Alfa Romeo Giulia 2015

Bora lá ! :) e por imaginar, venha o GTV

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Já agora... [:cool:]

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A questão maior é mais se a Giulia vai ser continuada. Pelo que se está a ver, o Tonale está a ser um parto difícil, o B-SUV, seguinte prioridade, nem se sabe. Logo os dois existentes já a entrar na vetustez correm o serio risco de ficarem por aqui.

Já a Giulieta podia ter levado com um bom restyling a certa altura e em tempo útil para lhe dar algum folgo em fim de vida, mas deixaram-na simplesmente definhar, o que não é um bom prenuncio.
 
Um proprietário de um Giulia fez este vídeo para mostrar a sua opinião sobre plásticos num BMW e evidenciar a injustiça do frequente distrate que os Giulia levam na matéria da qualidade de materiais interior. Divirtam-se... [:D]


Não é só a Alfa que sofre com o fanatismo que os europeus têm pelos plásticos, é qualquer marca não alemã, até a Toyota, o Camry cá é sempre criticado pela qualidade interior "americana". Que doença.

Digo isto aos anos, nunca perceberei porque raio os jornalistas europeus têm esta obsessão com os plásticos e o pior é quando definem a qualidade geral de um carro, muito para além do interior, com base nisso. É de uma desonestidade fazer isto, um carro tem milhares peças mas colocam em causa a qualidade por causa de meia dúzia de plásticos. Eu costumo dizer que avaliar um carro pelos plásticos é como avaliar um livro pela capa ou um presente pelo embrulho, é um completo absurdo.

Mas é o que temos.
 
Não pode ser só uma questão de imagem de marca. O 159 também tinha preços alinhados pelo trio do costume e fez uma carreira comercial menos má!

O 159 teve carrinha. O insucesso comercial do Giulia deveu-se fundamentalmente à pouca agressividade comercial ao contrário dos alemães que são hiper agressivos, mas principalmente à inexistência da carrinha.

Uma carrinha Giulia com uma boa estética iria vender mais do que a versão sedan e dessa forma o Giulia teria vendido mais do dobro do que aquilo que vendeu.

O Giulia é um exemplo de um excelente produto em termos conceptuais e de engenharia, prejudicado por decisões incompreensíveis por parte dos gestores.
 
O 159 teve carrinha. O insucesso comercial do Giulia deveu-se fundamentalmente à pouca agressividade comercial ao contrário dos alemães que são hiper agressivos, mas principalmente à inexistência da carrinha.

Uma carrinha Giulia com uma boa estética iria vender mais do que a versão sedan e dessa forma o Giulia teria vendido mais do dobro do que aquilo que vendeu.

O Giulia é um exemplo de um excelente produto em termos conceptuais e de engenharia, prejudicado por decisões incompreensíveis por parte dos gestores.

Quando não há capital e se pretende fazer coisas novas, a coisa fica complicada!

Há uma clara falta de notoriedade entre a AR e o trio alemão, não será igual em todos os mercados, mas numa grande amostra deles, pelo que para aqueles, é mais fácil vingar com novos lançamentos do que para a AR. A juntar a isso, temos a diversificação de modelos e derivações que na AR é praticamente nula, chega-se a um ponto que se dúvida sobre se as vendas não aumentam por falta de lançamentos, ou se a falta de lançamentos é devido à falta de vendas.

Em suma, mais uma vez, acho que Giulia e Stelvio foram boas oportunidades que se perderam por escassez de investimento, não na base, pois o que está por baixo foi extremamente dispendioso, mas na rentabilização desse investimento com diversificação. Veremos o que a Stellantis traz de novo.
 
O 159 teve carrinha. O insucesso comercial do Giulia deveu-se fundamentalmente à pouca agressividade comercial ao contrário dos alemães que são hiper agressivos, mas principalmente à inexistência da carrinha.

Uma carrinha Giulia com uma boa estética iria vender mais do que a versão sedan e dessa forma o Giulia teria vendido mais do dobro do que aquilo que vendeu.

