Alfa 4c

Relativo ao "lack of on-centre feel", refere-se sobretudo quando vamos a direito, sem actuar na direcção ou com muitos poucos graus de input.
Há carros que parecem não estar ligados às rodas, até iniciarmos o processo de viragem, quando aplicamos força para rodar o volante.
Essa ausência de feedback inicial, poderá minar um pouco a confiança à forma como abordamos a curva. Curioso isso acontecer tratando-se de algo não assistido.

Sim o tal feedback ou sensibilidade.
 
Vai começar com "ohh it looks like an angry spider, look at the quality on these plastics.."
Depois diz "I'm doing this all wrong" e começa a fazer uns power slides..
Para acabar com "its fuckin* brilliant!!"

Depois no estudio manda uma piadola em como por ser Alfa vai ficar metade do tempo na oficina e o Stig saca um tempinho fixe se a pista estiver seca.

Ele que faça como no 8C.
Começa por falar bem, depois diz horrores e acaba na "peça de arte".[:cool:]
 
Eu "papava" na boa os faróis estranhos e o interior do Punto. O carro esta lindo, deves ser uma maravilha na estrada e é um Alfa como a Alfa não tem há muitos anos. Espero que seja a viragem e mais se sigam.
Só me custa mais aceitar o motor. Não consigo ter o mesmo entusiasmo com motores turbo de 4 cilindros que tenho com um NA de seis ou mais.
 
Eu "papava" na boa os faróis estranhos e o interior do Punto. O carro esta lindo, deves ser uma maravilha na estrada e é um Alfa como a Alfa não tem há muitos anos. Espero que seja a viragem e mais se sigam.
Só me custa mais aceitar o motor. Não consigo ter o mesmo entusiasmo com motores turbo de 4 cilindros que tenho com um NA de seis ou mais.

Em abono da Alfa, os motores deles de 4 cilindros benzina sempre tiveram uma sonoridade fantástica! Basta ouvir-se trabalhar um simples 75 1.6 IE ou um Alfa 33 1.5 TI. [;)] Pode ser que tenham trabalhado o som do Giu QV.
 
Em abono da Alfa, os motores deles de 4 cilindros benzina sempre tiveram uma sonoridade fantástica! Basta ouvir-se trabalhar um simples 75 1.6 IE ou um Alfa 33 1.5 TI. [;)] Pode ser que tenham trabalhado o som do Giu QV.

Sem duvida. Os motores antigos eram uma verdadeira delicia. Mas eu refiro-me é aquela sonoridade abafada dos motores turbo actuais (Alfa e todos os outros). Não me convencem. E nesse aspecto acho que o 4C precisava de um grito forte em altas rotações. um V6 leve, rotativo, ficava a matar.
Mas de resto, na minha opinião, o carro esta lindo e tenho e com o passar dos videos tenho vindo a gostar mais do que vejo e esquecendo o que gosto menos.
 
O motor deste 4C é quase de certeza completamente diferente do 1750 da Giulietta QV.


Eu não diria completamente diferente. Penso estarmos perante um 1750 renovado ou optimizado e com alguns periféricos relocalizados, mas estruturalmente tem a mesma concepção e a mesma tecnologia (injecção directa; scavenging).
É que, considerando o contexto de poupança na produção (exemplo disso foi o caso dos faróis), não acredito que a Alfa tenha desenvolvido um motor completamente diferente do 1750 existente.
O que terá acontecido foi pegar nos mesmos moldes e mudar os materiais do bloco (para alumínio) e partes internas (aumentar a resistência ao stress), melhorar os injectores (aumentaram a pressão de 150 para 200bar), o turbo e o sistema de escape. O Chris Harris disse "The engine is heavily modified over the one found in the Guilietta, with a crank running in eight bearings." Ou seja, a cambota foi trocada (tendo agora 8 rolamentos), mas estamos sempre a falar do mesmo motor, estruturalmente falando. O que se passou com o 1750 no 4C é um pouco o que se passa com os motores excessivamente "tunados".

Esta é a minha opinião sustentada no que tenho lido e pela visualização de algumas fotos.
É certo que o motor do 4C fica virado ao contrário mas ainda assim reconheço pontos em comum.

