[Política] Autárquicas 2013

Ontem, 1 de Outubro, parece que foi o dia do Idoso. Mas numa autarquia qualquer do distrito de Aveiro o dia do idoso foi convenientemente antecipado uns 15 dias, para permitir ao presidente e re-candidato oferecer um passeio gratuito aos velhotes que ocupou nada mais nada menos que 33 autocarros. Tudo oferta da Camara Municipal. Resta dizer que em 2012 o dia do idoso foi comemorado no dia certo e limitou-se a um espectáculo de variedades do cine-teatro lá da terra.
O re-candidato foi re-eleito! mas por uma margem apertada. Aí uns 10 autocarros de diferença!
[:)][:)]

Jogada suja [8b] mas a culpa também é dos idosos.

Votei Rui Rio para um sitio no centro do país.
 
Ontem, 1 de Outubro, parece que foi o dia do Idoso. Mas numa autarquia qualquer do distrito de Aveiro o dia do idoso foi convenientemente antecipado uns 15 dias, para permitir ao presidente e re-candidato oferecer um passeio gratuito aos velhotes que ocupou nada mais nada menos que 33 autocarros. Tudo oferta da Camara Municipal. Resta dizer que em 2012 o dia do idoso foi comemorado no dia certo e limitou-se a um espectáculo de variedades do cine-teatro lá da terra.
O re-candidato foi re-eleito! mas por uma margem apertada. Aí uns 10 autocarros de diferença!

Aqui no norte aconteceu o mesmo, mas acho que não encheram 33 autocarros. Mas ainda bem, pois a junta perdeu, e não teria havido ramboia.
 
Quem é que decidiu acabar com o bairro São João de Deus, o Casal Ventoso do norte?

Quando isso aconteceu já lá estava o Rio mas foi mesmo no principio do seu mandato.

O que lhe deu lugar?

Eu não vejo com maus olhos deitar abaixo bairros com lucros em perspectiva como o Aleixo, o país precisa deles mais que nunca.
 
Última edição:
Olá
Uma dúvida:
Se os Partidos Políticos recebem um determinado valor ( subvenção) por cada voto ( brancos e nulos incluídos), o que recebe uma candidatura indepenedente?
 
Quem é que decidiu acabar com o bairro São João de Deus, o Casal Ventoso do norte?

Quando isso aconteceu já lá estava o Rio mas foi mesmo no principio do seu mandato.

O que lhe deu lugar?

Eu não vejo com maus olhos deitar abaixo bairros com lucros em perspectiva como o Aleixo, o país precisa deles mais que nunca.

A destruição do bairro do Aleixo para, no seu lugar serem construídas habitações de luxo pode ter uma históia «pouco clara» para contar...é que, no negócio, estará o filho de Duarte Lima....:sh)
 
Olá
Uma dúvida:
Se os Partidos Políticos recebem um determinado valor ( subvenção) por cada voto ( brancos e nulos incluídos), o que recebe uma candidatura indepenedente?

Se não estou a fazer confusão, esse valor a que te referes é atribuído com base nas eleições legislativas, e não nas autárquicas. E conta apenas os votos obtidos, excluindo os brancos e nulos.

Artigo 5.o
Subvenção pública para financiamento dos partidos políticos

1 — A cada partido que haja concorrido a acto eleitoral, ainda que em coligação, e que obtenha representação na Assembleia da República é concedida, nos termos dos números seguintes, uma subvenção anual,desde que a requeira ao Presidente da Assembleia da República.
2 — A subvenção consiste numa quantia em dinheiro equivalente à fracção 1/135 do salário mínimo mensal nacional por cada voto obtido na mais recente eleição de deputados à Assembleia da República.
http://www.dre.pt/pdf1s/2003/06/140A00/35983604.pdf
 
"Não podemos coligar-nos com alguém que fez uma campanha contra os partidos", afirmou Basílio Horta ao Expresso, justificando desta forma a opção de se coligar com o PSD para governar a Câmara de Sintra.

Basílio almoçou hoje com Pedro Pinto, o candidato social-democrata, que ficou em terceiro lugar na votação de domingo, a seguir a Marco Almeida, o independente saído das hostes do PSD e que recolheu apenas menos dois mil votos do que agora o vencedor socialista.

Basílio Horta e Pedro Pinto estão em conversações com o PCP para tentar alargar o acordo e assim garantir uma maioria na Câmara."
Em Basílio coliga se com PSD em Sintra - Expresso.pt
:confused:
 
(...)
Que o PCP ganhou, mas foi mais um recuperar do que tinha.
(...)

Concordo com o post na generalidade no entanto a CDU ao recuperar a câmara de Loures ao PS e a de Silves no Algarve ao PSD zona onde há muito tinha perdido influência em voto é de assinalar o restante (retirar voto ao PS) também não é verdadeiramente fácil mesmo em eleição local.
 
A destruição do bairro do Aleixo para, no seu lugar serem construídas habitações de luxo pode ter uma históia «pouco clara» para contar...é que, no negócio, estará o filho de Duarte Lima....:sh)

E qual o problema de deitar abaixo habitações degradadas em favor de habitações de luxo?

