Alfa Romeo

Apesar de alguns gostarem, acho que foi um erro fatal aquela traseira demasiado " original " do DELTA que poderia ter mantido a LANCIA acima da linha de agua com umas formas mais consensuais atrás.

Ja a frente, penso que é do gosto da maioria e pessoalmente acho que continua a ser das mais interessantes.

lancia-delta-front-view.jpg
 
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Eu acho que o Grupo não só não decide como não têm coragem de suspender uma marca mesmo que temporariamente.
Eu poria a Lancia em stand-by, parece-me uma atitude inteligente, poupavam um pouco e podiam ir apostando em duas áreas, a Fiat com várias propostas competitivas até ao segmento C inclusivé, e colocar a AR com versões dos mesmos chassis mas mais "bonitas" e ir até ao D+ nichos de mercado. Ou então usar a Lancia apenas para o mercado asiático, os chineses parecem gostar bastante de luxo, porque não apostar na marca lá, e manter o badge Fiat para modelos mais baratos.

Apesar de não concordar com o que foi feito, ou seja, a clonagem sem espinhas do 200C Cabrio / 300C / Voyager, colocar a marca em stand-by seria ainda pior.
Quanto muito, e como fizeram com a Alfa, mantê-la presente apenas com a gama que tinham, nomeadamente, Y, Musa e Delta até terem uma estratégia mais definida relativamente a futuros modelos.
Os clones da Lancia estão a vender a conta-gotas. Estarem na gama ou não é irrelevante.
Não sei se o 300C, Voyager, 200C estão cá ao abrigo do acordo que a Fiat fez com o governo americano, com a obrigatoriedade de exportar modelos Chrysler/Dodge produzidos do outro lado, como aconteceu com o Journey

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Nesta confusão toda, também acho que acabar com a existência da Dodge e Chrysler na Euroland até foi uma decisão muito acertada.
Não faria sentido manter mais 2 marcas num mercado em recessão que vendiam muito pouco.
A Dodge não encontraria lugar aqui na Europa. A sua gama é extremamente focada no mercado americano, e apenas o Journey ou um SUV puro e duro (que vão ficar exclusivamente a cargo da Jeep) faria algum sentido. Os outros seriam exportados a conta-gotas para umas dezenas ou poucas centenas de entusiastas no continente todo.
O caso da Chrysler é um pouco diferente, dado a decisão de fundi-la com a Lancia. Nesse caso, deixa de fazer sentido a existência de uma delas.
Torço o nariz a esta decisão de fusão, apesar dos pontos comuns entre as duas, mesmo a um nivel histórico (ambas marcadas pela inovação, apostas arriscadas, e com a engenharia, em partes significativas da sua história, a liderar o caminho)
Acho que vai ser bastante dificil para a Fiat conseguir uma identidade comum a estes 2 simbolos, dado virem de contextos diferentes (EUA vs Europa).
Seja essa identidade ao nivel do look, seja ao nivel de desenvolvimento de produto, dado haverem diferenças ainda substanciais nas preferências dos públicos europeus e americano.

Não digo que não seja possivel, mas não sei se trará os benefícios esperados, tanto para a consolidação da Chrysler nos EUA, como para um ressurgir da Lancia na Europa.

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Não sou fã de clonagem auto. Mata a diversidade, dilui a imagem de marca.
O caso do Journey/Freemont não foi propriamente algo planeado. Acho que não estava nos planos da Fiat apanhar com um crossover de grandes dimensões.

Talvez a próxima geração, caso a Fiat considere um sucessor para o Freemont (existe um potencial comercial interessante, sem dúvida), possa seguir estratégia mais diferenciadora como acontece com o Touareg/Cayenne, por exemplo.
Estes dois partilham uma série de paineis de carroçaria (portas, tejadilho, além de outros elementos como párabrisas, etc), mas ao permitirem-se frente e traseira distintas, conseguiram fugir do rótulo clone (claro, que ao nivel das entranhas, até se diferenciam um pouco mais, como motores exclusivos para Porsche e acertos de suspensão únicos, além de interiores distintos)
E a vantagem, é que nem sequer serão vendidos simultaneamente nos mesmos mercados, como acontece com o par alemão.