Eis os pontos em comum que no 4C foram optimizados:

A tecnologia da Fiat Power Train denominada scavenging
Usaram a tecnologia scavenging para aumentar o binário do motor nas rotações inferiores, minimizando, assim, o turbo lag.
Fruto dessa tecnologia, às 1800 rpm, o 1750 TBi apresenta um valor de binário que é 70% superior ao que um sistema turbocharger clássico proporciona. NO 4C será de cerca de 80%.
O segredo deste resultado reside no sistema melhorado de gestão do motor e ECU.
Com uma monitorização constante dos parâmetros de funcionamento do motor, a resposta do motor é constantemente optimizada.
Uma simples válvula de controlo de alta precisão permite uma activação imediata do turbocompressor, gerando um fluxo de ar directo do coletor de admissão para o colector de escape. Deste modo, o tempo de resposta deste motor é mais próximo do dum motor aspirado.


A injecção directa

O sistema de injecção directa do TBi usa uma bomba de alta pressão que pode gerar pressões de combustível de 150 BAR (200 BAR no 4C) e novos injectores para melhor dispersão do combustível. A injecção de combustível também sai controlada precisamente para evitar que o combustível atinja os gases de escape, isto enquanto a fase scavenging acontece.


Comando de válvulas duplo variável

O motor de 1,75 litros tem duas unidades de válvulas de variação contínua que constantemente aperfeiçoam o timing das válvulas, isto para atingir os melhores resultados possíveis em todas as condições, incluindo a variação da velocidade do motor e cargas. Isto torna possível que o motor se adapte rapidamente às condições de condução de modo a fornecer uma resposta célere, mesmo a partir de rotações baixas.


O turbocompressor

Também o turbocompressor foi concebido para fazer o melhor uso das ondas de pressão do escape e garantir um aumento de binário a rotações mínimas, o que é possível através de um novo colector de escape que converte a pressão. Feitos de micro aço, o colector e o turbo suportam temperaturas até 1020ºC.

Optimização dos fluídos para melhorar a combustão

Para optimizar a eficiência da combustão há um controlo rigoroso de alguns dos fluídos principais que viajam no interior do motor: ar e combustível.
Todas as áreas críticas, como a admissão, a câmara de combustão e de escape, foram optimizadas para uma melhor utilização dos gases de escape pelo turbocompressor.


Atrito do motor

Obviamente que garantir todas aquelas optimizações implica um aproveitamento rigoroso da potência. Daí que se optimizasse o atrito, minimizando as perdas.
 
O carro está brutal! Mas isso não invalida que lhe mudasse uma série de coisas e colocasse mais alguns opcionais. Ex: dif. autobloqueante (opcional), caixa manual (opcional), outro volante, patilhas TCT em alumínio, cobertura de tablier em alcântara em várias cores (opcional) e faróis frontais alternativos (opcional). Mas percebe-se. Ainda assim pode ser que alguns destes pormenores venham a aparecer com o tempo.

Mas não podemos queixar-nos muito. Está muito bom! Finalmente um Alfa digno da história e ADN da marca!
 
O carro está brutal! Mas isso não invalida que lhe mudasse uma série de coisas e colocasse mais alguns opcionais. Ex: dif. autobloqueante (opcional), caixa manual (opcional), outro volante, patilhas TCT em alumínio, cobertura de tablier em alcântara em várias cores (opcional) e faróis frontais alternativos (opcional). Mas percebe-se. Ainda assim pode ser que alguns destes pormenores venham a aparecer com o tempo.

Mas não podemos queixar-nos muito. Está muito bom! Finalmente um Alfa digno da história e ADN da marca!

Exatamente o que penso, podia ser melhor em muitos aspetos, mas muitas dessas coisas são apenas preferências pessoais e não representa a maioria, a mim o que me faz mesmo comichão é os espelhos, não consigo engolir aquilo, espelhos de um 500 a sair do meio da porta ? É horrível, uma autêntica diarreia, parece um osso partido a sair fora da pele

A caixa manual era topo, no fundo era só seguir a receita da Lotus, "Simplify then add lightness", mas quiseram construir um carro mais versátil e user friendly
 
