CDS-PP - Programa de (extrema) direita

NunoMF, estou mesmo a sair do trabalho e não te vou responder aos post, aliás como já fizeste comigo algumas vezes.

Se o fiz foi porque não vi os posts. Às vezes não tenho tempo para vir ao forum e entretanto já houve dezenas de posts e nem sempre tenho tempo para ler todos. Se tivesse lido respondia.



Só uma ressalva, para de especulares e denegrires o conhecimento dos outros nomeadamente com a tua última frase.
Não tentes dar uma do "eu sei tudo e vocês nada" que já deste com cada barracada aqui no forum de todo o tamanho, estou-me a lembrar assim de repente do número de funcionários públicos na Irlanda em comparação com Portugal. E curiosamente foi o forunista que te corrigiu, senão lá passava a arrogância intelectual mais uma vez.

OK. Quando estou errado admito.


Já é a segunda vez que vens com essa do "quando eu era novo e ingénuo" para cima de mim e no final de contas dizes que tens 36 anos, salvo erro. Quem te ouvir falar até parece que tens 70 anos. Aprende de uma vez por todas que não és dono da razão absoluta, nem eu sou nem ninguém é e podemos trocar ideias sem andar a minimizar os outros.

E NunoMF se votaste BE e agora tens as ideias que tens... epá nem sei o que te diga mas mudas mais radicalmente de ideologia do que a Lady Gaga muda de roupa. Eu sei que mudar de opinião e ideias é sinal de modéstia, mas bolas isso é mesmo de extremos. Se em 36 anos de vida passas-te de um BE para um CDS, quando chegares aos 50 estás a defender o Ahmadinejad.


Não acho, mas são opiniões. Se tenho alguma qualidade é mesmo essa, questionar tudo e todos e rever as minhas posições constantemente. O BE, como já te disse, é o partido mais desonesto e hipócrita de todos, talvez com a excepção do PS. São gente que não vive de acordo com o que prega.

Deixo-te com uma frase que não sei quem escreveu, mas para mim resume tudo.

"Se na adolescência alguém não é socialista, então esse alguém não tem coração. Se em adulto esse alguém ainda é socialista, então não tem cérebro."

Não é dirigido a ninguém em particular, mas resume perfeitamente as minhas convicções no que diz respeito a ser de esquerda ou direita.


Um abraço pá e vê lá se levas isso mais na descontra

Outro abraço e não te preocupes que já levo isto muito mais na descontra.
 
Já me aconteceu. Mesmo recebendo menos a curto prazo, estar no activo e ganhar experiência vai trazer frutos a longo prazo.

É importante evitar ao máximo estar inactivo (mesmo recebendo menos), o subsídio de desemprego tem um prazo limitado e oportunidades de emprego não aparecem todos os dias.


Sim, também me aconteceu algo do género, e com a "agravante" de que na minha profissão conta não só bastante o factor experiência, como os anos de serviço para aumento de salário. Embora não estando no subsídio de desemprego, não aceitei algumas propostas, e continuei à procura. Consegui encontrar algo melhor (não me pagam exactamente à tabela, pagam pela tabela dos bacharéis e nao dos licenciados, coisa que acontece, lá está, porque toda a gente se vai calando e aceitando, logo, se eu não aceitasse, aceitaria outra pessoa). E perante uma situação de ter recusado 3 ou 4 empregos antes, acabei por aceitar, pois como se costuma dizer, "do mal o menos". Mas pelo menos não me fiquei logo pela 1ª oferta, que era BEM mais baixa e sem condições, comparando com a situação seguinte.
 
Obviamente!!! Que sacana que eu sou! Só mentalidades altruístas... apr:)

Não é ser altruísta. É pensar no futuro. Eu obviamente também aceitava o tal emprego.

Se estiver a trabalhar posso mostrar as minhas qualidades e mais tarde ter melhores oportunidades de trabalho. Ali ou noutro local.
Se estiver parado essas possibilidades muito dificilmente surgirão, até porque o contacto com pessoas do mundo do trabalho é manifestamente inferior.
 
Não é ser altruísta. É pensar no futuro. Eu obviamente também aceitava o tal emprego.

