Eu entendo a perspectiva do Mad.
Ele prefere uns veículos ALFA o mais diferente possível do resto do mercado e...
que sejam apreciados não por muitas pessoas. [

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Ou seja, penso que o Mad preferia que um ALFA fosse um carro que só uma pequena camada da população aprecie.
Estou certo? [

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Não!!
O facto de poucos os apreciarem ou vá lá, terem tomates para os comprarem, é uma consequência da forma como a Alfa Romeo fazia os seus automóveis!
É vulgaríssimo muita gente dizer que gosta de Alfas mas que não os comprava, seja por serem pouco fiáveis, por gastarem muito ou por serem demasiado exigentes na condução/pouco filtrados.
O que eu quero mesmo é que este tipo de Alfas reapareça, obviamente actualizado para os dias de hoje.
Ou seja, automóveis de boa construção, bons cruisers e all around mas que tenham uma veia irreverente fortíssima.
Aquela veia que sempre caracterizou os Alfas!
Isto é possível, daí o exemplo do série 3.[

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A Alfa Romeo antiga está morta e enterrada.
Apraz-me dizer até que ainda bem que assim é pois o lugar que ocupou nunca mais lhe é retirado.
É necessário é ter uma nova Alfa Romeo.
O Mito é uma época de transição.
A Giulietta é a maturação.
A Giulia, ainda por cima tendo em conta o segmento, devia ser pelo menos uma grande amostra de um estádio final onde devia existir o tal
cuore sportivo.
O cuore vai provavelmente ficar na estética.
Tu que és uma pessoa com alguma experiência, o que se dizia sorbe o 156 quando foi lançado?
E agora compara com o que se diz hoje do 159?
Acho que consegues entender o meu problema com a Alfa Romeo.
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Para acabar, eu até devo dizer que só hoje é que consigo entender alguma frustração dos Alfistas pois lido diariamente com um Alfa Romeo da era estatal e convivi muito com um 156 da 1ª série.
Esta experiência fez com que tivesse levado enormes expectativas a um ensaio com um Mito QV. O resultado foi fraco.
Não que o QV seja mau. É na realidade tão bom ou melhor do que os outros, mas não chega.
Falta algo.