Cadeiras de Bebé

A Pallas também tem boa reputação na ADAC, isto também lhe dá alguma credibilidade. Quanto á questão dos cintos, a criança vai segura pelos cintos do carro e ñ pelos da cadeira que esta ñ tem. Ñ estou a dizer que é melhor, só a completar. Mas há uma coisa que já presenciei apesar de ñ saber se os cintos iam bem apertados, foi um bebé com menos de um ano que foi projectado após um despiste de um ligeiro na A1 para bem longe do carro. Isto deixou-me com muito má impressão dos ovos...
 
Última edição:
Ele começou logo com 9 meses.

Ela tem regulação em altura, tem regulação na inclinação, na inclinação da cabeça e no aperto da almofada frontal.

A nível lateral nas almofadas não.

Por acaso foi a melhor compra que fiz a nível de material de bebé.

Tenho que experimentar então. Apesar de existirem opções mais acessíveis, é tentador comprar já uma cadeira que dê "para sempre" (na prática fica mais barata).

Por outro lado, será que de alguma forma ter uma cadeira para a idade/altura/peso específico em detrimento de uma solução mais flexível confere maior conforto e segurança? (Eu sou apoligista de soluções flexíveis atenção, estou tentado a comprar uma cadeira deste género mas só se a relação conforto/segurança face a uma específica for muito semelhante).
 
Acho curioso alguém dizer que uma cadeira pode ir virada para trás com uma criança até aos 23kg.:confused:
É que o meu filho só vai fazer 22 meses e vou ter de virar as cadeiras para a frente pois já me custa ver o miudo com as pernas dobradas.
Ele não se queixa, mas eu noto ao mete-lo na cadeira que ele é obrigado a dobrar as pernas entre a cadeira e o banco do carro.

Há décadas que crianças escandinavas circulam em cadeiras viradas para trás até esse peso e até superiores. Talvez seja possível por serem mais baixas que as portuguesas...

Por lá, é ilegal colocar uma criança virada para a frente em idades precoces, como aqui se vê. Por lá não brincam à segurança infantil. Noutros países da Europa assiste-se a uma evolução nesta área e, mesmo aqui em Portugal, são distribuídos panfletos, produzidos pela Associação para a Promoção da Segurança Infantil, onde consta que só depois dos 4 anos se deve virar uma criança para a frente, num automóvel. Recebi um do pediatra da minha filha.

Está muito bem estabelecida a enorme vantagem em colocar as cadeiras para bebés viradas para trás enquanto for possível, mesmo se provoque o desconforto de viajarem com as pernas dobradas, que é algo pouco importante quando comparado com os efeitos no pescoço de uma criança virada para a frente numa colisão frontal.
 
Por outro lado, será que de alguma forma ter uma cadeira para a idade/altura/peso específico em detrimento de uma solução mais flexível confere maior conforto e segurança? (Eu sou apoligista de soluções flexíveis atenção, estou tentado a comprar uma cadeira deste género mas só se a relação conforto/segurança face a uma específica for muito semelhante).

A minha sugestão é:
- cadeira dos grupos 0/1 (o que permite comprar uma cadeira que permita o uso de costas para a marcha);
- cadeira dos grupos 2/3.

Muitos compram carros com ovo e percebo perfeitamente o porquê, eu próprio já o usei. Até aos 5/6 meses, apartir daí comecei a usar a cadeira de costas viradas para o sentido da marcha e apenas comprei um redutor para aconchegar um nadinha mais a cabeça e pescoço (a catraia é comprida mas esguia). O ovo tornou-se pequeno.

Esqueçam lá a treta que são os produtos "trio", pois raramente se usa a alcofa e sempre se poupa umas coroas valentes (mas eu tinha o conjunto Trio da Chicco e esteve quase sempre encostada e só foi um par de vezes comigo no carro para servir de cama no destino!).

E vejam bem outras formas de transportar a criaturinha. Eu às vezes borrifava-me pró carrinho e até o ovo e levava a rapariga num sling ou no marsúpio (e sempre andava com as mãos livres!). O ovo fica sempre no carro nestes casos.
 
A cadeira virada para trás tb não faz milagres. Imaginem que vão descansados numa AE a 120 na via à direita e subitamente ( salvo sejam) levam um panada de traseira dum doido que vem a a 200 e tal e que se distraiu ao enviar um SMS...

