Alfa Romeo

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Por momentos parecia uma foto o meu TCT. Mas é vermelho e tem autocolantes.
 
Não sei porque é que a Eni (Agip) não se junta novamente às marcas nacionais como fornecedor OEM...

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Acho que neste momento só "tem" o grupo Piaggio (o que não é pouco!).

A designção Agip já não é utilizada em termo de corporação da petrolífera quanto à questão há duas respostas para tal, a primeira é ausência de marca italiana em prova motorizada via FIA com exposição, a nível comercial e agora com a FCA até poderá a vir coisa patrocinada com petrolífera dos EUA para manutenção técnica de carro particular ou em competição motorizada.

De qualquer modo os óleos recomendados pela FIAT (Alfa-Romeo, Lancia ou Abarth), para carro são pertença do portefólio da petrolífera Petronas se não estou em erro.
 
Não há milagres, gama curta e pouco diversificada.

Vejo o abandono dado ao MiTo pela FCA como uma falha perante a agressividade comercial de um A1, DS3, Mini ou inclusive um Adam, dão forte retorno financeiro à(s) marca(s) bem como a captação de novo consumidor para as ditas no imediato.

A última actualização do MiTo colocou-o a par da concorrência directa nos ditos premium compactos (utilitários).
 
A designção Agip já não é utilizada em termo de corporação da petrolífera quanto à questão há duas respostas para tal, a primeira é ausência de marca italiana em prova motorizada via FIA com exposição, a nível comercial e agora com a FCA até poderá a vir coisa patrocinada com petrolífera dos EUA para manutenção técnica de carro particular ou em competição motorizada.

De qualquer modo os óleos recomendados pela FIAT (Alfa-Romeo, Lancia ou Abarth), para carro são pertença do portefólio da petrolífera Petronas se não estou em erro.

Turbo, infelizmente tudo o que escreveste não é novidade para mim!

O que eu questiono é a estratégia da marca em termos de presença no sector automóvel, nomeadamente em termos de fornecimento de lubrificantes OEM e presença na estrada! Ora, se a Shell, Castrol, Total\Elf, etc continuam a ser recomendadas oficialmente por muitas marcas de carros (sim, eu sei que não passam de meros contratos de publicidade), porque é que a Eni deixou de estar neste campo e de patrocinar equipas de top do desporto automóvel (nas duas rodas ainda fazem alguma coisa, nomeadamente Moto3 e SBK), que lhe daria bastante visibilidade em termos de marca? Não será concerteza por falta de capital ou know-how tecnológico, porque pelo site oficial deles a coisa vai de vento em popa...e é até a maior companhia industrial transalpina em termos de cotização bolsista!

É disto que estou a falar:

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P.S. Aquele cão de 6 patas é dos logotipos mais bonitos que já vi!
 
Aquele cão de 6 patas é dos logotipos mais bonitos que já vi!

Interessante História [;)]

Cosa rappresenta il "cane a sei zampe" simbolo dell'Eni?

http://www.eni.com/it_IT/faq/inform...rchio/faq-marchio-cosa-rappresenta-cane.shtml

L'interpretazione ufficiale, data dall'Ufficio Stampa dell'Eni negli anni Cinquanta, spiega le sei zampe dell’animale fantastico come la somma di quattro ruote dell'auto più due gambe del suo guidatore. Una sorta di centauro moderno e anche quasi un’assicurazione che così il mezzo di locomozione diventi il più veloce possibile attraverso la simbiosi tra la macchina e l’automobilista.

Consultar também:
Cane a sei zampe - Wikipedia
 
Última edição:
cloverleaf o histórico logotipo do arranque da benzina super continua activo e tem protecção de patente industrial registada pela Eni.

O campeonato de motorizada Super Bike tem uma projecção elevadíssima, a Piaggio é uma pequena FIAT de duas rodas motrizes (uma panóplia de marca e de alvo comercial a nível mundial), a Eni não patrocina a Ferrari?, a partir do momento que foi abolida a queima de querosene abandonei um acompanhamento maior da modalidade.
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Pois, obrigado por postares! De facto, a marca de Noale e a impressionante RSV "mille" deixaram novamente a concorrência para trás, e sem o Biaggi! Abençoados 300 milhões de € (+- o custo do projecto desde a folha em branco no 1º ano de competição - para se ter uma ideia da escala de investimento)!

Há quem diga que a Piaggio devia era apostar na Guzzi em vez da Aprilia como marca de topo do grupo, e respectiva squadra corse. Eu acho que está bem assim pois podem conviver as duas, apesar do decréscimo de vendas da Priller! Não podem é parar de investir pois os Japoneses, Alemães (BMW e... Ducati), malta da Ásia (Benelli), e até a KTM ou MV Agusta não têm dormido em serviço; e há que atacar o segmento de luxo, pois só assim as marcas europeias sobreviverão!
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Peço desculpa pelo off-topic.
 
A Moto Guzzi é uma peça diferente a nível mecânico e de percepção no mercado de motorizada, é um produto de luxo é possível dizê-lo, a Aprilia é racing intermédia.
 
Mas repara que somente havendo disputa em pista e exposição mediática (com tal injecção de dinheiro no projecto da motorizada de pista), é que há captação de patrocínio internacional e venda em mercado chave, que afecta positivamente toda a linha comercial do grupo.

No canal Eniracing está exposto o arranque do projecto de pista para a Aprilia.
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A Moto Guzzi é uma peça diferente a nível mecânico e de percepção no mercado de motorizada, é um produto de luxo é possível dizê-lo, a Aprilia é racing intermédia.

