Audi Q5 II (2016)

Acho que esse azul favorece bastante o carro. Só tenho dois defeitos a apontar, a traseira está quase igual e o interior.

Que venha o SQ5.
 
A nova linha dos ombros dá um ar muito mais musculado, tal como no A5. A grelha fá-lo parecer mais baixo e largo. De resto é o esperado, não desilude, não entusiasma, não deixando de ter o seu apelo.
 
Audi-Q5-2016-Sitzprobe-1200x800-03488fdefe69fd6c.jpg
Audi-Q5-2016-Sitzprobe-1200x800-b82d9715a1dbfbd7.jpg
Audi-Q5-2016-Sitzprobe-1200x800-ca7ebdb09bd55a90.jpg
Audi-Q5-2016-Sitzprobe-1200x800-2c8286fdce2d2099.jpg
Audi-Q5-2016-Sitzprobe-1200x800-6890d8e50df1769c.jpg
Audi-Q5-2016-Sitzprobe-1200x800-6bf389b48ecdc056.jpg
 
Depois abre um diário de bordo!
Ainda vou tentar baixar mais um pouco à proposta, já tenho 2, uma claramente superior, vou ver se o outro consegue bater. Depois são 3 meses à espera. Vou continuar a andar mais de A5, mas conduzo o F-Pace ao fim-de-semana.
Por acaso já reparei que não há nenhum diário de bordo do F-Pace. Este será um 20d Rwd, já fiz test drive e chega perfeitamente, para além de que continuo a preferir caixa manual.
 
A minha opinião sobre o estilo do Q5 vai neste sentido:

Paris 2016: Crisp Skoda Kodiaq clobbers confused Audi Q5


The running order as you walk across the floor of the Paris Motor Show goes Audi, VW, Seat, Skoda, as if to reinforce the pecking order within the VW Group. Or perhaps to maximise the clear space between the freshly unveiled Skoda Kodiaq and Audi Q5. The supposedly budget Czech brand has produced a chiselled and imposing new seven-seat SUV, with sufficient presence to give the Volvo XC90 a fright. The Q5, by contrast, is such a self-referential muddle of Audi cues that it risks disappearing up its own exhaust pipe.



That exhaust pipe, by the way, is fake. Chrome-rimmed slots at the lower edge of the Q5’s rear valance look like big-bore exhausts but aren’t – the real twin pipes curve away apologetically out of sight.



There’s no such fakery apparent on the Skoda. Where there is sleight of hand – for example in the alternating gloss and matt stripes that extend the pattern of the grille across the central slab of the nose-mounted radar – it’s done for a reasonable purpose. Disguise on the Skoda is preferable to dishonesty on the Audi.



It’s also hard to defend Audi’s jumble of wandering curves in the face of the Kodiaq’s linear certainty. Both cars boast a clamshell bonnet, for example, with a cutline that runs aft and becomes a crisp feature line running all the way to the rear. The meeting of a cut and a crease is never especially comfortable – suggestive of a stressed surface coming apart at the seams – but by adding a distinct downward droop the Q5 gains the additional unwelcome hint of melting.



Clearly the Q5’s wavy feature line is intended to echo the old, and handsome, A5, and in turn to acknowledge the blistered arches of Audi’s rallying past. But the Q5 fails to deliver that nod cleanly because its shoulder surface is fuller than its flanks – entirely the wrong way around. If a Renault Twingo can carry off a hint of boxed arches with more conviction than an Audi, something is clearly amiss.



Equally, something is seriously amiss when a budget brand can show a premium brand how to create a feeling of solid prestige. Perhaps the Skoda and Audi design teams need to trade places for a while.

in CarDesignNews


Bem...
Os mais recentes Audi Q7, Q2, A4, A5, TT, R8 e agora este Q5 vou colocá-los num grupo à parte na evolução da linguagem visual da Audi. Uma espécie de estrada sem saída para o estilo Audi.
Todos eles foram mais ou menos definidos pelo antecessor do Marc Lichte, o Wolfgang Egger.
O trabalho efectuado pelo Egger está muito longe de ter sido brilhante, e até convincente. Por isso apresentaram-lhe a porta de saída. Basta referir que o novo Q7 que agora temos é na realidade um restyling da proposta inicial, o que atrasou o lançamento do carro. E se o que temos é o restyling...