É uma questão de probabilidades. Há tempos li não sei onde que a maioria dos acidentes são laterais e não frontais.
Outro aspecto puramente técnico é que em caso de acidente grave de frente, a pessoa que vai no lugar do morto fica com uma folga bem menor pois tende a estar chegada mais à frente.

Não existem soluções perfeitas e a cadeira virada para trás tb tem os seus compromissos.

Agora faço a pergunta incomoda: vcs conseguem garantir a 100% que um piralho/a a partir de 1 ano consegue ir sossegado virado para trás sem barafustar e sem tirar a parte de cima do cinto? Eu não:sh). A menos que tenha alguém a olhar em permanência.
 
A cadeira virada para trás tb não faz milagres. Imaginem que vão descansados numa AE a 120 na via à direita e subitamente ( salvo sejam) levam um panada de traseira dum doido que vem a a 200 e tal e que se distraiu ao enviar um SMS...

É uma questão de probabilidades. Há tempos li não sei onde que a maioria dos acidentes são laterais e não frontais.
Outro aspecto puramente técnico é que em caso de acidente grave de frente, a pessoa que vai no lugar do morto fica com uma folga bem menor pois tende a estar chegada mais à frente.

Não existem soluções perfeitas e a cadeira virada para trás tb tem os seus compromissos.

Agora faço a pergunta incomoda: vcs conseguem garantir a 100% que um piralho/a a partir de 1 ano consegue ir sossegado virado para trás sem barafustar e sem tirar a parte de cima do cinto? Eu não:sh). A menos que tenha alguém a olhar em permanência.

Deixo aqui uma desmontagem destes "problemas" que surgem logo que se menciona a muito maior segurança das cadeiras viradas para trás (está em inglês - tive que retirar algumas imagens, pelo que o ideal, para quem o quiser ler, é seguir o link). Refiro apenas dois pormenores, que surgem do estudo estatístico das lesões provocadas em crianças, provenientes de acidentes de viação:

1. Aproximadamente 60% dos acidentes são impactos frontais; 20% são impactos laterais (estes são alvo de atenção na nova certificação de cadeiras i-size);

2. Entre os 12 e os 24 meses, estima-se que as cadeiras viradas para trás sejam 532% mais seguras que as restantes. Acima desta faixa de idades, continuam a ser muito mais seguras, pelo que são recomendadas até aos 4 anos.

Dito isto, acho incrível a dificuldade de passar esta preocupação no nosso país. Provavelmente só acontecerá por via de legislação europeia. Uma coisa é ignorar-se que existem opções mais seguras. É infeliz mas fruto de pouca divulgação destes estudos de segurança. Outra coisa inteiramente diferente é saber qual a opção mais segura e não a escolher...


http://csftl.org/rear-facing-car-seat-myths-busted disse:
Rear Facing Car Seat Myths Busted

It’s common knowledge now that rear facing in the car is the safest way for toddlers to ride. As a child passenger safety technician, I’ve heard all of the reasons that parents choose to forward face too early, and I’d like to provide some answers to those questions here. Hopefully, this guide will help keep your child rear facing as long as possible!

Myth #1: My child is too big!

The lovely young lady pictured here is 28 months and in the 90th percentiles for both weight and height at 33 lbs and 37″ tall. She is happily rear facing in a Safety 1st Complete Air
ir
, which has a limit of 40 lbs / 40″. She should easily make it another year comfortably rear facing in this seat.
There are many other seats on the market she would easily fit rear facing in, many (including this one) which run well under $200. Even a child in the 90th percentiles can easily rear face past two years old.


This not-so-little is in the 80th percentile for height at 39″ and 3 years old, and carries the majority of her height in her torso – bad news for outgrowing a car seat. But she is still comfortably rear facing in a Graco My Size 70
ir
, and you can see how much growing room she has (this seat allows rear facing until the child’s head is 1″ from the red adjustment handle).


Myth #2: My child’s legs are too long!

This child is 3 years old, rear facing in a Combi Cocorro
ir
. His height is average, but he carries it ALL in his legs – at just after his 3rd birthday he’s wearing 4T-5T pants for length (thank goodness for adjustable waists!).
Despite his long legs, he doesn’t seem to care about comfort. He’s completely safe as well: leg injuries to rear facing kids are almost non existent.


Here’s another long legged three year old in a seat that is well known for limited rear facing leg room – the Recaro ProRide
ir
. Yet she hasn’t complained whatsoever. She is happy to cross her legs, prop them up on the seat back, or hang them over the sides of the seat.