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Outra questão...
Demos um pouco de crédito ao Marchionne...
O homem pegou num grupo moribundo, e tornou-o lucrativo em 2 anos e uns trocos. Tinha feito o mesmo com a Fiat à uns anos atrás, antes da crise se instalar.
Renovou a gama toda, com uma série de restylings que focaram sobretudo no interior e qualidade de execução, ainda conseguiu terminar o desenvolvimento de modelos chave, como o 300C e Grand Cherokee (incluindo também o concluir do desenvolvimento do V6 Pentastar, motor chave para o sucesso comercial de diversos modelos), já apresentou um modelo 100% novo com base nas entranhas do Giulietta, o Dart, e ainda deu-nos um renascido Viper.
Conseguiu pôr a Fiat no mercado americano, e apesar de um ínicio tremido, a marca parece estar a consolidar-se por lá.
Recebeu empréstimos avultados do governo americano para o fazer, é certo, mas que entretanto já foram pagos.

Apesar de não concordar com todas as decisões do homem (sobretudo ao nivel de produto), e todos os adiamentos que as marcas europeias do grupo estão a sofrer nos seus planos, o homem já deu mais que provas que tem o que é preciso para dar a volta aos problemas que vão surgindo.
Acho que conseguirá, outra vez, dar a volta às "sortes" do grupo no continente europeu, como o conseguiu fazer quando entrou para a Fiat.
 
Não sendo um especialista no mercado americano, por lá eles metem em stand-by muitas marcas, e voltam quando necessário.
A ideia que sempre tirei, é que a Fiat está a tentar ter 3 amrcas ao mesmo tempo, que ataquem nichos dentro dos segemntos, mas a verdade é que não lhes corre da melhor forma por falta de dinheiro, será?

Olhem para a concorrência, a VAG quando comprou Seat e Skoda fez as coisas por partes, primeiro limitou-se a melhorar os modelos já existentes e incorporar peças deles e métodos de produção. Depois lentamente foi criando modelos novos que partilhavam módulos das suas viaturas. E demoraram uma década? A ressuscitar cada uma e mesmo assim ainda hoje têm problemas. E reparem que no segmento C pode-se comprar um Golf, um Octavia, um Leon, um A3, um Jetta, Golf Plus, Touran?, um Roomster, um yeti, um Leon, um altea...
Sendo que alguns destes concorrem em sub-segmentos ou em dois ao mesmo tempo e apontam a nichos dentro do segmento.
A Fiat aponta a quê?
Tem o bravo que hoje já pouco deve vender que é um C generalista e um bom produto, muito bem. Depois tem o equivalente da AR e o Delta, podemos dizer que o primeiro tenta ir a um nicho mais premium e o segundo a quem se quer diferenciar. Mas pergunto eu, não faria mais sentido, ter um bravo com versão carrinha e/ou monovolume e um AR com versão SUV ou monovolume?
É a minha opinião que mais vale hibernar uma marca, aliás em hibernação já ela está. Já se viu nitidamente que a prioridade da marca aponta para a AR, é uma opção, mas o que me parecia correcto agora era que saísse um Punto fantástico. Seguido de um sucessor do 159 e logo após um sucessor do Bravo com variantes de carroçaria.
Para o mercado chinês já têm o Linea, o panda e até o 159 que de certo chegaria para garantir algumas vendas.
 
Não sendo um especialista no mercado americano, por lá eles metem em stand-by muitas marcas, e voltam quando necessário.
A ideia que sempre tirei, é que a Fiat está a tentar ter 3 amrcas ao mesmo tempo, que ataquem nichos dentro dos segemntos, mas a verdade é que não lhes corre da melhor forma por falta de dinheiro, será?

Olhem para a concorrência, a VAG quando comprou Seat e Skoda fez as coisas por partes, primeiro limitou-se a melhorar os modelos já existentes e incorporar peças deles e métodos de produção. Depois lentamente foi criando modelos novos que partilhavam módulos das suas viaturas. E demoraram uma década? A ressuscitar cada uma e mesmo assim ainda hoje têm problemas. E reparem que no segmento C pode-se comprar um Golf, um Octavia, um Leon, um A3, um Jetta, Golf Plus, Touran?, um Roomster, um yeti, um Leon, um altea...
Sendo que alguns destes concorrem em sub-segmentos ou em dois ao mesmo tempo e apontam a nichos dentro do segmento.
A Fiat aponta a quê?
Tem o bravo que hoje já pouco deve vender que é um C generalista e um bom produto, muito bem. Depois tem o equivalente da AR e o Delta, podemos dizer que o primeiro tenta ir a um nicho mais premium e o segundo a quem se quer diferenciar. Mas pergunto eu, não faria mais sentido, ter um bravo com versão carrinha e/ou monovolume e um AR com versão SUV ou monovolume?
É a minha opinião que mais vale hibernar uma marca, aliás em hibernação já ela está. Já se viu nitidamente que a prioridade da marca aponta para a AR, é uma opção, mas o que me parecia correcto agora era que saísse um Punto fantástico. Seguido de um sucessor do 159 e logo após um sucessor do Bravo com variantes de carroçaria.
Para o mercado chinês já têm o Linea, o panda e até o 159 que de certo chegaria para garantir algumas vendas.

