Alfa Romeo Giulia 2015

O jornalista não tem que representar a forma de pensar do mercado. Tem que ser imparcial.

Exato, se o jornalista começa a dizer que o mercado pensa que x carro não é bom e passa boa parte da análise desse carro a dizer isso em vez de analisar as características do carro de maneira imparcial só contribui para que o mercado se torne ainda mais enviesado contra esse carro.
Vale para o Giulia assim como para outros.
 
Onde é que há uma única prova disso, gostava de ver esse conhecimento geral. Francamente nunca vi nada disso.
Provas? Tipo uma declaração da divisão de marketing de uma das marcas alemãs? É que toda a gente sabe que as marcas alemãs investem milhões nas divisões de marketing e, como é óbvio, esse marketing não se fica pelos ads na TV e revistas.
Não é coincidência os europeus terem uma imagem de fiabilidade associada a marcas alemãs, quando na verdade estas nem se posicionam propriamente bem nos relatórios.

Coisas como a Auto Express fazer um comparativo cronometrado entre o Boxster e o 4C, estando o Boxster na reserva e o 4C com mais de meio depósito, entre outras coisas muito subtis mas que causam impacto na percepção do mercado.
Não seria de esperar outra coisa, vindo de marcas que criaram um autêntico cartel com o objectivo de perverter as emissões. Ou que, por exemplo, no caso da Mercedes, criaram um lobby para impedir a importação de carros com menos de 25 anos nos EUA.
 
O jornalista não tem que representar a forma de pensar do mercado. Tem que ser imparcial.

Uma coisa não invalida a outra.

Falar do mercado, do que vende e do que não vende são factos não é parcialidade.

Se ele disser prefiro um 320d do que um Giulia 210 pelo mesmo preço está a ser parcial (a dar a opinião dele) se disser o mercado prefere um 320d do que um Giulia 210 está a falar de factos (pelo menos a extrapolar).

Com isto tudo também preferia que não houvesse uma tão grande predominância de carros alemães, mas se os jornalistas se limitarem a informação técnica isso até prejudica os outros, porque por exemplo um carro italiano onde normalmente se destaca é mais em aspectos menos numéricos e mais emotivos como por exemplo as linhas a sonoridade.
 
Provas? Tipo uma declaração da divisão de marketing de uma das marcas alemãs? É que toda a gente sabe que as marcas alemãs investem milhões nas divisões de marketing e, como é óbvio, esse marketing não se fica pelos ads na TV e revistas.
Não é coincidência os europeus terem uma imagem de fiabilidade associada a marcas alemãs, quando na verdade estas nem se posicionam propriamente bem nos relatórios.

Coisas como a Auto Express fazer um comparativo cronometrado entre o Boxster e o 4C, estando o Boxster na reserva e o 4C com mais de meio depósito, entre outras coisas muito subtis mas que causam impacto na percepção do mercado.
Não seria de esperar outra coisa, vindo de marcas que criaram um autêntico cartel com o objectivo de perverter as emissões. Ou que, por exemplo, no caso da Mercedes, criaram um lobby para impedir a importação de carros com menos de 25 anos nos EUA.

Ui meu deus que volta. Um Boxster até pode ir com limitador de potência. Que diferença faz umas gotas a menos. E incluir a Porsche no grupo de cartel alemã não deixa de ser engraçado... mas a porsche tem alguma coisa que provar a alguém nos dias de hoje? Lunaticos...

Os alemães investem o que investem em Marketing porque podem, todos os outros investem também - mais ou menos cada um sabe de si. Todas elas são auditadas, por vezes com focos em corrupção e afins, e até hoje ainda não se viu uma notícia de uma delas ter comprado qualquer revista. Ah, compraram os jornais também.

E finalmente, eu honestamente não tenho nada contra os italianos, aliás, adoro Ferrari, Lambo, Pagani, gosto do Giulia e o resto nem aquece nem arrefece. Mas essa constante atitude de coitadinho já cansa. A primeira vez nos recentes anos que fizeram algo melhor que os colegas alemães foi o Giulia Q, coisa que é muito discutível(é mais rápido, melhor comportamento ... depende da definição de “melhor”), e viu se a resposta na net, revistas (alemãs ou não!), etc. Fenomenal. Teve todo o seu valor reconhecido, vezes sem conta.

Agora um Giulia diesel que não trás motor Ferrari ser pior que os concorrentes alemães - qual é o problema? Tinha de ser?

Depois se um dia te lembrares de mostrar algo concreto e que não seja especulação sobre os alemães comprarem as revistas, manda um toque...
 