Myth #3: My child is SO uncomfortable!
Have you ever found your child asleep in a strange position? Upside down on the couch? Hanging halfway off their bed? Asleep at the kitchen table? Kids do this all the time, and there’s a reason for it – their joints are far more flexible than ours are as adults. Nature intended it that way, this flexibility protects kids when they’re finding their balance, learning to walk, falling off playground equipment. It may seem incredibly uncomfortable to think of sitting with legs crossed or propped up for an extended period of time as an adult, but toddlers and preschoolers just really don’t care.


This little one is 35 months, 30 lbs and 35″ in a Diono Radian
ir
. She slept through her family’s entire day trip without a peep, safely buckled in rear facing. Clearly she is tremendously uncomfortable!


Myth #4: My car is too small!

That’s a Porsche. With a rear facing toddler in the back seat. And room for a front seat passenger. Need I say more? There is a car seat that will fit in your small sedan or coupe, I promise. And we CPSTs love a challenge – if your life includes a tiny car that your child needs to ride in, let us help!


Myth #5: My toddler hates rear facing!
The list of things toddlers dislike is lengthy: cereal on the floor, cereal in a bowl, cereal in the wrong bowl, cereal in a bowl at the wrong time, the wrong cereal in the right bowl, the right cereal in the right bowl at the wrong table… the list continues for days. Toddlers are fickle little creatures, full of boundless energy and opinions they can’t always express. Toddlers rarely scream in the car because rear facing is terrible – it’s just as likely they’re screaming because the sky is blue, their cereal was in the wrong bowl at breakfast time, or they just plain don’t like being restrained, regardless of the direction they’re facing. We know that toddlers are exponentially safer rear facing (532% safer from 12-24 months of age [SUB]Inj Prev 2007;13:398-402 doi:10.1136/ip.2006.015115[/SUB]) and just like you wouldn’t let them run into a busy street because they threw a fit about how fun it is to play in traffic – it doesn’t make sense to compromise their safety in the car just because they throw a fit about being stuck in one place for more than fourteen seconds.
Myth #6: My child gets carsick!
This one is tough, it’s almost not a myth because we know there are a lot of kids that really, truly battle motion sickness. To any parent who has ever reduced the outer pieces of their car seat into a pile like this in order to clean puke from all the crevices: we feel for you. A car sick toddler is still extremely vulnerable to serious spinal injuries from forward facing too early, so we bring you some tips from seasoned vomit-warriors to help make your kiddo safe and less likely to lose their lunch.

  • Sea-Bands
    ir
    , available online or in drug stores, use acupressure to help reduce nausea.
  • Eat (or don’t eat) before traveling. Some carsick kids do better on an empty stomach – some with a small snack in their belly. Troubleshoot to figure out what works best for your child and try to plan accordingly.
  • Ginger: Ginger is a well known natural nausea aid and is available in many forms. Ginger candies may pose a choking hazard for younger children – but iced ginger tea is a great substitute and may be helpful for some children.
  • Windows: Sometimes the motion out the side window can aggravate or trigger motion sickness. Try covering the window with a cling-on window shade, or encouraging an older child to look out the back window rather than the side windows.
  • Angle: Always follow the instructions from your car seat manufacturer, but many seats allow for toddlers to sit more upright, which can be a more comfortable position to reduce nausea.
  • For ease of cleanup – consider a large bib, lightweight basin (there are some collapsible models that are perfect for this, or a towel over the child’s torso to help minimize cleanup if all else fails.


Myth #7: Extended rear facing seats are so expensive!

This kiddo is 2.75 years old, rear facing in a Cosco Scenera
ir
that rear faces to 35 lbs and 36″ and costs under $50. Even a seat with lower limits like the Scenera will get most average kids past two years old rear facing. There are several other seat options under $100 that rear face to 40 lbs and 40″ as well. You don’t have to eat beans and rice for six months to be able to afford a seat that will allow for extended rear facing.


Myth #8: My pediatrician said it’s fine.
The American Academy of Pediatrics recommends rear facing until a minimum of two years of age.
This best practice results from the need to support the young child’s posterior torso, neck, head, and pelvis and to distribute crash forces over the entire body. Developmental considerations, including incomplete vertebral ossification, more horizontally oriented spinal facet joints, and excessive ligamentous laxity put young children at risk of head and spinal cord injury. Rear-facing CSSs address this risk by supporting the child’s head and preventing the relatively large head from moving independently of the proportionately smaller neck. [SUB]PEDIATRICS Vol. 127 No. 4 April 1, 2011 pp. e1050 -e1066 [/SUB]
The science is very clear: spinal maturity happens with age, whether a child is 18 months and 20 pounds or 18 months and 30 pounds – their spines are maturing at the same rate and similarly vulnerable to significant injury. Read more

So when can my child ride forward facing?

