PeLeve
Well-known member
Sim, já aqui se "degladiaram" "n" ideias" sobre como fazer o país evoluir, ter futuro, levar os portugueses onde sempre sonharam, a uma vida melhor.
Desse modo, desde a "esquerda" à "direita" de tudo um pouco temos visto "desfilar" em ideias por aqui. Ideias todas elas legítimas e dignas de serem vistas, por todos nós, com olhos de ver, sobretudo porque de pensamentos e de "visões" que, quem sabe, um dia poderão ser a semente de uma qualquer solução de organização social mais perfeita e que a uma maior parcela satisfaça!...
Começando pelos partidos políticos. O que acham? Pensam que estão "gastos", sem ideias, sem soluções, ou, por outro lado, é neles que reside a esperança! Neste último caso serão melhores as maiorias absolutas, relativas, governos em coligações, ou outras soluções ainda não pensadas ou debatidas aqui?... Deveria surgir um novo partido ou uma aliança entre todos os que existem?...
A Produtividade! Sim, afinal qual a receita para que a tão desejada produtividade alcance aquele patamar de modernidade e competência que se pretende?
O sector privado! Sim, o que é que queremos das nossas empresas, concretamente? Queremos que sejam pro-activas ou reactivas? Em que áreas, afinal, devem apostar mais? Nos serviços, nos sectores primário, secundário, terciário?... E o turismo, não deverá ser uma aposta clara das nossas empresas? Afinal somos um país de condições únicas no contexto europeu e nessa área!
E a nossa balança comercial, como e de que maneira deve apostar, quer no mercado interno, quer e sobretudo (daí a expressão da economia "balança comercial") no mercado externo? Que produtos podemos identificar na nossa melhor apetência para potenciar a respectiva produção e exportação?
E o sector público, como queremos optimizá-lo? Quais as áreas prioritárias e as que, por exemplo, até podiam ser privatizadas, sem mácula e prejuízo para o país e para os que nelas trabalham, antes pelo contrário?...
Quais os ministérios de maior relevo e importância? Como poderemos dar ideias para os optimizar?! O que pensamos sobre cada um desse ministérios e respectivos serviços?
E o funcionalismo público, como pode ser entendido nesta vasta avaliação? Que distinções de valia e importância para o tecido social se podem fazer dentro do sector público para obviar a erros e para optimizar as valias de cada funcionário?
E os salários, em que nível devem estar? Será que temos pleno direito aos níveis europeus, ou estamos "fora do barco"?...
E os políticos, de que forma se podem e devem relacionar com o poder económico? Será legítima a sua "flexibilidade", a sua "mobilidade", entre os cargos políticos e as empresas?...
Como regular esta osmose?
E os cargos políticos, como devem ser escolhidos? Por designação em listas, por concursos públicos, por um sistema misto entre as duas hipóteses anteriores?... Deve haver formação superior na carreiras política como forma sine qua non?
E, dentro deste contexto, como fica o combate às carências do indivíduo? Como optimizar o combate sério à pobreza e ao isolamento?
E a Escola, como veículo de progresso e aposta clara no futuro, de que forma deve ser aprimorada? Será a estabilidade nas funções de docência "a solução", ou apenas parte dela?...
No fundo, como sabemos, no geral todos queremos o melhor para o nosso Portugal, para cada um de nós ou para nós próprios, no geral e enquanto povo, embora o sintamos de forma diferente e o defendamos também dessa maneira, sobretudo mercê de muita coisa que vivemos e que somos, seja pelo que fazemos, ou não fazemos, na vida, seja pela fase da vida em que nos encontramos, seja pela nossa orientação política e social, seja por mera opinião pessoal, seja pelo que quer que seja!...
No entanto, e de novo, aqui deixo o pedido de que a discussão se centre nas ideias em vez de nas pessoas que as defendem, procurando, sempre, rebater ou consolidar ideias e formas de pensar, em vez de se cair na tentação fácil, e intelectualmente menos conseguida, de se adjectivarem os defensores de formas de pensar diversas, ou coincidentes!
