Taurus
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não creio, mas respeito, e conhecer não implica perder personalidade.
Desde que não uses o conhecimento para manipular a pessoa lá está [
És um clone porreiro [
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não creio, mas respeito, e conhecer não implica perder personalidade.
6 letras.estamos no cú da europa por algum motivo...
ficam os meus principios, muitos deles conhecidos provavelmente, afinal de contas não inventei o mundo.
carência & excesso de dificuldade <> auto estima
a valorização pessoal vem da dificuldade ultrapassável, e tanto o que é fácil como o que é demasiado difícil para ser feito pouco ou nada contribuem para ela, pelo contrário.
carência de dificuldade: jogador dum grande português na 3ª divisão.
excesso de dificuldade: jogador da 2ª divisão B num grande clube europeu.
dificuldade ultrapassável/desejada: jogador dum grande português num grande europeu.
cultura <> necessidade de aceitação do grupo
quantos mais conhecimentos alguém tiver mais independente vai ser do que a maioria pensa, medina carreira e roubini por exemplo.
exagero <> afecto
quem pratica stance, ou os rappers por exemplo, o que procuram com as suas atitudes é, inconscientemente, afecto, alguém afectivamente preenchido é tendencialmente discreto a meu ver (diferente de ser carneiro).
expectativas <> alegria
quanto mais se sonha com algo maiores são as probabilidades de ocorrer uma desilusão quando o desejo for realizado (se algum dia fôr).
analisar as razões das características (em vez destas ou a pessoa, ser ou coisa) = ganhos
mais facilmente se muda alguém percebendo as razões da sua arrogância que simplesmente rotulando-a como arrogante.
todos podem ser diferentes, basta perceber como e fazer por isso.
progressividade = êxito
mais facilmente um treinador de futebol tem sucesso num clube grande vindo dum médio que dos juniores.
variedade = isenção & satisfação
não me ocorre nenhum exemplo simples para a isenção, mas fica uma tentativa para a satisfação: quantas mais posições sexuais se experimentar mais gozo se vai obter de cada uma delas. uma das caracteristicas do corpo humano é a tolerância, quanto mais se experimenta mais se precisa para obter o efeito inicial, como quando um gajo é novo e se entusiasmo com qualquer par de peitos, coisa que em regra diminui com o natural correr da vida, onde se inclui a sexual/amorosa.
variedade <> necessidade
também não me ocorre nenhum exemplo de momento.
estou bastante cansado.
= means directamente proporcional; <> inversamente proporcional
se a manipulação tiver fins positivos não considero manipulação, mas aqui entra a interpretação de cada um, a língua portuguesa dá pano para mangas.Desde que não uses o conhecimento para manipular a pessoa lá está []
És um clone porreiro []
não.Já agora, ulrich da familia do banqueiro?
se a manipulação tiver fins positivos não considero manipulação, mas aqui entra a interpretação de cada um, a língua portuguesa dá pano para mangas.
pensei que te referisses a outra coisa qualquer no post inicial mas enganei-me.
dizes isso baseado em?
estamos em ondas diferentes acho (not ironic).Um pouco nisto .
"contem algumas coisas, nomeadamente há quanto tempo o fazem, que meios usam e para que fins vos foi benéfico."
6 letras.
sim, o exagero é uma procura inconsciente de reconhecimento.Stance e rappers procuram afecto? What the....?
Outra filosfia: ignorancia, ou seja, desconhecimento ou falta de cultura sobre determinado assunto, pode resultar em generalizaçoes nao benéficas []
respondido o que faltava.variedade = isenção
quanto maior o todo, mais isento o juizo de valor em relação a cada parte.
por exemplo sou bastante isento no juizo que faço de cada um dos amigos que tenho, imagino que o mesmo não se passe tanto com alguém mais solitário.
variedade <> necessidade
quanto maior o todo, menor o valor que se dá cada parte.
pode-se aplicar a amigos, relações amorosas, videojogos, etc.
= means directamente proporcional; <> inversamente proporcional
não, isso insinua algo negativo a meu ver, antes compreendê-las e usar esse conhecimento para fins positivos (melhorá-las, engatá-las [Compreender e conhecer melhor para dai tirar proveito (próprio)continua a ser manipulação , estás a agir de acordo com o que sabes que ela quer ou gosta , de fininho estás a manipular .
Ex : Não gostas de morangos com açucar ou com chantilly ou xicolate mas a miúda adora aquilo , depois de a estudares e aprofundares essa magnifica ciencia sobre a dita , irás usar o resultado para lhe dar morangos e afirmar que também gostas dos mesmos levando-a assim a ter uma percepção errada sobre a tua pessoa.