Só que a marca de Mandelo tarda em descolar o número de vendas: o V2 transversal é a imagem de marca (assim como o pompone L2 da Ducati), mas contínua com números modestos em termos de potência e, consequentemente, a Guzzi ainda não tem modelos absolutamente desportivos, que sempre foi o core-business da mesma, e a sua razão de existir. Falta presença em pista, mas não sei até que ponto é que esta configuração se adaptará à competição (tirando as BoT). Na strada não existem segmentos de hypersport ou hypermotard. Parece-me uma Harley europeia, e a Guzzi, para mim, deveria estar a 180º dessa imagem!

Daí eu ter escrito que talvez o dinheiro pudesse ter sido investido no revigorar da Moto Guzzi! Só que mexer num legado histórico destes e aparecer, por exemplo, com um V4, ou 4 em linha, deve fazer os Guzzisti cortarem os pulsos...[:D]


Terá que ser com o V2, mas modernizado e potenciado! Aliás, eles há tempos mostraram isto:

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Sem palavras...
 
Última edição:
A massificação nipónica começada pela Honda na década de 70 no Pacifico (América do Norte, Japão), com exportação e consequente ganho de músculo industrial e financeiro que lhes possibilitou o assalto à Europa na década de 80 e 90 tem semelhança com a questão automóvel em parte, questão de produto e de produção.

A questão é que motorizada é de facto um produto diferente que em muito logo roça o luxo, o grupo Piaggio é um operador com escala é preferível manter uma baixa produção de uma marca apreciada e com mercado a preço elevado dando espaço operacional a outra para ter suporte a prazo.
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Eles podem ter números de produção reduzida e, ainda assim, estarem no topo dos segmentos! Lembrei-me rapidamente de uma certa marca automóvel sediada em Maranello...

Volto a dizer que faz falta uma full SBK para efectuar um boom de imagem nos jovens motociclistas que não assistiram às vitórias dos mono Guzzi em pista, nos anos 50\60 do século passado.

Algo como, por exemplo, está a ser o 4C para a Alfa, ou foi a 916 para os primos de Borgo Panigale em...1995:

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O factor "uau" foi indescritível! Uma pequena marca, quase moribunda e farta de mudar de mãos, ousava desafiar os Japoneses no seu próprio jogo![br:)][br:)]
 
Voltando ao cerne do tópico:


Alfa Romeo set to launch first SUV in 2016

MILAN (Bloomberg) -- Alfa Romeo is finalizing the development of its first SUV as the revival of the sporty brand takes shape.

The compact SUV will likely be unveiled in 2016 following a midsize sedan that is slated to premiere this year, said people familiar with the matter.

The two models will both be based on rear-wheel-drive technology dubbed Giorgio, which has been developed by an engineering team led by former Ferrari managers, said the people, who asked not to be identified because the plans are private. Fiat Chrysler declined to comment on specific Alfa Romeo product plans.

The SUV will likely be produced alongside the sedan at the Cassino plant near Rome, the people said. By basing the two cars on similar technology, Fiat Chrysler aims to cost costs, as a new model costs about $1 billion to develop compared with investment of less than $300 million to adapt existing technology, Marchionne said last year.

The SUV, codenamed Project 949, will be similar in size to the Audi Q5 and BMW X3. It will be the first model to offer a new high output V-6 diesel that is part of the brand’s new high performance engine range.

Alfa Romeo plans to present the sedan, which has been referred to as Giulia, on June 24 to celebrate the brand’s 105-year anniversary. The presentation will be held at the Alfa Romeo museum outside Milan, where the carmaker was founded.

The two cars are critical to Fiat Chrysler Automobiles NV’s strategy to transform the niche Italian manufacturer into a luxury brand capable of challenging BMW and Audi.

CEO Sergio Marchionne plans to spend 5 billion euros ($5.9 billion) on Alfa Romeo’s overhaul to tap into the cachet that lingers from cars like Duetto Spider driven by Dustin Hoffman in the film “The Graduate.”

With a plan to roll out eight new models by 2018, including two SUVs, the brand is seeking to increase sales more than fivefold to 400,000 cars. The expansion will come mainly for China and North America.

As part of its return to the U.S. market, Alfa Romeo will present the open-top spider version of the $53,900 4C sports car at the Detroit auto show. U.S. dealers say demand is strong.
The Alfa 4C Spider is debuting at the Detroit show.

Missed target

“We’re delivering Alfas as fast as we can get them,” said Chuck Eddy, a Fiat Chrysler dealer near Youngstown, Ohio. “We’re excited. We’re looking to build a new facility, and we wouldn’t do that if we didn’t feel positive about the brand.”

Still, Alfa Romeo may only reach half its target. IHS Automotive forecasts 2018 deliveries of about 200,000 cars from less than 70,000 last year.

The goal’s “pretty ambitious,” said Michelle Krebs, a senior analyst at Autotrader.com. With U.S. sales growth plateauing, “the pie isn’t growing so they’ll have to take that share from somewhere. But where?”

Alfa Romeo’s revival is critical to Fiat Chrysler’s upscale strategy, which calls for vehicles to be made in the company’s under-used Italian factories for sale worldwide. The company’s problems in Italy contributed to 141 million euros in European losses in the first nine months of 2014.

“There’s room in the U.S. consumer’s mind for another luxury brand, if done well,” said Richard Hilgert, a Chicago-based analyst with Morningstar Inc.



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Alfa Romeo USA chief Reid Bigland helped unveil the 4C Spider and disclosed that some 1,000 engineers will be working on development for the Italian brand by the end of 2015.




Boas notícias é o que é preciso![;)]
 
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