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A discussão vai longa e interessante, mas convém lembrar que aqui o facto incontestável é que, no contexto da imprensa escrita, o que para uns acontecia no 4C para outros não acontece (refiro-me ao turbo lag que foi muito criticado).
Esta incongruência na apreciação de um aspecto técnico tão importante como este demonstra o quão distantes nos devemos colocar daquilo que é positiva e negativamente escrito. Mesmo quando a Alfa Romeo é literalmente arrasada na imprensa.
Estou, aliás, convencido de que a dureza e agressividade das palavras muito recentemente empregues em alguns artigos/reviews de Alfa Romeos, todos terminando com a recomendação para não os comprar - ou sugerindo mesmo que quem os compra é estúpido porque há melhor -, surge mais espicaçada depois da fabricação deste 4C, que foi visto como sendo o exemplo daquilo que a Alfa deve exclusivamente fazer, depois de melhorado, claro!. Tudo o mais, ...Brera, 159, Mito, Giulietta... foram, para estas pessoas, erros de percurso.
Eu não penso assim. Eu espero, aliás, que a Alfa não se torne nesse templo de exclusividade, mais do que já é (pelas reduzidas vendas). Acho que o 4C poderá coexistir com outros segmentos e conceitos, tanto que sou daqueles que não vê só vantagens na tracção traseira (entenda-se para modelos mais vocacionados para a estrada).
Quanto ao demais, sou ligeiramente indiferente à supremacia da indústria automóvel alemã. Mesmo o seu lado economicamente negativo não me incomoda de todo desde que a concorrência subsista.
No Pacifico a Alfa-Romeo não tem implantação em mercado dito chave para potenciar venda e/ou imagem de marca.
A discussão vai longa e interessante, mas convém lembrar que aqui o facto incontestável é que, no contexto da imprensa escrita, o que para uns acontecia no 4C para outros não acontece (refiro-me ao turbo lag que foi muito criticado).
Esta incongruência na apreciação de um aspecto técnico tão importante como este demonstra o quão distantes nos devemos colocar daquilo que é positiva e negativamente escrito. Mesmo quando a Alfa Romeo é literalmente arrasada na imprensa.
Estou, aliás, convencido de que a dureza e agressividade das palavras muito recentemente empregues em alguns artigos/reviews de Alfa Romeos, todos terminando com a recomendação para não os comprar - ou sugerindo mesmo que quem os compra é estúpido porque há melhor -, surge mais espicaçada depois da fabricação deste 4C, que foi visto como sendo o exemplo daquilo que a Alfa deve exclusivamente fazer, depois de melhorado, claro!. Tudo o mais, ...Brera, 159, Mito, Giulietta... foram, para estas pessoas, erros de percurso.
Eu não penso assim. Eu espero, aliás, que a Alfa não se torne nesse templo de exclusividade, mais do que já é (pelas reduzidas vendas). Acho que o 4C poderá coexistir com outros segmentos e conceitos, tanto que sou daqueles que não vê só vantagens na tracção traseira (entenda-se para modelos mais vocacionados para a estrada).
Quanto ao demais, sou ligeiramente indiferente à supremacia da indústria automóvel alemã. Mesmo o seu lado economicamente negativo não me incomoda de todo desde que a concorrência subsista.
No Pacifico a Alfa-Romeo não tem implantação em mercado dito chave para potenciar venda e/ou imagem de marca.
Pois, estás claramente a falar do últimos testes do Giu QV em Inglaterra... Temos de ver que em inglaterra o Giu QV é um carro caro que tem muito mais oferta pelo mesmo valor, logo o combate é ainda mais complicado.
E se o Giu ganha em estética, continua depois destes anos todos a ser o carro mais bonito do segmento, perde noutros aspectos.
A discussão vai longa e interessante, mas convém lembrar que aqui o facto incontestável é que, no contexto da imprensa escrita, o que para uns acontecia no 4C para outros não acontece (refiro-me ao turbo lag que foi muito criticado).
Esta incongruência na apreciação de um aspecto técnico tão importante como este demonstra o quão distantes nos devemos colocar daquilo que é positiva e negativamente escrito. Mesmo quando a Alfa Romeo é literalmente arrasada na imprensa.
