SRLA
Membro participativo
A piada do 147 (na teoria) é a mesma de qualquer hot hatch: boas performances num carro prático e a um preço acessível. Uma espécie de um M3 um segmento abaixo para quem não quer gastar tanto.Sinceramente, acho essas versões super musculadas um tanto absurdas em termos praticos e só teem razão de sêr mais por razões de marketing ( para fortalecer a imagem de marca ) que outra coisa ja na realidade, as vendas destas versões são residuais.
No segm. do MiTo 170 cv. sobram, no do GIU. 200 cv. chegam, mais do que isso só para competição.
O qq interessa num carro de rua uma diferença de 3 seg. por volta num circuito ? em condições normais é igual ao litro e a maioria das vezes mais depende do condutor saber tirar partido do carro e até o grau de inspiração que o mesmo tem nesse dia.
De resto, na maioria das situações até é mais importante o binario nas condições em que é mais divertida a condução, ou seja, numa estrada de montanha.
De certo que não é uma diferença de poucos segundos num qq circuito que me fará decidir qual a minha escolha, ja que não costumo correr em circuitos. []
Agora a culpa não é dos fabricantes que a nossa legislação imponha impostos altíssimos nestes carros o que acaba por tirar o argumento do "preço acessível". Felizmente ainda há países (até mesmo dentro da Europa) onde um Golf GTI é um carro relativamente barato e como tal faz todo o sentido para o petrolhead com bolsos menos fundos.
Para além disto como diz o MedinaBoy e bem são versões que dão projecção à marca e impulsionam as vendas das versões mais banais por associação e permitem vender a preços acima da concorrência devido ao tal factor "premium". Se a BMW não fizesse V8s, V12s e ///Ms nunca conseguiriam vender um 320d pelo preço que vendem porque ninguém dava tanto dinheiro por "uma marca qualquer".
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