Na CHina, por acaso, a única coisa que têm é o novo Viaggio (aka Dart), já que as tentativas anteriores da Fiat em entrar no mercado deram em nada. Vamos ver se o Viaggio e posterior ampliação do porfolio de produtos (Linea? Freemont? 500?)

É certo que a estratégia da Fiat para a Europa deixa muito a desejar. Conseguiram virar mais depressa a Chrysler/Dodge/Jeep em 2 anos, do que estão a conseguir virar o destino das suas marcas europeias, algumas das quais, vão arrastando indefenidamente aos anos, sem rumo certo.

Mas também temos que contar que o sucesso da Chrysler e as suas marcas nos EUA encontra paralelo na recuperação do mercado americano.
O mercado europeu não pára de cair desde 2008, tendo já perdido 3 milhões unidades. E com a guerra de preços, aquilo que o Marchionne diz de que não teria retorno de investimento no lançamento de novos produtos poderá estar bastante próximo da verdade.

Veja-se o novo Panda, o modelo actualmente mais vendido da Fiat. Apesar de ter sido lançado este ano, não está a conseguir vender tanto como o seu antecessor veterano vendia o ano passado. A queda do mercado italiano em 20% este ano estragou completamente as contas a este novo modelo.
E esta dependência da generalidade dos modelos das marcas italianas no seu mercado doméstico, é o que acaba mais por prejudicar o destino das mesmas.

Mas mesmo assim pode-se criticar a falta de variantes de carroçaria dos seus principais modelos. E os adiamentos de substitutos está a colocar a sua gama sobre grandes pressões, o que vai apenas acelarar a queda de vendas.
O segmento C, sendo dos principais no mercado europeu, e apesar de 3 marcas, encontra-se bastante mal representado.
O Bravo, coitado, de momento, vende menos que o clone Freemont, no mercado europeu. Por isso, esqueçamo-lo para fazer face A`concorrência.
A minha aposta seria no Giulieta e mais algumas variantes, e um Lancia "Dart", que poderia dar origem a um sucessor conceptual do Lybra, com variante HB para substituir também o Delta.
 
Continuo a achar que andam é a complicar demais.

Assim como o 500 é vendido nos EUA como FIAT, Os JOURNEY e VOYAGER deviam ser vendidos na Europa como DODGE e CHRYSLER aproveitando a rede de concesionarios do gr. FIAT assim como acontece com as restantes marcas do grupo e desta forma fechavam-se as lacunas nesses segm. onde o gr. FIAT não tinha nada nos ultimos tempos.

Estes dois modelos americanos até vendiam muito bem por cá para a rede comercial que tinham na europa que era quase residual.

Isto não exclui que haja partilha de orgãos como motores, plataformas etc... como fazem todos os grupos / alianças.

A LANCIA até que poderia aproveitar a plat. do 300C para o THEMA mas devia ter design proprio mesmo que custasse mais umas boas croas pq o que está a acontecer é a morte camuflada da marca. Já não lhe resta qq identidade do seu adn original.


Só para dar o exp e não vou aqui meter outro shop para não ferir a sensibilidade de alguns ( [:D] ) imaginem, com todo o respeito pela marca americana, que o prox GIULIA vem com a carroçaria do CHARGER e com o scudetto ALFA :sh), pois é isso mesmo que se fez com o THEMA ou em ultima analise com o FREEMONT.

Tenho dito [:D]
 
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Um amigo meu tem um delta 1.4 120cv... e devo dizer que tanto exteriormente como interiormente mete mt carro (do mesmo segmento) recente no chinelo! Perdeu algum brio com a nova grelha é verdade...mas penso que com ligeiros retoques, e algumas motorizações novas (1.8 300cv why not) vendia bastante bem :P Era carro que apesar dos anos do modelo comprava ainda hoje!