The minimum is age two, however the ideal is as close to age four as possible. We would all be safer rear facing, but the physiological differences in a child lessen the older they get. By the fourth birthday, spinal ossification is far more mature than a toddler’s, and a child’s head is also much more in proportion with the rest of their body and better able to withstand the forces of a crash. For more about the science behind rear facing, check out our blog post: Why Rear Facing, the Science Junkie’s Guide.


Around here we like to say, “when you know better, you can do better,” so hopefully this guide has given answers to any concerns you may have about rear facing. Keep those Littles riding safely – rear facing as long as possible!
 
Agora faço a pergunta incomoda: vcs conseguem garantir a 100% que um piralho/a a partir de 1 ano consegue ir sossegado virado para trás sem barafustar e sem tirar a parte de cima do cinto? Eu não:sh). A menos que tenha alguém a olhar em permanência.

A minha 1ª tive de a virar para a frente ao ano e meio, porque começava a enjoar em viagens maiores.

O "piqueno" ainda anda virado para trás, e dá-se bem. Além disso, a grande maioria das vezes tem a vigilância da irmã.
 
Agora faço a pergunta incomoda: vcs conseguem garantir a 100% que um piralho/a a partir de 1 ano consegue ir sossegado virado para trás sem barafustar e sem tirar a parte de cima do cinto? Eu não:sh). A menos que tenha alguém a olhar em permanência.

Incomoda e é estranho...

Mas se tens dúvidas, podes sempre recorrer a algo parecido com isto:

4u2c_car.jpg



Quanto às crianças enjoarem quando viajam de costas, isso deve-se mais ao que comem antes da viagem.
 
Deixo aqui uma desmontagem destes "problemas" que surgem logo que se menciona a muito maior segurança das cadeiras viradas para trás (está em inglês - tive que retirar algumas imagens, pelo que o ideal, para quem o quiser ler, é seguir o link). Refiro apenas dois pormenores, que surgem do estudo estatístico das lesões provocadas em crianças, provenientes de acidentes de viação:

1. Aproximadamente 60% dos acidentes são impactos frontais; 20% são impactos laterais (estes são alvo de atenção na nova certificação de cadeiras i-size);

2. Entre os 12 e os 24 meses, estima-se que as cadeiras viradas para trás sejam 532% mais seguras que as restantes. Acima desta faixa de idades, continuam a ser muito mais seguras, pelo que são recomendadas até aos 4 anos.

Dito isto, acho incrível a dificuldade de passar esta preocupação no nosso país. Provavelmente só acontecerá por via de legislação europeia. Uma coisa é ignorar-se que existem opções mais seguras. É infeliz mas fruto de pouca divulgação destes estudos de segurança. Outra coisa inteiramente diferente é saber qual a opção mais segura e não a escolher...

Estudos sobre o que se passa nos US e Canada tem o seu valor obviamente mas não quer dizer que se apliquem por cá em Portugal pais em que se fazem trajectos bem mais curtos no geral. Ninguém disse que é pior usar rear facing pois está comprovado que nos impactos frontais são melhor opção. Já nos laterais é indiferente e nos traseiros são piores logicamente.

Para além disso, tb a variável do carro e pela mesma ordem de ideias existem carros mais ou menos seguros mas nem toda gente pode comprar os mais seguros certamente.

Há sempre um compromisso em tudo o que se faz na vida.
 
sou pai há 8 meses e começou a saga de comprar a cadeirinha para a pirralha, claro está ue os € não abundam e as cadeiras "boas" são caras para xuxu!!! infelizmente!, no entanto, não consigo compreender, que após tantos estudos, testes e sei lá mais o quê, que ainda se ponha em causa a segurança de uma cadeira com isofix e rear facing, comparativamente a todas as outras opções! [8b][8b][8b]
em vez de comprar uns sapatos xpto para mim, compro a cadeira pra pulga, com sorte ainda vêm irmãos e usam a dita cadeira.
mas claro cada um sabe do seu bolso
 
sou pai há 8 meses e começou a saga de comprar a cadeirinha para a pirralha, claro está ue os € não abundam e as cadeiras "boas" são caras para xuxu!!! infelizmente!, no entanto, não consigo compreender, que após tantos estudos, testes e sei lá mais o quê, que ainda se ponha em causa a segurança de uma cadeira com isofix e rear facing, comparativamente a todas as outras opções! [8b][8b][8b]
em vez de comprar uns sapatos xpto para mim, compro a cadeira pra pulga, com sorte ainda vêm irmãos e usam a dita cadeira.
mas claro cada um sabe do seu bolso

