Nesta altura do campeonato o MiTo está clinicamente morto.
O carro vende mesmo muito pouco. Se este ano chegar às 15 mil unidades será muito. No melhor ano venderam mais de 60 mil.
Acredito que este exercício deverá seguir a lógica do 500, recebendo o UConnect, o que permitirá sacar mais um par de anos de comercialização e ocupando a linha de produção, e dando trabalho aos operários durante os próximos 2 anos, até a fábrica receber os novos modelos já previstos.
Não acredito que aconteçam alterações substanciais a nivel estrutural, mecânico ou dinâmico. É mais mudar os plásticos dos párachoques e já está.
O guito que vai ser gasto na Alfa está basicamente destinado à nova gama baseada na plataforma Giorgio.
Esses desejos que listas é mesmo entrar no campo dos sonhos do género... "Se eu mandasse naquela m**** toda, faria isto [

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Seria interessante recuperarem o projecto GTA, mas acho que já estava pre-destinado a não chegar ao mundo real, quando se soube que o protótipo rolante que foi usado para videos promocionais era na realidade... a diesel!!!:sh)
Para as specs que o concept teoricamente apresentava, acho que seria necessário algum trabalho de re-engenharia no MiTo para se tornar na máquina que todos desejaríamos. Acho que não vão gastar assim tanto dinheiro num modelo que, segundo o calendário normal do ciclo de vida dos produtos, deveria estar a entrar nos seus últimos meses de comercialização.
E após as últimas revelações sobre os planos futuros da marca, a sigla GTA não deverá aparecer em nada que a Alfa lançar, ficando para já a sigla QV.
Quanto ao R5, ainda me parece mais inverosímil...