Voltando ao tópico.... nunca mais saem novas "imagens" do giulia
 
já agora e segundo o teu criterio, se metemos um Mjet 170 e um tablier novo lá dentro tbm dá para fazer esta brincadeira [:D]

images


Mas atenção que gozo para não chorar pq na realidade acho tudo isto uma autentica heresia :sh)

Armic, fazes o favor de não me meteres em brincadeiras; não tentes dar a entender coisas sobre mim que não são verdade.
Eu não sou a favor de rebadges.
É falso que eu tenha algum critério sobre tal e que se levar um motor diesel Mjet já está OK.

Meter (ainda por cima em edição posterior no post) um Photoshop de um Dodge Challenger com uma grelha Alfa Romeo ali colada não tem nada a ver comigo e a maneira como escreves chama-se contra-informação.
Para além disso sabes perfeitamente que não se vão fazer esses rebadges.

Como eu não sou a favor que tu inundes e intoxiques vários tópicos do fórum com a mesma ladaínha e com Photoshops deste baixo nível, ora nada melhor que fazer crer a quem chega a ler ao fórum, que eu sou a favor de rebadges só porque não digo Amén a qualquer coisa que te lembres de escrever.

Desse modo procuras uma clivagem em duas facções, as quais pessoalmente me passam mesmo ao lado, e procuras apoiantes para a tua "causa".
Se queres continuar a tua luta, tu é que sabes, mas não te admito que me incluas na tua equação, fazendo crer a terceiros que eu penso ou acho certas coisas que não são verdade!

Está entendido?
 
Armic, fazes o favor de não me meteres em brincadeiras; não tentes dar a entender coisas sobre mim que não são verdade.
Eu não sou a favor de rebadges.
É falso que eu tenha algum critério sobre tal e que se levar um motor diesel Mjet já está OK.

Meter (ainda por cima em edição posterior no post) um Photoshop de um Dodge Challenger com uma grelha Alfa Romeo ali colada não tem nada a ver comigo e a maneira como escreves chama-se contra-informação.
Para além disso sabes perfeitamente que não se vão fazer esses rebadges.

Como eu não sou a favor que tu inundes e intoxiques vários tópicos do fórum com a mesma ladaínha e com Photoshops deste baixo nível, ora nada melhor que fazer crer a quem chega a ler ao fórum, que eu sou a favor de rebadges só porque não digo Amén a qualquer coisa que te lembres de escrever.

Desse modo procuras uma clivagem em duas facções, as quais pessoalmente me passam mesmo ao lado, e procuras apoiantes para a tua "causa".
Se queres continuar a tua luta, tu é que sabes, mas não te admito que me incluas na tua equação, fazendo crer a terceiros que eu penso ou acho certas coisas que não são verdade!

Está entendido?


Tenho acompanhado esta discussão, e concordo totalmente contigo! apr:)apr:)apr:)
 
Eu acho que ficou tão apelativo como estava antes.
Creio que a rede comercial da Fiat é que está a fazer a diferença.

Tocas no assunto da Voyager, e de facto seria um rebadge interessante para a Fiat. Este modelo, para quem já o conduziu, sabe bem que embora tenha soluções mecânicas e materiais nem sempre dos mais bem conseguidos, é de longe uma solução muito bem pensada em termos de utilização. Pelo que tal como com o freemont, com algumas alterações a rede comercial da Fiat teria aqui mais uma arma.

De facto a rede da FIAT é muito mais extensa, mas não me acredito que mesmo com uma rede como a da FIAT os modelos com o símbolo Chrysler vendessem muito.

A única excepção seria mesmo a Voyager, este nome é muito conhecido para as pessoas por isso é que a FIAT manteve o nome do modelo, mas para mim não fez qualquer sentido visto que o nome estará para sempre associado à Chrysler.
 
Armic, fazes o favor de não me meteres em brincadeiras; não tentes dar a entender coisas sobre mim que não são verdade.
Eu não sou a favor de rebadges.
É falso que eu tenha algum critério sobre tal e que se levar um motor diesel Mjet já está OK.

Meter (ainda por cima em edição posterior no post) um Photoshop de um Dodge Challenger com uma grelha Alfa Romeo ali colada não tem nada a ver comigo e a maneira como escreves chama-se contra-informação.
Para além disso sabes perfeitamente que não se vão fazer esses rebadges.