Actualmente só tenho cadeiras isofix mas admito que em embates laterais podem ser bem mais perigosas do que as que têm apenas cinto pois a cadeira está solidária com o chassis e em caso de porta para dentro ela não desliza para o lado como uma cadeira sem isofix.

Há sempre um compromisso algures.
 
A Pallas também tem boa reputação na ADAC, isto também lhe dá alguma credibilidade. Quanto á questão dos cintos, a criança vai segura pelos cintos do carro e ñ pelos da cadeira que esta ñ tem. Ñ estou a dizer que é melhor, só a completar. Mas há uma coisa que já presenciei apesar de ñ saber se os cintos iam bem apertados, foi um bebé com menos de um ano que foi projectado após um despiste de um ligeiro na A1 para bem longe do carro. Isto deixou-me com muito má impressão dos ovos...
A ver se percebo: uma cadeira xpto que custa uma fortuna e tem o sistema isofix, a cadeira não vai agarrada ao carro pelos cintos pois tem o isofix, mas a criança não vai agarrada com os cintos da cadeira (pois esta não tem) mas vai agarrada com os cintos do carro?:confused:
 
Há décadas que crianças escandinavas circulam em cadeiras viradas para trás até esse peso e até superiores. Talvez seja possível por serem mais baixas que as portuguesas...

Por lá, é ilegal colocar uma criança virada para a frente em idades precoces, como aqui se vê. Por lá não brincam à segurança infantil. Noutros países da Europa assiste-se a uma evolução nesta área e, mesmo aqui em Portugal, são distribuídos panfletos, produzidos pela Associação para a Promoção da Segurança Infantil, onde consta que só depois dos 4 anos se deve virar uma criança para a frente, num automóvel. Recebi um do pediatra da minha filha.

Está muito bem estabelecida a enorme vantagem em colocar as cadeiras para bebés viradas para trás enquanto for possível, mesmo se provoque o desconforto de viajarem com as pernas dobradas, que é algo pouco importante quando comparado com os efeitos no pescoço de uma criança virada para a frente numa colisão frontal.
Acho que não me fiz entender amigo: eu sou dessa opinião a 100%, tanto que ainda hoje com quase 2 anos o meu filho ainda anda virado para trás. Só o vou virar para a frente não por ele vomitar, não por ele querer soltar-se dos cintos, não por ele berrar, mas sim posque noto que já vai com as pernas muito dobradas. Se eu não sentisse que estaria a colocar a saúde dele em causa, andava assim o máximo de tempo possível[;)].

Agora o curioso, é que trabalho numa empresa com 500 pessoas, e no parque automóvel da empresa, não vejo uma cadeira do grupo 0+/1 virada para trás.
Até no jantar de natal, quando dei boleia a uns amigos, ao entrarem para a carrinha dão de caras com a cadeira virada para trás e ......perguntam-me o porquê e eu de forma serena para não criar discussões, dei a minha opinião. De seguida ouvi de 3 bocas: "eu nunca usei a cadeira virada para trás!"
Calei-me, "peguei na minha bicicleta" e fui-me embora, pois afinal de contas, eu é que estava mal.[;)]
 
A minha sugestão é:
- cadeira dos grupos 0/1 (o que permite comprar uma cadeira que permita o uso de costas para a marcha);
- cadeira dos grupos 2/3.

Muitos compram carros com ovo e percebo perfeitamente o porquê, eu próprio já o usei. Até aos 5/6 meses, apartir daí comecei a usar a cadeira de costas viradas para o sentido da marcha e apenas comprei um redutor para aconchegar um nadinha mais a cabeça e pescoço (a catraia é comprida mas esguia). O ovo tornou-se pequeno.

Esqueçam lá a treta que são os produtos "trio", pois raramente se usa a alcofa e sempre se poupa umas coroas valentes (mas eu tinha o conjunto Trio da Chicco e esteve quase sempre encostada e só foi um par de vezes comigo no carro para servir de cama no destino!).