Estou, aliás, convencido de que a dureza e agressividade das palavras muito recentemente empregues em alguns artigos/reviews de Alfa Romeos, todos terminando com a recomendação para não os comprar - ou sugerindo mesmo que quem os compra é estúpido porque há melhor -, surge mais espicaçada depois da fabricação deste 4C, que foi visto como sendo o exemplo daquilo que a Alfa deve exclusivamente fazer, depois de melhorado, claro!. Tudo o mais, ...Brera, 159, Mito, Giulietta... foram, para estas pessoas, erros de percurso.
Eu não penso assim. Eu espero, aliás, que a Alfa não se torne nesse templo de exclusividade, mais do que já é (pelas reduzidas vendas). Acho que o 4C poderá coexistir com outros segmentos e conceitos, tanto que sou daqueles que não vê só vantagens na tracção traseira (entenda-se para modelos mais vocacionados para a estrada).
Quanto ao demais, sou ligeiramente indiferente à supremacia da indústria automóvel alemã. Mesmo o seu lado economicamente negativo não me incomoda de todo desde que a concorrência subsista.
[h=2]Intelligence is apparently too hot to handle[/h]The group vice president for quality and service at Volkswagen Group of America has revealed US-spec models are designed to deceive Americans for their own good. While this sounds rather devious, Marc Trahan told Edmunds the cars are designed this way because "Americans have different expectations."
Trahan points out a number of examples but one of the most interesting involves the climate control system which effectively lies to owners. As he explains, when European customers set the temperature to 72° F (22° C) that's what they get. Americans, on the other hand, "will complain it is too warm" so their climate control system pumps out air that is actually 67-68° F (19-20° C) despite being set at 72° F (22° C). Oddly enough, Trahan says "That is purposely done because that is what the customer wants. We have the data that shows that."
Another interesting example involves the throttle. While Europeans want linear acceleration, Americans want lots of power in the first 10-20 percent of accelerator pedal travel. As a result, Volkswagen modifies the throttle mapping and shift points to prevent Americans from complaining the car is underpowered.
Em parte sim, guio-me pelo que na imprensa britânica foi escrito a respeito dos novos QV. Honestamente não são os pormenores negativos que nessas reviews apontam que me surpreendem ou o preço exagerado do Alfa, mas antes o sentido da escrita e o alcance da mesma. Há mesmo ali um laivo de desprezo que talvez encontre explicação na mentalidade de que a Alfa só pode fazer automóveis com as características do 4C.
Sendo proprietário de um Giulietta e circulando com frequência em automóveis de outras marcas, não concordo com o que é dito quando o tal sentido e alcance aponta para um Alfa Romeo de manifesta inferioridade. Não é assim. E não é assim seguramente quando colocamos uma versão do Giulietta ao lado de outra marca com as mesmas características técnicas e equipamento.
Mas obviamente se falarmos da qualidade percepcionada admito que o Giulietta perca em alguns aspectos relativos à qualidade/aspecto dos materiais.
Por outro lado, claro, admito que o factor preço faça toda a diferença... não vejo é razão para, por causa disso, usar-se a expressão shame.
Com esses faróis já parece outra coisa.
Além das diferenças estruturais convinha saber que alterações foram efectuadas na calibração dos vários comandos, como o acelarador.
Tendo em conta este exemplo noticiado no WorldCarFans, sobre o Golf VII que foi recentemente lançado nos EUA:
O que é certo é que se ouve muitas vezes que há resultados incoerentes e opiniões tendenciosas em artigos que deveriam ser avaliações imparciais. Mas não é só nos automóveis.
Mas a mim nem me admira, a partir do momento que a VW suborna a ADAC que é apenas e só o maior clube automóvel da Europa, de modo a favorecer a marca em prémios atribuídos por essa organização aos supostos carros preferidos dos condutores, não me espanta nada que aconteçam coisas estranhas e muitos jogos de bastidores em publicações por essa Europa fora. Quem tem dinheiro, tem poder.
ADAC scandal: Car of the Year cheats | Wheels24
Pois, afinal não são alucinações dos adeptos dos carros italianos. Estes escândalos acontecem mesmo.
A discussão vai longa e interessante, mas convém lembrar que aqui o facto incontestável é que, no contexto da imprensa escrita, o que para uns acontecia no 4C para outros não acontece (refiro-me ao turbo lag que foi muito criticado).