Como eu não sou a favor que tu inundes e intoxiques vários tópicos do fórum com a mesma ladaínha e com Photoshops deste baixo nível, ora nada melhor que fazer crer a quem chega a ler ao fórum, que eu sou a favor de rebadges só porque não digo Amén a qualquer coisa que te lembres de escrever.

Desse modo procuras uma clivagem em duas facções, as quais pessoalmente me passam mesmo ao lado, e procuras apoiantes para a tua "causa".
Se queres continuar a tua luta, tu é que sabes, mas não te admito que me incluas na tua equação, fazendo crer a terceiros que eu penso ou acho certas coisas que não são verdade!

Está entendido?

Bem, eu nem disse nada se gostas ou deixas de gostar de rebadges mas o que é um facto é que andas a defender a historia do FREEMONT, logo subentende-se que em contra não estarás, logo aprovas os criterios que foram seguidos para a produção do mesmo, logo a apreciação está correcta.


Eu nem gosto de rebagdes nem os apoio, como disse é tão só uma opinião como qq outra à que julgo, tenho direito mas isto tbm é igual ao litro pq não vai ser a minha opinião que vai demover o Marchionne da sua politica de salada rusa, como é obvio.


Por muito que te irrite a historia dos shops de rebadges, sempre e quando respeite as regras deste forum, posso meter os que entenda e lá pq tenhas aqui mais 15.000 posts não te dá direito a condicionares a liberdade dos outros.

Por outro lado, em termos de apreciações pessoais foste tu que começaste neste e noutro topico, eu até aí limitei-me a discutir o assunto em causa.

Eu nao ando a criticar se outros metem isto ou aquilo, cada um sabe de si, e se não gosto, mudo de topico ou passo à frente mas se alguem o tenta fazer comigo respondo à letra o que me parece mais que legitimo. Por outras, se não queres que te façam apreciações pessoais não comeces tu a faze-las.

Meto os shops como metaforas daquilo que se está a passar com este grupo e como tal está implicito uma certa dose de humor um tanto sarcastico e não para enganar o pessoal como insinuas e se meto varios é pq estou a responder a outros users que entretanto entraram no tópico e se calhar não leram para trás.

Voltando ao tópico, se alguem tivesse metido há 2 anos uma img do actual FREEMONT, a malta ia logo pensar que era um shop manhoso como alguns dos que aqui metí.

* a tal edição de que falas foi feita uns minutos depois de escrever o post, por outro lado não vejo qual o problema de editar se ainda não houve resposta por parte do interlocutor para alem de que na maioria dos casos, faço edições para corrigir gralhas.

Desculpa só mais uma ediçãozinha, eu não ando aqui com causas nem clivagens/faccões nem tretas do género [:D], só estou a dar a minha opinião, ponto final paragrafo.
 
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ARMIC, isto é uma fase passageira, não entendo a tua obcessão com o tema.:confused:

Eu também não aprecio qualquer tipo de rebadge porque de facto não acrescenta nada ao mundo automóvel a não ser a proliferação da falta de identidade, mas tens que meter na cabeça que este rebadge foi bom, mas penso que é de carácter temporário.
Mas ainda que não seja...

Já alguém disse que o Freemont foi o melhor rebadge da FIAT e, eu que não aprecio o modelo, também concordo.
Além de pegarem num modelo que já existia, aperfeiçoaram-no e ainda por cima possibilitou á FIAT entrar num mercado que nunca entrou.

Ora, de uma jogada como esta que me parece com alguma mestria a gostar verdadeiramente do que foi feito vai uma longa distância.
Penso que é a isto que o gtabarth se refere, opinião que partilho.
 
ARMIC, isto é uma fase passageira, não entendo a tua obcessão com o tema.:confused:

Eu também não aprecio qualquer tipo de rebadge porque de facto não acrescenta nada ao mundo automóvel a não ser a proliferação da falta de identidade, mas tens que meter na cabeça que este rebadge foi bom, mas penso que é de carácter temporário.
Mas ainda que não seja...

Já alguém disse que o Freemont foi o melhor rebadge da FIAT e, eu que não aprecio o modelo, também concordo.
Além de pegarem num modelo que já existia, aperfeiçoaram-no e ainda por cima possibilitou á FIAT entrar num mercado que nunca entrou.

Ora, de uma jogada como esta que me parece com alguma mestria a gostar verdadeiramente do que foi feito vai uma longa distância.
Penso que é a isto que o gtabarth se refere, opinião que partilho.

