Não levem a mal, acho bem que as marcas inovem esteticamente, mas a única que eu vejo realmente a seguir novos caminhos é a bmw, com o flame surfacing, e pelo menos no mundo do design automóvel, a malta jovem deixou-se impressionar e começa a fazer escola.
Mesmo assim, ainda há muito espaço para evoluir na bmw, mas ao que parece a próxima geração de BM's vai abandonar essse estilo e apresentar algo novo.
Quanto à Audi... foi a referência estilistica na 2ª metade dos anos 90. Fez escola. A estética, apesar de sóbria, era proporcionalmente correcta, baseado na horizontalidade das linhas e bastante geometrizado. Mesmo algo assim tão racional, foi capaz de criar paixões como o audi TT.
Mas depois, já com o Walter da silva, começaram a aparecer linhas obliquas, pequenas ondulações nos faróis e lá se foi a inspiração clássica. Quis acrescentar dinamismo, diz ele, mas acho que está a seguir o caminho errado!
Pior, pior só a mercedes. Certo que eles precisavam de inovar, mas a estética foi "enriquecida" com tantos detalhes, que passou só a haver ruido visual. Então as versões AMG com aqueles adereços quase que começam a entrar no reino do kitsch e do piroso
E as proporções continuam a estar esquisitas quando vistos de perfil.
Já não existem linhas rectas que dêem estrutura visual ao carro. Tudo é dinâmico e curvilineo, mas algo confuso.
Se retirarmos a grelha e os simbolos, somos incapazes de os identificar como mercedes, e como já disseram por aqui, algumas pessoas quando os vêem por breves moments até os identificam como modelos coreanos.
A Mercedes para mim, está mesmo a precisar de uma reviravolta e apanhar um novo Bruno Sacco para devolver a ordem à caótica Mercedes.
A sorte deles é a grelha que continua a ser o elemento identificador de qualquer mercedes. é um elemento estético tão forte que até os chineses a utilizam nas suas cópias rascas.
Mesmo assim, ainda há muito espaço para evoluir na bmw, mas ao que parece a próxima geração de BM's vai abandonar essse estilo e apresentar algo novo.
Quanto à Audi... foi a referência estilistica na 2ª metade dos anos 90. Fez escola. A estética, apesar de sóbria, era proporcionalmente correcta, baseado na horizontalidade das linhas e bastante geometrizado. Mesmo algo assim tão racional, foi capaz de criar paixões como o audi TT.
Mas depois, já com o Walter da silva, começaram a aparecer linhas obliquas, pequenas ondulações nos faróis e lá se foi a inspiração clássica. Quis acrescentar dinamismo, diz ele, mas acho que está a seguir o caminho errado!
Pior, pior só a mercedes. Certo que eles precisavam de inovar, mas a estética foi "enriquecida" com tantos detalhes, que passou só a haver ruido visual. Então as versões AMG com aqueles adereços quase que começam a entrar no reino do kitsch e do piroso
E as proporções continuam a estar esquisitas quando vistos de perfil.
Já não existem linhas rectas que dêem estrutura visual ao carro. Tudo é dinâmico e curvilineo, mas algo confuso.
Se retirarmos a grelha e os simbolos, somos incapazes de os identificar como mercedes, e como já disseram por aqui, algumas pessoas quando os vêem por breves moments até os identificam como modelos coreanos.
A Mercedes para mim, está mesmo a precisar de uma reviravolta e apanhar um novo Bruno Sacco para devolver a ordem à caótica Mercedes.
A sorte deles é a grelha que continua a ser o elemento identificador de qualquer mercedes. é um elemento estético tão forte que até os chineses a utilizam nas suas cópias rascas.