A mim, não me incomoda nada. [:cool:]
 
Olhando para esse mapa, o que me vem logo à cabeça é como este pequeno país tem tanto concelho.

Eu não critico haver tantos concelhos. Critico é haver juntas de freguesia nas localidades. Para quê? O que se trata numa junta de freguesia que não se podia tratar diretamente na câmara municipal da localidade?

Mas basicamente somos um país de "velhos do restelo" avessos a mudanças. Por isso, e mesmo a definhar, nada se muda por aqui sem contestação.
 
Também nunca percebi a alegria (depois de anos de barulho e revoltas) das pessoas quererem Municípios de Vizela e Trofa.

Eu se fosse de Vizela queria Guimarães.

Trofa? Para quê?
Espanta-me Aves não se ter separado também de Santo Tirso.

Especialmente no interior há imensos Municípios que deviam ser unidos.
Barrancos por exemplo não faz sentido nenhum.

Terras de Basto idem: Celorico, Cabeceiras, Mondim e Ribeira de Pena deviam ser um, talvez com sede no Arco de Baúlhe.

As Nossas ilhas, nenhuma ilha devia ter mais de uma CM!!!
 
Não faz sentido para a população que se encontra no litoral e/ou não compreende a realidade local.

Se em própria malha urbana de escala como é o exemplo de Lisboa só muito recentemente houve um (re)desenhar da linha de freguesia qual é o factor moral de diferenciação para localidade que pouco ou nada de presença estatal lhe é dada.

Não considero a fronteira luso-espanhola no interior como ambição máxima do país para a população ai residente.
 
Eu não critico haver tantos concelhos. Critico é haver juntas de freguesia nas localidades. Para quê? O que se trata numa junta de freguesia que não se podia tratar diretamente na câmara municipal da localidade?

Mas basicamente somos um país de "velhos do restelo" avessos a mudanças. Por isso, e mesmo a definhar, nada se muda por aqui sem contestação.

A reforma administrativa, em vez de acabar com as juntas de freguesia, devia ter acabado com tantos concelhos, agrupando-os. As JF, especialmente no interior, são os unicos serviços públicos perto da população.
 
A reforma administrativa, em vez de acabar com as juntas de freguesia, devia ter acabado com tantos concelhos, agrupando-os. As JF, especialmente no interior, são os unicos serviços públicos perto da população.

Que não têm razão de existir nas localidades onde existem as CM.
 
"O ainda presidente da Associação Nacional de Municípios (ANMP), Fernando Ruas, diz à Renascença ter ficado surpreendido com a dimensão da derrota eleitoral do seu PSD.

O autarca cessante de Viseu sustenta que alguns desentendimentos pontuais em algumas localidades levaram à dimensão da derrota social-democrata. “A mim também parecia, embora houvesse um voto de protesto nestas eleições, que o resultado não fosse este”, confessa.

“Não contei naturalmente com estes desaguisados que aconteceram no seio do próprio PSD. Veja-se a quantidade de câmaras emblemáticas em que a derrota podia ter sido evitada e transformaria o aspecto geral numa outra coisa: Gaia, Porto, Sintra, todas câmaras que foram perdidas por divisão dos elementos afectos ao PSD”, exemplifica.

Fernando Ruas, ao contrário de outras leituras que sugerem uma mudança de rumo e de políticas, diz que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, deve seguir o caminho em que acredita.

“O castigo que o primeiro-ministro e muitos de nós acham injusto já foi dado, portanto, se eu estivesse no lugar do primeiro-ministro convencido de que este é o caminho certo, naturalmente agora não me desviava”, afirma o autarca.

“Se o primeiro-ministro quisesse tê-lo-ia feito antes das eleições autárquicas e não o fez, e mais, teve a frontalidade, em todas as declarações que fez, que eu vi durante a campanha, ter sido sempre nesse registo”, acrescenta ainda Fernando Ruas.

O primeiro-ministro e líder do PSD, Pedro Passos Coelho, reconheceu no domingo que o partido teve uma "derrota eleitoral nacional" nas autárquicas, não chegando ao objectivo de manter a presidência da Associação Nacional de Municípios Portugueses."Em Municípios surpreendidos com dimensão da derrota social-democrata - Renascença :rolleyes:
 
No início do Século XIX havia muito mais concelhos, alguns actuais eram 3 ou 4.

Deve haver uma reorganização.

Assim como Lisboa e Porto podiam avançar para um modelo de Prefeitura.

Especialmente o Porto, que está esmagado pelos vizinhos.

Não faz qualquer sentido Matosinhos não ser Porto e Campanhã ser.
 
No início do Século XIX havia muito mais concelhos, alguns actuais eram 3 ou 4.

Deve haver uma reorganização.

Assim como Lisboa e Porto podiam avançar para um modelo de Prefeitura.

Especialmente o Porto, que está esmagado pelos vizinhos.

Não faz qualquer sentido Matosinhos não ser Porto e Campanhã ser.

Pois. O pior é convencer os munícipes disso.[;)]
 
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