MadDragon, não há aqui nenhuma obsessão, só estou a responder a outros posts [:D] não levem isto tão a serio, é só um passatempo [;)]

Só espero é que seguindo os mesmos critérios não peguem no DART para fazer o GIULIA, quem sabe se não poderia vir a ser um sucesso comercial com grandes poupanças de custos [:p]

alfa-dodge-dart.jpg


De qq forma e repito ( já que não faço ideia se leste o que escrevi a cerca disso ) tenho muitas duvidas que tenha sido uma jogada de mestre ( comercial, subentenda-se ) Acho que o JOURNEY, actualizado e aproveitando o Mjet 170 + um tablier decente ( o original parecia dos anos 70 ) vendido como DODGE mas aproveitando a rede FIAT europeia estaria a vender ainda mais pelo que acho que nem é por aí que a coisa tem validade, mas repito, é só uma opinião e como é obvio nunca se sabrá o resultado já que não são comparaveis as vendas de um e do outro uma vez que a rede comercial CHRYS/DODGE era residual na Europa.
 
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De qq forma e repito ( já que não faço ideia se leste o que escrevi a cerca disso ) tenho muitas duvidas que tenha sido uma jogada de mestre ( comercial, subentenda-se ) Acho que o JOURNEY, actualizado e aproveitando o Mjet 170 + um tablier decente ( o original parecia dos anos 70 ) vendido como DODGE mas aproveitando a rede FIAT europeia estaria a vender ainda mais pelo que acho que nem é por aí que a coisa tem validade, mas repito, é só uma opinião e como é obvio nunca se sabrá o resultado já que não são comparaveis as vendas de um e do outro uma vez que a rede comercial CHRYS/DODGE era residual na Europa.

Mas e porque é que achas que o Dodge estaria a vender mais?

Eu não sei qual venderia mais. Não tenho nada em concreto que me faça dizer uma afirmação como essa, no entanto, a pensar bem, quem é que quer um Dodge?

Não é a FIAT uma marca muito mais "portuguesa"?

Não é a FIAT que tem nos seus concessionários modelos como o Punto e 500 que nos atraem e que de certa forma fazem com que o Freemont e outros sejam mais vistos do que a os Dodge que são, para todos os efeitos, marcas que dizem zero a 99% das pessoas??

Não entendo a tua linha de raciocínio...
 
Se eles pegaram no Giulietta e fizeram um Dart completamente diferente, porque razão iriam pegar no Dart para fazer um carro com scudetto? Não faria mais sentido pegar no que está já feito no Giulietta e apenas dar-lhe um rabo?
E além disso já tens o Viaggio, pelo que podes queixar-te desse clone.

Apesar da clonagem, a Fiat tem seguido os passinhos da GM, ou seja, colocar o mesmo carro à venda com simbolos diferentes, mas sem que esses simbolos estejam simultaneamente no mesmo mercado.
Veja-se o caso da Opel/Vauxhall/Buick/Holden, por exemplo.

Desejável? nops.
Leva sempre a compromissos, caso se procure fortalecer imagem de marca nos seus mercados tradicionais.
Pode dar origem a situações estranhas, com modelos que não encaixam totalmente na identidade ou filosofia de uma marca (veja-se o Opel Antara, Renault Koleos/Latitude, por ex, ou os clones Chrysler/Lancia), apesar de por vezes permitir o acesso a modelos que de outra forma estariam inacessiveis (Vauxhall VXR8 no UK, por exemplo)

Passada esta fase de absorção e transição, é de esperar que a situação ao nivel de produto Chrysler/Fiat encontre um maior equilibrio.

Relativamente ao Journey/Freemont, foi a situação possivel.
Manter a Dodge por cá (europa), seria idiota. Não havia business case para a marca. Manter representação num continente, com todas as despesas que isso acarreta, desde estrutura, pessoal, a investimentos em marketing, e ter apenas um modelo a vender não faz sentido.
Mesmo nas mãos da FIat, e apesar de estar a vender mais que o esperado, estamos a falar de 25-30 000 un/ano. Não é muito para manter uma marca por cá, principalmente quando se trata de modelo razoavelmente acessivel sem grandes margens...

E a Fiat não ia querer cá o Dart para suportar o Journey, quando os planos (apesar de sempre a adiar) passam pelo reforço no segmento D com modelos Alfa e Lancia.
Os rumores de que a Fiat poderá trazer o Dart/Viaggio para cá, não passam disso mesmo, rumores.
Pode ser que chegue a mercados especificos como o russo ou o turco.
 