Se estiver a trabalhar posso mostrar as minhas qualidades e mais tarde ter melhores oportunidades de trabalho. Ali ou noutro local.
Se estiver parado essas possibilidades muito dificilmente surgirão, até porque o contacto com pessoas do mundo do trabalho é manifestamente inferior.

100% de acordo.
 
insensíveis

Forunista, é simples, a moça ganhava 600€ sem trabalhar, se lhe "oferecessem" um emprego a receber 485€ e "se precisasse do emprego", aceitava. Sim, porque as pessoas para viver não precisam do dinheiro, compram pão, leite e pagam as contas não é com euros, é com o emprego.

Já para não falar que qualquer pessoa pensaria, 1º- não estou para ser explorada (ainda para mais, pela forma como esta user fala das sopeiras e pessoal assim "reles", penso que deve ter qualificações) 2º - não estando a trabalhar num emprego que ainda por cima não é para ser emprego de futuro, há maior disponibilidade para procurar um emprego melhor, ir a entrevistas, etc, etc. O objectvo de uma pessoa desempregada é encontar não só um emprego, como um emprego razoavelmente aceitável e com perspectivas de futuro, logo, com condições minimamente aceitáveis!

O problema é que muitos dos que aqui escrevem nunca passaram por uma situação de desemprego! Se tivessem nessa situação em que subitamente já têm de sobreviver com apenas 65% do que recebiam de ordenado e especialmente se tivessem filhos e casa para sustentar então rapidamente perceberiam que todos os euros contam! Uma oferta de um emprego com salário ainda mais baixo do que o subsidio representa uma quebra de rendimento que em muitos casos terá graves consequências![;)]
 
preferir qualquer coisa a qualquer coisa ( e não "do que")

Mas que foi uma frase bonita, lá isso foi. É o que eu leio muitas vezes em foruns de colegas de profissão. É por essas e por outras que depois há abusos. Se me oferecem 500€ de ordenado para orientar uma turma e eu recuso porque não quero ser explorada, não há crise, vai haver sempre um "iluminado qualquer" que aceita trabalhar por bem menos! Bem, mas cada um sabe o valor que tem, certo? [;)]

Eu diria que o valor de cada emprego é determinado pelo mercado, mas como a esquerda vive num mundo á parte sinceramente nem sei.
 
Não é ser altruísta. É pensar no futuro. Eu obviamente também aceitava o tal emprego.

Se estiver a trabalhar posso mostrar as minhas qualidades e mais tarde ter melhores oportunidades de trabalho. Ali ou noutro local.
Se estiver parado essas possibilidades muito dificilmente surgirão, até porque o contacto com pessoas do mundo do trabalho é manifestamente inferior.

Tudo depende.. Eu quando voltei fui a uma entrevista e recebi uma proposta que simplesmente disse Não, sem ter nada na manga. Atirar-se à primeira coisa que aparece só para não estar parado é asneira, principalmente quando aceitamos condições bem a baixo do razoável.

Claro que quando as perspectivas são poucas é preciso agarrar-se, cada caso é um caso!
 
Não é ser altruísta. É pensar no futuro. Eu obviamente também aceitava o tal emprego.

Se estiver a trabalhar posso mostrar as minhas qualidades e mais tarde ter melhores oportunidades de trabalho. Ali ou noutro local.
Se estiver parado essas possibilidades muito dificilmente surgirão, até porque o contacto com pessoas do mundo do trabalho é manifestamente inferior.

Exactamente. e estando empregado as probabilidades de ter sucesso numa futura entrevista para outro emprego são melhores. É diferente procurar emprego empregado, tem-se outra capacidade de negociação.

Eu já disse aqui isto, mas deixo a minha história outra vez, em Abril do ano passado aceitei um emprego a ganhar menos do que receberia no subsídio de desemprego em Portugal, e tinha direito ao tecto máximo do dito subsídio.

Acabei por pedir demissão ao fim de 3 meses para emigrar, mas não me arrependo, até porque aprendi umas coisas que já me foram úteis.
 
Tudo depende.. Eu quando voltei fui a uma entrevista e recebi uma proposta que simplesmente disse Não, sem ter nada na manga. Atirar-se à primeira coisa que aparece só para não estar parado é asneira, principalmente quando aceitamos condições bem a baixo do razoável.

Claro que quando as perspectivas são poucas é preciso agarrar-se, cada caso é um caso!