Ui meu deus que volta. Um Boxster até pode ir com limitador de potência. Que diferença faz umas gotas a menos. E incluir a Porsche no grupo de cartel alemã não deixa de ser engraçado... mas a porsche tem alguma coisa que provar a alguém nos dias de hoje? Lunaticos...

Os alemães investem o que investem em Marketing porque podem, todos os outros investem também - mais ou menos cada um sabe de si. Todas elas são auditadas, por vezes com focos em corrupção e afins, e até hoje ainda não se viu uma notícia de uma delas ter comprado qualquer revista. Ah, compraram os jornais também.

E finalmente, eu honestamente não tenho nada contra os italianos, aliás, adoro Ferrari, Lambo, Pagani, gosto do Giulia e o resto nem aquece nem arrefece. Mas essa constante atitude de coitadinho já cansa. A primeira vez nos recentes anos que fizeram algo melhor que os colegas alemães foi o Giulia Q, coisa que é muito discutível(é mais rápido, melhor comportamento ... depende da definição de “melhor”), e viu se a resposta na net, revistas (alemãs ou não!), etc. Fenomenal. Teve todo o seu valor reconhecido, vezes sem conta.

Agora um Giulia diesel que não trás motor Ferrari ser pior que os concorrentes alemães - qual é o problema? Tinha de ser?

Depois se um dia te lembrares de mostrar algo concreto e que não seja especulação sobre os alemães comprarem as revistas, manda um toque...
Pelos vistos és mais optimista que a propria marca que gasta rios de dinheiro em parvoices tipo o Ring, puxar aviões entre outras.
Deve ser a marca que mais tenta bater records no Ring, como se alguem quisesse saber.
A Porsche hoje em dia (tirando o 911) são pouco mais que Vw's ou Audi's vitaminados e com mais pele no interior...
 
Boa tarde. A medição automática do nível do óleo é fiável? A vareta é um bocado estranha, não tem graduação por níveis... Já alguém teve de repor nível do óleo? Mais algum proprietário com algum problema a relatar? Obrigado. Boas viagens!
 
Nem por acaso a minha vinda hoje aqui ao tópico...

Ontem à noite à conversa com um colega sobre os modelos AF que têm saído os quais eu gabava muito o design arrojado e arriscado, ao contrário dos germânicos, o colega concordava mas apontou de imediato o dedo à fiabilidade AF. Disse-lhe que isso era coisa do passado, que actualmente estão muito bons, à excepção de umas luzes, um puxador de porta que pode sair do sítio, e outras pequenas coisas, que ainda dão algumas chatices, mas muito menos que no passado, e que até tendem a desaparecer.
O colega que até é Engenheiro de Máquinas em navios, discorda porque recentemente dois dos seus amigos compraram carro e um comprou um Leon, o qual ele aconselhou de imediato, mas o outro amigo que mesmo desaconselhado, foi comprar um Giullieta, e é claro que tem tido problemas. Perguntei quais, e disse-me que tinha ido com o amigo dar uma volta, começa a chover e vem uma carga de água pelo pilar A. Questionou o amigo, que diz ter obtido resposta do concessionário a justificar-se com defeito de fabrico e nada resolveu. Acha isso inadmissível, mas que este tipo de coisas assiste a toda a gente que compra Italianos. Ainda lhe mencionei a excelente fiabilidade da Fiat na ultima década, mas ainda troçou e disse que eu estou completamente enganado. Enfim, típica conversa do zé tuga rendido ao trio germânico. É claro que eu não acredito na história da carga de água, mas não o transmiti, para a conversa não descambar.

Eu continuei dizendo que estas ideias pré-concebidas que o que é Alemão é que é bom, hoje em dia nada fazem justiça à realidade, pois as marcas já pouco ou nada fabricam sendo quase todos os componentes de marcas generalistas como bosh, garret, lucas entres outras, e veja-se os excelentes motores Fiat, os modelos Mercedes que ardem e que os motores Italianos não se auto-destroem ao contrário do pior motor diesel de sempre: o N47 BMW.
E foi aí que deixei cair a bomba. Eu sabia que ele adora BMW e tem um série 5, mas desconhecia a motorização que por acaso é N47.
O homem diz que jamais será o pior motor de sempre, que apenas tem um defeito dos tensores de correia, que se for corrigido não dá chatices a ninguém, e que as "poucas" correntes partidas, são por os donos se terem desleixado com os tensores, e a trocar a corrente.
Falei que a corrente segundo o plano de manutenção não se troca, não há forma de corrigir os defeitos que fazem partir correntes, e não se deve apenas a tensores, que é também a vibração da embraiagem que provoca isto entre outras coisas, e ainda falei no turbo.
O colega identificou-se como detentor do N47, [:D] mesmo fazendo pouco mais de 5000 km ao ano, com uma station diesel só para ele e a esposa que têm 30 anos, que mantinha a opinião, de ser apenas problemas de tensores e que no seu veículo já estava corrigido e podia andar descansado,pois quando comprou o carro usado o vendedor garantiu que antes de a entregar tinha feito a operação de prevenção necessária, [:)] e o resto que eu falo ser conversa de BMW haters invejosos.