De facto a rede da FIAT é muito mais extensa, mas não me acredito que mesmo com uma rede como a da FIAT os modelos com o símbolo Chrysler vendessem muito.

A única excepção seria mesmo a Voyager, este nome é muito conhecido para as pessoas por isso é que a FIAT manteve o nome do modelo, mas para mim não fez qualquer sentido visto que o nome estará para sempre associado à Chrysler.

Não sei se esse facto de estar associado à Chrysler será assim tão relevante para a maioria das pessoas, nem todos conhecem como nós o mercado. A maioria das pessoas, no nosso mercado e não sei se será igual no resto da Europa, não conhece bem o modelo e a marca.
Acho que seria uma mais valia comercial comercializarem-na com a imagem da Fiat, motores e caixas melhor adequados à Europa, e preços mais acessíveis porque a monovolume é um excelente produto.
 
Mas e porque é que achas que o Dodge estaria a vender mais?

Eu não sei qual venderia mais. Não tenho nada em concreto que me faça dizer uma afirmação como essa, no entanto, a pensar bem, quem é que quer um Dodge?

Não é a FIAT uma marca muito mais "portuguesa"?

Não é a FIAT que tem nos seus concessionários modelos como o Punto e 500 que nos atraem e que de certa forma fazem com que o Freemont e outros sejam mais vistos do que a os Dodge que são, para todos os efeitos, marcas que dizem zero a 99% das pessoas??

Não entendo a tua linha de raciocínio...

Bem, já respondi a isto há não sei quantos posts e provavelmente isto poderá extender-se por mais uns quantos mas em fim, aqui vai.

Não é por qq preconceito, antipatia ou mania ou o que quer que seja, só estou a tentar ser o mais objetivo possivel mas a FIAT é geralmente conotada com citadinos/utilitarios economicos e a sua fama, assim com as marcas italianas em geral, não é a melhor em termos de qualidade/fiabilidade, logo por valores acima dos trinta e tal mil €, mais facil é vender DODGE/CHRYSLER, marcas estas mais exoticas mesmo que menos conhecidas na Europa, sempre e quando, claro está, a rede de conces./após venda tenha a mesma dimensão, ou seja, chegue a todo o lado e tendo em conta que a partir de um certo pvp, o estatuto conta.

De resto, o JOURNEY por cá ( Portugal ) teve uma enorme aceitação mesmo que pertencendo a uma marca nada conhecida por estas paragens e para a rede comercial existente que era quase nula.

Que estava na hora de lhe fazer uma actualização tanto de mecanica como de interiores... claro que sim, mas isso não significa que lhe tivessem que mudar de marca, sobretudo tendo em conta que a mesma pertence ao mesmo grupo, bastando vender o carro em si numa rede ampla e já existente como a da FIAT na Europa.

A FIAT está a fazer um bom trabalho com a crescente gama 500 ( tirando aquele mono do LX ) para alem de aproveitar bem outro que já é quase um icone, o PANDA.

Por outro lado, detendo outras marcas, pode aproveita-las para as posicionar cada uma delas no campo onde tem uma imagem mais solida.

FIAT= PANDA + gama 500

ALFA= MiTo+GIU+GIULIA ( sport. )

LANCIA= Y+DELTA+THEMA ( luxo )

CHRYSLER= VOYAGER ( MV+ )

DODGE= JOURNEY ( SUV-fam. )

JEEP= TT

Detendo estas marcas, é desta forma que as organizava no mercado europeu e é como me parece que faz mais sentido, cada macaco no seu galho, nos EUA a historia é outra.

Bem e repito para não haver azares, isto é só uma opinião entre muitas, não sei se é a mais acertada pq para isso teriam que ser implementadas em mundos paralelos para ver o resultado, coisa obviamente impossivel [:D]




 
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Faria para já um ajuste na tua hipotética estratégia.
Excluir o Punto do seg. B seria um erro crasso.
O Mito e Y não conseguem os 2 juntos vender aquilo que um Punto vende. E carros como o MiTo só se tornam possiveis, devido às economias de escala que o Punto oferece.
Seria retirar à Fiat um potencial enorme de vendas.
E para mais, estando a cota de mercado do seg. B a crescer.