Eu discordo, mas desde que não se esteja a viver à conta do estado são opções de cada um.

O que te impediria de procurares outra coisa se tivesses aceite essa proposta?
 
Eu discordo, mas desde que não se esteja a viver à conta do estado são opções de cada um.

O que te impediria de procurares outra coisa se tivesses aceite essa proposta?

Os portugueses podem descansar porque não recebia um tostão do estado. O que me impedia de procurar outra coisa tendo aceite a proposta?! É simples, não estou para dizer a uma pessoa que aceito trabalhar com ela à espera de mudar passado umas semanas. Não estava à espera de ficar desempregado muito tempo, por isso não precisava de andar feito saltitão. O processo de recrutamento custa dinheiro e tempo, sabendo que nos primeiros meses somos pouco produtivos, é de um egoísmo enorme aceitar algo estando à espera da primeira oportunidade para saltar.

Até pode acontecer, mas propositadamente evito essas coisas.
 
LOL caligrafia? Ah, escreveu à mão no monitor, foi? [:D][:D][:D]

Sim, caligrafia.

http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=caligrafia
«(...)
caligrafia
s. f.
1. Arte de escrever com bonita letra.
2. Maneira de escrever.
3. Letra manuscrita.
(...)
»

Tal como podes identificar um autor de um manuscrito pela caligrafia, também o podes fazer
nos textos online.

Lamento que te tenha feito passar vergonha...
Aliás... não lamento nada!!!
[:)] [:)] [:)] [:)]
 
Não pá! O forunista era arauto oficial do PCP e não do "zé"![;)]

Há quem se dê ao trabalho de ter dois nicks.
Com um nick diz mal de X, e para evitar o contra-ataque diz que é de Y.
Na realidade é de Z, por isso usa um outro nick para dizer bem de Z sem atacar ninguém.

É o que fazem os políticos profissionais. A diferença é que, em lugar de nicks, usam testas-de-
-ferro. Ou seja, membros do partido ou "independentes" para fazer determinados "trabalhos" de
modo a "queimar" X.

Repara o actual Ministro das Obras Públicas.
Antes de ser ministro aparecia na TV como "professor universitário independente" a apoiar o
TGV e o aeroporto.

Ou seja, se isto for um trabalho de um filiado, é bem possível que exista uma estratégia do
género, para "atacar em várias frentes".

A verdade é que a caligrafia é demasiado semelhante para ser coincidência.
 
O problema é que muitos dos que aqui escrevem nunca passaram por uma situação de desemprego! Se tivessem nessa situação em que subitamente já têm de sobreviver com apenas 65% do que recebiam de ordenado e especialmente se tivessem filhos e casa para sustentar então rapidamente perceberiam que todos os euros contam! Uma oferta de um emprego com salário ainda mais baixo do que o subsidio representa uma quebra de rendimento que em muitos casos terá graves consequências![;)]

O que está a bold é o que muita gente diz, e é a parte que não percebo, sinceramente.
Como pode alguém recusar uma proposta de emprego, mesmo que seja para ganhar menos, especialmente quando se tem filhos e outras responsabilidades de maior?
O que é que lhe garante que, que com uma taxa de desemprego recorde, com o país à beira da insolvência vá arranjar emprego no futuro a ganhar mais do que a proposta que acaba de recusar? É que se a economia estivesse em crescimento, pensar assim até fazia lógica, mas na situação actual, não!

É que é assim, o SD tem um prazo... O que é que garante que se recusar irá aparecer uma melhor? E se não aparecer nenhuma? Aí o que acontecem aos filhinhos e a outras responsabilidades? Ir ao BA???

E mais, deixa-me lhe dizer que com certificações no ramo do networking, antes de arranjar um emprego na área estive a trabalhar numa fábrica de químicos. Aquilo era horrível, barulho por todo o lado e tinha uns vapores que deixavam uma pessoa... Parecia ganza.
Ali toda a gente recusava, mas eu aceitei... Não havia mais nada.

Cumprimentos.
 
Há quem se dê ao trabalho de ter dois nicks.
Com um nick diz mal de X, e para evitar o contra-ataque diz que é de Y.
Na realidade é de Z, por isso usa um outro nick para dizer bem de Z sem atacar ninguém.

