apenas por uma partilha de ideais. Não sou daqueles que sou amigo de alguém só porque é do Sporting (sim, eu sou do Sporting). Nem sou daqueles que tem de adorar o Cristiano Ronaldo só porque é português. E eu tive conversas em PM com o forunista e havia muita coisa que não partilhava os ideiais com ele. Se calhar por isso é que entregamos o voto a partidos diferentes, caso não tenhas reparado.

Continuo a dizer que do que li anteriormente noutros tópicos não me pareceu ser uma pessoa com uma postura incorrecta, ou pelo menos mais incorrecta do que os que se dirigiam a ele.
Mas como te disse, em relação ao este tópico não sei porque não o li na totalidade e se queres que te diga nem vou ler portanto se ele foi incorrecto neste tópico já não sei nem nunca disse isso.

Para o NunoMF e para não fazer citações, um abraço pá e é mesmo na descontracção que devemos andar por aqui.
 
preferir qualquer coisa a qualquer coisa ( e não "do que")

Mas que foi uma frase bonita, lá isso foi. É o que eu leio muitas vezes em foruns de colegas de profissão. É por essas e por outras que depois há abusos. Se me oferecem 500€ de ordenado para orientar uma turma e eu recuso porque não quero ser explorada, não há crise, vai haver sempre um "iluminado qualquer" que aceita trabalhar por bem menos! Bem, mas cada um sabe o valor que tem, certo? [;)]
Há muitas pessoas que aceitam essas condições, porque não têm outra alternativa.

insensíveis

Forunista, é simples, a moça ganhava 600€ sem trabalhar, se lhe "oferecessem" um emprego a receber 485€ e "se precisasse do emprego", aceitava. Sim, porque as pessoas para viver não precisam do dinheiro, compram pão, leite e pagam as contas não é com euros, é com o emprego.

Já para não falar que qualquer pessoa pensaria, 1º- não estou para ser explorada (ainda para mais, pela forma como esta user fala das sopeiras e pessoal assim "reles", penso que deve ter qualificações) 2º - não estando a trabalhar num emprego que ainda por cima não é para ser emprego de futuro, há maior disponibilidade para procurar um emprego melhor, ir a entrevistas, etc, etc. O objectvo de uma pessoa desempregada é encontar não só um emprego, como um emprego razoavelmente aceitável e com perspectivas de futuro, logo, com condições minimamente aceitáveis!
Apenas falei do tenho constatado no centro de emprego da minha área de residência.

Minha cara...existe muita mitra / sopeira com escolaridade ao nível de ensino superior!

A educação e nível de honestidade e de honra pessoal não se prende necessariamente com nível de formação. Em segundo lugar, o que é, para si, não querer fazer os trabalhos menos qualificados? Não querer ir para as obras sem contrato, sem seguro e sem condições de segurança a ganhar o ordenado mínimo? Concordo com o controlo de situações de pessoal que, literalmente, não quer fazer nenhum, porque os há, e bastantes, mas não generalizemos...
Muitos dos que conheço nem completaram o 9º ano (andaram na mesma escola do que eu - enquanto eu já estava a terminar o 9º ano, eles repetiam o 5º ou o 6º ano pela 4ª vez consecuitva).
Acha justo que uma pessoa sem o 9º ano recuse um emprego onde haja todas as condições e paguem o ordenado mínimo recuse, só porque quer passar o dia todo no café?
 
Última edição:
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=17768

«(...) Um grupo de cidadãos colocou online um novo serviço que disponibiliza todos os contratos por ajuste directo que estão a ser feitos diariamente por entidades públicas, cruzando informação com a data de criação das empresas contratadas. (...)»

Obviamente... os "senhores" do PS já trataram de silenciar o dito site.

«(...) This Account Has Been Suspended (...)»

Perdão... onde disse silenciar queria dizer CENSURAR.
 
Há muitas pessoas que aceitam essas condições, porque não têm outra alternativa.


Alternativa? Mas qual alternativa? A hipotética situação que estava em causa no início da conversa era: a alguém no subsídio de desemprego, era proposto um trabalho a ganhar menos do que a ganhar o subsídio. Neste caso, a alternativa era continuar a ganhar o subsídio e continuar à procura de melhor. Como disse o user xsaraman : "(...)especialmente se tivessem filhos e casa para sustentar então rapidamente perceberiam que todos os euros contam! Uma oferta de um emprego com salário ainda mais baixo do que o subsidio representa uma quebra de rendimento que em muitos casos terá graves consequências!" Penso que com um pouco de bom senso qualquer pessoa entende isto, tenha ou não passado pela situação.

E frases como "preferia ganhar o ordenado mínimo e estar a ser útil para a sociedade do que ganhar um pouco mais e estar inactiva" ... em relação a outras frases que li, apesar de não concordar a 100% (e na minha área de trabalho discordo mesmo totalmente), prefiro as ideias de quem defende que aceitava o trabalho, para tentar provar o que vale, ganhar experiência, etc... parecem-me BEM mais honestas...

Acha justo que uma pessoa sem o 9º ano recuse um emprego onde haja todas as condições e paguem o ordenado mínimo recuse, só porque quer passar o dia todo no café?


