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Vamos supor que dois carros roçam um no outro naquele "funil" depois das portagens. Como é que as companhias de seguro apuram de quem é a culpa?
Todos os dias fazem me autenticas tangentes e já me tou a passar, tenho de arranjar um UMM [8b][8b]
visto que não tem sinais aporto que o que vier a esquerda paga
Não sei se és de Lx, mas nesse funil há uma placa que sugere que seja alternado, isto é, um da esqueda, outro da direita, outro da esquerda, etc.
Agora, é uma placa não-homologada, claro está; ninguém é obrigado a cumprir; e, para todos os efeitos, não sei se é bem assim aregra do da direita, pois são 2 faixas que se fundem em 1, e como tal, tem prioridade quem já "está" na faixa.
na 25 de abril
o caso de quem vem da direita tem prioridade é o da 25 da abril , na minha opiniao claro
Não percebi. Nesse funil? Lx? Estamos a falar no caso geral ou de um funil em particular em Lx?
Simples... 50/50.
As duas companias ganham, pois agravam as duas a apólice do tipo.
Ya, pagam um balurdio de Indemnização do acidente e ficam a ganhar [8b] :sh)

Bem, este tipo de acidente é sempre algo complicado de avaliar sem dados concretos. Qual a configuração exacta do local? Quais as zonas embatidas dos veículos? Foram identificadas testemunhas? Enfim, se há tipo de acidentes complicados de analisar, este é um deles.
No garrafão da ponte é "aconselhado" (e bem) que se faça circulação alternada, mas em caso de embate será que alguém consegue fazer prova que era a sua vez de passar?
Por outro lado existem algumas filas "directas" desde as cabines e outras que entroncam com estas. Neste caso, á partida, quem está na fila "directa" estará mais "seguro" pois ele mantem-se numa trajectória e alguém vai afluir á sua fila e esse alguém é que terá de usar de mais precauções.
Claro que se existe uma situação em que o veiculo A embate com a lateral frente esquerda na lateral traseira direita (ou vice-versa) do veiculo B, certamente que o B já lá estava e o A estava em melhor posição para evitar o conflito.
Agora não me lembro de mais suposições [] isto é complicado nestes sítios.
Quanto á divisão de responsabilidades (50/50 ou outra), neste tipo de casos pode muito bem ocorrer, mas parem de fazer historias da carochinha com as seguradoras.
Pela vossa "lógica", se cada veiculo tiver 1000€ de reparação, a seguradora que teria razão e não pagaria nada, em caso de 50/50, tem que pagar 500€ ao terceiro (já está a ganhar...). Depois agrava o seguro. Se o segurado paga 500€/ano e o seguro agrava 10% (um exemplo), passa a receber de prémio mais 50€/ano (continua a ganhar...). Assim, leva 10 anos a realizar os 500€ despendidos erradamente (continua a ganhar...), isto claro se o segurado não se lembrar de, passados 4 ou 5 meses, mudar de seguradora (ai é que é lucro...).
Desculpem lá esta ironia, mas mentalizem-se que o que dá dinheiro ás seguradoras são os segurados sem sinistralidade!