Estão abertas as "hostilidades". [
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Desse modo, desde a "esquerda" à "direita" de tudo um pouco temos visto "desfilar" em ideias por aqui. Ideias todas elas legítimas e dignas de serem vistas, por todos nós, com olhos de ver, sobretudo porque de pensamentos e de "visões" que, quem sabe, um dia poderão ser a semente de uma qualquer solução de organização social mais perfeita e que a uma maior parcela satisfaça!...
Começando pelos partidos políticos. O que acham? Pensam que estão "gastos", sem ideias, sem soluções, ou, por outro lado, é neles que reside a esperança! Neste último caso serão melhores as maiorias absolutas, relativas, governos em coligações, ou outras soluções ainda não pensadas ou debatidas aqui?... Deveria surgir um novo partido ou uma aliança entre todos os que existem?...
A Produtividade! Sim, afinal qual a receita para que a tão desejada produtividade alcance aquele patamar de modernidade e competência que se pretende?
O sector privado! Sim, o que é que queremos das nossas empresas, concretamente? Queremos que sejam pro-activas ou reactivas? Em que áreas, afinal, devem apostar mais? Nos serviços, nos sectores primário, secundário, terciário?... E o turismo, não deverá ser uma aposta clara das nossas empresas? Afinal somos um país de condições únicas no contexto europeu e nessa área!
E a nossa balança comercial, como e de que maneira deve apostar, quer no mercado interno, quer e sobretudo (daí a expressão da economia "balança comercial") no mercado externo? Que produtos podemos identificar na nossa melhor apetência para potenciar a respectiva produção e exportação?
E o sector público, como queremos optimizá-lo? Quais as áreas prioritárias e as que, por exemplo, até podiam ser privatizadas, sem mácula e prejuízo para o país e para os que nelas trabalham, antes pelo contrário?...
Quais os ministérios de maior relevo e importância? Como poderemos dar ideias para os optimizar?! O que pensamos sobre cada um desse ministérios e respectivos serviços?
E o funcionalismo público, como pode ser entendido nesta vasta avaliação? Que distinções de valia e importância para o tecido social se podem fazer dentro do sector público para obviar a erros e para optimizar as valias de cada funcionário?
E os salários, em que nível devem estar? Será que temos pleno direito aos níveis europeus, ou estamos "fora do barco"?...
E os políticos, de que forma se podem e devem relacionar com o poder económico? Será legítima a sua "flexibilidade", a sua "mobilidade", entre os cargos políticos e as empresas?...
Como regular esta osmose?
E os cargos políticos, como devem ser escolhidos? Por designação em listas, por concursos públicos, por um sistema misto entre as duas hipóteses anteriores?... Deve haver formação superior na carreiras política como forma sine qua non?
E, dentro deste contexto, como fica o combate às carências do indivíduo? Como optimizar o combate sério à pobreza e ao isolamento?
E a Escola, como veículo de progresso e aposta clara no futuro, de que forma deve ser aprimorada? Será a estabilidade nas funções de docência "a solução", ou apenas parte dela?...
No fundo, como sabemos, no geral todos queremos o melhor para o nosso Portugal, para cada um de nós ou para nós próprios, no geral e enquanto povo, embora o sintamos de forma diferente e o defendamos também dessa maneira, sobretudo mercê de muita coisa que vivemos e que somos, seja pelo que fazemos, ou não fazemos, na vida, seja pela fase da vida em que nos encontramos, seja pela nossa orientação política e social, seja por mera opinião pessoal, seja pelo que quer que seja!...
No entanto, e de novo, aqui deixo o pedido de que a discussão se centre nas ideias em vez de nas pessoas que as defendem, procurando, sempre, rebater ou consolidar ideias e formas de pensar, em vez de se cair na tentação fácil, e intelectualmente menos conseguida, de se adjectivarem os defensores de formas de pensar diversas, ou coincidentes!
Estão abertas as "hostilidades". [