Acha justo que alguém cujos pais não o deixaram estudar porque teve de ir trabalhar aos 9 anos para ajudar a família a ganhar dinheiro (mentalidades de algumas gerações atrás, infelizmente - e se calhar, se remexermos bem, no Portugal profundo ainda existem nos dias de hoje) tenha de aceitar, sem reclamar, um trabalho onde lhe propõem o ordenado mínimo com condições muitas vezes lamentáveis? Aliás, já pensou que algumas pessoas com menos do 9º ano podem não ter qualificações académicas, podem não saber interpretar um texto literário, nem saber fazer equações, mas se calhar têm muitas vezes uma cultura geral superior a muitos de nós com curso e frequência universitária? E muitos outros conhecimentos que a experiência profissional proporciona e que não vem nos livros.

Há casos como os que disse, que preferem ficar "alapados" no sofá? Calculo que sim, não estou la em casa para ver o que ficam a fazer enquanto ganham o sub. de desemprego. De qualquer forma, não me parece coerente generalizar dessa maneira. Há casos e casos. Depois, e como disse o user amora: "também há aqueles que por exemplo são doentes e com filhos deficientes mas como vivem com a mãe ou o pai que aufere uma bela reforma de 200 euros e que perderam o RSI devido aos cortes cegos feitos em 2010."

E como Portugal é um país onde se tivermos o azar de ter algum filho com deficiência, é mesmo azar, porque ajudas...viste-as... como se costuma dizer, há que ter em consideração todo o tipo de casos.

Essas situações deviam ser muito bem fiscalizadas, e serem definidas regras para atribuição de RSI, subsídios, etc, tendo em conta todo o contexto das pessoas em causa.
 
Última edição:
E frases como "preferia ganhar o ordenado mínimo e estar a ser útil para a sociedade do que ganhar um pouco mais e estar inactiva" ... em relação a outras frases que li, apesar de não concordar a 100% (e na minha área de trabalho discordo mesmo totalmente), prefiro as ideias de quem defende que aceitava o trabalho, para tentar provar o que vale, ganhar experiência, etc... parecem-me BEM mais honestas...

Há também quem tenha orgulho em não receber nada do estado.
 
Porque é mais uma possível razão para alguém optar por um emprego a receber menos do que o subsídio.


Engraçado, num outro tópico, fiz-lhe uma pergunta bem específica em relação a essa situação e não me respondeu... http://forum.autohoje.com/threads/9...sigualdades-aprofundam/page12?highlight=ricos

E lá está, o sr generaliza...

Essa do ter orgulho em não receber nada do Estado também eu já ouvi numa reportagem, em que era considerado uma vergonha para qualquer um o facto de receber subsídios do Estado! Mas não quer certamente comparar o nível de vida, o salário mínimo e a taxa de desemprego entre Portugal e Dinamarca...
 
Engraçado, num outro tópico, fiz-lhe uma pergunta bem específica em relação a essa situação e não me respondeu... http://forum.autohoje.com/threads/9...sigualdades-aprofundam/page12?highlight=ricos

Não tinha visto a pergunta.

Como já disse aqui, em Abril do ano passado vi-me nessa situação e aceitei um emprego a ganhar bem menos do que achava que devia e bem menos do que o tecto máximo do subsídio de desemprego a que tinha "direito".

As razões foram muitos, inclusivamente o estado desastroso das contas do país e o não querer contribuir mais para isso, e esse orgulho em nunca ter recebido subsídios.

O salário definido por lei para mim não significa nada.

Por isso a resposta é sim, provavelmente aceitava o emprego, mas continuava à procura doutro, o que aliás foi exactamente o que fiz. Tenho outro amigo meu que recusou n empregos, recebeu o subsídio, também no tecto máximo, até ao fim, e agora vai emigrar. São opções que uns fazem e todos os outros pagam, como manda o belo do socialismo.
 
Nos tempos em que trabalhei numa empresa automóvel de origem sueca contactava com suecos com alguma frequência.

Lembro-me sempre da frase de um deles uma vez:

"Pago 45% de impostos. O meu objectivo é pagar 55%!"

Isto foi há uns 17 nos!

Por cá vamos discutindo se devemos receber ordenado ou subsidio de desemprego .... é triste!
 
Nos tempos em que trabalhei numa empresa automóvel de origem sueca contactava com suecos com alguma frequência.

Lembro-me sempre da frase de um deles uma vez:

"Pago 45% de impostos. O meu objectivo é pagar 55%!"

Isto foi há uns 17 nos!

Por cá vamos discutindo se devemos receber ordenado ou subsidio de desemprego .... é triste!

O meu objectivo também é descontar mais!!! [:D]
 
Com forunistas como os que passam pelo forum aho o CDS nem precisa de gastar muitos €€€€€€! [:cool:]

Falar mal de um utilizador sem ele poder responder tem um nome e não vou aqui dizer, senão corro o risco de ser banida.

Essa atitude fica-lhe mal, mas é a que temos visto mais, infelizmente.
 
Falar mal de um utilizador sem ele poder responder tem um nome e não vou aqui dizer, senão corro o risco de ser banida.

Essa atitude fica-lhe mal, mas é a que temos visto mais, infelizmente.

Eu falei de forunistas em termos gerais! Estás a falar de alguém em especial ?
 
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