O Giulia é um exemplo de um excelente produto em termos conceptuais e de engenharia, prejudicado por decisões incompreensíveis por parte dos gestores.

Nem os meteorologistas arriscariam fazer esse tipo de previsões.
 
Nem os meteorologistas arriscariam fazer esse tipo de previsões.

O problema é que 'mais do dobro' continua a ser pouco, vendeu cerca de 70 mil carros em cinco anos, na Europa.

Mais do dobro, que fosse 150 mil em 5 anos... 150 mil é 1 (um) ano fraco de vendas do classe C, ou 1 ano banal de A4, ou Serie 3.
 
O 159 teve carrinha. O insucesso comercial do Giulia deveu-se fundamentalmente à pouca agressividade comercial ao contrário dos alemães que são hiper agressivos, mas principalmente à inexistência da carrinha.

Uma carrinha Giulia com uma boa estética iria vender mais do que a versão sedan e dessa forma o Giulia teria vendido mais do dobro do que aquilo que vendeu.

O Giulia é um exemplo de um excelente produto em termos conceptuais e de engenharia, prejudicado por decisões incompreensíveis por parte dos gestores.

para além de ter poucos concessionários no país
para além de ter "fama" de manutenção cara (por algum motivo a bmw passou a oferecer 5 anos de manutencao incluida em todos os carros)
para além de ter um baixo valor de retoma
para além de desprezar o mercado das frotas
para além de ter pouco stock
e para além de ter motorizações desadequadas ao mercado europeu

e ter uma gama MUITO limitada

talvez o Tonale ainda vá a tempo ....
e os eléctricos tambem
senao, nao vejo grande futuro

(nao tenho 100% de certeza, mas a lancia com o modelo Y vendeu mais em itália que a Alfa na EUROPA TODA )
 
O problema é que 'mais do dobro' continua a ser pouco, vendeu cerca de 70 mil carros em cinco anos, na Europa.

Mais do dobro, que fosse 150 mil em 5 anos... 150 mil é 1 (um) ano fraco de vendas do classe C, ou 1 ano banal de A4, ou Serie 3.

Quem é que te disse que o Giulia para ser bem sucedido teria de vender o mesmo que o trio alemão?
 
para além de ter poucos concessionários no país
para além de ter "fama" de manutenção cara (por algum motivo a bmw passou a oferecer 5 anos de manutencao incluida em todos os carros)
para além de ter um baixo valor de retoma
para além de desprezar o mercado das frotas
para além de ter pouco stock
e para além de ter motorizações desadequadas ao mercado europeu

e ter uma gama MUITO limitada

talvez o Tonale ainda vá a tempo ....
e os eléctricos tambem
senao, nao vejo grande futuro

(nao tenho 100% de certeza, mas a lancia com o modelo Y vendeu mais em itália que a Alfa na EUROPA TODA )


Essa questão do mercado de frotas é essencial neste segmento e no C, há carros como o Insígnia que praticamente só vendem para frotas, com uma carrinha e uma estratégia mais focada nas frotas o Giulia poderia chegar-se perto do Volvo S/V60. Foram mesmo erros de estratégia básicos, fizeram o mais difícil, conceberam um carro fantástico mas depois estragaram tudo com a estratégia comercial com erros parvos.
 
para além de ter poucos concessionários no país
para além de ter "fama" de manutenção cara (por algum motivo a bmw passou a oferecer 5 anos de manutencao incluida em todos os carros)
para além de ter um baixo valor de retoma
para além de desprezar o mercado das frotas
para além de ter pouco stock
e para além de ter motorizações desadequadas ao mercado europeu

e ter uma gama MUITO limitada

talvez o Tonale ainda vá a tempo ....
e os eléctricos tambem
senao, nao vejo grande futuro

(nao tenho 100% de certeza, mas a lancia com o modelo Y vendeu mais em itália que a Alfa na EUROPA TODA )

Foi mesmo worldwide :sh)

A gestão desta icónica marca tem sido uma catástrofe desde a fase ALFASUD, tirando talvez o virar de seculo com a gama 156/147/166/GTV/Spider em que conseguiram alguma quota de mercado
 
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