Esta incongruência na apreciação de um aspecto técnico tão importante como este demonstra o quão distantes nos devemos colocar daquilo que é positiva e negativamente escrito. Mesmo quando a Alfa Romeo é literalmente arrasada na imprensa.
Estou, aliás, convencido de que a dureza e agressividade das palavras muito recentemente empregues em alguns artigos/reviews de Alfa Romeos, todos terminando com a recomendação para não os comprar - ou sugerindo mesmo que quem os compra é estúpido porque há melhor -, surge mais espicaçada depois da fabricação deste 4C, que foi visto como sendo o exemplo daquilo que a Alfa deve exclusivamente fazer, depois de melhorado, claro!. Tudo o mais, ...Brera, 159, Mito, Giulietta... foram, para estas pessoas, erros de percurso.
Eu não penso assim. Eu espero, aliás, que a Alfa não se torne nesse templo de exclusividade, mais do que já é (pelas reduzidas vendas). Acho que o 4C poderá coexistir com outros segmentos e conceitos, tanto que sou daqueles que não vê só vantagens na tracção traseira (entenda-se para modelos mais vocacionados para a estrada).
Quanto ao demais, sou ligeiramente indiferente à supremacia da indústria automóvel alemã. Mesmo o seu lado economicamente negativo não me incomoda de todo desde que a concorrência subsista.
Sou tão faccioso que adoro a Alfa Romeo, Maserati, Volvo, Peugeot, Jaguar, Mazda, Dodge, Honda, Nissan e Ford.
Essencialmente são estas as favoritas.
Há que salientar que a Ferrari, por exemplo, não é das favoritas, e é italiana, simpatizo apenas []
O porquê? Cada uma com as suas razões específicas, mas no fundo por aquilo que fazem ou fizeram no passado e que contribuíram para o ramo automóvel.
Irás criticar por não ter nenhuma marca alemã no grupo, e é verdade. Desprezo o que é feito pelos alemães por n razões (que não vale a pena referir aqui), e acima de tudo não gosto das suas criações automobilísticas.
Portanto se eu sou faccioso por a Alfa ser uma das minhas marcas favoritas, apesar de ter um leque bem grande, paciência tenho de aprender a viver com isso, que chatice...
Claro que acontecem escândalos, tal como agora aconteceu com a SIVA e o IMT. Mas daí a extrapolar isso para a imprensa automóvel vai uma distância muito grande.
No fórum, endeusa-se muito a imprensa inglesa, mas nunca percebi porque razão. Eles têm uma forma muito própria de analisar os automóveis, não disfarçando a nossa idolatração por tudo o que a FORD faz, por exemplo. Têm, em alguns casos, alguma aversão às marcas italianas.
(...) No entanto, no caso dos últimos testes ao Giulietta QV, eles até têm razão quando o colocam, no global, abaixo da concorrência. É um facto. Se o fazem da melhor forma? Sim, tendo em conta que os leitores ingleses são realmente apaixonados por automóveis e não compram revistas para encontrar elogios aos automóveis que têm.(...)
Falo essencialmente na China, pois no plano industrial ficou claro que este será o passo a seguir para a globalização da marca.
Por acaso acho que a Alfa Romeo venderia bem na China. Os chineses aderem a tudo o que é Ocidental de modo instantâneo, e estou em crer que dada a importância da Alfa Romeo no contexto automóvel Europeu, penso que seria um sucesso. Já que a Fiat já lá está (e começou muito bem), poderiam pensar nisso.
Claro que acontecem escândalos, tal como agora aconteceu com a SIVA e o IMT. Mas daí a extrapolar isso para a imprensa automóvel vai uma distância muito grande.
Muito pelo contrário, nada é instantâneo na cultura sino.
esta: Associação Distrital de Atletismo de Coimbra | De Alma e Coração ?Caro JGTB, a VW suborna uma instituição de reputação mundial como a ADAC e achas mesmo que não faz o mesmo por toda essa Europa com outras instituições e com a imprensa? Yeah, right...
Como assim? A FIAT era uma marca desconhecida por lá e está a ter algum sucesso. Penso que a Alfa Romeo poderia explorar esse mercado.
...
Ser faccioso não é gostar de uma marca, mas sim não saber aceitar críticas à mesma, que é o caso. Dizer que a imprensa está comprada só porque não diz o queres ler, é ser faccioso.