E vejam bem outras formas de transportar a criaturinha. Eu às vezes borrifava-me pró carrinho e até o ovo e levava a rapariga num sling ou no marsúpio (e sempre andava com as mãos livres!). O ovo fica sempre no carro nestes casos.
Mais uma vez que de discordar amigo.
como já disse acima, comprei o Trio e nunca me arrependi: Como o ovo é grande, o meu filho andou lá até mais de 1 ano. Claro, não fazia viagem nele, estamos a falar de casa-infantário.
Infelizmente, desde os 2 meses de idade do meu filho até aos 7 meses, andei com ele no hospital 2/4 vezes por semana a fazer fisioterapia. neste período andou sempre no ovo+cadeira.

A alcofa eu também sempre disse à minha mulher que toda a gente me dizia que era deitar dinheiro fora, que não servia para nada, blablabla.
Como sempre, as mulheres levam a melhor.
Até aos 4 meses o meu filho ando sempre na alcofa: em vez que andar a "nadar" na cama de grades, dormia confortável na alcofa; ia para a sala cominho e dormia na alcofa, eu ia fazer o jantar e ele ia na alcofa comigo; eu ia para a minha sogra e lá levava a alcofa.
Na minha opinião, andou sempre muito "aconchegado", sempre atrás de mim. Só quando começou a não caber lá é que o tirei. Nessa altura, já foi para a cama de grades.
Comprei um desses cintos XPTO para o puto andar junto ao nosso peito...esqueçam. Transpirava ele e transpirava-mos nós, Era um berreiro. Fez umas 3 viagem da minha casa para a casa do meu pai-300 metros.

Tenho uma migo meu que foi agora pai e como a maioria não quiz comprar alcofa. Então a miúda anda a nadar na cama de grades, como a casa é fria têm medo de meter a miúda na espreguiçadeira e se constipar então, vivem todos no quarto. Eu já lhe disse para ele puxar aguas, luz e gás para o quarto. [:D]

Para não dizerem que sou do contra e que falo por falar, fiz este testamento para comprovar que todas as peças do Trio no meu caso ficaram mais que pagas.[;)]
 
Há décadas que crianças escandinavas circulam em cadeiras viradas para trás até esse peso e até superiores. Talvez seja possível por serem mais baixas que as portuguesas...
Compreendo os estudos todos que existem que demonstram que é mais seguro para os putos andarem virados para trás. Mas questiono-me onde acaba esta deriva da segurança "a todo o custo."

As cadeiras "nórdicas" que permitem andar contra o sentido da marcha entre os 2 e os 4 anos são enormes, têm quase sempre perna e são geralmente presas por fitas aos "carris" do banco da frente. Isso torna-as bastante inconvenientes:

- é complicado usá-las em carros pequenos (mesmo num segmento C dificilmente cabem atrás dum condutor alto sem tocar no banco da frente);
- é complicado levar 3 crianças ou passageiros no banco de trás porque são muito largas (mesmo num segmento C ou D);
- é complicado (ou proibido) usá-las no banco do meio (em caso de acidente a perna pode resvalar).
- é complicado coloca-las nos monovolumes porque tipicamente têm chão falso (e não se pode usar a perna);

Algumas das críticas acima aplicam-se a outras cadeiras, certamente muito seguras e de alta qualidade, mas enormes.

O que é que uma pessoa que tem 3 filhos é suposto fazer? Comprar um carro de 7 lugares, 2 dos quais dificilmente são apropriados a cadeiras e nunca foram testados num crash test, e que mesmo assim não servem para esse tipo de cadeiras. E depois admiram-se da malta ter só um filho (protegido e mantido numa redoma), e no máximo dos máximos ter dois.

Foi preciso a BMW lançar um mono volume de 7 lugares (altamente criticado pelos fans da marca) para eu ver uma única foto num press release com 3 cadeiras lado a lado, e uma única frase sobre isso.
Para todos os outros, o problema aparentemente não existe e vendedores de carros e de cadeiras ficam parvos a olhar para nós.
 
A minha 1ª tive de a virar para a frente ao ano e meio, porque começava a enjoar em viagens maiores.

O "piqueno" ainda anda virado para trás, e dá-se bem. Além disso, a grande maioria das vezes tem a vigilância da irmã.

O pastis acha que o mundo está todo errado, na suécia que já usam o rear face á mais de 40 anos com resultados bastante positivos, e com uma % de sobrevivência muito maior do que os que usam a cadeira voltada para a frente...