É o que fazem os políticos profissionais. A diferença é que, em lugar de nicks, usam testas-de-
-ferro. Ou seja, membros do partido ou "independentes" para fazer determinados "trabalhos" de
modo a "queimar" X.

Repara o actual Ministro das Obras Públicas.
Antes de ser ministro aparecia na TV como "professor universitário independente" a apoiar o
TGV e o aeroporto.

Ou seja, se isto for um trabalho de um filiado, é bem possível que exista uma estratégia do
género, para "atacar em várias frentes".

A verdade é que a caligrafia é demasiado semelhante para ser coincidência.

Não é o caso! O forunista era um pro do PCP! O homem sabia a cassete de trás para a frente e da frente para trás![;)]
A "Lisboa" será na minha humilde opinião a Fernanda Câncio disfarçada![:D][:)]
 
Eu diria que o valor de cada emprego é determinado pelo mercado, mas como a esquerda vive num mundo á parte sinceramente nem sei.


Amigo, há profissões e categorias profissionais que têm tabelas salariais! (que têm de ser cumpridas por lei). Mas qual mercado? Estou a falar da minha situação e muitas outras onde se passa assim. Mundo à parte? [:D]
 
Os portugueses podem descansar porque não recebia um tostão do estado. O que me impedia de procurar outra coisa tendo aceite a proposta?! É simples, não estou para dizer a uma pessoa que aceito trabalhar com ela à espera de mudar passado umas semanas. Não estava à espera de ficar desempregado muito tempo, por isso não precisava de andar feito saltitão. O processo de recrutamento custa dinheiro e tempo, sabendo que nos primeiros meses somos pouco produtivos, é de um egoísmo enorme aceitar algo estando à espera da primeira oportunidade para saltar.

Até pode acontecer, mas propositadamente evito essas coisas.

Eu não. Estou-me pouco lixando se o processo de recrutamento custa dinheiro.

Eu nesta última empresa ao fim de duas semanas já estava a refilar que era mal pago e ao fim dos 3 meses disse que não ia ficar.

Sabes o que o dono da empresa disse ao coordenador quando ele lhe disse que me ia embora?

"Pois, o gajo não é parvo"

lol

O coordenador veio ter comigo e disse-me. "FoXX-se, se tu te vais embora não és parvo, eu que fico sou o quê?" [:D]

Mas voltando ao teu caso, já arranjaste alguma coisa que te agrade? Como está a ser a transição de volta?
 
Última edição:
O que está a bold é o que muita gente diz, e é a parte que não percebo, sinceramente.
Como pode alguém recusar uma proposta de emprego, mesmo que seja para ganhar menos, especialmente quando se tem filhos e outras responsabilidades de maior?
O que é que lhe garante que, que com uma taxa de desemprego recorde, com o país à beira da insolvência vá arranjar emprego no futuro a ganhar mais do que a proposta que acaba de recusar? É que se a economia estivesse em crescimento, pensar assim até fazia lógica, mas na situação actual, não!

É que é assim, o SD tem um prazo... O que é que garante que se recusar irá aparecer uma melhor? E se não aparecer nenhuma? Aí o que acontecem aos filhinhos e a outras responsabilidades? Ir ao BA???

E mais, deixa-me lhe dizer que com certificações no ramo do networking, antes de arranjar um emprego na área estive a trabalhar numa fábrica de químicos. Aquilo era horrível, barulho por todo o lado e tinha uns vapores que deixavam uma pessoa... Parecia ganza.
Ali toda a gente recusava, mas eu aceitei... Não havia mais nada.

Cumprimentos.

Aquele pequeno diferencial pode ser em muitos casos a diferença entre deixar de pagar a casa e ir imediatamente para a rua com tudo o que isso implica ou tentar prolongar a coisa por mais uns meses na esperança de que surga algo melhor![;)]

Com filhos e casa para sustentar as responsabilidades são outras!
 
Amigo, há profissões e categorias profissionais que têm tabelas salariais! (que têm de ser cumpridas por lei). Mas qual mercado? Estou a falar da minha situação e muitas outras onde se passa assim. Mundo à parte? [:D]

Sim, há profissões privilegiadas que são protegidas ou pelo estado ou pelos sindicatos, à custa do resto da população. Felizmente aqui não há disso. É uma das razões porque não se pode falar de capitalismo em Portugal. Não há mercado livre em muitas áreas.
 
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