Como a conversa entrava no fanatismo acompanhado por vontade de medir pilas em relação aos veículos de cada um, resolvi abandonar a festa de mansinho... [:p].
Típico Zé tuga, mesmo com formação em engenharia mecânica.![8b]

Ps: Há uns tempos estávamos a falar do meu Leão, e disse-me que gostava muito da estética das 508, quando procurou carro, discutiu com a esposa, e em vez de ir para algo que pudesse dar chatices, comprou a BM que sabia que podia dormir descansado por muitos anos e garantir que o seu dinheiro não era mal empregue. [:D]
 
“Todos os componentes de marcas generalistas como bosch, (...)”

Exato, o problema e a malta achar que isto e a qualidade de um carro. Não imaginas quantas vezes um BMW tem mais qualidade que um Fiat. Nem vou entrar por aí, qualquer um do ramo sabe isto. Por algum motivo também têm “preço/cm2” completamente diferentes.

N47 é um ótimo motor com um terrível problema, o que somado à maneira de a marca o tratar o tornam 0 atractivo. Mas no dia que a Alfa fizer um equivalente a um N54 da época podem vir falar mal da BMW. E a Alfa, coitada, no seu canto a dar o litro (e muito bem, só um cego não vê claras melhorias nos modelos actuais), os fãs é que se excitam de mais por vezes.

Porque as marcas não são só o lixo, são também os feitos positivos (e usando o exemplo da BMW, várias vezes motor do ano foi deles).
 
O que é que o N54 tem de assim tão especial?
Queres uma lista de motores Alfa bastante mais especiais que esse?

Ok, na era da grande Alfa - de acordo. Isso já não é passado recente. Agora finalmente em 2016 entraram no jogo novamente. E com o 2.0 mild Hybrid 350cv mais um passo para o jogo a sério dão. Já vos disse que não sou absolutamente nada hater da Alfa, ainda este fim de semana andei no configurador a enamorar futuras possibilidades, mas a malta teima em achar que estas minhas opiniões são ódio...
 
posso ser picuinhas?

a Alfa devia permitir a opção do tablier em pele com os bancos do Veloce (os sport) e não apenas com os normais.

Não parece haver nenhuma limitação técnica.
 
posso ser picuinhas?

a Alfa devia permitir a opção do tablier em pele com os bancos do Veloce (os sport) e não apenas com os normais.

Não parece haver nenhuma limitação técnica.

Cada país tem a sua restrição, se calhar isso até da noutros países. A Alfa nisto dos extras fez um-do-li-to combos aleatórios por país (informação retirada dos fóruns Alfa).
 
“Todos os componentes de marcas generalistas como bosch, (...)”

Exato, o problema e a malta achar que isto e a qualidade de um carro. Não imaginas quantas vezes um BMW tem mais qualidade que um Fiat. Nem vou entrar por aí, qualquer um do ramo sabe isto. Por algum motivo também têm “preço/cm2” completamente diferentes.

N47 é um ótimo motor com um terrível problema, o que somado à maneira de a marca o tratar o tornam 0 atractivo. Mas no dia que a Alfa fizer um equivalente a um N54 da época podem vir falar mal da BMW. E a Alfa, coitada, no seu canto a dar o litro (e muito bem, só um cego não vê claras melhorias nos modelos actuais), os fãs é que se excitam de mais por vezes.

Porque as marcas não são só o lixo, são também os feitos positivos (e usando o exemplo da BMW, várias vezes motor do ano foi deles).

Não sou nenhum BMW hater para não reconhecer a óbvia qualidade geral superior à Fiat.
Ainda que em fiabilidade actualmente a Fiat não dever nada à BMW.
E sim, as marcas não são só o lixo, e a BMW continua a merecer uma boa reputação, mas para mim e para muitos que não são o "típico zé tuga" não é uma reputação imaculada, entendes?
 
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