Por acaso...que é feito dele?
não pretendo dar maus fins ao estudo que faço.Originalmente Colocado por ulrichnão, isso insinua algo negativo a meu ver, antes compreendê-las e usar esse conhecimento para fins positivos (melhorá-las, engatá-las [
], etc).
Ulrich, isto "Compreender e conhecer melhor para dai tirar proveito (próprio)" é manipulação, sem tirar nem por, que é o oposto da assertividade; assim como a a agressividade é o oposto da passividade.
São temáticas inerentes ao comportamento humano, do campo das ciências sociais, portanto.
É salutar filosofar, contudo parece-me que dependes de alguns preconceitos, que são naturalmente obstáculos à abordagem científica, assim como generalizações evidentes.
Quando dizes "o vocabulário, arranjem sinónimos para direitos dos trabalhadores please" por exemplo, estás numa abordagem superficial e subjectiva, queres dar a entender que alterando as palavras (semântica) induzes ideias e reacções diferentes (até é verdade, para alguns), concentrando a atenção na forma (embalagem) e não no conteúdo.
São abordagens típicas do Marketing, e sinceramente, acho que funciona apenas com pessoas de vistas curtas ou que desejam a embalagem.
provavelmente. [Humanologia?
Estas a querer dizer Sociologia?
Aquela ciência social que estuda as pessoas e seus comportamentos sociais enquanto indivíduos e enquanto grupo?
Deve ser isso!![]()
Compreendo, mas depende do objectivo, se com uma nova mensagem adulterar o conteúdo (fazer parecer diferente), a isso chama-se enganar (dissimular, mentir), e quem sabe pensar detecta-o mais facilmente do que quem mente.não pretendo dar maus fins ao estudo que faço.
os preconceitos são inevitáveis para se tirar alguma conclusão na minha óptica, sem eles a subjectividade toma conta de tudo e não se chega a fim nenhum. Discordo, se existem preconceitos (ou pré-conceitos) não se podem tirar conclusões correctas pois, tal estudo, estaria construído sobre uma base não científica com parâmetros não universais ou premissas inválidas, logo o seu resultado seria incorrecto. O preconceito é que torna tal estudo subjectivo e não objectivo.
como não tomar precauções ao passar num bairro social por não ter necessariamente criminosos, e de facto pode não ter, mas a realidade não aponta nesse sentido. Discordo, pois tal premissa é subjectiva (logo depende da opinião de cada um). Para essa premissa (bairro social contém criminosos) ser verdade teria de ser evidenciada por estudos estatísticos que comprovem que há mais criminosos nos bairros sociais do que nos outros. Pode até ser verdade, mas é necessário comprovar, senão o resultado do estudo é condicionado.
Já agora, usando o mesmo raciocínio: é mais perigoso passar em wall street do que num bairro social português, porque lá quando roubam, roubam milhões (fraudes recentes) portanto, se lá passar podem roubar-lhe vários milhões (mesmo que não os tenha). Espero que compreenda a ausência de lógica neste tipo de raciocínios. Chama-se senso comum, e não deve ser parte integrante de nenhum estudo.
num país pouco culto se querem ser ouvidos deviam-se adaptar a meu ver, só teriam a ganhar. Provavelmente, mas se permanecem fiéis às suas ideias, serão mais fidedignos, honestos, creio.
mesmo alguém dito mais culto com a insistência na repetição tende a baixar a atenção dada na minha opinião. Qualquer um, seja culto ou não.
acho que é uma reacção natural da mente humana que deve sempre ser compreendida por quem pretende alcançar determinado fim com a sua mensagem.
não sei se lhe posso chamar humanologia, nem sequer se esse conceito existe, mas em frente.
alguém se dedica a estudá-las, como hobby, quiçá actividade profissional (por exemplo psicólogos)?
a mim grosso modo já me foi útil para engatar (argh palavra feia mas acho seduzir ainda pior []), vender e estabelecer amizades.
respeito a tua opinião acerca dos preconceitos mas mantenho a minha.Compreendo, mas depende do objectivo, se com uma nova mensagem adulterar o conteúdo (fazer parecer diferente), a isso chama-se enganar (dissimular, mentir), e quem sabe pensar detecta-o mais facilmente do que quem mente.
Respostas a verde
queria saber se alguém do fórum o fazia.como já disseram, é sociologia. ou antropologia, se estás a pensar num sentido mais lato.
detectives privados, stalkers e violadores []
vender amizades!![]()
Humanologia?
Estas a querer dizer Sociologia?
Aquela ciência social que estuda as pessoas e seus comportamentos sociais enquanto indivíduos e enquanto grupo?
Deve ser isso!![]()