A minha filha passou agora a andar virada para a frente, com 4 anos e 4 meses e 18 Kg's .. e nunca enjou, fez birra ou o quer que seja por ir voltada para trás. E só passou a ir virada para a frente porque a minha esposa está gavida e não pode andar a pegar com 18 kg para a sentar na cadeira.

No meu carro ainda anda voltada para trás, porque ainda está dentro do limite (<25 Kg's) e porque a cadeira só dá para estar montada rear-face.

Para o carro da minha mãe, comprei esta na amazon:
CYBEX SILVER Kinderautositz Solution X-fix, Gruppe 2/3 (15-36 kg), Kollektion 2015, pure black: Amazon.de: Baby
 
A ver se percebo: uma cadeira xpto que custa uma fortuna e tem o sistema isofix, a cadeira não vai agarrada ao carro pelos cintos pois tem o isofix, mas a criança não vai agarrada com os cintos da cadeira (pois esta não tem) mas vai agarrada com os cintos do carro?:confused:

A Pallas 2 vai agarrada ao carro pelo isofix, e a criança vai presa á cadeira pelo cinto do carro. Como tem isofix os cintos do carro somente seguram a criança e ñ a criança e a cadeira, que é o que acontece com as cadeiras sem isofix. A Pallas 2 também ñ tem aquele "cinto" que vai prender ás costas dos bancos na zona da mala.
Repito que ñ estou a defender se isto é melhor ou ñ, apenas a comprei pela influência da DECO, dos testes de segurança, por me parecer mais prática que as restantes e por dar até aos 12anos. A longo prazo parece-me sair mais barata.
 
O facto das crianças terem que dobrar as pernas não significa que estejam apertadas ou desconfortáveis. E ainda por cima, em caso de impacto, com as pernas dobradas a força de impacto não é tão absorvida pelo corpo como se estivesse com as pernas esticadas na altura do embate..

Agora, se tem inconvenientes ? Tem, eu tenho que andar mais apertado (tenho 1,82m) e o banco do miudo fica encostado ao meu. Para ficar bem seguro, demora bastante tempo. É um pouco largo, mas que é seguro, não tenho dúvidas. Nem eu nem todas as APSI´s que estudam estas problemáticas há anos..
Todas as pessoas ligadas à segurança infantil com quem trabalho sempre me deram "sermões" sobre a importância do rear face até ao maximo tempo que ele aguentar.. Se for sempre habituado a ir assim, nunca vai pedir para ir virado para a frente..[;)]

É uma questão de hábito e não conhecer a variedade de opções..[;)]
 
...

Agora faço a pergunta incomoda: vcs conseguem garantir a 100% que um piralho/a a partir de 1 ano consegue ir sossegado virado para trás sem barafustar e sem tirar a parte de cima do cinto? Eu não:sh). A menos que tenha alguém a olhar em permanência.

O meu com 20 meses, felizmente, ainda se aguenta bem virado para trás... vamos ver até quando...

Mas em quanto puder, ele irá virado de costas para a marcha...
 
Estudos sobre o que se passa nos US e Canada tem o seu valor obviamente mas não quer dizer que se apliquem por cá em Portugal pais em que se fazem trajectos bem mais curtos no geral. Ninguém disse que é pior usar rear facing pois está comprovado que nos impactos frontais são melhor opção. Já nos laterais é indiferente e nos traseiros são piores logicamente.

Até nos embates traseiros a cadeira protege melhor o infante. A menos que o carro encolha tanto que afecte a célula de segurança e espaço da criança. Mesmo neste tipo de impactos, as forças são menores, o que evita lesões.

O pior mesmo são os embates laterais, mas aqui neste particular trata-se de um pequeno defeito intríseco da nossa constituição física. E deve-se à fragilidade que há na ligação entre os dois hemisférios do nosso cérebro e até na estrutura óssea do crânio. Estamos equipados para suportar fortes embates com a testa e com a parte de trás da nuca, mas não em embates nas fontes. Dou como exemplo os combates de boxe, onde a forma mais fácil de mandar um tipo ao chão é aplicar-lhe um murro na lateral (e que já causou a morte a alguns...).


Tenho uma migo meu que foi agora pai e como a maioria não quiz comprar alcofa. Então a miúda anda a nadar na cama de grades, como a casa é fria têm medo de meter a miúda na espreguiçadeira e se constipar então, vivem todos no quarto. Eu já lhe disse para ele puxar aguas, luz e gás para o quarto. [:D]

Já ouviram falar em intercomunicadores ?