O Punto sempre foi menino para estar entre os mais vendidos do segmento (em gerações anteriores teve anos em que foi o mais vendido na Europa em absoluto).
Nesta altura do campeonato já deveria ter sido substituido, e a juntar a queda do mercado italiano à sua idade, lá foi ele por ali abaixo.
Mas tivesse sido substituido o ano passado ou este ano, como estava planeado, e certamente estaria a discutir liderança de vendas no segmento (mesmo que não fizesse dinheiro nenhum[:D]).
 
Se eles pegaram no Giulietta e fizeram um Dart completamente diferente, porque razão iriam pegar no Dart para fazer um carro com scudetto? Não faria mais sentido pegar no que está já feito no Giulietta e apenas dar-lhe um rabo?
E além disso já tens o Viaggio, pelo que podes queixar-te desse clone.

Apesar da clonagem, a Fiat tem seguido os passinhos da GM, ou seja, colocar o mesmo carro à venda com simbolos diferentes, mas sem que esses simbolos estejam simultaneamente no mesmo mercado.
Veja-se o caso da Opel/Vauxhall/Buick/Holden, por exemplo.

Desejável? nops.
Leva sempre a compromissos, caso se procure fortalecer imagem de marca nos seus mercados tradicionais.
Pode dar origem a situações estranhas, com modelos que não encaixam totalmente na identidade ou filosofia de uma marca (veja-se o Opel Antara, Renault Koleos/Latitude, por ex, ou os clones Chrysler/Lancia), apesar de por vezes permitir o acesso a modelos que de outra forma estariam inacessiveis (Vauxhall VXR8 no UK, por exemplo)

Passada esta fase de absorção e transição, é de esperar que a situação ao nivel de produto Chrysler/Fiat encontre um maior equilibrio.

Relativamente ao Journey/Freemont, foi a situação possivel.
Manter a Dodge por cá (europa), seria idiota. Não havia business case para a marca. Manter representação num continente, com todas as despesas que isso acarreta, desde estrutura, pessoal, a investimentos em marketing, e ter apenas um modelo a vender não faz sentido.
Mesmo nas mãos da FIat, e apesar de estar a vender mais que o esperado, estamos a falar de 25-30 000 un/ano. Não é muito para manter uma marca por cá, principalmente quando se trata de modelo razoavelmente acessivel sem grandes margens...

E a Fiat não ia querer cá o Dart para suportar o Journey, quando os planos (apesar de sempre a adiar) passam pelo reforço no segmento D com modelos Alfa e Lancia.
Os rumores de que a Fiat poderá trazer o Dart/Viaggio para cá, não passam disso mesmo, rumores.
Pode ser que chegue a mercados especificos como o russo ou o turco.

Não me parece que os custos subissem tanto se fosse exposto nos mesmos stands do grupo, como acontece com os modelos das outras 3 marcas tal e como está a acontecer com o proprio do FREEMONT.

Em termos de assistencia posso dizer o mesmo uma vez que passava a usar JTDm.

O unico custo seria mais uns luminosos para juntar aos das 3 marcas italianas no cimo dos stans e bordar mais 2 logos nos macacos dos mecanicos [:D] não me parece que fosse uma grande fortuna para a dimessão de custos que um grupo destes tem.

A historia do DART/GIULIA era eu a gozar, para variar [:p] espero bem que não apostem nessa " estrategia " como fizeram com o LANCIA 300C
 
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Faria para já um ajuste na tua hipotética estratégia.
Excluir o Punto do seg. B seria um erro crasso.
O Mito e Y não conseguem os 2 juntos vender aquilo que um Punto vende. E carros como o MiTo só se tornam possiveis, devido às economias de escala que o Punto oferece.
Seria retirar à Fiat um potencial enorme de vendas.
E para mais, estando a cota de mercado do seg. B a crescer.

O Punto sempre foi menino para estar entre os mais vendidos do segmento (em gerações anteriores teve anos em que foi o mais vendido na Europa em absoluto).
Nesta altura do campeonato já deveria ter sido substituido, e a juntar a queda do mercado italiano à sua idade, lá foi ele por ali abaixo.
Mas tivesse sido substituido o ano passado ou este ano, como estava planeado, e certamente estaria a discutir liderança de vendas no segmento (mesmo que não fizesse dinheiro nenhum[:D]).

Tens razão, mas tal como estão as coisas metia-o no lote gama 500, qq coisa com linhas proximas destas.

2014+FIAT+500+Fouristrada+SUV.jpg



Aliás teria sido bom chamar ao 500 L de 500 multipla e assim deixavam o L para o substituto do PUNTO.
 
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