Por isso coloco o Q7 e os outros que referi num período de transição.
Ou seja, o Lichte já não podia fazer muito por eles, pois os produtos já estariam com design "congelado" ou em avançado estado de desenvolvimento com a sua entrada ao serviço em 2013, o que limita bastante intervenções para "corrigir" o estilo do carro. Basta pensar que redesenhar um painel obrigaria a uma nova prensa na linha de produção, pelo que os custos para redesenhar todos estes produtos seriam incomportáveis.

Os novos produtos da era Lichte, previstos pelos concepts Prologue, deverão iniciar-se com o sucessor do A8, se não estou em erro. Não é nenhuma revolução, mas pelo menos prometem andar com a marca para a frente de forma muito mais convincente que os últimos modelos apresentados, que parecem ter estagnado no tempo.
As minhas dúvidas recaem sobre o caminho para crossover/SUV, também antecipados pelos concept e-tron e h-tron, que me parecem algo rebuscados demais, sobretudo na definição das frentes.
Mas esperar para ver.
 
Eu definiria o estilo deste Q5 utilizando a expressão técnica "uma cagada"[:D]

E tenho muitas dúvidas da qualidade made in mexico...
 
Os Q da Audi estão cada vez mais próximos de carrinhas altas do que do conceito que lhes deu origem.


A frente deste Q5 é muito fraquinha.

Concordo plenamente com a primeira observação.

Porém, para mim e para a minha utilização, é um ponto positivo.

Disclaimer: Não estou minimamente interessado em comprar nenhum SUV (ok excepto o Macan se ganhar a lotaria.)
 
A minha opinião sobre o estilo do Q5 vai neste sentido:



in CarDesignNews


Bem...
Os mais recentes Audi Q7, Q2, A4, A5, TT, R8 e agora este Q5 vou colocá-los num grupo à parte na evolução da linguagem visual da Audi. Uma espécie de estrada sem saída para o estilo Audi.
Todos eles foram mais ou menos definidos pelo antecessor do Marc Lichte, o Wolfgang Egger.
O trabalho efectuado pelo Egger está muito longe de ter sido brilhante, e até convincente. Por isso apresentaram-lhe a porta de saída. Basta referir que o novo Q7 que agora temos é na realidade um restyling da proposta inicial, o que atrasou o lançamento do carro. E se o que temos é o restyling...

Por isso coloco o Q7 e os outros que referi num período de transição.
Ou seja, o Lichte já não podia fazer muito por eles, pois os produtos já estariam com design "congelado" ou em avançado estado de desenvolvimento com a sua entrada ao serviço em 2013, o que limita bastante intervenções para "corrigir" o estilo do carro. Basta pensar que redesenhar um painel obrigaria a uma nova prensa na linha de produção, pelo que os custos para redesenhar todos estes produtos seriam incomportáveis.

Os novos produtos da era Lichte, previstos pelos concepts Prologue, deverão iniciar-se com o sucessor do A8, se não estou em erro. Não é nenhuma revolução, mas pelo menos prometem andar com a marca para a frente de forma muito mais convincente que os últimos modelos apresentados, que parecem ter estagnado no tempo.
As minhas dúvidas recaem sobre o caminho para crossover/SUV, também antecipados pelos concept e-tron e h-tron, que me parecem algo rebuscados demais, sobretudo na definição das frentes.
Mas esperar para ver.

É uma pena ver o percurso de design da Audi. Elegância sublime nos anos 90 que soube evoluir na agressividade nos primeiros anos do novo milénio terminando na autêntica caricatura na actualidade.
 
E tenho muitas dúvidas da qualidade made in mexico...

Se há coisa que o Grupo VW sempre conseguiu fazer foi definir os padrões que quer e produzir, em qualquer lado, de acordo com eles. O Made in Mexico será irrelevante, tudo depende do que eles quiseram aquando do desenvolvimento industrial fazer/gastar...
 
Voltar
Superior