Até há com sensores de sinais vitais e movimentos respiratórios, para os mais hipocondriacos... [:D]

Os putos vão sempre nadar, não param quietos durante o sono, a menos que estejam amarrados. Para as camas de grades, há resguardos; camas de criança / solteiro / casal existem grades e também podemos usar as paredes para evitar quedas


As cadeiras "nórdicas" que permitem andar contra o sentido da marcha entre os 2 e os 4 anos são enormes, têm quase sempre perna e são geralmente presas por fitas aos "carris" do banco da frente. Isso torna-as bastante inconvenientes:

- é complicado usá-las em carros pequenos (mesmo num segmento C dificilmente cabem atrás dum condutor alto sem tocar no banco da frente);

Tens piada... Mas o que dizes é meia verdade...

Usei a minha cadeira de costas para a estrada num Punto de 1998 e nunca se fez concessão no espaço, seja para o passageiro da frente ou para a cadeira. Apenas no Clio I tive de fazer um pequeno ajuste. Mais pequeno que aquele que tive de fazer num MB Classe C. No Mégane II 4 portas sobrava espaço com fartura.



- é complicado levar 3 crianças ou passageiros no banco de trás porque são muito largas (mesmo num segmento C ou D);

Depende do veículo. É normal que não caiba num BMW ou Audi ou até MB, que são carros algo acanhados nas suas classes.

Mas experimenta comprar um C5 ou Mondeo ou, melhor ainda, um monovolume de tamanho médio tipo Scénic, Picasso ou C-Max. Vais ficar espantado quando vires que nestes últimos consegues colocar três cadeiras lado a lado... E não foi preciso vir a BMW demonstrar o que quer que seja, a solução já existe há muito tempo, muito antes da BMW se meter a construir "autocarros".


- é complicado (ou proibido) usá-las no banco do meio (em caso de acidente a perna pode resvalar).

É escolher o sistema de retenção mais adequado para o carro, salvaguardando o superior interesse da criança. Se calhar custa uns euros valentes mas quanto vale a saúde e vida dos nossos petizes ?


- é complicado coloca-las nos monovolumes porque tipicamente têm chão falso (e não se pode usar a perna);

Os monovolumes são precisamente o tipo de veículos que mais se adequam ao transporte de várias cadeiras de bebé. Pelo espaço, pela facilidade de acesso, pelo piso plano, entre outras.


Algumas das críticas acima aplicam-se a outras cadeiras, certamente muito seguras e de alta qualidade, mas enormes.
As cadeiras são enormes precisamente com o intuito de terem pontos de absorção de energia e susterem o frágil corpo nos embates. E sim, não são propriamente baratas mas desengane-se que as mais caras são forçosamente as melhores no que toca a embates.



O que é que uma pessoa que tem 3 filhos é suposto fazer? Comprar um carro de 7 lugares, 2 dos quais dificilmente são apropriados a cadeiras e nunca foram testados num crash test, e que mesmo assim não servem para esse tipo de cadeiras. E depois admiram-se da malta ter só um filho (protegido e mantido numa redoma), e no máximo dos máximos ter dois.

Não, não precisas de comprar um carro grande ou com muitos lugares, a menos que precises mesmo. E nesses casos, podes sempre recorrer a furgões de 9 lugares, sempre oferecem mais espaço.

Na maior parte dos casos, uma criança ou mesmo duas, não obriga a troca de veículo. Há soluções de transporte adequadas, basta saber procurar ou informar-se. Só em casos muito particulares é que há essa necessidade.


Foi preciso a BMW lançar um mono volume de 7 lugares (altamente criticado pelos fans da marca) para eu ver uma única foto num press release com 3 cadeiras lado a lado, e uma única frase sobre isso.
Para todos os outros, o problema aparentemente não existe e vendedores de carros e de cadeiras ficam parvos a olhar para nós.

A BMW não veio provar nada. Aliás, a BMW usa essa foto em benefício próprio, pois quem tem um BMW sabe que é complicado levar mais do que 2 sistemas de retenção no banco de trás. Até num Série 5...

A BMW só está a dizer que finalmente é possível colocar três cadeiras num banco de trás de um modelo da marca. Apenas e só. Muitas outras propostas de outras marcas já o permitem. Há muito tempo. Podem é não oferecer o estaturo de um logotipo como o da hélice Bávara... [:p]
 
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