Casas de meninas

Penthouse julgo também estar fechado. Só se mudou de localização.

Por acaso foi o local onde os meus colegas me levaram na minha despediada de solteiro.
 
Sendo a prostituição legalizada depois poderiam disponibilizar ofertas de trabalho nos centros de emprego?
Seria cómico, ora então temos 2 vagas para secretária, 2 vagas para empregada de balcão e 1 vaga para assistente de casa de meninas! lol
 
Há uma norma qualquer que diz que nao se pode negar mais que um ou dois empregos sem se perder o subsidio de desemprego e não tem de ser necessáriamente empregos na mesma área.
Mais engraçado seria uma tipa dar entrada no centro de emprego e as vagas existentes serem nessa área [:D]

Acho que aconteceu há uns meses na Alemanha(?) segundo foi reportado nos media [:)]
 
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Há uma norma qualquer que diz que nao se pode negar mais que um ou dois empregos sem se perder o subsidio de desemprego e não tem de ser necessáriamente empregos na mesma área.
Mais engraçado seria uma tipa dar entrada no centro de emprego e as vagas existentes serem nessa área [:D]

Acho que aconteceu há uns meses na Alemanha(?) segundo foi reportado nos media [:)]


Ahahahahahhaha Uma desempregada chegar a casa:
Desempregada: amor, querido, Já tenho emprego!! Consegui, entro segunda feira.
Marido: Parabéns parabéns minha querida fico feliz, o que importa é arranjares um trabalho, estou mto feliz e em que área é?
Desempregada: Ahhh é para Profissional do sexo. lol
CHOQUE! :sh)
 
Ahahahahahhaha Uma desempregada chegar a casa:
Desempregada: amor, querido, Já tenho emprego!! Consegui, entro segunda feira.
Marido: Parabéns parabéns minha querida fico feliz, o que importa é arranjares um trabalho, estou mto feliz e em que área é?
Desempregada: Ahhh é para Profissional do sexo. lol
CHOQUE! :sh)


Julio Severo: Desempregadas da Alemanha Forçadas a se Prostituir


Desempregadas da Alemanha Forçadas a se Prostituir

BERLIM, Alemanha (LifeSiteNews.com) — Agências noticiosas do mundo inteiro estão contando o caso de uma jovem alemã, técnica qualificada da área de informação, que foi informada de que ela enfrenta a suspensão do auxílio desemprego que ela recebe do governo se ela se recusar a aceitar um “emprego” como prostituta num bordel de Berlim.

A jovem desempregada, cuja identidade não foi revelada, tinha indicado sua disposição de ter ocupações fora de seu campo e que ela já tinha trabalhado numa lanchonete. O jornal Daily Telegraph, da Inglaterra, relatou que a jovem recebeu uma chamada telefônica oferecendo-lhe uma entrevista para um emprego. Ela não percebeu que o “emprego” era prostituição num bordel até que ela telefonou. Depois que a jovem recusou, ela foi avisada pela central de empregos de que os benefícios dela seriam cortados se ela não entrasse na prostituição.

O índice de desemprego na Alemanha alcançou os níveis mais elevados desde a reunificação em 1990 e suas leis de assistência social foram mudadas recentemente. As novas leis de assistência social e a legalização da prostituição combinaram para criar uma situação em que o governo pode “vender” as mulheres para a escravidão sexual.

A lei alemã não mais considera a prostituição — ou, como é chamada, o “comércio sexual” — como imoral ou inerentemente indesejável. Os bordeis alemães legalizados estão começando a se aproveitar das listas nacionais de mulheres desempregadas para “empregá-las” para trabalhar em serviços sexuais. Sob a lei alemã, qualquer mulher com menos de 55 anos, que esteja desempregada há mais de um ano, pode ser forçada a aceitar um emprego disponível ou perder seu auxílio desemprego.“Hoje, não há nada na lei que impeça as mulheres de serem mandadas para a indústria sexual”, disse Merchthild Garweg, advogado de Hamburgo especialista nesses casos. Ele acrescentou: “As novas leis afirmam que trabalhar na indústria sexual não é mais imoral. Assim, empregos nessa indústria não podem ser recusados, sob risco de perda dos benefícios do governo”.
 
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Em 18 de Dezembro de 2004, um jornal alemão, o [FONT=Trebuchet MS,Bookman Old Style,Arial]Tageszeitung[/FONT], publicou um artigo em que dizia que, sendo a prostituição legal na Alemanha, e não havendo na lei uma distinção entre bordel e bar, havia a possibilidade "técnica" de ser canalizada via centro de emprego uma proposta de emprego para um bordel, o que poderia levar, no limite, a que uma pessoa rejeitasse e isso levasse à perda de benefícios sociais.

Foi só isto o que aconteceu, só que a malta conhece a Web e conhece Portugal: a notícia acabou por aterrar por cá, quase dez anos depois, com uns pormenores acrescentados.
 
Em 18 de Dezembro de 2004, um jornal alemão, o Tageszeitung, publicou um artigo em que dizia que, sendo a prostituição legal na Alemanha, e não havendo na lei uma distinção entre bordel e bar, havia a possibilidade "técnica" de ser canalizada via centro de emprego uma proposta de emprego para um bordel, o que poderia levar, no limite, a que uma pessoa rejeitasse e isso levasse à perda de benefícios sociais.

Foi só isto o que aconteceu, só que a malta conhece a Web e conhece Portugal: a notícia acabou por aterrar por cá, quase dez anos depois, com uns pormenores acrescentados.

Realmente os Portugueses para inventar coisas, és tramado.


Outrage After Job Center Suggests Brothel Job for Young Woman in Germany - SPIEGEL ONLINE

'If you don't take a job as a prostitute, we can stop your benefits' - Telegraph
 
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creio que na altura li uma noticia a desmentir essa noticia.
De qualquer modo seria a questão de prever na lei que ninguém seria obrigado a aceitar esse tipo de "trabalho". Olhem um barbudo a ser obrigado a aceitar trabalhar como prostituto num bar gay!!!

dito isto eu sou contra a legalização do proxenetismo, talvez por não gostar da prostituição, talvez por ir lendo por aí que facilita a vida às organização de trafico de prostitutas. A prostituição em si não é ilegal em portugal, mas também veria com bons olhos a solução que tem avançado nos "liberais" paises nordicos, a criminalização dos clientes.
 
Mas criminalizar os clientes não é indiretamente tentar acabar com a prostituição? Sinceramente, em termos práticos não vejo qual a diferença...
Legalmente podemos ter prostitutas a "atacar", mas os clientes cometem um crime se decidirem recorrer aos seus serviços??? Acho que devo estar a perceber alguma coisa mal...:confused:
 
Mas criminalizar os clientes não é indiretamente tentar acabar com a prostituição? Sinceramente, em termos práticos não vejo qual a diferença...
Legalmente podemos ter prostitutas a "atacar", mas os clientes cometem um crime se decidirem recorrer aos seus serviços??? Acho que devo estar a perceber alguma coisa mal...:confused:

Esse tipo de sugestões tem por base a ideia esteriotipada do cliente, que é um homem terrível que "usa" a mulher.

Prostituição forçada já é um crime, não é preciso legislar mais.

Prostituição voluntária resume-se a um acto com o consentimento de 2 adultos. Nada mais.
 
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