Eu não diria completamente diferente. Penso estarmos perante um 1750 renovado ou optimizado e com alguns periféricos relocalizados, mas estruturalmente tem a mesma concepção e a mesma tecnologia (injecção directa; scavenging).
É que, considerando o contexto de poupança na produção (exemplo disso foi o caso dos faróis), não acredito que a Alfa tenha desenvolvido um motor completamente diferente do 1750 existente.
O que terá acontecido foi pegar nos mesmos moldes e mudar os materiais do bloco (para alumínio) e partes internas (aumentar a resistência ao stress), melhorar os injectores (aumentaram a pressão de 150 para 200bar), o turbo e o sistema de escape. O Chris Harris disse "The engine is heavily modified over the one found in the Guilietta, with a crank running in eight bearings." Ou seja, a cambota foi trocada (tendo agora 8 rolamentos), mas estamos sempre a falar do mesmo motor, estruturalmente falando. O que se passou com o 1750 no 4C é um pouco o que se passa com os motores excessivamente "tunados".

Esta é a minha opinião sustentada no que tenho lido e pela visualização de algumas fotos.
É certo que o motor do 4C fica virado ao contrário mas ainda assim reconheço pontos em comum.

Eis os pontos em comum que no 4C foram optimizados:

Pois é isto que eu não estou convencido.

Colocando de parte o facto de que um molde para ferro fundido não pode ser igual para o molde de aluminio fundido - por questões de contracção do material - li algo que me deixou com a certeza de que este 1750 do 4C tem bem mais importantes alterações do que o do Giulietta QV: usa 8 rolamentos na cambota.

Esta diferença faz com que o bloco mude radicalmente nos mancais o que faz com que o molde não seja o mesmo e que o bloco em si seja diferente.

Não digo que este novo 1750 não tenha genes do antecessor, mas é um motor com fortes modificações e que não se limita apenas a usar outros materiais, daí que acho que se pode quase considerar um motor novo.
 
O carro está brutal! Mas isso não invalida que lhe mudasse uma série de coisas e colocasse mais alguns opcionais. Ex: dif. autobloqueante (opcional), caixa manual (opcional), outro volante, patilhas TCT em alumínio, cobertura de tablier em alcântara em várias cores (opcional) e faróis frontais alternativos (opcional). Mas percebe-se. Ainda assim pode ser que alguns destes pormenores venham a aparecer com o tempo.

Mas não podemos queixar-nos muito. Está muito bom! Finalmente um Alfa digno da história e ADN da marca!

Um dos aspectos que me causa comichão é a largura desta criatura. Não deixa de ser curtinho com 4m.
Mas 1.86m de largura é mesmo muito. Um 911 tem 1.8m, por exemplo.
Sem dúvida que contribui excelentemente para a pose e estética do carro. E certamente deverá retirar-se algum benefício dinâmico de vias largas.
MAs estava à espera de algo nos moldes do GT86, com menos 9-10cm de largura que o 4C. Faria-o muito mais user-friendly e adepto das estradinhas enroladas, que costumam ser mais estreitas.

Acho o carro fenomenal, de qualquer forma.
Um quase perfeito manifesto do que devem ser os valores Alfa Romeo para este século. Nada de hatchbacks que pouco ou nada se destacam da concorrência, algo longe dos valores que construiram a marca.
A aposta na ligeireza não é um objectivo fútil como outras coisas que as marcas decidem abraçar. E o recurso À fibra de carbono (usado como deve ser), coisa que era exclusiva dos superdesportivos, num carro que se queria razoavelmente acessivel, demonstra seriedade nas suas intenções, ou pelo menos, marcar uma posição de que não é apenas mais um corpinho bonito. Poderiam ter a mesma pele com entranhas bem mais comuns, não é?

Como dizes, acho que pelo menos deveria haver certas opções. Mas acredito que o budget deve ter sido bastante limitado e para mais com o grosso dos materiais a serem fibra de carbono e aluminio, o que deve ter fechado a porta a uma série de questões mais prosaicas, até ao facto de o "capot" frontal não ter forma de abrir, sem ser com recurso a ferramentas.
Espero que o 4C signifique o ínicio de algo melhor.
Venham de lá os sedans RWD e que vinguem no mercado. E esperemos que considerem manter um pé firme no nicho dos carros desportivos, com hipotético sucessor do 4C (e talvez, menos "castrado" na definição de tantos elementos)
 
Em testes nos USA

Alfa4CRear_zps44e1d5f4.jpg


Alfa4C_zpsea7c6ac6.jpg


Targa este vermelho?
 
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